[Por Carta Capital] Ganhador de um Prêmio Pulitzer, o escritor e jornalista americano Glenn Greenwald aderiu à tese do golpe à brasileira depois de ler as gravações da conversa do ex-ministro de Temer, Romero Jucá, com Sérgio Machado, da Transpetro, ambos investigados pela Operação Lava Jato. “Entendi que o impeachment foi desfechado para impedir a Lava Jato. Mas, em última instância, ele visa a aniquilar o PT e mudar totalmente os rumos do País, impondo políticas que nunca seriam aceitas pela população, pelo voto”, afirmou. Suas matérias, publicadas no site The Intercept e lidas no mundo inteiro, vêm mudando o olhar da imprensa estrangeira sobre o golpe de Estado disfarçado de impeachment. “De maneira pouco velada, os principais meios de comunicação incitaram o público a ajudar na derrubada da presidenta Dilma Rousseff. Os jornalistas desses grupos estão claramente sujeitos à influência de interesses privados e partidários, e esse permanente conflito de interesses prejudica fortemente a qualidade de suas reportagens”, diz. Comentando o fato, Glenn diz: “Imagino que isso deve ter causado muita vergonha no Estadão, Folha, Globo, Veja e IstoÉ”. | Leia a entrevista completa.
Núcleo Piratininga de Comunicação
Novidades
- Clique aqui e leia a cartilha do 8 de Março produzida pelo NPC
- Clique aqui e leia a cartilha do 8 de Março produzida pelo NPC
- Acompanhe a caminhada do NPC no mês de março
- Acompanhe a caminhada do NPC no mês de março
- Mais de 500 fazem o Curso sobre mídias sociais e IA do NPC e Rosa Luxemburgo
- Mais de 500 fazem o Curso sobre mídias sociais e IA do NPC e Rosa Luxemburgo
- Mídia no Brasil: importância da regulamentação das redes sociais
- Mídia no Brasil: importância da regulamentação das redes sociais
- Condenação dos mandantes da morte de Marielle Franco renova esperanças na democracia, afirma deputada
- Condenação dos mandantes da morte de Marielle Franco renova esperanças na democracia, afirma deputada








