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Do manual do ativista escaldado – Parte 3

14 de Julho de 2017, 13:19 , por NPC - Núcleo Piratininga de ComunicaçãoBoletim NPC – NPC – Núcleo Piratininga de Comunicação - | No one following this article yet.
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[Por Reginaldo Moraes] A TV mudou a casa, a cidade vista do alto, a vida e a alma das pessoas…

Nos anos 1950, casar significava “ter casa” – mesmo que fosse alugada. E ter casa significava ter cama e fogão, talvez geladeira, talvez radio. Mas em 1950 apenas uns 20% dos domicílios tinham luz elétrica. Rádio? Menos do que isso. E naquele ano nascia a TV. Alcançava distância menor do que nossas rádios comunitárias.

Em 1960 havia uns 200 mil aparelhos no país inteiro- um deles acabava de ser instalado na case de meu avô – foi a primeira TV que vi, Invictus era a marca, Tupi era o canal, Repórter Esso era o telejornal da hora, “testemunha ocular da história”. A Globo seria inventada depois do golpe militar, mas já virava o diário oficial da Ditadura. Mas não havia rede nacional – o que passava no Rio não chegava a São Paulo. Nem jogo de futebol, nem show de auditório. [Leia o completo]


Fonte: http://nucleopiratininga.org.br/do-manual-do-ativista-escaldado-parte-3/