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Melhora confiança dos consumidores brasileiros, após forte queda em maio

24 de Junho de 2024, 18:24 , por Correio do Brasil - | No one following this article yet.
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Em junho, houve melhora tanto da percepção sobre a situação atual quanto das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA) teve alta de 1 ponto, chegando a 81,6 pontos, maior nível desde novembro de 2023. O Índice de Expectativas (IE) avançou 2,6 pontos, para 98,1 pontos. A taxa de inadimplência dos clientes da micro e pequena indústria, ainda segundo o levantamento, cresceu seis pontos percentuais no último bimestre.

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro

A confiança dos consumidores brasileiros voltou a melhorar em junho depois de forte queda no mês anterior, mostraram dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgados nesta segunda-feira. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) teve no mês alta de 1,9 ponto, chegando a 91,1 pontos, embora não tenha sido suficiente para recuperar a perda de 4 pontos vista em maio.

Os consumidores estão cada vez mais deprimidos, diante da crise econômica mais prolongada em uma décadaMaioria dos consumidores não tem deixado espaço no orçamento para artigos secundários

— (Os) resultados refletem a dificuldade em alcançar níveis mais satisfatórios de confiança e parecem estar vinculados às limitações financeiras das famílias e às taxas de juros elevadas, evidenciada pelos indicadores de situação financeira atual e de intenção de compra de duráveis — disse Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE, a jornalistas.

Em junho, houve melhora tanto da percepção sobre a situação atual quanto das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA) teve alta de 1 ponto, chegando a 81,6 pontos, maior nível desde novembro de 2023. O Índice de Expectativas (IE) avançou 2,6 pontos, para 98,1 pontos.

 

Capital

Outra pesquisa divulgada nesta segunda-feira, a pedido do Sindicato da Micro e Pequena Indústria (Simpi) mostra que 14% das empresas do segmento usaram cheque especial para sobreviver no bimestre passado. Apenas 8% das empresas possuíam capital de giro mais do que suficiente para sobreviver durante o mês. Mais de 53% não tinham capital de giro para fechar o mês.

— Hoje nós temos grandes problemas em capital de giro. Cada vez mais o sistema financeiro está restritivo, com taxas de juros impagáveis, e dificuldade para tomar empréstimo para 40% das empresas — afirmou Joseph Couri, presidente do Simpi, que contratou o estudo ao DataFolha.

A taxa de inadimplência dos clientes da micro e pequena indústria, ainda segundo o levantamento, cresceu seis pontos percentuais no último bimestre. O indicador avançou de 32% nos dois primeiros meses do ano para 38%, considerando o percentual de empresas que sofreram com a falta de pagamento por parte de seus clientes, muitos deles também empresas de pequeno porte.

— Se não tem dinheiro para fechar o mês, necessariamente a inadimplência vai aumentar, despesas vão deixar de ser pagas, e aí estamos num ciclo vicioso que precisa ser interrompido — concluiu Couri.


Fonte: https://www.correiodobrasil.com.br/melhora-confianca-consumidores-brasileiros-forte-queda-maio/

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