Estudo mapeia abordagem de QUESTÕES RACIAIS EM VEICULOS ALTERNATIVOS
12 de Setembro de 2014, 12:07A pesquisa Direito à Comunicação e Justiça Racial mapeou 118 veículos alternativos, comunitários e populares na região metropolitana do Rio entre os anos de 2013/2014. Também foram mapeadas 30 entidades e coletivos da sociedade civil que desenvolvem ações de enfrentamento às desigualdades sociais. O objetivo é apresentar um panorama de como funcionam as iniciativas de comunicação, qual o lugar da agenda antirracista nesses veículos e como organizações comprometidas com a igualdade racial têm utilizado estratégias e ferramentas de comunicação em suas práticas. O objetivo é conscientizar a importância da democratização da comunicação, sendo ela fundamental para a superação do racismo.
Para ler a publicação completa clique aqui.
Filme de Jorge Furtado O MERCADO DE NOTÍCIAS para pensar a MÍDIA
12 de Setembro de 2014, 12:02“É um erro pensar que um jornal é editado para fazer jornalismo. Na verdade, ele é editado para publicar publicidade. O jornalismo é o recheio do entorno dos anúncios. O papel dos jornalistas é subalterno e sua função primordial é proporcionar a melhor tiragem para obter a venda mais fácil e o melhor preço do espaço publicitário no jornal.”
Estas palavras foram ditas por Jânio de Freitas no mais recente documentário de Jorge Furtado. A excelente produção traz entrevistas com vários jornalistas importantes. No filme, ao lado do próprio Jânio, estão Mino Carta, Raimundo Pereira, Geneton Moraes, Bob Fernandes e muitos outros. Além disso, o filme intercala os depoimentos com trechos da peça teatral do dramaturgo inglês Ben Jonson, “O Mercado de Notícias”, que dá nome ao filme. É um filme para assistir em grupos e depois debater a riqueza temática.
MANCHETE DE O GLOBO escancara seu papel político de PARTIDO DO CAPITAL.
12 de Setembro de 2014, 11:56[Por Vito Giannotti] Hoje está cada dia mais claro que a mídia está agindo como o verdadeiro partido do capital. É muito mais do que se falava antigamente de “Mídia quarto poder”. É bem mais. Não existe poder sem mídia. A mídia sozinha não é o poder. Mas, sem ela o poder não se implanta, não se sustenta. Neste mês de setembro, véspera da eleição presidencial no País, a Globo e especificamente o jornal O GLOBO estão desesperadamente em campanha para “acabar com os 20 anos de PT”. Não interessa para a família Marinho se o PT é isso ou aquilo. Se é revolucionário ou reformista, se era ou foi ou é socialista ou socialdemocrata. Para eles está claro. Precisa impedir que continue um governo com cheiro de esquerda. E, hoje, no Brasil, o PT, para milhões de pessoas ainda representa a esquerda. Enfraquecida, mudada, não interessa. Mas é sempre a esquerda. Aquela que quer mais médicos pelo imenso território brasileiro. Que quer mais jovens em escolas técnicas, mais estudantes nas universidades e sonha com a saúde e os serviços públicos melhores. A esquerda que pisca o olho à Vanezuela chavista e apoia Cristina Kirchener contra os “fundos abutres” de lá. Aquela esquerda que reconhece o direito das empregadas domésticas. Sim há mil e trocentos problemas entre ela, mas uma coisa é clara para o GLOBO. Esta esquerda e qualquer esquerda tem que sumir do mapa. Por isso hoje estampa na capa do seu panfletão, O GLOBO, “PT pôs diretor para assaltar a PETROBRAS”. Pronto. Está dito. “Saiu no Globo hoje!” E nem coloca a frase entre aspas. Ela foi dita pela candidata do PARTIDO MÍDIA, a Marina. Mas, não interessa. Vale tudo para derrubar os voto de quem gosta dos médicos cubanos. De quem é contra o genocídio que Israel faz em Gaza. Esta é a mídia do sistema. Ela que se reúne no Instituto Milenium.
UMA POLÊMICA instigante – ‘POOL’ DA DELAÇÃO COMPROMETE ISENÇÃO DA MÍDIA
12 de Setembro de 2014, 11:54[Por Alberto Dines / Observatório da imprensa] A delação premiada é recurso legítimo para apressar o processo penal. Pressupõe o respeito a algumas exigências, a principal é o sigilo absoluto. A divulgação do teor das confissões põe em risco a vida do próprio acusado ou de seus cúmplices, facilita a destruição de provas e estimula a fuga dos delatados. Desrespeitada a cláusula do sigilo, o pacto da delação corre o risco de ser invalidado a pedido de uma das partes, do Ministério Público ou da Justiça.
Veja deveria ter pensado nisso antes de publicar no formato de reportagem o resumo das 42 horas de gravação do depoimento na Polícia Federal do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa. A paranoia sensacionalista pelo “furo” pode produzir efeitos adversos, inclusive beneficiar a fonte do vazamento.
Na “Carta ao Leitor” da edição 2390 (de 10/9, pág.13), o responsável pela revista, sem identificar-se, procura atribuir a responsabilidade aos “delegados da PF e procuradores [do MP]”. Puro despiste, visível cortina de fumaça. Delegados ou procuradores seriam facilmente identificáveis; o tal resumo estava pronto, serviu de base para as tais 42 horas de interrogatórios e foi oferecido como brinde à Veja. Nele estão nomeados 12 personagens, entre eles um ministro, dois ex-governadores, deputados, senadores e a cúpula do Legislativo federal. É apenas uma amostra – a revista menciona a presença de um número bem maior de figurões: três governadores, seis senadores e 25 deputados.
Estatal petroleira PDVSA terá canal de TV na Venezuela
12 de Setembro de 2014, 11:53A estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), uma das maiores empresas petroleiras do mundo, contará cmn um canal de televisão para transmitir informações relativas ao setor e com um forte acento nas políticas socialistas do governo. "Pdvsa TV começou na semana passada um período de testes que se estenderá por dois meses" e que compreende por enquanto trê emissões de uma hora pela manhã, ao medio dia e àa noite” diz nota do Ministério da Informação.








