[Por Rosângela Ribeiro Gil/ Redação ABCP] A mídia brasileira e internacional não tem peito para dar “nome aos bois”. O aumento dos preços em todos os países, incluindo o Brasil, é de Trump e Netanyahu. Homens brancos e machões que se arvoram no direito de dizer o que o mundo pode ou não fazer. Chamá-los, ainda, respectivamente, de presidente ou primeiro-ministro é uma indecência da mídia hegemônica ocidental – aquela que finge ser profissional acima dos seus interesses econômicos de classe. Por isso, não veremos essa mídia vendida, ou inimiga, falando com todas as letras, para informar corretamente leitores, ouvintes e telespectadores, que a crise do petróleo, no mundo, é culpa de Trump e de Netanyahu. Nas manchetes brasileiras, da imprensa escrita, digital e audiovisual (TV e rádio), o que mais se vê é algo assim “preço da gasolina dispara...” ou “preço do diesel dispara”. A impressão que se tem é que “preço” é um sujeito que resolveu “disparar” os preços dos combustíveis fósseis. | Continue lendo.
Núcleo Piratininga de Comunicação
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