Foto: Adriana Medeiros. Rio de Janeiro, 7/3/2024. Ato em repúdio à decisão do tribunal do júri de condenar por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) o policial militar que assassinou Johnatha Lima na favela de Manguinhos, zona norte da cidade do Rio de Janeiro, em 2014. Ele tinha 19 anos e havia saído de casa com a namorada para levar um pavê na casa da avó. Na volta, passou por uma manifestação de moradores que estava sendo reprimida pela polícia. Nesse momento, Johnatha foi baleado nas costas e morreu. Sua mãe, Ana Paula Oliveira, luta, desde então, para que seja feita justiça e fundou, em conjunto com outras mães de vítimas da violência estatal, o movimento Mães de Manguinhos. A decisão do júri, que contraria a sentença de homicídio doloso pedida pela acusação, causou revolta em Ana Paula e todos e todas que com ela lutaram ao longo desses dez anos de espera.
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