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Blog das Estações

Novembre 21, 2012 22:00 , by Fr3d vázquez - | No one following this article yet.
Réplica das postagens do Blog das Estações

Estação digital Difusão Digital leva formação profissional para jovens de Salvador

Marzo 26, 2013 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Estação digital Difusão Digital já capacitou mais de 500 pessoas

Localizada em Salvador, na Bahia, a estação digital Difusão Digital, inaugurada em 2006, vem contribuindo com a formação dos jovens da comunidade de Cajazeiras, além de ser um espaço de troca de experiências entre as pessoas. A estação digital é coordenada pela Associação de Moradores e Entidades Representantes das Cajazeiras e Adjacências, que também cuida de outra estação digital na comunidade: Inclusão Digital em Cajazeiras.

No espaço de inclusão digital são ministrados cursos de Informática Básica, Telemarketing, Atendimento, Turismo, Manutenção Básica de Computadores, Recepcionista e Estoquista. Além disso, também são realizadas oficinas, palestras e reuniões em parcerias com instituições da cidade. A estação digital já capacitou mais de 500 pessoas.

Evanir Borges, coordenador da estação digital conta que o espaço ajudou a tirar os jovens das ruas e proporcionar formação profissional a eles

Evanir Borges, coordenador da estação, disse que o projeto só trouxe benefícios para a comunidade. “A estação digital está tirando os jovens das ruas e dando oportunidade de formação profissional para inserir eles no mercado de trabalho. É difícil manter a estação, pois temos muitas despesas, com água, luz, internet, despesas para ajudar os educadores, mas estamos buscando parcerias com os comerciantes locais para manter funcionando o nosso projeto. Hoje contamos com a parceria do Hospital Eládio Lasserre”.

“A estação digital deu oportunidade para aqueles que não tinham condições de pagar um curso de informática, para chegar ao mercado de trabalho. Resolvi ser educadora, pois posso contribuir com a formação dos jovens da minha comunidade, assim como a estação contribuiu com a minha formação e também trocar experiências com as pessoas”, contou Daniele Bispo.

Por: Ana Carolina Silva

27/03/2013



Muito mais que um acervo de livros

Marzo 24, 2013 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Bibliotecas parque abrem espaço para convivência e atividades culturais em comunidades pobres do Rio de Janeiro

ARede nº 89 – março de 2013

muito mais que um acervo de livros 440x03

UMA BIBLIOTECA onde o visitante não precisa fazer “silêncio, por favor”. Ao contrário, pode conversar (mas não alto), pode deixar o celular ligado (com o som desativado), pode ouvir música e ver filme (com fones de ouvido), pode navegar na internet… e também pode fazer teatro, revista, reunião da ONG, oficina de poesia, festa do dia das crianças, curso de filosofia, encontro hip hop, entre tantas outras atividades que promovem a produção e a difusão da leitura e das expressões artísticas. Esse é o conceito de Biblioteca Parque, um espaço cultural e de convivência gratuito, para comunidades de baixa renda.

No Brasil, as primeiras bibliotecas desse tipo, inspiradas em experiências bem-sucedidas da Colômbia, foram implantadas na capital carioca pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro: em Manguinhos (2010), Niterói (2011) e na Rocinha (2012). Para este ano, está prevista mais uma, que deverá ficar na estação Palmeiras do Complexo do Alemão. Com visual arejado e colorido, espaços integrados e ambientes onde se percebe intensa atividade cultural, as bibliotecas parque conquistaram imediatamente crianças, jovens e adultos das regiões em que se inserem.

No início da subida da Rocinha, onde havia uma antiga clínica de saúde, a C4 – nome dado à biblioteca parque pelos próprios usuários, que entendem o espaço como Centro de Convivência, Comunicação e Cultura – contabilizou, em seis meses de funcionamento, um público de 45 mil pessoas. De terça a domingo, das 10h às 20h, recebe, em média, 400 usuários por dia. Além do acervo de 10 mil livros, mil DVDs e um milhão de músicas, oferece um telecentro com 30 máquinas, onde a conexão é de 10 Mbps – em algumas áreas, tem sinal Wi-Fi aberto. Dispõe ainda de teatro e cineclube, estúdio de gravação, estúdio audiovisual, brinquedoteca e uma cozinha escola onde, em parceria com o Sesi, acontecem cursos de gastronomia.

muito mais que um acervo de livros 440x02

Um dos motivos do sucesso da iniciativa, diz a diretora Daniele Ramalho, é que os atores e agentes sociais locais foram chamados a se apropriar do equipamento público. A articulação, na Rocinha, envolveu coletivos como Fórum de Cultura, Museu da Rocinha, Pequenos Poetas da Rocinha, o grupo Acorda Capoeira, entre outros. Entre os 40 funcionários, apenas seis não são da comunidade. Nascida na comunidade, onde cria duas filhas, a educadora Cristina Martins, de 44 anos, é uma das responsáveis pelo telecentro. Formada em Pedagogia, ela já foi diretora de uma creche. Ela conta que 70% dos frequentadores do telecentro são crianças, que passam a uma hora a que têm direito de usar as máquinas jogando. Os adolescentes usam as redes sociais e fazem inscrições para escolas. Mas ela reconhece que o acesso livre não basta: espera em breve começar a ministrar cursos de informática, que acha importante para qualificar o acesso.

Em Manguinhos, a biblioteca foi instalada em um antigo galpão de armazenamento de 2,3 mil metros quadrados, todo reformado. Na área externa, com muito espaço e verde, uma bola rola solta nos pés da garotada, que lá de fora consegue ver as estantes onde se distribuem mais de 27 mil títulos. Já tem mais de 4,5 mil usuários cadastrados. Além dos espaços de leitura, salas para reunião de organizações da comunidade, dispõe de cinema com tecnologia 3D e teatro, onde acontecem exposições e oficinas de arte. A unidade de Niterói, onde o acervo é de 50 mil obras, tem mais de 2.500 usuários cadastrados. No espaço de 2,2 mil metros quadrados, funciona também uma sala de exposições.

As bibliotecas parque abrigam projetos mantidos em parceria com iniciativas privadas, contratadas pela Secretaria de Cultura do Estado. O Almanaque da Rede, uma rede social de aprendizagem, é uma opção para os usuários das três unidades. Consiste em um curso de escrita criativa por meio de jogos online. “É um método de aprendizagem gamificado e meritocrático, com o objetivo de motivar a leitura e a escrita”, explica a escritora Sônia Rodrigues, autora do projeto. A plataforma do Almanaque foi criada há cinco anos, voltada para alunos do ensino médio. É comercializada por meio de assinaturas. Os usuários das bibliotecas não pagam nada. Além de ter acesso aos jogos e ganhar prêmios ao final dos desafios, os estudantes cadastrados na rede pela biblioteca são acompanhados e avaliados pela equipe do Almanaque.

muito mais que um acervo de livros 440x

Setor X
Projeto que funciona apenas na unidade de Manguinhos, o Programa PalavraLab tem como foco estimular o desenvolvimento de linguagens nas várias formas de produção textual. Para isso, promove laboratórios de linguagens e produção de conteúdo digitais, de animação, de games, cursos e oficinas de escrita criativa.

Resultado dessa prática é o primeiro número da revista Setor X, feita por participantes do laboratório de Produção Editorial Multimídia. Coordenado pela editora Ana Dantes, o projeto, que também prevê conteúdos online e audiovisuais, começou em julho de 2010. Um ano depois, circulavam na comunidade 6 mil exemplares da publicação em papel – que traz um ensaio fotográfico de biquínis entre as prateleiras da biblioteca. A pauta e o processo produtivo foram feitos de forma colaborativa, em aulas semanais. A impressão da primeira edição foi bancada pela Secretaria de Cultura. Para a segunda, em produção, será preciso captar recursos.

Trabalhador da limpeza urbana da companhia pública Conlurb, Haroldo Cesar foi um dos primeiros a aderir ao projeto. Morador de Manguinhos, ele escreveu seu primeiro livro em 2008. Em 2012, com conhecimento renovado pela experiência no Setor X, lançou Vida de Gari, coletânea de crônicas sobre o dia a dia desses trabalhadores. Ele contou o que aprendeu, em entrevista ao site da Universidade das Quebradas (UQ) – projeto da Universidade Federal do Rio de Janeiro que atua junto às bibliotecas parque: “Entre cada crônica do livro tem um verso em sextilha totalizando 32 estrofes e assim formando um cordel. Cordel foi uma das coisas que eu aprendi na aula do Aderaldo Luciano, na UQ”.

Outro autor do projeto Setor X é Alex Sandro, também gari. “Nunca me vi como escritor. Achava que iam rir de mim”, conta o ex-serralheiro de Manguinhos, onde vive hoje com a esposa e uma filha de 7 anos. Animado pelo projeto da biblioteca, começou a escrever em janeiro de 2012. E conta que, hoje, tem “15 livros escritos, oito terminados”. Determinado a viver de sua obra, agora está produzindo um audiovisual e também compondo hip hop: “Eu não consigo parar de escrever, o que eu escrevo é para mim, é para você”, confessa o autor de Manual de Sobrevivência do Apocalipse, sua última obra “terminada”.

Fonte: Revista A Rede

http://www.arede.inf.br/edicao-n-89-marco-2013/5453-conexao-social-muito-mais-que-um-acervo-de-livros



Estação digital Apitikatxi leva inclusão digital para povos indígenas do Pará e Amapá

Marzo 21, 2013 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Com intuito de levar a inclusão digital e social para os povos indígenas do Pará e Amapá foi inaugurada em 2009 a estação digital Apitikatxi (Associação dos Povos Indígenas Tiriyo, Kaxuyana e Tkikuyana), localizada na cidade de Macapá, no Amapá. A entidade representa três etnias indígenas, mas a estação digital atende cerca de 10 etnias, num total de sete mil habitantes, que utilizam o espaço de inclusão digital, que tem 10 computadores com web cam, impressora, fones de ouvido e mobiliário.

Aulas de Introdução à Informática básica, Sistema Operacional Linux, Editor de Textos, Planilha Eletrônica, Editor de Apresentações, e Internet. Além disso, também são oferecidas oficinas de capacitação, em parceria com o Instituto de Pesquisa e Formação Indígena – IEPE e da Equipe de Conservação da Amazônia – ECAM. Ao todo a estação já capacitou mais de 350 pessoas.

O educador social Willis Francinaldo ministra aulas na estação digital

“A estação digital trouxe para comunidade muita oportunidade de conhecimento e experiência. O povos indígenas do Pará e Amapá estão muito felizes com isso porque através da estação eles tem conhecimento na área de informática. Na minha vida a estação digital tem a importância de repassar o conhecimento e a experiência da tecnologia para o meu povo”, conta Willis Francinaldo Manei Kaxuyana Tiriyo, educador social da estação digital Apitikatxi.

Por: Ana Carolina Silva
22/03/2013



Estação digital Apitickatxi leva inclusão digital para povos indígenas do Pará e Amapá

Marzo 21, 2013 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Com intuito de levar a inclusão digital e social para os povos indígenas do Pará e Amapá foi inaugurada em 2009 a estação digital Apitickatxi (Associação dos Povos Indígenas Tiriyo, Kaxuyana e Tkikuyana), localizada na cidade de Macapá, no Amapá. A entidade representa três etnias indígenas, mas a estação digital atende cerca de 10 etnias, num total de sete mil habitantes, que utilizam o espaço de inclusão digital, que tem 10 computadores com web cam, impressora, fones de ouvido e mobiliário.

Aulas de Introdução à Informática básica, Sistema Operacional Linux, Editor de Textos, Planilha Eletrônica, Editor de Apresentações, e Internet. Além disso, também são oferecidas oficinas de capacitação, em parceria com o Instituto de Pesquisa e Formação Indígena – IEPE e da Equipe de Conservação da Amazônia – ECAM. Ao todo a estação já capacitou mais de 350 pessoas.

“A estação digital trouxe para comunidade muita oportunidade de conhecimento e experiência. O povos indígenas do Pará e Amapá estão muito felizes com isso porque através da estação eles tem conhecimento na área de informática. Na minha vida a estação digital tem a importância de repassar o conhecimento e a experiência da tecnologia para o meu povo”, conta Willis Francinaldo Manei Kaxuyana Tiriyo, educador social da estação digital Apitickatxi.

Por: Ana Carolina Silva
22/03/2013



Abertas as inscrições para o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2013

Marzo 20, 2013 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Banco Comunitário Muiraquitã foi uma das tecnologias vencedoras do Prêmio em 2011

Estão abertas, a partir desta quinta-feira, 21 de março, por meio do sitewww.fbb.org.br/tecnologiasocial, as inscrições para a 7ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Criado pela Fundação BB em 2001, o Prêmio certifica como “Tecnologia Social” metodologias bem sucedidas, desenvolvidas na interação com a comunidade, que resultam em transformações efetivas na vida das pessoas.

Podem se inscrever instituições sem fins lucrativos, de direito público ou privado, que promovam e estimulem essas práticas. Serão premiadas iniciativas em cinco diferentes categorias: Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária; Juventude; Mulheres; Gestores Públicos; e Instituições de Ensino, Pesquisa e Universidades.

Os projetos vencedores receberão R$ 80 mil. Neste ano, a novidade é a premiação também para o segundo e terceiro colocados, em cada categoria (R$ 50 mil e R$ 30 mil, respectivamente). No total, serão destinados R$ 800 mil para aperfeiçoamento ou reaplicação da tecnologia social premiada. As tecnologias finalistas receberão, ainda, um ultrabook, além de troféu. Em seis edições, a Fundação BB já investiu R$ 2,4 milhões em premiações.

Entre as práticas vencedoras na última edição do Prêmio, realizada em 2011, estão o Banco Comunitário Muiraquitã, que promove uma espécie de consórcio e possibilita a troca de produtos e serviços entre a comunidade; o Banco de Sementes Comunitários, que dinamiza o processo produtivo de agricultores por meio de estoque coletivo; além da instalação de  Cisternas nas Escolas em municípios baianos; e o Projeto Fazendo Minha História: Biblioteca Infanto Juvenil, que incentiva a leitura ao instalar bibliotecas em instituições tutelares.

O manual de inscrição e o regulamento com mais informações sobre o Prêmio estão disponíveis no sitewww.fbb.org.br/tecnologiasocial

A tecnologia social do Banco de Sementes Comunitários também foi vencedora em 2011

Banco de Tecnologias Sociais (BTS)

As Tecnologias Sociais certificadas pela Fundação Banco do Brasil, por meio do Prêmio, passam a integrar o Banco de Tecnologias Sociais (BTS), uma base de dados on-line disponível no site www.fbb.org.br/tecnologiasocial e que contém informações sobre as tecnologias e instituições que as desenvolveram. O BTS é o principal instrumento utilizado pela Fundação BB para disseminar, promover e fomentar a reaplicação de tecnologias sociais. Ao todo, a plataforma online reúne, hoje, 504 dessas tecnologias, todas elas certificadas em edições anteriores do Prêmio.

O Prêmio

Realizado a cada dois anos pela Fundação Banco do Brasil, o Prêmio tem como objetivo identificar tecnologias sociais inovadoras, que promovam o envolvimento da comunidade, transformação social efetiva e possibilidade de serem reaplicadas, implementadas em âmbito local, regional ou nacional e que sejam efetivas na solução de questões relativas à alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde. O Prêmio é realizado em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, a Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobrás, a KPMG Auditores Independentes, além da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Fonte: Fundação Banco do Brasil

http://www.fbb.org.br/reporter-social/abertas-as-inscricoes-para-o-premio-fundacao-banco-do-brasil-de-tecnologia-social-2013.htm



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