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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.
Licenciado sob CC (by)

Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.


Documentário da BBC sobre crise política brasileira ganha versão em português

19 de Fevereiro de 2019, 8:16, por #BlogueDoSouza


O documentário "What Happened to Brazil... ("O Que Aconteceu Com o Brasil..."), produzido pelo jornalista Kennedy Alencar para a BBC World News e que conta a crise política e econômica do Brasil nos últimos cinco anos, ganhou uma versão em português. O filme tem três episódios: "The Dream Dies ("O Fim do Sonho"), "Carwash and 'the coup'"(A Lava Jato e "o golpe") e "Divided Nation" ("Nação Dividida"), agora narrados pelo jornalista.

Além da produção executiva, Kennedy Alencar faz as entrevistas que aparecem no filme, entre elas as dos ex-presidentes Dilma Rousseff e Fernando Henrique Cardoso, Michel Temer, do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, além de personagens que vivenciaram, de alguma, os episódios ocorridos no País entre 2013 e 2018, como as manifestações de junho de 2013 e o golpe que tirou Dilma da presidência. A jornalista Daniela Martins cuidou da direção de produção.

Assista aos episódios com legenda em português no Blog de Kennedy.

Assista a entrevista com o jornalista na TV 247

#BlogueDoSouza - Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.



Longa sobre ocupação de escolas é premiado em Berlim

18 de Fevereiro de 2019, 8:38, por #BlogueDoSouza

 
O filme Espero tua revolta, de Eliza Capai, recebeu ontem (16), em Berlim, os prêmios da Anistia Internacional (AI) e da Paz, concedido pela Fundação Heinrich Böll. O longa metragem mostra a ocupação de escolas em todo o estado de São Paulo em 2015, contra o fechamento proposto pela política de ajuste fiscal de Geraldo Alckmin (PSDB).

Os protestos, que duraram dois meses, desafiando a truculenta Polícia Militar paulista e levando Alckmin a recuar e a demitir o então secretário da Educação Herman Voorwald, inspirou estudantes de outros estados, como Goiás, Ceará, Rio Grande do Sul e Paraná.

Governador, a escola é nossa
O filme expõe a "repressão sofrida por estudantes que procuram defender o acesso à educação livre", conforme destacou o júri da Anistia Internacional (AI). Emocionada, Eliza Capai recebeu o prêmio como um convite a "seguir lutando por esse direito básico".

"Imaginem que seus filhos saem às ruas porque o governo quer fechar as escolas e são recebidos com bombas de gás lacrimogêneo e pancadas", apontou a atriz austríaca Feo Aladag, do júri da AI, ao entregar o prêmio.

O Prêmio da Paz, concedido pela Fundação Heinrich Böll, reconheceu o filme pelo compromisso e coragem cívica, segundo o júri.

Ambas premiações fazem parte dos prêmios dos júris independentes, antes da cerimônia de entrega dos Ursos de Ouro no Festival de Berlim.

Em seu perfil em uma rede social, Eliza destacou: "Coração explodindo: Espero tua revolta –Your turn ganhou o Prêmio da Paz e o Prêmio da Anistia Internacional na Berlinale – Berlin International Film Festival. Obrigada a cada e todo estudante que fez a luta, que dividiu suas histórias com a gente. Meu abraço na equipe coração. Um dia hei de ter tempo de escrever o lindo que foi esta semana. Agora deixo só meu sorriso e do Yuri Amaral, parceiraço que dividiu e somou em cada uma das sessões aqui. E esta sala linda mandando os aplausos para a molecada que sonha e se organiza.
Do Rede Brasil Atual e 247
#BlogueDoSouza - Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.



O moleque tá morto, o assassino tá solto e a gente vai continuar indo ao Extra…

17 de Fevereiro de 2019, 8:21, por #BlogueDoSouza


Perdemos em algum canto da história a nossa humanidade. E há igrejas aos montes nos dizendo que essas mortes são parte deste jogo imundo que se tornou a vida neste covil de bárbaros

O Brasil se tornou um país impressionantemente ruim. Um boçal aplica um mata-leão até matar um menino de 19 anos num dos bairros mais abastados do Rio de Janeiro. Sufoca-o indefeso até que faleça.

A cena inunda a internet. Faz 24 horas que a vi. São quase meia-noite de sexta e ela invade minha timeline de novo.

Não choro. Não chorei ontem. Mas sinto um desespero silencioso, porque a vida daquele guri não parece valer nada.

Infernal o quanto estamos sendo covardes. Num país diferente, como os EUA, sim os EUA, talvez este assassinato tivesse gerado centenas de ataques ao mercado que não fez sequer um pedido de desculpas público nas páginas dos principais jornais.

Da mesma forma que não se tornou indignação o fato de o presidente da Vale não ter se levantado no minuto de silêncio às vítimas de Brumadinho no Congresso.

Eu também não chorei pelas vítimas de Brumadinho. E nem pela menina de 11 anos, vítima de bala perdida em São Paulo.

A naturalização da violência nos anestesiou.

Somos pedra. Mas não somos Pedro. Aquele que Jesus teria dito que sobre a sua pedra constituiria a sua igreja.

Perdemos em algum canto da história a nossa humanidade. E há igrejas aos montes nos dizendo que essas mortes são parte deste jogo imundo que se tornou a vida neste covil de bárbaros que podem celebrar o assassinato de Marielle quebrando placas de ruas com seu nome. Que podem sufocar até a morte um garoto de 19 anos num dos bairros mais nobres do país. Num dos hipermercados mais imponentes deste ciclo histórico.

Somos um bando de covardes. Mas temos algo o que comemorar. O Lula tá preso, babaca.  - Blog do Rovai - Revista Fórum
#BlogueDoSouza - Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.



Jovem morto por segurança no Rio sonhava em ser DJ e tinha filho de 6 meses

16 de Fevereiro de 2019, 12:34, por #BlogueDoSouza


Aos 19 anos, Pedro Henrique de Oliveira Gonzaga, que morreu na quinta-feira (14) após levar uma "gravata" de um segurança de um supermercado da rede Extra, no Rio de Janeiro, deixou uma mãe em choque, um filho de seis meses e o sonho de se tornar um MC de fama nacional.

Desde os 16 anos, Pedro tentava uma carreira como cantor de funk e rap, inclusive fazendo vários shows em casas noturnas.

Os amigos lembram de Pedro, também conhecido como MC Petter Oliver, como alguém leal, sempre preocupado em ajudar e com muito amor pela música.

"Até agora, eu nem consegui entender por que o segurança fez isso, era um moleque muito bom", diz o produtor de eventos Matheus Oliveira, que conheceu Pedro Henrique em 2015.

Eu tenho boas lembranças dele, do sorriso, sempre cantando, chamando a gente para a casa dele ouvir um som novo
Matheus Oliveira, amigo de Pedro

De classe média, o jovem morava na Barra da Tijuca com a irmã, o padrasto e a mãe, mãe, Dinalva Santos de Oliveira, de quem era muito próximo e com quem estava no momento da tragédia. Já vivia no Rio de Janeiro havia muitos anos, mas ainda guardava o sotaque capixaba de sua terra natal, onde mora o pai.

Vaidoso e novo pai

A música unia Pedro e o amigo Rafael Costa. "A gente tinha projetos juntos, de eu ser o dj dele", conta. Também entregou que o colega era muito vaidoso e era como um personal stylist do grupo.

"Às vezes, a gente ia sair e ia para casa dele se arrumar. Se um amigo não tivesse uma blusa maneira, ele virava e simplesmente falava: você vai botar essa roupa aqui. Emprestava, não negava nada para ninguém. Era ciumento com as coisas deles, mas sempre emprestava", recorda o dj conhecido como Faell Kosta.


O jovem gostava de andar com correntes e tinha orgulho das várias tatuagens. No peito, veio uma especial: o nome do filho Lorenzo, que atualmente está com seis meses.

Pedro e a mãe do bebê, Julia Cardoso, de 18 anos, já não viviam juntos, mas ela destaca que o pai sempre estava próximo da criança e pagava uma pensão regular.

"Eu estou sem chão, sem saber o que fazer, como ele vai crescer sem pai? Ele sempre queria todo mundo unido, prezava muito pela família", afirma ela.
Internação

Em um post nas redes sociais, a irmã de Pedro contou que ele vinha tendo alucinações e a família havia decidido interná-lo no município de Petrópolis, na região serrana do Rio. Já na delegacia, a informação passada pelo padrasto e por um amigo da família foi de que ele seria usuário de drogas e que iria para uma clínica de reabilitação.

Um amigo confirmou à reportagem do UOL que ele vinha usando entorpecentes e também sofria de depressão.

Antes da viagem à clínica, Pedro e a mãe passaram no mercado para comprar algumas coisas, onde ele sofreu um surto. Dinalva viu toda a ação e tentou convencer o segurança a soltar o filho. Em estado de choque, a mãe de Pedro ainda não conseguiu prestar depoimento.

O sepultamento do rapaz será hoje, no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, zona oeste do Rio.  -  do UOL Notícias

Veja também:

- Licença para matar na prática

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Por dignidade na escola pública do Rio de Janeiro

15 de Fevereiro de 2019, 16:04, por #BlogueDoSouza


Desabafo de uma mãe:

"Por dignidade na escola pública no Rio de Janeiro

Eu vivo num país em que o ministro da educação se preocupa com professores que ideologizam as crianças, enquanto pais e mães, sobretudo mães, de uma das maiores capitais desse país lutam para que seus filhos simplesmente tenham direito ao que a lei afirma: 200 dias letivos, alimentação, ensino de qualidade. Era para gente estar reivindicando escolas bilíngues, novas tecnologias de ensino-aprendizagem, uma escola do século XXI. Mas na cidade do bisprefeito estamos defendendo o direito das crianças comerem. Sim, na maravilhosa cidade do Rio de Janeiro temos crianças que desmaiam de fome nas escolas. Agora elas terão uma refeição, o almoço, na saida pro turno da manhã, e na entrada pro da manha. Fora isso, são 4 horas de aula direto, sem pausa e sem alimentos (talvez de lanche meio copo de um “composto lácteo” que ainda não chegou...) Lanche hoje foi barriga vazia em várias escolas da nossa rede. Para muitas, é a única refeição do dia. Os tiozões de Whatsapp comentadores de G1, os mesmos que acreditam em kit gay que nunca chegou a nenhuma escola do Brasil, dirão: pra que essa mulheres têm filhos? Sim, mulheres. Porque as crianças daqui raro ter pai. Pai biológico tem. Que cuida, dá casa, escola, comida e amor é raridade. Nas reuniões de início do ano letivo de 2019, o acolhimento é: “seu filho vai sair meia hora mais cedo (como dizer isso pro patrão, meu Deus?), traz lanche porque agora não tem mais”, “seu filho não tem mais recreio” (sim, 4 h seguidas, sentado copiando do quadro muitas vezes)), “acabaram as aulas de línguas porque não tem professor”, “talvez não tenha educação física, artes”, tudo aquilo que faz a mente e o corpo voarem. Pra quê, né? Filho de pobre tem mais é que trabalhar: “diploma pra ser faxineiro?”. Sonho mesmo só para poucos tocados pelo talento, incendiados em containers sem licença nem dó.

Hoje meu coração disparou, me deu vontade de vomitar, quando uma mãe amiga me relatou que 3 mães da escola de seu filho se levantaram na reunião pra dizer, em público, que seus filhos só comiam na escola e que temiam pelo que aconteceria com eles nesse novo “regime”. Sabe o que é pra uma mãe dizer uma coisa dessas em reunião de escola? Sim, a fome estigmatiza. Mesmo entre pobres. Há crianças cujas famílias se esforçam pra mandar biscoitos recheados ou fofura com guaravita na lancheira para não merendarem na escola, coisa de “morto de fome”. A fome marca corpo e alma, fere orgulho, é chaga que a pessoa coloca num lugar de onde é difícil sair.

Meu filho está na escola pública desde a educação infantil e nunca vi tamanha indignidade. Durante 3 semanas ao mês, as crianças terão ao menos 1 dia de apenas 2 horas letivas. Fora feriados enforcados, conselhos de classe etc. Fora que sairão 17h, 30 minutos antes do que outros anos. Como sair 30 minutos mais cedo do trabalho, Senhor? O que uma mãe faz com isso? Como levar a criança 15h e buscar 17h uma vez por semana? Como dizer que o horário de saída da escola da filha é mais cedo? Ou pede demissão do emprego ou deixa a criança trancada sozinha em casa. O que você faria? Para atender à justa demanda dos professores por 1/3 da carga horária para planejamento de aulas, impõe-se esse sofrimento às famílias, ao invés de realizar concursos ou contratar a fila dos concursados que aguarda para entrar em sala de aula.

O que está por trás desse pacote de maldades? Esvaziamento das escolas públicas, amesquinhamento da educação, defesa da homeschooling (escolaridade em casa ou, quem sabe, em igrejas), subordinação dos mais pobres à precarização da vida (afinal, universidade é para as elites, segundo nosso ministro da educação)?

Que isso pare. Que todas as mães e pais se levantem. Que todos os profissionais de educação se insurjam. Que os guardiães da justiça deste país se mobilizem, pois nada é mais injusto do que negar o direito universal à educação pública de qualidade. Não, não há nada de bom nisso, não se enganem com discursos melosos ou com aqueles termos técnicos que não entendemos. Não esperem por justiça divina, pois Jesus era um homem ativo no enfrentamento das injustiças de seu tempo. A escola pública é do povo. Queremos tudo que é nosso por direito. Nossos filhos e filhas são o futuro deste país e quem não tem herança só tem um futuro: estudar e crescer na vida. Educação pública não é dever, nem caridade. Educação pública é direito!"

Publicado no grupo Copacabana por Diretas e por Direitos
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