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Pesquisa: No Congresso de maioria bolsonarista, resistência de Parlamentares como o Senador Paim é fundamental

17 de Fevereiro de 2020, 10:22 , por Luíz Müller Blog - | No one following this article yet.
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Este blogueiro tem alertado para o avanço do Nazi fascismo. Diante de nossos olhos direitos quase seculares dos trabalhadores são sacados fora da legislação e até da Constituição Federal. Nossa Soberania esta indo literalmente “pro saco” . Pretendem vender todo o patrimônio nacional e já começaram a vender aos poucos a Petrobras. Diante de tamanho ataque, mesmo em minoria, são fundamentais parlamentares como o Senador Paulo Paim e outros que conseguem evitar um mal maior, de simplesmente nos transformarem em escravos em nossa própria terra. Mesmo assim, urge que o povo brasileiro acorde rápido para constituir uma Frente em Defesa da Soberania e Contra o Fascismo, sob pena de mesmo com a boa luta de resistência travada por estes minoritários representantes do povo no Congresso Nacional, sejamos definitivamente jogados a condição de Colônia em Pleno Século 21.

Leia a seguir Matéria do Jornal Metrópoles

Congresso Nacional teve atuação governista em 2019. Senador Paim fez oposição a agenda de Paulo Guedes.

Pesquisa do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB) mostra proximidade do parlamento com o presidente Bolsonaro. No lado oposto, o senador Paulo Paim foi um dos parlamentares que mais fez oposição ao desmonte dos direitos sociais, agenda preferida do atual governo.

Mesmo sem construir uma coalizão, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) conseguiu, em 2019, contar com uma atuação governista do Congresso Nacional. Uma pesquisa do Observatório do Legislativo Brasileiro (OLB) divulgada nesta quarta-feira (05/02/2020) revela apoio ao chefe do Palácio do Planalto.
Para medir a tendência, o OLB usou um algoritmo que avaliou os votos nominais dados no plenário em 2019. Ele diferencia votos e votações por ordem de importância. O resultado gera um ranking que permite posicionar os parlamentares numa escala que varia de 0 a 10. Notas próximas de 10 indicam atuação mais favorável à posição governista, as próximas de 0, uma atuação mais oposicionista.
Na Câmara, dos 513 deputados federais que tiveram votos nominais registrados (incluindo suplentes que assumiram mandatos), 73,4% tiveram notas maiores que 7 no ranking.
O número é semelhante ao observado no primeiro ano dos mandatos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, de acordo alguns estudos da área.
Na Câmara, os parlamentares com atuação mais governista são do PSL e do NOVO, com destaque para nomes mais conhecidos como os de Nereu Crispim (PSL-RS), Gurgel (PSL-RJ), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF).
Já na oposição, os parlamentares mais radicalmente contrários ao governo são os do PSol, com destaque para Ivan Valente (PSol-SP), Áurea Carolina (PSol-MG) e Talíria Petrone (PSol-RJ).
Senado
No Senado, o governismo também é elevado. Ao todo, 20 senadores atingiram a nota máxima no ranking, e 19 chegam perto disso. Quase 50% dos 81 senadores que tiveram votos nominais registrados têm notas 9 ou 10 no ranking do OLB.
Lá, apenas um senador do PSL — ex-partido de Bolsonaro — está entre os 10 mais governistas: Soraya Thronicke (PSL-MS). Na base de apoio ao governo, também se destacam representantes de outros partidos como Luis Carlos Heinze (PP-RS), e Sérgio Petecão (PSD-AC).
Oposição ao governo Bolsonaro
Na outra ponta, os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Paulo Paim (PT-RS) e Jacques Wagner (PT-BA), por sua vez, aparecem no ranking como os aqueles que mais fizeram oposição à agenda governista, com notas muito próximas de zero.
Metodologia
Para calcular o ranking de governismo na Câmara dos Deputados e no Senado, coletamos informações sobre todas as votações nominais — aquelas nas quais parlamentares têm seus votos registrados em plenário.
Em uma segunda etapa, foram excluídas votações que não tiveram conflito, isto é, votações nas quais não houve sequer 2% de parlamentares que votaram contrários à maioria vencedora. O procedimento, segundo o OLB, evita que votações unânimes entrem no cômputo do governismo. Ao final, a amostra analisou 252 votações na Câmara e 28 no Senado.

Veja os dados completos da pesquisa acessando
https://olb.org.br/como-votaram-os-congressistas-no-primeiro-ano-do-governo-bolsonaro/

Matéria de André Borges para o Portal Metrópoles –
Edição: Rubem Pires Junior – MTb 9310/RS
Foto: Roque Sá – Agência Senado


Fonte: https://luizmuller.com/2020/02/17/pesquisa-no-congresso-de-maioria-bolsonarista-resistencia-de-parlamentares-como-o-senador-paim-e-fundamental/

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