Até o final de setembro, a Electricité de France (EDF), a Eletrobras dos franceses, que já é estatal, será uma empresa 100% pública. Foi o que anunciou no dia 6 de junho a primeira-ministra Élisabeth Borne em seu discurso ao Parlamento. Atualmente, o governo francês detém 84% de seu capital, sendo que 1% pertence aos funcionários e 15% é comercializado na Bolsa de Valores. Para fazê-lo, o governo francês irá desembolsar 9,7 bilhões de euros em uma Oferta Pública de Compra Simplificada para adquirir os 16% restantes do capital, já havia informado anteriormente o Ministério da Economia. Borne justificou a medida, afirmando que este é o caminho “para ganhar a batalha da energia e da produção”. Aqui, no entanto, vemos o contrário ocorrer: nos últimos anos, o Estado brasileiro entregou o controle de suas empresas e setores estratégicos à iniciativa privada, ao “mercado”, como acontece com a Eletrobras. Para reverter essa situação, o governo do presidente Lula está travando uma dura batalha para fazer valer os direitos da União, que tem 43% das ações, mas apenas 10% delas com direito a voto nas decisões da empresa. Lula nem sequer pôde trocar o representante do governo no conselho da Eletrobras, órgão que determina as diretrizes da empresa. | Leia matéria na íntegra.
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