[Por Keka Werneck - Cuiabá (MT) – Após quatro anos com a regularização interrompida no governo de Jair Bolsonaro (PL), as comunidades quilombolas do país iniciam uma mobilização nacional para destravar os processos parados no governo federal. Na gestão presidencial passada, apenas quatro foram tituladas pelo Instituto de Colonização e Reforma Agrária (duas delas na Amazônia) – em 2019 -, mas por força de decisão judicial, e por processos que já haviam sido concluídos antes de seu governo. Em 2017, quando era pré-candidato, Bolsonaro deu o tom do que viria ser como presidente da República: “nenhum centímetro de terra para quilombolas e indígenas”. | Continue lendo.
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