NPC lança nova edição da cartilha do 1º de Maio
апреля 10, 2017 17:03O NPC lançou no último sábado (08.04), durante a aula do Curso Vito Giannotti de Comunicação Popular, a cartilha 1º de Maio - dois séculos de lutas operárias. A publicação conta a história de luta dos trabalhadores pela jornada de 8 horas.
Muito mais do que recordar a origem da data, o texto nos ajuda a entender o que está em jogo no presente e nos mostra a força da classe trabalhadora organizada.
Reviver a história é pensar na responsabilidade que temos no presente. Algo importante, principalmente neste ano de 2017, em que governo federal e o congresso tentam criar uma nova legislação trabalhista, que é um duro golpe nos direitos dos trabalhadores. Cada exemplar custa R$10. Saiba mais e veja como garantir a sua!
Claudia Santiago Giannotti é homenageada no Rio
апреля 10, 2017 16:52[Por Ívina Costa - NPC] Na última quinta-feira de março (30.03), mês em que se comemora o Dia Internacional das Mulheres, a jornalista e historiadora Claudia Santiago Giannotti foi homenageada com a medalha Chiquinha Gonzaga. A comenda foi entregue no Rio de Janeiro, pelo mandato de Renato Cinco, vereador do PSOL-RJ. Antes, Claudia falou sobre a história de luta das mulheres e a origem socialista do 8 de março.
Claudia coordena o Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC) - referência em comunicação para trabalhadores, professores e estudantes de todo país. Após atuar como coordenadora de comunicação em diversos sindicatos, fundou o Núcleo nos anos 1990, junto a seu companheiro Vito Giannotti. | Continue lendo.
Comunicação popular e história das favelas são temas de estudo na 4º aula do Curso Vito Giannotti de Comunicação Popular
апреля 10, 2017 16:44Foi realizado no sábado (01.04) o 4° encontro do Curso Vito Giannotti de Comunicação Popular. Desta vez, os temas estudados foram "Comunicação Popular" e "História das Favelas", ambos com foco no Rio de Janeiro.
A primeira aula foi ministrada por CLAUDIA SANTIAGO GIANNOTTI. Jornalista, historiadora e coordenadora do NPC, ela explicou que "a comunicação popular deve existir de acordo com a demanda da comunidade e não deve estar desconectada das lutas populares".
A origem de parte dessas lutas foram assunto na aula seguinte. Historiador e professor da PUC-RJ, MARIO BRUM falou sobre o surgimento das favelas no século 19. Ele explicou que as relações entre o Estado e a Favela foram sempre marcadas por repressão, clientelismo e resistência e destacou os processos de remoções.
Os alunos também assistiram dois vídeos: "Grita Povo" e "Comunicação Popular no Rio: Quem faz", este último produzido pelo NPC.
E, para se aprofundarem ainda mais nos assuntos estudados, ganharam dois livros: "Das favelas para as favelas", do repper Fiell, e "Bala perdida: a violência policial no Brasil e os desafios para sua superação", escrito por vários autores.
Marilena Chauí: “Universidades devem entender que fazem parte da luta de classes”
апреля 10, 2017 16:34[Por Fania Rodrigues - Brasil de Fato RJ - 04.04.2017] Professora da Universidade de São Paulo (USP) e crítica assídua do modelo capitalista, a filósofa Marilena Chauí foi recebida essa semana por uma verdadeira multidão de jovens da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Auditório lotado, gente sentada no chão e escadas, porta entupida de espectadores e a entrada da universidade igualmente lotada, com alunos que assistiam à palestra em uma transmissão ao vivo, feita pela TV UERJ. Assim foi recebida Marilena, que falou sobre a crise nas universidades públicas brasileiras. | Confira a entrevista completa.
Campanha #MeuProfessorRacista denuncia racismo em locais de ensino
апреля 10, 2017 16:18[Por Victória Damasceno - Carta Capital - 04.04.2017] Na sala de aula, ela tirou uma nota considerada boa. Com a prova corrigida, o professor fez Tati Ribeiro Nefertari refazer o exame ao seu lado, como prova de que havia conseguido atingir aquela nota sozinha.
“Refiz a prova, tirei uma nota ainda maior, e não tive um pedido de desculpas”, conta Nefertari numa postagem em seu Facebook com a hashtag #MeuProfessorRacista.
Com o intuito de fazer denúncias de professores que cometeram atos de racismo nas salas de aula, o coletivo Ocupação Preta da USP, formado por alunas e alunos negros da universidade, lançou a campanha #MeuProfessorRacista, em que negros e negras contam situações de racismo que sofreram nos ambientes escolares e universitários. | Continue lendo.








