Manual de diversidade no jornalismo
20 de Julho de 2017, 16:55[Por Énois/Observatório da Imprensa] A imprensa no Brasil nasceu das mãos de D. João VI para registrar o que acontecia na colônia e, desde então, continuou nas mãos de quem tinha mais poder aquisitivo. E isso rende problemas até hoje, como a falta de diversidade nas redações, no público-alvo, nos processos seletivos, na chefia, nas fontes procuradas e até mesmo na linguagem utilizada para falar de tudo isso.
Esse manual é um guia aberto e não definitivo para uma prática jornalística mais consciente. Ele foi criado de maneira colaborativa por um grupo de jornalistas do centro e das periferias num debate sobre como ocupar a imprensa tradicional com pautas mais diversas. Tudo isso para que as redações reflitam sobre a diversidade de pontos de vista que existem no nosso país. E, se o jornalismo quer falar sobre o mundo real, nada melhor do que colocar o mundo real para dentro da imprensa. | Acesse o manual completo aqui.
‘Cadernos do Terceiro Mundo’ em breve poderão ser conferidos online
20 de Julho de 2017, 16:50Está começando a ser disponibilizada a versão digital da revista "Cadernos do Terceiro Mundo". A publicação foi fundada em 1974 por Beatriz Bissio, Neiva Moreira e Pablo Piacentini em Buenos Aires. O objetivo era cobrir notícias relacionadas aos países da África, América Latina, Ásia e Oriente Médio, na época conhecidos como “Terceiro Mundo”. A revista circulou até 2006. Entre as personalidades históricas entrevistadas estão Nelson Mandela, Fidel Castro, Mercedes Sosa, Agostinho Neto, Samora e Graça Machel, Rigoberta Menchú, Eduardo Galeano e Mário Benedetti. Uma das matérias já disponíveis para leitura, é a "Explosão de alegria”, referente à independência de Angola. Em breve as outras poderão ser conferidas também. | Confira!
A revolução francesa e a imprensa. O que mudou?
20 de Julho de 2017, 16:42[Por Claudia Santiago Giannotti] A Queda da Bastilha, em 14 de julho, é o símbolo do fim do antigo regime na França de 1889, e da própria Revolução Francesa. Ela é também o símbolo de um período de grande proliferação de jornais. Nesse momento os gráficos deixam de ter a exclusividade na produção da imprensa Na França de antes da Revolução havia um único jornal diário, enquanto na França revolucionária multiplicaram-se os jornais através dos quais “se manifestou a luta revolucionária pela legitimidade política ou pela conquista da opinião pública”. Os mais bem sucedidos tinham tiragens entre dez e 12 mil exemplares diários. [Graco Babeuf - Molon - 2002]
Macri esculhamba Lei de Meios e fortalece monopólio na Argentina
20 de Julho de 2017, 16:40[Por Altamiro Borges - Barão de Itararé] Segundo matéria de Sylvia Colombo, publicada na Folha nesta quarta-feira (12), o Grupo Clarín, o principal império midiático da Argentina, está sendo bem recompensado pelo “jornalismo de guerra” praticado contra Cristina Kirchner. “Além de receber de volta a lucrativa transmissão dos jogos de futebol que Cristina havia estatizado e levado à televisão pública, o Clarín ficou também livre para buscar novos parceiros, fazer aquisições e fusões. Foi o que ocorreu na semana passada, quando o grupo anunciou a fusão da Cablevisión, sua operadora de TV a cabo, com a empresa de telefonia Telecom, transformando a nova companhia na primeira da Argentina a oferecer telefonias fixa, móvel, TV a cabo e internet”. | Leia o artigo completo.








