PCB e chegou a ser preso e torturado pela ditadura civil-militar brasileira. Em seu último texto, conclamava militantes de movimentos diversos a participarem de uma reunião ampla para programar jornadas revolucionárias no continente. “Somos os que estiveram presos no Estado Nacional do Chile e assistiram impotentes ao assassinato e ao corte das mãos do poeta popular Víctor Jara. Somos os que enfrentamos a dura ditadura militar do Brasil que matou milhares de brasileiros. Fomos companheiros de luta de Carlos Marighella, assim como estivemos no Uruguai e na Argentina organizando lutas ao lado dos tupamaros e montaneros. Estamos prontos a retomar o papel que nos cabe na luta em defesa do povo de nossos países”, escreveu. Leia a carta completa em nossa página.
Núcleo Piratininga de Comunicação
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