No dia 7 de janeiro último, foi realizada mais uma reunião para discutir a situação dos trabalhadores que serão demitidos pela Usiminas com a desativação da linha primária da empresa, no polo industrial de Cubatão (SP). Estima-se que mais de quatro mil empregados, entre diretos e terceirizados, serão dispensados até o final deste mês de janeiro. O encontro foi na sede do Ministério Público do Trabalho (MPT), em Santos, e contou com a presença dos sindicatos dos engenheiros (SEESP) e dos metalúrgicos da Baixada Santista, e da direção da empresa. Na ocasião, a siderúrgica apresentou um rol de itens para minimizar a situação dos demitidos, abrangendo os empregados já aposentados, os aposentáveis (ou igual a 70% do teto da Previdência Social) e aqueles que tenham problemas de saúde que exijam cuidados específicos. Os sindicatos não aceitaram a proposta, porque ela impõe condicionantes. Sem concordância entre as partes, o MPT determinou a realização de mais uma audiência prevista para acontecer no dia 14 de janeiro. Leia mais.
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