Faleceu, no dia 4 de junho, Muhammad Ali, que lutava contra o Mal de Parkinson há cerca de 30 anos e uniu, como poucos, esporte e política. Nascido Cassius Clay, tornou-se referência mundial dentro dos ringues de boxe e nos protestos contra a opressão dos negros de todo o mundo. Converteu-se ao Islã, fez de Malcom X sua referência política e recusou-se a lutar na Guerra do Vietnã, pois, como dizia, seu inimigo não era nenhum vietcongue, mas sim o preconceito e a exclusão. “Minha consciência não deixa que eu atire em um irmão, ou em gente escura, ou em qualquer pessoa pobre e faminta vivendo na lama, pela grande e poderosa América. E atirar neles por quê? Eles nunca me chamaram de ‘crioulo’. Eles nunca me lincharam, ou soltaram cães em mim, nem roubaram minha nacionalidade… Nunca estupraram e mataram minha mãe ou meu pai. Atirar neles por quê? Como vou atirar neles, bebês e crianças e mulheres pobres e negras? É melhor que me mandem pra prisão”, chegou a dizer.
Núcleo Piratininga de Comunicação
Novidades
- Dia 1 – A batalha da comunicação popular contra o discurso hegemônico que demoniza a classe trabalhadora, as favelas e as lutas coletivas
- Dia 2 – A força da comunicação nas crises atuais
- Dia 3 – Imperialismo, extrema-direita, fundamentalismo e resistência: o que precisamos saber e compreender para poder lutar
- Depoimento sobre o 31º Curso Anual do NPC
- Depoimento sobre o 31º Curso Anual do NPC
- Quatro Dias de Luta, Emoção e Voz: O Encontro Transformador do NPC
- Quatro Dias de Luta, Emoção e Voz: O Encontro Transformador do NPC
- Acervo do NPC se torna patrimônio cultural imaterial do Rio
- Acervo do NPC se torna patrimônio cultural imaterial do Rio
- Filme ‘Malês’, de Antônio Pitanga








