Eu o vi de longe duas vezes: no Recife, quando chegou do exílio; e num comício em Vitória, no Espírito Santo. Devorei os dois volumes do seu livro “Memórias”. Em 1982, Márcio Moreira Alves disse que tinha um presente para mim. Levou-me à casa de Modesto da Silveira e me apresentou a Gregório Bezerra, com quem conversei sobre dúvidas de juventude naqueles anos de rachas partidários. Confesso: o que sentia por ele era algo meio religioso. Num dia de outubro de 1983, morando em Petrópolis, na região serrana do Rio, recebi a visita de um camarada que, muito tristemente, me comunicou: Gregório morreu. Eu chorei.
Núcleo Piratininga de Comunicação
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