Ir para o conteúdo
ou

Thin logo

#BlogueDoSouza

Gleise Hoffmann

Tacla Duran

Pimenta e Damous

EUA no Golpe

Guerra Híbrida no BR

Este Impeachment é golpe!

#BlogueDoSouza

Tela cheia
Magem capa redes sociais cidade futurista 5

BlogueDoSouza

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.
Licenciado sob CC (by)

Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.


Lula apoia mobilização dos estudantes contra Bolsonaro

10 de Maio de 2019, 7:30, por #BlogueDoSouza

 Rafael Ribeiro
Foto Rafael Ribeiro no 247

Boletim 444 – Comitê Popular em Defesa de Lula e da Democracia – Direto de Curitiba – 9/5/2019 – 398 dias de resistência

1. O Partido dos Trabalhadores fez os governos que mais investiram em Educação na história do Brasil e não poderia deixar de se unir aos estudantes e professores na luta contra os cortes de Jair Bolsonaro (PSL), que elegeu a categoria como sua inimiga. Este é um dos recados propostos pela Caravana Lula Livre pelo Sudeste com Fernando Haddad, que teve seu primeiro ato nesta quinta-feira (9) em Vitória, no Espírito Santo. O ex-ministro da Educação também voltou a defender Lula durante a sua fala. "Não conheço precedente de alguém ser condenado por ato indeterminado; (...) a Justiça errou contra Lula", declarou. Assista: http://bit.ly/2VtONgI

2. O ex-presidente uruguaio Pepe Mujica tem sido uma das vozes mais ativas na América do Sul na defesa da libertação de Lula. Nesta quinta (9), o carismático líder popular voltou a se manifestar em favor do amigo brasileiro por meio de vídeo publicado nas redes sociais. "Nunca deixaremos o mundo maravilhoso, mas seguimos caminhando e subindo pequenos degraus na civilização humana", diz Pepe. Confira: http://twixar.me/JCfn

3. A programação desta quinta-feira (9) da Vigília Lula Livre teve como tema, além da luta permanente em defesa da liberdade do ex-presidente, a defesa da Educação pública brasileira. Na parte da manhã, a professora Eliane Bueno convidou os militantes para conversar sobre os perigos do neoliberalismo e suas consequências danosas para o ensino do País.

4. A Vigília também recebeu dezenas de visitantes que estiveram no local pela primeira vez. Além da caravana de Rio Bonito do Iguaçu (PR), muitos militantes vieram de estados como São Paulo e Rio de Janeiro. Alguns deles relataram aos presentes as razões que os fizeram viajar durante horas para visitar o local. Os visitantes também tiveram a oportunidade de puxar o costumeiro "Bom dia, presidente Lula!", saudação que acontece desde o início da resistência. Assista: http://twixar.me/KCfn

Boletim 444 – Comitê Popular em Defesa de Lula e da Democracia
Direto de Curitiba – 9/5/2019 – 398 dias de resistência – 20h25
Repasse essa mensagem para seus contatos e grupos.

Ainda não recebe o conteúdo da CSD no seu Whatsapp? Cadastre o número 11987244556 em seus contatos e envie uma mensagem com o seu nome. Ou cadastre-se por esse link:  http://bit.ly/whatsappcsd

#BlogueDoSouza - Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.



O que significa Bolsonaro no poder, por Jessé Souza

9 de Maio de 2019, 7:27, por #BlogueDoSouza


Por Jessé Souza

A eleição de Jair Bolsonaro foi um protesto da população brasileira. Um protesto financiado e produzido pela elite colonizada e sua imprensa venal, mas, ainda assim, um “protesto”. Uma sociedade empobrecida – cheia de desempregados, de miseráveis e violência endêmica, cujas causas, segundo a elite e a grande imprensa que a mantém, é apenas a “corrupção política” – elege o mais nefasto político que os 500 anos de história brasileira já produziu. Segundo a imprensa comprada, a corrupção é, inclusive, culpa do PT e de Lula manipulando a informação e criando uma guerra entre os pobres. Sem compreender o que acontece, a sociedade como um todo é manipulada e passa a agir contra seus melhores interesses.

A única classe social que entra no jogo sabendo o que quer é a elite de proprietários. Para a elite, o que conta é a captura do orçamento público via “dívida pública” e juros extorsivos, e ter o Estado como seu “banco particular” para encher o próprio bolso. A reforma da previdência é apenas a última máscara desta compulsão à repetição. Mas as outras classes sociais, manipuladas pela elite e sua imprensa, também participaram do esquema, sempre “contra” seus melhores interesses.

A classe média real entrou em peso no jogo, como sempre, contra os pobres para mantê-los servis, humilhados e sem chances de concorrer aos privilégios educacionais de que desfruta. Os pobres entraram no jogo parcialmente, o que se revelou decisivo do ponto de vista eleitoral, pela manipulação de sua fragilidade e pela sua divisão proposital entre pobres decentes e pobres “delinquentes”. Esses dois fatores juntos, a guerra social contra os pobres e entre os pobres, elegeram Bolsonaro e sua claque.

Foi um protesto contra o progresso material e moral da sociedade brasileira desde 1988 e que foi aprofundado a partir de 2002. Estava em curso um processo de aprendizado coletivo raro na história da sociedade brasileira. Como ninguém em sã consciência pode ser contra o progresso material e moral de todos, o pretexto construído, para produzir o atraso e mascará-lo como avanço, foi o pretexto, já velho de cem anos, da suposta luta contra a corrupção. Sérgio Moro incorporou esta farsa canalha como ninguém.

A “corrupção política”, como tenho defendido em todas as oportunidades, é a única legitimação da elite brasileira para manipular a sociedade e tornar o Estado seu banco particular. A captura do Estado pelos proprietários, obviamente, é a verdadeira corrupção que, inclusive, a “esquerda” até hoje, ainda sem contradiscurso e sem narrativa própria, parece não ter compreendido.

Agora, eleição ganha e Bolsonaro no poder, começam as brigas intestinas entre interesses muito contraditórios que haviam se unido conjunturalmente na guerra contra os pobres e seus representantes. Bolsonaro é um representante típico da baixa classe média raivosa, cuja face militarizada é a milícia, que teme a proletarização e, portanto, constrói distinções morais contra os pobres tornados “delinquentes” (supostos bandidos, prostitutas, homossexuais, etc.) e seus representantes, os “comunistas”, para legitimar seu ódio e fabricar uma distância segura em relação a eles.

Toda a sexualidade reprimida e todo o ressentimento de classe sem expressão racional cabem nesse vaso. O seu anticomunismo radical e seu anti-intelectualismo significam a sua ambivalente identificação com o opressor, um mecanismo de defesa e uma fantasia que o livra de ser assimilado à classe dos oprimidos. Olavo de Carvalho é o profeta que deu um sentido e uma orientação a essa turma de desvalidos de espírito.

É claro que Bolsonaro é um mero fantoche ocasional das elites brasileira e americana. Quando ele volta de mãos vazias dos Estados Unidos, depois de dar sem qualquer contrapartida o que os americanos nem sequer tinham pedido, a única explicação é que ele estava lá como sujeito privado e não como presidente de um país. Como sujeito privado, é bem possível que ele estivesse pagando, com dinheiro e recursos públicos, os gastos de campanha até hoje secretos e sem explicação. Mas é óbvio que sua campanha foi feita e muito provavelmente financiada pelos mesmos que fizeram e bancaram a campanha de Trump.

O seu discurso de ódio era o único remédio contra a volta do PT ao poder. E como a elite e sua imprensa querem o saque do povo, e para isso se aliam até ao diabo, ou pior, até a Bolsonaro, sua escolha teve este sentido. O ódio, por sua vez, é produzido pela revolta de quem não entende por que fica mais pobre e a única explicação oferecida pela imprensa venal é o eterno “bode expiatório” da corrupção política. Mas a corrupção política era a forma, até então, como se manipulava a falsa moralidade da classe média real. Como se chega com esse discurso manipulador também nas classes baixas? O voto da elite e da classe média no Brasil não ganha eleição nenhuma. Este é um país de pobres.

A questão interessante passa a ser como e por que setores das classes populares passaram a seguir Bolsonaro e permitiram sua eleição. Para quem Bolsonaro fala quando diz suas maluquices e suas agressões grosseiras? Ele fala, antes de tudo, para a baixa classe média iletrada dos setores mais conservadores do público evangélico. Este público que ganha entre dois e cinco salários mínimos é um pobre remediado que odeia o mais pobre e idealiza o rico. O anticomunismo, por exemplo, tem o efeito de irmanar este pobre remediado com o rico, já que é uma oportunidade de se solidarizar com o inimigo de classe que o explora e não com seu vizinho mais pobre com quem não quer ter nada em comum. Isso o faz pensar que ele, em alguma medida, também é rico – ou em vias de ser –, já que pensa como ele.

O anti-intelectualismo também está em casa na baixa classe média. Isso é importante quando queremos saber a quem Bolsonaro fala quando ataca, por exemplo, as universidades e o conhecimento. A relação da baixa classe média com o conhecimento é ambivalente: ela inveja e odeia o conhecimento que não possui, daí o ódio aos intelectuais, à universidade, à sociologia ou à filosofia. Este é o público verdadeiramente cativo de Bolsonaro e sua pregação. É onde ele está em casa, é de onde ele também vem. Obviamente esta classe é indefesa contra a mentira institucionalizada da elite e de sua imprensa. Ela é vítima tanto do ódio de classe contra ela própria, que cria uma raiva que não se compreende de onde vem, e da manipulação de seu medo de se proletarizar. Quando essas duas coisas se juntam, o pobre remediado passa a ser mais pró-rico que o Dória.

A escolha de Sérgio Moro foi uma ponte para cima com a classe média tradicional que também odeia os pobres, inveja os ricos e se imagina moralmente perfeita porque se escandaliza com a corrupção seletiva dos tolos. Mas, apesar de socialmente conservadora, ela não se identifica com a moralidade rígida nos costumes dos bolsonaristas de raiz, que estão mais perto dos pobres. Paulo Guedes, por sua vez, é o lacaio dos ricos que fica com o quinhão destinado a todos aqueles que sujam as mãos de sangue para aumentar a riqueza dos já poderosos.

Os primeiros meses de Bolsonaro mostram que a convivência desses aliados de ocasião não é fácil. A elite não quer o barulho e a baixaria de Bolsonaro e sua claque, que só prejudicam os negócios. Também a classe média tradicional se envergonha crescentemente do “capitão pateta”. Ao mesmo tempo, sem barulho nem baixaria Bolsonaro não existe. Bolsonaro “é” a baixaria. Sérgio Moro, tão tolo, superficial e narcísico como a classe que representa, é queimado em fogo brando, já que o Estado policial que almeja, para matar pobres e controlar seletivamente a política, em favor dos interesses corporativos do aparelho jurídico-policial do Estado, não interessa de verdade nem à elite nem a seus políticos. Sem a mídia a blindá-lo, Sérgio Moro é um fantoche patético em busca de uma voz.

O resumo da ópera mostra a dificuldade de se dominar uma sociedade marginalizando, ainda que em graus variáveis, cerca de 80% dela. Bolsonaro e sua penetração na banda podre das classes populares foi útil para vencer o PT, mas é tão grotesco, asqueroso e primitivo que governar com ele é literalmente impossível. A idiotice dele e de sua claque no governo é literal no sentido da patologia que o termo define. Eles vivem em um mundo à parte, comandado pelo anti-intelectualismo militante, o qual não envolve apenas uma percepção distorcida do mundo. O idiota é também levado a agir segundo pulsões e afetos que não respeitam o controle da realidade externa. Um idiota de verdade no comando da nação é um preço muito alto até para uma elite e uma classe média sem compromisso com a população nem com a sociedade como um todo. Esse é o dilema do idiota Jair Bolsonaro no poder.  - GGN

#BlogueDoSouza - Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.



Policiais e bombeiros divulgam nota pela liberdade de Lula

7 de Maio de 2019, 7:02, por #BlogueDoSouza

Ricardo Stuckert

Da Rede Brasil Atual - Um grupo de policiais militares de vários estados do Brasil divulgou um manifesto no qual defende a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lembra que a Lei Federal 12.191/2010, sancionada pelo petista, concedeu anistia a policiais militares e bombeiros do Rio Grande do Norte, Bahia, Roraima, Tocantins, Pernambuco, Mato Grosso, Ceará, Santa Catarina e Distrito Federal, que haviam sido punidos por participar de movimentos reivindicatórios.

"Lula está preso há mais de um ano em processo que não transitou em julgado. O Supremo Tribunal Federal ainda não decidiu de forma definitiva se é legal ou não a prisão com decisão em segunda instância quando a liberdade do réu não põe em risco nem a sociedade e nem o processo", diz a nota.

Os signatários lembram que a questão da prisão após julgamento de segunda instância não foi julgada pelo STF "por decisão discricionária do atual e da ex-presidente daquela corte", os ministros Dias Toffoli e Cármen Lúcia, respectivamente.

As Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) 43 e 44, que discutem a prisão ou não após a chamada execução antecipada da pena, poderiam ter sido julgadas desde dezembro de 2017. Na ocasião, o relator, Marco Aurélio Mello, liberou ambos os processos ao Plenário do Supremo, mas a ministra Cármen Lúcia, então na presidência, resistiu a pautá-las. A ADC 54, sobre o mesmo tema, foi depois apensada a elas. O julgamento estava marcado para o dia 10 de abril, mas ele foi adiado pelo novo presidente do STF, Dias Toffoli.

Para inúmeros juristas, como Celso Antônio Bandeira de Mello e os criminalistas Leonardo Yarochewsky e Luiz Fernando Pacheco, a prisão antes do trânsito em julgado (depois de todos os recursos possíveis) é flagrantemente inconstitucional, por violar o artigo 5°, inciso LVII da Constituição, segundo o qual "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória".

"Enquanto isso, o ex-presidente da República está preso com base em dispositivos precários e provisórios, e isso por si só já é um atentado aos princípios fundantes do direito", diz a nota dos policiais.

Eles pedem aos profissionais de segurança pública que quiserem assinar a nota para enviar mensagem de e-mail até o dia 12 de maio para os seguintes contatos:

Amauri Soares (amaurisoaresnovo@gmail.com), Rafael Cavalcante (ralfael@hotmail.com) Kleber Rosa (kleberrosa@yahoo.com.br), Klaudeir Teles Gonçalves (klaudeirteles@gmail.com) e Dalchem Viana (dalchem@hotmail.com).

No STF

Na terça-feira da semana passada (30) o ministro Ricardo Lewandowski pediu vista de um habeas corpus coletivo, impetrado em favor de todas as pessoas que cumprem pena depois de condenadas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que condenou Lula em segunda instância.

O caso estava sendo julgado virtualmente pela Segunda Turma, mas com o pedido de vista, será realizado presencialmente, quando Lewandowski devolvê-lo ao colegiado. Uma decisão a favor do HC beneficiaria Lula.

A má notícia para ele é que a relatora do habeas corpus coletivo é a ministra Cármen Lúcia. A boa é que cabe a Lewandowski, favorável à prisão apenas após trânsito em julgado, pautar o julgamento do HC na Segunda Turma.

O colegiado é composto pelo próprio Lewandowski (presidente), Celso de Mello, Gilmar Mendes, Cármen Lúcia e Edson Fachin. - 247

#BlogueDoSouza - Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.



Depois do anúncio dos cortes: Estudantes do Rio convocam ato contra Bolsonaro na segunda

6 de Maio de 2019, 7:28, por #BlogueDoSouza


O jornal Estado de S.Paulo informa que estudantes de três instituições de ensino federais estão organizando uma manifestação para a manhã desta segunda-feira, 6, em frente ao Colégio Militar do Rio (CMRJ), no bairro do Maracanã, zona norte da cidade. O presidente Jair Bolsonaro estará na instituição para o lançamento de um selo e de uma medalha comemorativos aos 130 anos do CMRJ.


De acordo com a publicação, o ato deverá reunir estudantes do Colégio Pedro II, um dos mais tradicionais do Rio, do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) do Maracanã, e do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). A manifestação será em protesto contra cortes no orçamento da Educação anunciados pelo governo Bolsonaro.

Na semana passada, o ministro Abraham Weintraub disse em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo que o MEC iria reduzir o repasse de verbas a universidades que não atingissem desempenho adequado e que promovessem “balbúrdia” nos campi, completa o Estadão.
Com informações do DCM
#BlogueDoSouza - Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.



Florestan critica “censura” imposta pela RedeTV

5 de Maio de 2019, 7:24, por #BlogueDoSouza

Dir.: Stuckert

"A RedeTV não vai mais transmitir a entrevista feita pelo jornalista Kennedy Alencar com o ex-presidente Lula. Com isso ela só será exibida dia 11 de maio pela BBC World News. Até lá você pode conferir, sem censura, a entrevista de Lula nas páginas do El Pais e Folha de São Paulo", afirmou o jornalista Florestan Fernandes

247 - O jornalista Florestan Fernandes criticou a "censura" imposta pela RedeTV, que não transmitirá a entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao jornalista Kennedy Alencar.

"A RedeTV não vai mais transmitir a entrevista feita pelo jornalista Kennedy Alencar com o ex-presidente Lula. Com isso ela só será exibida dia 11 de maio pela BBC World News. Até lá você pode conferir, sem censura, a entrevista de Lula nas páginas do El Pais e Folha de São Paulo", escreveu Florestan no Twitter.

Alencar afirmou que a entrevista será exibida em seu blog após ser veiculada pela BBC no próximo dia 11.

Em nota, a RedeTV! confirmou que a "entrevista será usada pela BBC World News com exclusividade, numa sequência da produção desenvolvida no ano passado. Todos os direitos sobre imagens e direção editorial são da BBC".

A RedeTV não vai mais transmitir a entrevista feita pelo jornalista Kennedy Alencar com o ex-presidente Lula. Com isso ela só será exibida dia 11 de maio pela BBC World News. Até lá você pode conferir, sem censura, a entrevista de Lula nas páginas do El Pais e Folha de São Paulo. pic.twitter.com/7sECHYn445
— Florestan Fernandes (@florestanjr) 4 de maio de 2019
#BlogueDoSouza - Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.



Tags deste artigo: democratização da comunicação direitos humanos marco civil da internet reforma política comissão da verdade reforma tributária reforma agrária pne projeto de lei da mídia democrática auditoria cidadã reforma urbana reforma do judiciário lei de acesso à informação discriminação racial portadores de necessidades especiais homofobia lei de meios plano nacional de educação Lula Livre Lula preso político golpe de 2016 privatização Guerra Híbrida lava jato Tacla duran petrobras Gleisi Hoffmann Eleições 2018 papa francisco