O documentário “Malala”, dirigido por Davis Guggenheim, estreou recentemente em cinemas de vários estados brasileiros. O filme conta a história de uma jovem que ousou desafiar as ordens dos talibãs e não apenas continuou indo à escola, o que era proibido às meninas, mas também levantou sua voz para denunciar o ataque aos direitos das mulheres no vale do Swat, região do Paquistão. Ela foi vítima de um atentado em 2012, mas sobreviveu para continuar sua luta pelo direito à educação e contra grupos extremistas religiosos. Em 2014, recebeu o prêmio Nobel da Paz. O filme mostra como ela é uma menina comum, com sonhos, desejos, paqueras e, inclusive, problemas na escola na Inglaterra, onde ela passou a morar. Fala sobre a influência do pai na vida da jovem, um grande orador e ativista político. E, além disso, mostra como o islamismo, ao contrário do que muitos podem pensar, não prega a violência, mas sim a solidariedade, a justiça e a igualdade.
Núcleo Piratininga de Comunicação
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