Por Paulo Donizetti: Vito Giannotti, operário da memória e da liberdade, sempre em construção
julio 30, 2015 16:54Vito é filho de italianos. Chegou a São Paulo aos 21 anos, em 1964, e passou a vida toda construindo. Construiu resistência à ditadura, construiu a oposição metalúrgica de São Paulo ante sucessivas direções indignas de representar trabalhadores, construiu a pesquisa e a memória das lutas sociais e operárias, construiu pontes que, por meio da comunicação, ligassem lideranças sociais e intelectuais e suas ideais ao cidadão comum exposto à indecência da imprensa hegemônica. Leia mais.
Por Verena Glass
julio 30, 2015 16:52Ontem, dia 24 de julho de 2015, ele foi embora. Sem aviso prévio, Vito Giannotti, aos 72 anos, se foi, silencioso. Um silêncio macio que, bem sabem os que o conheceram, nunca foi sua marca. Nascido em Lucca, na Itália, Vito chegou ao Brasil pouco depois do golpe militar. Tinha 21 anos e vinha de uns tempos de aventura como marítimo em um barco de pesca industrial. Gostou daqui e ficou, muito porque, segundo contou em várias entrevistas, se encontrou como militante político (coisa que não logrou, de forma que satisfizesse, em seu país de origem).
Boletim especial da FISENGE – #VitoVive
julio 30, 2015 16:50Homenagem da Fisenge ao lutador, amigo e companheiro, Vito Giannotti. Ele desbravou o país em defesa da comunicação e foi o impulsionador da criação de diversas mídias em sindicatos. Não poderíamos pensar em melhor maneira para homenageá-lo senão um boletim especial para ele. Vito, presente! #VitoVive
Confira!
Por Chico Canindé
julio 30, 2015 16:44É foda falar de amigos, amigos metas
Amigos moldados em uma metalurgia, temperada a caráter
de amor a ferro em brasa e soldar feridas sociais com solidariedade
temperada na honestidade da amizade.
Vito, vc deixou a gente com um que de que falta algo
com amigos assim fazemos a sarambada sem medo
de que falte crença, sem o enigma do cinismo
Com amigos assim a gente canta cantigas de águas
e peixes brincando como crianças.
Por Celso Campos – O Homem de Lucca
julio 30, 2015 16:40Certo dia ele resolvera abandonar toda sua comodidade creio que nada mais nada menos que um pouco de roupa na bolsa, alguns livros na mochila e partira para Jerusalém.
Lá encontrou a sua essência no Homem do Peixe que a ele disse para rasgar todo aquele caralho de trás e o que viesse à frente daquele livro de sabe-se lá quantas páginas... 5350, 6000??
Essa página o jovem nascido na cidade de Lucca, Itália guardara em seu coração por toda a vida. O Homem de Lucca a transmitiu a alguns de seus alunos em dezembro de 2014, com as mesmas palavras que o Homem do Peixe o disse algum dia. Leia mais.








