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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.
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Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.


Todos pelo Brasil: Povo vai às ruas em defesa da democracia

21 de Outubro de 2018, 11:59, por #BlogueDoSouza

Brasília

Brasileiros em todo o país estão mobilizados contra tudo que o candidato de extrema-direita defende: racismo, homofobia, tortura e os métodos sujos e ilegais de campanha, que inclui o Caixa 2

A uma semana do segundo turno da eleição que vai escolher o futuro presidente da República, milhares de pessoas que integram as forças democráticas estão hoje (20) nas ruas para mostrar unidade contra a escalada do fascismo, protofascismo ou neofascismo.

São Paulo

A ideia é mostrar que o campo democrático está mobilizado em apoio ao candidato Fernando Haddad (PT) contra o projeto de raiz neoliberal, em defesa da soberania nacional e, especialmente, em forte oposição ao modelo de campanha de Bolsonaro, sustentado por discursos de ódio e mentiras.

Belo Horizonte

Nos últimos dias, a estratégia suja da campanha bolsonarista começou a ser desmascarada a partir de conexões que revelaram aliados como Steve Bannon, norte-americano ligado a ideias de supremacia branca, que comandou a campanha de Donald Trump em 2016. As ferramentas utilizadas nos Estados Unidos se repetem aqui: a intensa disseminação de fake news por redes sociais, especialmente o WhattsApp, patrocinadas por empresários – daí a hashtag #Caixa2doBolsonaro ter dominado as redes sociais em todo o mundo.

Atos 

As manifestações começaram neste sábado logo pela manhã em algumas cidades. Quem checou as redes sociais antes de sair de casa, viu também que algumas cidades no exterior também tiveram manifestações contra o fascismo, como Genebra, na Suíça, e em Oslo, na Noruega, onde capoeiristas fizeram uma homenagem ao mestre Moa do Katende, assassinado em Salvador por um bolsonarista após declarar voto em Haddad.

Rio de Janeiro

Uma das primeiras cidades brasileiras a ver as ruas tomadas foi Goiânia. Margarida, professora de Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG) declarou seu voto em Haddad porque "o país precisa retomar a democracia. Porque somos pela paz e não pela guerra".

Também pela manhã, Haddad participou de um ato de campanha em Fortaleza, com a presença do governador eleito Camilo Santana (PT), da presidenta da legenda, senadora Gleisi Hoffmann, sua mulher, Ana Estella Haddad, e do líder do Movimento dos Trabalhadores sem Teto Guilherme Boulos, que disputou o primeiro turno pelo Psol.

Fortaleza

Em São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis e Belo Horizonte os atos começaram por volta das 15h e reuniram grande quantidade de democratas.

Na capital dos mineiros, um grupo de evangélicos chegou cedo. "Sou professora, sou mulher evangélica. #EleNão porque ele vai contra tudo que defendo, vai contra o que disse Jesus. Também evangélica July, mulher negra, disse que ele não, porque "minha própria pele já expressa e diz não. Se ofende minha existência, serei resistência. Ele jamais. Enquanto professora, minha profissão também diz ele não. Acredito no poder dos livros. Minha religião também. Jesus foi torturado, então ele jamais".
Com informações da RBA e Levante Pela Juventude
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Movimentos sociais voltam às ruas por Haddad e contra Bolsonaro

20 de Outubro de 2018, 9:07, por #BlogueDoSouza


"Vamos vencer a violência e o ódio e construir, com Haddad, um Brasil unido", diz a convocação da Frente Brasil Popular; atos acontecem em todo o País e visam resistir ao fascismo representado pela candidatura de Jair Bolsonaro

Da Rede Brasil Atual – Em defesa da democracia e dos direitos da população, manifestações populares estão agendadas para este sábado (20) em todos os estados. A mobilização intitulada "Todos pelo Brasil" é organizada por movimentos sociais. "Vamos vencer a violência e o ódio e construir, com (Fernando) Haddad, um Brasil unido", diz a convocação da Frente Brasil Popular.

De acordo com a organização, as manifestações devem contar com a presença de algumas das principais lideranças políticas brasileiras. O objetivo é expor os retrocessos representados pela candidatura de Jair Bolsonaro (PSL).

A convocação também enaltece o movimento #EleNão, no último dia 29. "As mulheres foram para as ruas no primeiro turno e com uma imensa manifestação do ajudaram a garantir o segundo turno. Agora é preciso que toda a sociedade civil, mais uma vez, se organize para mostrar a nossa indignação e amor pelo Brasil, resistir e virar o jogo nas urnas no dia 28 de outubro", diz o texto.

Em São Paulo, o ato será às 15h, no vão livre do Museu de Arte (Masp), na Avenida Paulista, região central da capital. Já no Rio de Janeiro, a manifestação começa às 13h, na Cinelândia.

Belo Horizonte terá seu ato às 12h, na Praça Sete de Setembro, no centro. A programação em Salvador começará às 14h, com concentração no Largo do Campo Grande.

Segundo o site da campanha O Brasil Feliz De Novo, cerca de 30 cidades já possuem atos programados em prol do candidato petista, e mais de 1 milhão de pessoas já confirmaram presença. Confira a agenda completa aqui.
Brasil 247

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Lula: Bolsonaro é 'o candidato da fraude do porão'; 'vamos vencê-lo'

19 de Outubro de 2018, 11:00, por #BlogueDoSouza


Lula definiu Bolsonaro como o candidato da "fraude de porão" depois da denúncia de doação ilegal de R$ 12 milhões feitas por cada empresa de uma rede de empresários a favor do candidato de extrema-direita para patrocinar serviços de disseminação em massa de fake news pelo Whatsapp; foi o que disse a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que juntamente com o ex-ministro Franklin Martins visitou Lula na sede da PF em Curitiba nesta quinta; "Vamos ganhar esta eleição discutindo verdadeiramente com o povo e não com embuste"

247 - A presidente nacional do PT, senador Gleisi Hoffmann, que juntamente com o ex-ministro Franklin Martins visitou Luiz Inácio Lula da Silva na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, afirmou que o ex-presidente definiu Bolsonaro como o candidato da "fraude de porão" depois da a denúncia de doação ilegal de R$ 12 milhões feitas por cada empresa de uma rede de empresários a favor do candidato de extrema-direita para patrocinar serviços de disseminação em massa de fake news pelo Whatsapp. Disse Lula: "Vamos ganhar esta eleição discutindo verdadeiramente com o povo e não com embuste"

Apesar dele (Lula) estar nesta situação, desta prisão injusta, absurda, está animado com o processo eleitoral. "Ele disse para nós: 'Ficou claro a fraude de porão que é esse candidato à Presidência da República', ou seja, foi construída através da mentira nos subterrâneos das redes sociais, através de dinheiro ilegal, portanto, de caixa dois, e é um embuste que está levando ao erro milhões de pessoas exatamente por este esquema que foi montado", destacou Gleisi durante coletiva na Vigília Lula Livre.

"Agora temos a oportunidade de desmascarar de uma vez por todas o que é este projeto, quem é esta pessoa e o que representa em relação ao país. Não tem propostas, não diz a que veio e não tem o que oferecer ao Brasil. Disse ele (Lula): "vocês podem andar de cabeça erguida. Haddad (candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad) andar de cabeça erguida, o Partido dos Trabalhadores, quem apoia Fernando Haddad... Nós temos o que mostrar ao Brasil. Deixamos ao país um legado", afirmou em referência aos milhões de postos de trabalho gerados durante os governos do PT e aos programas sociais que tiraram o país do mapa da fome e reduziram a pobreza extrema.

"Vamos ganhar esta eleição discutindo verdadeiramente com o povo e não com embuste como foi feito até agora com esta maquinação que levou o candidato à fraude de porão ao segundo turno sem ter, efetivamente, um apoio popular aos projetos que ele tem", ressaltou Lula a Gleisi e Franklin. Ela disse que o PT ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que seja aberta uma investigação sobre abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação pela campanha de Bolsonaro. "Nós consideramos que tem aí lavagem de dinheiro, recursos ilegais sendo colocados na campanha, configura caixa dois, portanto, fraude às eleições", completou.

Franklin Martins, que foi ministro das Comunicações no governo Lula, ressaltou que "o candidato que foge dos debates se refugia no porão. Enquanto o Haddad quer o debate, para que o eleitor possa, olhando aqui, pesando, repensando, tomar sua decisão, o outro foge do debate, não quer discutir, e usa subterfúgios, com dinheiro não declarado", disse em referência às contínuas negativas de Bolsonaro em participar de debates.

Veja o vídeo da entrevista na TV 247.


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Se eleito, Bolsonaro não pode ser diplomado por esquema no WhatApp

18 de Outubro de 2018, 15:58, por #BlogueDoSouza


Lei Eleitoral é clara e diz que “captação ou gastos ilícitos de recursos, para fins eleitorais”, como a fraude revelada pela Folha, impede diplomação

Bolsonaro não pode ser presidente do Brasil. A Lei Eleitoral – 9.504/97 – é explícita ao determinar que a “captação ou gastos ilícitos de recursos, para fins eleitorais”, impede a diplomação de um candidato. O esquema fraudulento descoberto pela Folha de S.Paulo comprova que a campanha de Bolsonaro usou empresas, que pagaram até R$ 12 milhões, para fazer disparos em massa de mensagens pelo WhastApp, em uma clara influência do poder econômico nas Eleições 2018.

O artigo 30-A, parágrafo 2º da lei determina que:

Comprovados captação ou gastos ilícitos de recursos, para fins eleitorais, será negado diploma ao candidato, ou cassado, se já houver sido outorgado.

Segundo a Folha de S.Paulo, empresas que apoiam Bolsonaro, como a Havan, pagaram até R$ 12 milhões por pacotes de disparos, feitos por companhias especializadas, usando o Whatsapp. Cada disparo custa de R$ 0,08 a R$ 0,40. Sem participar de debates, a principal ‘estratégia’ do candidato do PSL tem sido a propagação de fake news pelo aplicativo de mensagens.

A prática de Bolsonaro é ilegal, uma vez que constitui doação empresarial, que foi vedada pela reforma eleitoral. A contratação também não foi declarada como doação de pessoa física, já que não consta nas informações declaradas pelo candidato do PSL. Segundo a página DivulgaCand, do TSE, Bolsonaro declarou uma receita de R$ 2.162.152,00 nas eleições, valor bem abaixo do gasto pelo esquema.
Doação não podem ser ocultas

Em março deste ano, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 10 votos a 1, que as doações feitas por pessoas físicas para campanhas eleitorais não podem ser ocultas, precisando ser sempre identificadas, inclusive nas transferências entre partidos e candidatos.

Na votação, o ministro Alexandre de Moraes explicou que o ocultamento da identidade dos doadores, sob qualquer hipótese, violaria princípios republicanos de transparência e impediria o cidadão de tomar decisão esclarecida sobre o voto.

Para Moraes, a doação oculta iria contribuir para uma “influência desproporcional do poder econômico nas eleições”.
Anulação de eleição influenciada por fake news

Também ministro do STF, Luiz Fux revelou, em agosto deste ano, que o Código Eleitoral brasileiro prevê a anulação de uma eleição caso seu resultado tenha sido influenciado pela disseminação de notícias falsas.

Segundo Fux, é importante “que haja lisura informacional” para que o eleitor possa conhecer de fato os candidatos, sem a influência de notícias falsas. “Uma fake news pode criar uma poluição informacional capaz de gerar no eleitor uma dúvida e colocá-lo em uma posição em que ele não vai indicar aquele que pretendia fazê-lo no prévio eleitoral”, disse.

A influência negativa das fake news nas Eleições e na democracia ficaram comprovadas no primeiro turno, segundo o diretor do DataFolha, Mauro Paulino. Ao comentar a descoberta da Folha em seu Twitter, Paulino explicou que o esquema fraudulento de Bolsonaro proporcionou um impulsionamento na votação.

Reprodução



Da Redação da Agência PT de Notícias, com informações da Folha, Uol e Agência Brasil
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Empresas bancam campanha ilegal contra Fernando Haddad pelo WhatsApp

18 de Outubro de 2018, 9:26, por #BlogueDoSouza


As ações ilegais em plataformas digitais devem atingir seu nível mais crítico na reta final da campanha eleitoral. Empresas estão comprando pacotes milionários de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparam uma mega operação na semana anterior ao segundo turno, informa a jornalista Patrícia Campos Mello no jornal Folha de S. Paulo. A prática é proibida, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pelo TSE. Cada contrato chega a R$ 12 milhões e a Havan está entra as compradoras. Os disparos de mensagens chegam a centenas de milhões.

A reportagem destaca que "as empresas apoiando o candidato Jair Bolsonaro (PSL) compram um serviço chamado 'disparo em massa', usando a base de usuários do próprio candidato ou bases vendidas por agências de estratégia digital. Isso também é ilegal, pois a legislação eleitoral proíbe compra de base de terceiros, só permitindo o uso das listas de apoiadores do próprio candidato (números cedidos de forma voluntária). Quando usam bases de terceiros, essas agências oferecem segmentação por região geográfica e, às vezes, por renda. Enviam ao cliente relatórios de entrega contendo data, hora e conteúdo disparado. Entre as agências prestando esse tipo de serviços estão a Quickmobile, a Yacows, Croc Services e SMS Market. Os preços variam de R$ 0,08 a R$ 0,12 por disparo de mensagem para a base própria do candidato e de R$ 0,30 a R$ 0,40 quando a base é fornecida pela agência".

Segundo a matéria, "as bases de usuários muitas vezes são fornecidas ilegalmente por empresas de cobrança ou por funcionários de empresas telefônicas. Empresas investigadas pela reportagem afirmaram não poder aceitar pedidos antes do dia 28 de outubro, data da eleição, afirmando ter serviços enormes de disparos de WhatsApp na semana anterior ao segundo turno comprados por empresas privadas. Questionado se fez disparo em massa, Luciano Hang, dono da Havan, disse que não sabe 'o que é isso'. 'Não temos essa necessidade. Fiz uma 'live' aqui agora. Não está impulsionada e já deu 1,3 milhão de pessoas. Qual é a necessidade de impulsionar? Digamos que eu tenha 2.000 amigos. Mando para meus amigos e viraliza'." - 247
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