Nova novela da Globo diz que regulação da mídia significa censura
19 de Outubro de 2016, 16:27O Intervozes chamou a atenção para um episódio da novela “A Lei do Amor”, que estreou recentemente na Globo. Em uma cena, o jornalista Élio é ameaçado caso publique alguma linha sobre a família de Magnólia. Ele, então, questiona se a “regulação da mídia” havia sido aprovada, insinuando que tal medida representa censura. Como o próprio Intervozes divulgou em suas redes, na verdade, a regulação da mídia garante a liberdade de expressão. O monopólio das comunicações é que representa censura. Assista à cena.
Por que estamos presos?
19 de Outubro de 2016, 16:21José Valdir Misnerovicz e Luiz Batista Borges, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) de Goiás, foram presos há alguns meses com base na lei de organizações criminosas. Na véspera do julgamento do pedido de habeas corpus pelo Supremo Tribunal Federal, Misnerovicz escreve uma carta para toda a militância e para o resto da sociedade na qual pergunta e responde: “Por que estamos presos?”. Confira na íntegra.
Ação do Estado foi fundamental para que furacão não deixasse nenhum morto em Cuba
19 de Outubro de 2016, 16:11[Por Tereza Cruvinel/ Brasil 247] Num momento em que o Brasil volta a cultuar o Estado mínimo, alguma coisa podemos aprender com a passagem do furacão Mathew. O Haiti foi devastado, mais de mil pessoas morreram, sem contar as vítimas fatais e os desabrigados em toda a América Central e nos Estados Unidos. Sabem quantas pessoas morreram em Cuba? Nenhuma. A diferença: a ação do Estado. Isso não saiu na mídia e muito menos nas agências americanas de notícias. | Continue lendo.
Jornalista da Maré, Gizele Martins quer que nova agenda urbana da ONU garanta direito à vida de populações faveladas
19 de Outubro de 2016, 16:07Favelas já existem há mais de cem anos no Rio de Janeiro, mas seus habitantes ainda não têm direito pleno à moradia e a maioria não tem registro de suas residências. Nas comunidades, estão vulneráveis à violência do Estado e às consequências de iniciativas de desenvolvimento que não incluem os moradores nos processos de decisão. O alerta é da jornalista carioca e moradora do Morro do Timbau, no Complexo da Maré, Gizele Martins, que representou a sociedade civil brasileira na Terceira Conferência da ONU sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável, a Habitat III.
O evento foi realizado de domingo (16) a quinta-feira (20). Ao final, os países-membros da ONU adotam um compromisso por políticas urbanas mais inclusivas e sustentáveis. Uma das pautas discutidas por Gizele em painel sobre projetos de urbanização em megacidades são as remoções de populações faveladas na capital fluminense e a militarização da vida em comunidade em anos recentes. Ela ressaltou que, de 2009 a junho de 2106, 77 mil pessoas foram removidas de comunidades da cidade, conforme os dados da campanha “Rio 2016, os Jogos da Exclusão”. “Favelas foram retiradas de espaços mais ricos como a Barra da Tijuca para dar lugar a vias expressas e instalações esportivas”, denuncia Gizele, que trabalha com comunicação comunitária e capacitação de jovens sobre cultura e história das comunidades.
Voa, Gizele!
Brasil tem mais de 600 escolas ocupadas contra medidas do governo Temer
19 de Outubro de 2016, 16:04O Brasil tem hoje mais de 600 escolas ocupadas contra as medidas do governo Temer na área da educação que estão em andamento. São elas a PEC 241, que congela os gastos públicos por 20 anos e vai afetar diretamente o orçamento destinado à educação; as propostas de Projeto de Lei chamadas de “Escola sem Partido” - ou “lei da mordaça” -; e a Medida Provisória da reformulação da grade curricular do Ensino Médio.
O movimento, que teve início em 22 de setembro e ganhou força após a aprovação na Câmara dos Deputados da PEC 241, está sendo chamado pelos estudantes de “Primavera Secundarista”.








