Ser negro, no Brasil, é ser duplamente discriminado. Pela condição social e pela cor. Esta é a conclusão apresentada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Segundo dados apresentados no 4º boletim da entidade, ser negro pode diminuir a expectativa de vida em até 114% se comparada ao de indivíduos da cor branca. Além disso, pertencer à raça negra/parda aumenta em 8 pontos percentuais a probabilidade de o indivíduo ser vítima de homicídios. A pesquisa também aponta que negros são maiores vítimas de agressão por parte de policiais do que brancos. A Pesquisa Nacional de Vitimização, de 2010, mostra que 6,5% dos negros que sofreram uma agressão no ano anterior tiveram como agressores policiais ou seguranças privados, contra 3,7% dos brancos. Esse dado comprova outro dado mostrado na pesquisa do Ipea, o da desconfiança na polícia. Cerca de 60,30% dos negros não buscam ajuda policial por não acreditar na corporação, esse número é quase a metade quando se fala na raça branca, apenas 39,70%. Os números praticamente se repetem quando o fator é o medo de represálias: 60,70% dos negros e 39,30% dos brancos. | Fonte: Adital.
Núcleo Piratininga de Comunicação
Novidades
- Sisejufe participa do 5º Festival de Comunicação Sindical e Popular e reafirma compromisso com a comunicação como instrumento de transformação social
- Livro sobre a trajetória de Roseli Bianco é publicado
- Livro sobre a trajetória de Roseli Bianco é publicado
- Imprensa sindical será exposta no Festival da Comunicação Sindical e Popular
- Imprensa sindical será exposta no Festival da Comunicação Sindical e Popular
- Projeto da Universidade Federal de Sergipe (UFS) lança relatório sobre economia política das plataformas digitais e regulação no Brasil
- Projeto da Universidade Federal de Sergipe (UFS) lança relatório sobre economia política das plataformas digitais e regulação no Brasil
- TV Tagarela: a TV Comunitária da Rocinha
- TV Tagarela: a TV Comunitária da Rocinha
- Estreia do filme Complexo do Alemão: Vozes que Ecoam








