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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.
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Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.


Haddad larga como favorito

16 de Setembro de 2018, 8:37, por #BlogueDoSouza


O ressurgimento do PT é o resultado direto da estupidez da centro-direita brasileira, representada pelo PSDB, que se desviou do processo democrático, apoiou um golpe contra a presidente Dilma Rousseff, implantou uma agenda rechaçada quatro vezes nas urnas por meio de Michel Temer e incentivou a perseguição judicial contra o ex-presidente Lula, diz o jornalista Leonardo Attuch, editor do 247; segundo ele, Haddad larga na frente, mas será cada vez mais atacado por Ciro Gomes e Jair Bolsonaro – os dois concorrentes que ainda estão vivos no jogo

Se as eleições presidenciais fossem hoje, o candidato Fernando Haddad, representante do ex-presidente Lula na disputa, seria o franco favorito. É o que mostra a pesquisa Vox Populi, divulgada nesta quinta-feira, que já o coloca com 22% dos votos, à frente do deputado Jair Bolsonaro, que tem 18%. No segundo turno, o petista apresenta também uma margem amplamente confortável, vencendo o ex-capitão por 36% a 24%.

Este desfecho é o resultado direto da estupidez da centro-direita brasileira, representada pelo PSDB, que se desviou do processo democrático, apoiou um golpe contra a presidente Dilma Rousseff, implantou uma agenda rechaçada quatro vezes nas urnas por meio de Michel Temer e incentivou a perseguição judicial contra o ex-presidente Lula. O mea culpa foi feito também na quinta-feira pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que apontou o erro fatal da adesão a Temer e a atitude indigna de um partido que não pode mais se apresentar como agente do campo democrático.

Essa confissão de culpa significa que, na prática, os tucanos foram os grandes responsáveis pelo renascimento do PT, que, dois anos antes, nas eleições municipais de 2016, parecia extremamente fragilizado. Segundo a mesma pesquisa Vox, Geraldo Alckmin, com mais da metade do tempo de TV, caiu de 7% para 4% e já corre o risco de ser ultrapassado por nomes como João Amoedo, Henrique Meirelles e Alvaro Dias. Em São Paulo, em que se aponta para um segundo turno entre Paulo Skaf e João Doria, a tendência é que o eleitor de esquerda apoie o presidente licenciado da Fiesp – menos por convicção e mais pela imensa ojeriza que o tucano foi capaz de provocar com suas palavras e atitudes. Ou seja: mais do que ser humilhado na disputa presidencial, o PSDB pode também amargar uma derrota maior, que seria a perda do chamado "Tucanistão".

De volta ao plano federal, Haddad é favorito, mas algumas ameaças despontam no horizonte. No campo progressista, ele será alvo da artilharia de Ciro Gomes, que tem dito que o Brasil não merece um "presidente por procuração". Ciro, no entanto, deve buscar argumentos melhores, porque o desejo do eleitor é justamente a volta de Lula – ainda que por meio de um representante. No segundo turno, o provável rival de Haddad, que é Bolsonaro, poderá se beneficiar um tom mais emotivo, que o humanizaria numa campanha feita a partir de um leito hospitalar. Ou seja: é possível que sua rejeição diminua. Além disso, como Bolsonaro dificilmente poderá participar de debates, ele também lucraria, ao não se expor ao confronto de ideias e argumentos com Haddad, em que sua desvantagem seria flagrante. Dito isso, é importante que os agentes econômicos, que embarcaram na loucura de um golpe de estado, comecem a se adaptar para o retorno de um governo progressista e democrático no Brasil.

Leonardo Attuch é jornalista e editor-responsável pelo 247, além de colunista das revistas Istoé e Nordeste
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Datafolha: 32% votarão com certeza no candidato de Lula, que é Haddad

15 de Setembro de 2018, 7:40, por #BlogueDoSouza


O dado mais relevante da pesquisa Datafolha foi divulgado neste sábado e traz uma boa notícia para o candidato Fernando Haddad: nada menos que 32% dos eleitores votarão com certeza no "candidato indicado por Lula"; além disso, outros 16% podem vir a votar; isso significa que o piso de Fernando Haddad, em quem Lula declara seu apoio, é de 32%, enquanto seu potencial de votos, de 48%, seria suficiente até para uma vitória em primeiro turno; em vídeo, Lula pede "de coração" que todos que votariam nele votem em Haddad

247 – O dado mais relevante da pesquisa Datafolha foi divulgado neste sábado e traz uma boa notícia para o candidato Fernando Haddad: nada menos que 32% dos eleitores votarão com certeza no "candidato indicado por Lula". Além disso, outros 16% podem vir a votar. Isso significa que o piso de Fernando Haddad, em quem Lula declara seu apoio, é de 32%, enquanto seu potencial de votos, de 48%, seria suficiente até para uma vitória em primeiro turno. Em vídeo, Lula pede "de coração" que todos que votariam nele votem em Haddad, que tem o desafio de se tornar mais conhecido na reta final da campanha.

Confira, abaixo, reportagem da Reuters e vídeo em que Lula informa que seu candidato é Haddad:

SÃO PAULO (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, segue na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto, agora com 26 por cento, apontou pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, que também trouxe o candidato do PT, Fernando Haddad, empatado na segunda posição com 13 por cento.

O candidato do PDT, Ciro Gomes, aparece logo atrás de Bolsonaro, com 13 por cento, mesmo patamar da sondagem de segunda-feira, e empatado com Haddad, que também soma 13 por cento, ante 9 por cento na pesquisa de segunda-feira.

Geraldo Alckmin (PSDB) aparece com 9 por cento, contra 10 por cento na pesquisa anterior, e Marina Silva (Rede) tem 8 por cento, ante 11 por cento.

Assim, Alckmin está tecnicamente empatado com Ciro e Haddad, no limite da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais, e Marina tem empate técnico com o tucano.

Haddad foi anunciado na terça-feira como substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa.

Alvaro Dias (Podemos) tem 3 por cento, contra 4 por cento na pesquisa de segunda-feira, enquanto Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo) mantiveram os 3 por cento que tinham na pesquisa anterior.

O Datafolha apontou que 13 por cento dos entrevistados declararam voto branco ou nulo e 6 por cento não souberam responder.

De acordo com a pesquisa, Bolsonaro segue como candidato mais rejeitado pelo eleitorado, com 44 por cento de rejeição, ante 43 por cento na pesquisa anterior.

Marina é a segunda mais rejeitada, com 30 por cento, ante 29 por cento, seguida de Haddad, que tem 26 por cento de rejeição, contra 22 por cento na pesquisa de segunda-feira. Alckmin é rejeitado por 25 por cento, contra 24 por cento na sondagem anterior, e Ciro tem 21 por cento de rejeição, contra 20 por cento.

SEGUNDO TURNO
De acordo com o Datafolha, Haddad perde para todos os adversários nas simulações de segundo turno, obtendo empate técnico, mas derrota numérica contra Bolsonaro —41 a 40 por cento para o candidato do PSL.

O candidato do PT seria derrotado num eventual segundo turno contra Ciro (45 a 27 por cento), Alckmin (40 a 32 por cento) e Marina (39 a 34 por cento).

Bolsonaro, por sua vez, seria derrotado por todos os demais, exceto Haddad, mas consegue empate técnico no limite da margem de erro contra Marina —43 a 39 por cento para a presidenciável da Rede— e Alckmin —41 a 37 por cento para o tucano.

O candidato do PSL, internado há mais de uma semana depois de levar uma facada durante evento de campanha em Juiz de Fora (MG), perderia um eventual segundo turno para Ciro (45 a 38 por cento).

Ciro, por sua vez, aparece com vantagem para além da margem de erro sobre todos os rivais. Venceria Marina (44 a 32 por cento) e Alckmin (40 a 34 por cento).

Num cenário em que Alckmin e Marina disputam o segundo turno, o tucano tem vantagem numérica sobre a presidenciável da Rede, mas há empate técnico —39 a 36 por cento.

O Datafolha ouviu 2.820 pessoas entre quinta e esta sexta-feira.
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Haddad enfrenta Globo e sai maior na campanha

14 de Setembro de 2018, 22:35, por #BlogueDoSouza


Diante de sucessivas agressões na bancada do Jornal Nacional, da Globo, onde foi interrompido 67 vezes por William Bonner e Renata Vasconcellos sem conseguir terminar uma frase, o candidato do PT à presidência, Fernando Haddad, rebateu as acusações que recebeu e não deixou nada sem resposta; Bonner afirmou que Dilma Rousseff, de seu partido, era investigada; "Eu desconheço um processo em que a Dilma seja investigada. Se formos discutir investigação, a Rede Globo é investigada", rebateu o candidato; em 30 minutos de entrevista, nenhuma proposta foi discutida; assista

247 - O candidato do PT à presidência da República, Fernando Haddad, rebateu, um a um, os sucessivos ataques que recebeu na bancada do Jornal Nacional na noite desta sexta-feira 14, pelos jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos. Sem falar de propostas, por não ter sido questionado sequer uma vez a respeito delas, respondeu às acusações que recebia e lembrou, dentro da Globo, que a própria emissora é investigada por fraude fiscal. Haddad citou o nome do ex-presidente Lula logo no início de sua fala: "Boa noite, presidente Lula. Milhões de brasileiros gostariam de vê-lo nesta cadeira aqui no Jornal Nacional".

Em meio às agressões, Bonner citou nomes do PT que são investigados ou réus na Justiça pela Operação Lava Jato, entre eles o de Dilma Rousseff. Haddad rebateu: "Eu desconheço um processo em que a Dilma seja investigada. Se formos discutir investigação, a Rede Globo é investigada". O ex-prefeito de São Paulo também disse que "a Rede Globo condena por antecipação". "Vocês não tratariam os problemas da Rede Globo como tratam os problemas da administração pública, mesmo se tratando de uma concessão", declarou.

Fernando Haddad também denunciou a "indústria" das delações premiadas, em que "todo mundo quer reduzir sua pena e gozar de sua liberdade", ao ser indagado sobre os citados do partido em investigações. Lembrado que é alvo de uma denúncia recente do Ministério Público Federal, Haddad trouxe a informação de que os promotores que lhe denunciaram estão sendo investigados pelo Conselho Nacional do Ministério Público por supostas irregularidades ao mover ações faltando 30 dias para a eleição, sendo que poderiam ter tomado decisões há três anos.

Bonner culpou o PT pela "crise em que o país mergulhou" e ouviu de Haddad que as "pautas-bomba" contra o governo Dilma, praticadas pelos partidos que deram o golpe parlamentar em 2016, tiveram mais influência na crise do que os próprios erros do partido. O candidato destacou que o tucano Tasso Jereissati admitiu recentemente o erro de seu partido, o PSDB. "Espero que o PSDB não vá sabotar o governo eleito como fez em 2014. O presidente do PSDB assumiu essa culpa ontem. Admitiu um crime contra a democracia, admitiu aprovar uma pauta contra o país", afirmou.

Ao longo de 30 minutos de entrevista, os jornalistas não perguntaram sobre nenhuma proposta do candidato. Em sua mensagem final, Haddad lembrou aos eleitores dos "12 anos de normalidade democrática em que vivíamos", com programas como Luz Para Todos, Universidade Para Todos, ProUni, escolas técnicas e universidades no interior, transposição do São Francisco, Transnordestina e empregos. "A partir do momento em que a oposição contestou o resultado das urnas em 2014, mergulhamos nessa crise da qual podemos sair em outubro".

Assista

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Ciro faz bom gesto e antecipa apoio a Haddad no 2º turno

14 de Setembro de 2018, 7:39, por #BlogueDoSouza


"Se ele [Haddad] for para o segundo turno, voto nele, simples assim. Como votei nos últimos 16 anos, engolindo tudo o que eu não precisava engolir", afirmou o presidenciável do PDT, durante um debate promovido pela Academia Brasileira de Ciências em São Paulo; a declaração foi feita um dia após Ciro Gomes ter feito duras críticas a Haddad, quando disse que o ex-prefeito não tinha "experiência" e que "o Brasil não aguenta outra Dilma, uma pessoa que é indicada"

247 - O candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes, fez um bom gesto nesta quinta-feira 13, quando antecipou apoio a Fernando Haddad, candidato do PT, no segundo turno, se ele passar. Ele reforçou, no entanto, que Haddad não teria “experiência” para ser presidente.

"Se ele [Haddad] for para o segundo turno, voto nele, simples assim. Como votei nos últimos 16 anos, engolindo tudo o que eu não precisava engolir", afirmou, durante um debate promovido pela Academia Brasileira de Ciências em São Paulo.

A declaração foi feita um dia após Ciro Gomes ter feito duras críticas a Haddad, quando disse, em sabatina no jornal O Globo, que o ex-prefeito de São Paulo não tinha "experiência" e que "o Brasil não aguenta outra Dilma, uma pessoa que é indicada".
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1º Dia da greve de advertência das escolas municipais RJ: categoria percorre escolas e faz atos nos bairros

13 de Setembro de 2018, 6:26, por #BlogueDoSouza


Os professores e funcionários das escolas municipais do Rio de Janeiro estão realizando uma greve de advertência nesta quarta e quinta-feiras (12 e 13). A categoria se encontra em “estado de greve”, o que significa que a assembleia, que será realizada nesta quinta-feira (13), às 9h, na Quadra da São Clemente, discutirá a proposta de greve por tempo indeterminado. A quadra da São Clemente fica na Av. Presidente Vargas 3102 (Centro/Cidade Nova).

Nesta quarta-feira, a militância e a direção do Sepe percorreram as escolas e realizaram atos públicos nos bairros para alertar a população sobre a situação da rede municipal – leia a carta distribuída à população. Na foto, ato realizado na Praça Saens Peña.

Entre as principais reivindicações dos profissionais da educação estão: reajuste salarial de 13% (o prefeito Crivella não concedeu reajuste desde o início da sua gestão, em 2017), a volta do pagamento do salário até o 2º dia útil do mês (Crivella mudou o pagamento para o 5º útil) e a Implementação imediata do 1/3 da jornada de atividade extra-classe na rede, entre outras.

Na terça-feira, dia 11, a coordenação geral do Sepe dará uma coletiva à imprensa, na sede do sindicato, às 14h, onde irá falar sobre as motivações para a greve de 48 horas.


Pauta de reivindicações da categoria:

- Reajuste salarial de 13% e retorno do calendário de pagamento (até o 2º dia útil).

- Convocação imediata dos concursados.

- Respeito à paridade e integralidade de aposentadas, aposentados e pensionistas.

- Implementação imediata do 1/3 da jornada de atividade extra- classe.

- Jornada de 30 horas das funcionárias e funcionários da educação.

- Correção da escolaridade e enquadramento dos AEIs no grupo do magistério do plano de carreira como professor.

- Contra as perseguições políticas na Rede Municipal e por democracia nas escolas.

SEPE RJ
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