[Por Patrícia Chaves/ O Levante - Salvador] À mulher negra, vinda para o Brasil no período escravista colonial, foram delegadas três finalidades: a escrava sexual, a reprodução da mão de obra e a exploração de sua força de trabalho. E mesmo com o “fim” da escravidão, mesmo depois de mais de 100 anos, nós continuamos exercendo os mesmo papeis que nos foram atribuídos na época. O capitalismo se apropriou do racismo e do patriarcado para manutenção de um sistema de dominação opressor e explorador. Continuamos sendo as empregadas domésticas dos condomínios, o objeto sexual para o prazer masculino, vivemos nas senzalas do século 21. A mídia tem papel fundamental na manutenção desses estereótipos. A nós, mulheres negras, só existem dois lugares na TV: a empregada doméstica da novela, ou tendo nossos corpos hipersexualizados nas propagandas de cerveja ou no concurso da “globeleza”. | Continue lendo.
Núcleo Piratininga de Comunicação
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