Comunicação Comunitária e Midiativismo
enero 6, 2022 14:12[Marcelo Ernandez*] Este livro está organizado em três partes. Na primeira parte há dois artigos conceituais e outro que discute métodos de pesquisa em comunicação popular. O primeiro trata da relação entre os conceitos de comunidade e comunicação comunitária.
A segunda parte consiste em uma trilogia desenvolvida a partir de uma extensa pesquisa sobre o midiativismo, fenômeno que ganhou impulso a partir das Jornadas de junho de 2013. Explicamos em cada artigo a formação, o funcionamento e a ideologia dos grupos de midiativismo no Rio de Janeiro.
No primeiro artigo da terceira parte, tratamos da importância da sustentabilidade para esse campo da comunicação e, podemos dizer, para os movimentos sociais em geral. O segundo compara três experiências de distribuição de jornais comunitários e, por último, trazemos uma pesquisa sobre experiências de transformação das estruturas da comunicação na América Latina. (Marcelo Ernandez é professor da UERJ)
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Almanaque da Comunicação Sindical e Popular no Rio de Janeiro
enero 6, 2022 14:08[Claudia Santiago/NPC] Salve! Estou aqui para apresentar a mais nova publicação do NPC: Almanaque da Comunicação Sindical e Popular no Rio de Janeiro. Ele junta a comunicação produzida nos sindicatos com a comunicação produzida nas favelas, na Zona Oeste, na Baixada Fluminense, Niterói, São Gonçalo, Sul Fluminense, Costa Verde. Representa, portanto, uma de minhas ideias centrais: somos trabalhadoras, pertencemos à classe trabalhadora, estejamos nós nos sindicatos, ou não; por isso, devemos atuar conjuntamente nos apoiando, nos fortalecendo. Segundo dados do Censo de 2010, coletados pelo IBGE, 22% da população da cidade do Rio de Janeiro mora em favelas. E mesmo que outras categorias representadas no livro morem em outras áreas da cidade, não tem problema. Somos irmãs e irmãos trabalhadores. Somos as vítimas, ainda que em escalas diferentes, do desmonte das políticas sociais e das políticas públicas contra as quais o neoliberalismo se voltou. Daí a ideia deste Almanaque. Ele vem para fazer fofoca. Vem para contar para os sindicalistas e jornalistas sindicais o que existe na comunicação dos de baixo; e para contar para a favela que os sindicatos fazem muita comunicação. Portanto, este trabalho é daqueles que podem andar só, mas será muito mais valioso se conseguir ser o que se propõe: incentivador da conversa sobre a comunicação das trabalhadoras e dos trabalhadores nos sindicatos e pelos vários cantos das cidades. Daí que ele funciona melhor se lido em rodas de leituras e com muito bate-papo.
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Websérie indígena incomoda governo federal
enero 6, 2022 14:05ulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) produziu em 2020 uma websérie em nove capítulos chamada Maracá em defesa dos povos indígenas e contra violações de direitos cometidas contra esses povos durante a pandemia da Covid-19. O trabalho incomodou. Inquérito foi aberto a pedido da Fundação Nacional do Índio (Funai) sob alegação que a entidade faz acusações que difamam o governo federal. | Veja aqui.
Terceirização tira trabalhadores do acordo coletivo
enero 6, 2022 13:54No dia 1º de janeiro de 2022, o Santander promoveu a terceirização da área de tecnologia ao transferir todos os funcionários do setor para a F1RST, empresa do próprio conglomerado. Com esta manobra, o banco retirou os trabalhadores da representação do Sindicato dos Bancários e da Convenção Coletiva de Trabalho negociada entre o movimento sindical bancário e a Fenaban (federação dos bancos). “A F1RST não passa de um artifício que busca encobrir o trabalho bancário, reduzir custos e cortar direitos de mais de dois mil bancários, além de ser uma inaceitável interferência da direção do banco na organização sindical dos trabalhadores”, diz Vera Marchioni, diretora executiva do Sindicato e bancária do Santander (Texto: Comunicação Seeb/SP)
Streaming reúne cenas sobre formas de violência doméstica e familiar contra as mulheres.
enero 6, 2022 13:51Com a proposta de aguçar nossa consciência para esta chaga de nossa sociedade, o Instituto Maria da Penha lançou o “180Play”, uma plataforma gratuita de streaming que reúne cenas de filmes, séries e novelas que abordam as formas de violência doméstica e familiar contra as mulheres. A iniciativa tem o apoio institucional da ONU Mulheres Brasil. A Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006) é considerada pela ONU uma das mais avançadas no mundo na defesa dos direitos das mulheres. | Acesse aqui!








