[Com informações do texto de Kiko Nogueira/ Blog do Miro] No último domingo (29), o Estadão publicou um editorial intitulado “O jogo sujo da desinformação”. Além de defender o governo interino de Temer, demonstra o quanto incomoda a denúncia do golpe lá fora. “O Brasil, sua democracia e suas instituições estão sendo enxovalhados no exterior por uma campanha de difusão de falsidades cujo objetivo é denunciar a ‘ilegitimidade’ do presidente em exercício Michel Temer”, começa o texto. “Diante da ousadia desses delinquentes a serviço da causa lulopetista, não basta ao Itamaraty limitar-se a orientar suas missões no exterior sobre como responder a essa onda de desinformação”. Depois, finalmente o jornal escancara uma das figuras que o incomodam: o americano Glenn Greenwald. Segundo o editorial, o jornalista “chegou ao cúmulo de publicar reportagem na qual diz que Temer não poderia assumir a Presidência porque ‘está por oito anos impedido de se candidatar a qualquer cargo público’.” Chega, inclusive, a chamar Greenwald de “ativista”, como uma forma de desqualificá-lo. Basta lembrar que ele é ganhador de um Pulitzer pelo furo do esquema de espionagem da NSA. | Leia o editorial do Estadão.
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