A obra busca explicar as origens sociais da violência que produz um dos maiores índices de homicídios do mundo, que supera, inclusive, os de guerras convencionais. A raiz deste padrão de execuções sumárias é encontrada na formação social e política da região, com destaque para o processo de criação dos Esquadrões da Morte, na ditadura civil-militar e, posteriormente, no surgimento dos grupos de extermínios que, na década de 90, passam a ter vários de seus membros ocupando cargos políticos como vereadores, prefeitos e deputados. É nesta articulação política que se processa a transformação do assassino em "herói", sua mistificação e sua articulação com demais esferas e grupos políticos, ávidos por terem acesso a 25% do eleitorado do estado, composto por uma população encurralada pelos mais degradantes índices de pobreza, educação, saúde e segurança.
Núcleo Piratininga de Comunicação
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