Acusada de faltar com a "ética profissional” e fazer “doutrinação político/partidária”, há quase dois meses, a orientadora educacional Juliana Andozio, da Escola de Educação Básica de Muquém, em Florianópolis, foi afastada do trabalho e um processo administrativo instaurado para apurar sua conduta. Professores, sindicatos e movimentos populares denunciam que a orientadora está sendo vítima de perseguição e violência política. Especializada em gênero e diversidade, Juliana Andozio trabalha há anos como funcionária efetiva na escola estadual do bairro Rio Vermelho, desenvolvendo projetos integradores vinculados aos direitos humanos. (...) Para o secretário de assuntos educacionais do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Santa Catarina (Sinte-SC), Luiz Carlos Vieira, também membro da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), não há provas objetivas contra a servidora. | Leia a matéria completa.
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