Em Belo Horizonte, o publicitário Zuza Nacif destacou em entrevista ao jornal O Tempo que a microsegmentação e o uso de influenciadores locais já são determinantes para a política contemporânea. Ele lembra que o eleitor deixou de ser espectador e passou a ser produtor de conteúdo, exigindo que candidatos adaptem sua linguagem digital para dialogar com diferentes públicos.
Em São Paulo, estudos recentes apontam que campanhas bem-sucedidas utilizam indicadores como taxa de interação, alcance orgânico e análise de sentimento para medir impacto. Aline Freitas, especialista em marketing digital, ressaltou que a personalização da comunicação é tendência inevitável, permitindo que candidatos falem diretamente com nichos específicos e ampliem a eficácia de suas mensagens.
Em Salvador, consultores políticos avaliam que a disputa de 2026 será marcada pela capacidade de transformar métricas em narrativa convincente. Não basta ter números positivos, é preciso traduzir dados em histórias que conectem com a vida real do eleitor. Nesse cenário, o slogan isolado perde força, e quem dominar a métrica terá vantagem decisiva na corrida presidencial.
