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Núcleo Piratininga de Comunicação

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Boletim NPC

March 5, 2014 12:47 , von Eric de Almeida Fenelon Delphim Tavares - | No one following this article yet.

Mobilizações por moradia espalhadas no mundo são fruto da homogeneização da política urbana neoliberal

April 3, 2014 16:37, von NPC - Núcleo Piratininga de Comunicação » Boletim NPC

Em entrevista ao Boletim NPC, a pesquisadora Lucie Matting falou sobre a luta por moradia na Alemanha e adiantou alguns resultados da pesquisa sobre a percepção dos moradores do Santa Marta sobre a favela nos últimos anos. Lucie é alemã, e lá estuda Ciências Culturais com foco em política e sociologia urbana. Ela morou no Santa Marta, na zona sul do Rio de Janeiro e entrevistou moradores para entender as percepções deles sobre as mudanças que estão acontecendo na favela nos últimos anos. Ela ainda não terminou o estudo, mas adiantou que é grande a diversidade de opiniões sobre a UPP, por exemplo. A pesquisadora e ativista avaliou que há um grande do número de organizações e movimentos de luta por moradia em todo o mundo. “Isso é fruto da homogeneização da política urbana neoliberal”, aponta. Na Alemanha o contexto, a história e a política são outros, mas os efeitos são comparáveis. Segundo ela, em Berlim há mais de cem grupos organizados com problemas diferentes e a questão da moradia está bem presente nos últimos cinco anos. “As habitações sociais na Alemanha são para pessoas com salário baixo ou é para desempregados. E quem tem salário baixo ou está desempregado é o estrangeiro. Então, a questão da moradia lá é uma questão do racismo também”, explica. | Por Marina Schneider, do NPC | Confira a entrevista completa.



A mídia que abraçou a ditadura não faz mea culpa, faz peça publicitária – Entrevista com Beatriz Kushnir

April 3, 2014 16:30, von NPC - Núcleo Piratininga de Comunicação » Boletim NPC

Não é novidade que a imprensa brasileira teve participação efetiva na articulação civil-militar que derrubou o presidente João Goulart. Com a exceção de alguns poucos veículos de comunicação, como o jornal carioca Última Hora e a TV Excelsior, que se colocaram em defesa da ordem democrática e foram posteriormente perseguidos pelo regime militar, todos os principais grupos de mídia deram apoio explícito à intervenção militar. Passados cinquenta anos do episódio histórico que deu início a uma ditadura que durou mais de 21 anos, os veículos de mídia que apoiaram o golpe têm se visto na obrigação de dar explicações que relativizem sua participação no evento. Valendo-se de desavergonhado contorcionismo retórico, os editoriais dos jornalões têm, em linhas gerais, justificado a opção pelo golpismo como fruto de um período conturbado em que extremismos de todos os lados não teriam permitido um posicionamento moderado. Em entrevista à Carta Maior, Beatriz Kushnir desconstrói o mito de que houve oposição ferrenha entre a censura do regime militar e os grandes grupos de comunicação.| Por Caio Hornstein, na Carta Maior | Leia a entrevista completa.



Por Beatriz Kushnir, autora do livro Cães de Guarda, em entrevista a Caio Hornstein, na Agência Carta Maior em 01.04.2014

April 3, 2014 16:28, von NPC - Núcleo Piratininga de Comunicação » Boletim NPC

“A autocensura não foi inventada naquele momento (regime militar). A autocensura é uma prática constante em qualquer empresa de comunicação. Todo jornalista sabe disto. O jornal, a rádio, a TV são exemplos de empresas, negócios, lucros. Vende-se um serviço de utilidade pública: a notícia. Os governos, quando querem calar as vozes de oposição nos meios de comunicação, soltam verbas publicitárias. Como toda empresa tem um dono, nos meios de comunicação só é publicado o que o patrão acha conveniente”.



Por moradora da favela da Maré em 01.04.2014

April 3, 2014 16:27, von NPC - Núcleo Piratininga de Comunicação » Boletim NPC

"Senti uma respiração forte e ofegante com um hálito quente em meu rosto. Meio sonolenta, abro os olhos e me deparo com um cão e homens de preto a minha volta. Susto, medo e revolta. Meu quarto tomado por desconhecidos da lei e perguntas que não sei responder. Todos os dias eles vem na minha casa. Já não durmo de camisola, porque essa visita pela manhã virou rotina e tenho que estar preparada para recebê-los. Hoje já entraram duas vezes. Minha casa virou o Batalhão da Polícia Militar".



Documentário sobre invasão do sindicato dos lavradores de Governador Valadares é lançado em Minas Gerais

April 3, 2014 16:25, von NPC - Núcleo Piratininga de Comunicação » Boletim NPC

A TV Assembleia, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, lançou no dia 1º de abril um interessante documentário que narra episódio pouco conhecido da história recente do Brasil, relacionado ao golpe de 1964. Pouco conhecido, mas, nem por isso, menos importante. Trata-se da invasão, por milícias armadas dos latifundiários, do Sindicato dos Lavradores de Governador Valadares (Vale do Rio Doce) e do empastelamento do jornal “O Combate”, que apoiava os trabalhadores rurais. O vídeo é bem interessante. Confira a cobertura do evento feita por Lígia Coelho. Lá é possível também acessar o vídeo, que tem duração de 40 minutos.