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Fr3d vázquez

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

AUTOFAGIA MIDIÁTICA ¿é isso ou o quê?

27 de Maio de 2017, 0:12, por Fr3d vázquez - 0sem comentários ainda

 

Este vídeo é fruto de 5 anos de entrevistas (iniciadas no FSM 2003) e de participação nos debates, encontros e plenárias pela democratização da comunicação.

Todo produzido em Software Livre na Fábrica de Música da Casa de Cultura Tainã, ele é resultado do questionamento se para os movimentos sociais e populares a Comunicação é estratégia ou alegoria.

Tem por objetivo provocar nas organizações o debate de como olhamos e fazemos comunicação no processo de construção de nossos projetos e de nossas lutas, e como este tema tão sensível e caros às organizações se insere no debate da construção de um projeto popular para o Brasil.

Para tanto foram realizadas mais de 40 horas de entrevistas com: Alípio Freire, equipe do ABCD Jornal, grupo de Teatro Treta, Renato Tapajós, Olga Futema, Sérgio Amadeu, Ricardo Gebrim, Pablo Ortellado, João Brant, Bia Barbosa, Jussara Zottis, Antonio Carlos TC, entre muitos outros.

Uma Produção:

LingugemDigital.Net e Casa de Cultura Tainã

Para receber um cópia entre em contato: autofagiamidiatica@linguagemdigital.net

 



Software livre não nasce em árvores - Do colonialismo ao extrativismo digital

9 de Maio de 2017, 14:58, por Fr3d vázquez - 0sem comentários ainda

Artigo escrito coletivamente por Jomar Silva e colegas que reflete sobre a realidade da apropriação tecnológica no Brasil, com ênfase no papel do Software Livre, suas comunidades e usuários.

Colaboração: Jomar Silva

Data de Publicação em www.dicas-l.com.br - 06 de junho de 2011

 

Sei que muita gente que conheço e admiro vai ficar irritada com este artigo, mas acredito que já atingimos um nível de maturidade suficiente na comunidade de software livre brasileira para que possamos encarar de frente nossos próprios fantasmas. Sei também que o artigo é longo, mas acho que vale a pena a leitura. Cedo ou tarde vamos precisar fazer a reflexão aqui proposta.

Optei por escrever este artigo junto com um grupo de amigos experientes dentro da comunidade para evitar que ele seja classificado como sendo a opinião de uma única pessoa. Todos os amigos convidados já estão há bastante tempo na comunidade de software livre e todos eles já sentiram na pele os efeitos dos problemas aqui relatados. Optei por não listar seus nomes neste artigo, para que eles mesmo possam fazê-lo nos comentários.

Depois de tantos anos militando e trabalhando com software livre, fico impressionado em ver como as pessoas comumente usam o termo "a comunidade" como se ela fosse uma empresa ou coisa parecida. Muitas vezes vejo as pessoas falando da comunidade como se não fossem parte dela, como se não tivessem nenhuma obrigação em relação à manutenção dos projetos desenvolvidos de forma comunitária. Muita gente entende que ser usuário de redes sociais organizadas em torno de projetos de software livre seja o mesmo que ser membro de fato da comunidade do projeto em questão, além de acreditar piamente que todos naquela comunidade estão mesmo interessados em trollagens e críticas despropositadas.

Fazendo uma breve revisão do que aconteceu nos últimos anos na área de tecnologia no Brasil, vemos que nossa indústria de informática foi praticamente destruída no início dos anos 90, e passamos quase duas décadas sendo meros consumidores de tecnologia da informação, do hardware ao software. É a isso que chamo de colonialismo digital, pois tal como na época do Brasil colônia, acabamos consumindo tudo aquilo que os colonizadores nos empurravam. Vale lembrar aqui, que durante o início do século XIX, o Brasil chegou a "importar" um navio de patins para patinação no gelo da Inglaterra, uma vez que estes produtos estavam entupindo os estoques ingleses e precisavam ser desovados em algum lugar. Os historiadores contam que nesta época, as lâminas dos patins acabaram sendo utilizadas como facas e facões e assim fomos levando a vida: dando o jeitinho brasileiro para cumprir com nosso papel de colônia.

Durante quase vinte anos, fizemos a mesma coisa com produtos de tecnologia da informação e me lembro de ter presenciado algumas aberrações nesta época. De computadores que não suportavam o calor tropical brasileiro a softwares que invertiam completamente nossa lógica organizacional, vivemos décadas "dando um jeitinho" para as coisas funcionarem e não foram raros os casos em que tivemos que nos re-organizar para que pudéssemos utilizar as tecnologias "ofertadas". Quem aí nunca encontrou um banco de dados armazenado dentro de uma planilha com milhares de linhas ou não viu uma reengenharia quase irracional acontecer na marra por conta do ERP da moda que atire a primeira pedra.

Tamanha foi nossa aceitação do papel de colonizados, que no final da década de 90 não era raro encontrar universidades que ao invés de lecionar "Sistemas Operacionais", lecionavam "Windows NT", ou trocavam "Banco de Dados Relacionais" por "Oracle" ou "DB2" e por aí seguia a carruagem. Fui aluno em uma dessas (que aliás é uma universidade de renome e destaque em São Paulo). Me lembro que fui voto vencido quando fui debater este assunto com a coordenação do curso, pois para eles importava ensinar "o que o mercado cobrava". Pior do que ser voto vencido entre os coordenadores e mestres do curso, foi ter sido voto vencido entre meus colegas de turma, pois a imensa maioria deles estava tão acostumada com o fato de ter tudo mastigado nas mãos, que não se importava em não dominar de fato a tecnologia ou entender o que acontecia debaixo do capô. Estavam mais preocupados em "colocar no curriculum" o que aprenderam na faculdade. Amém !

Foi assim que formamos no Brasil centenas de milhares de profissionais de TI que não passavam de usuários avançados de ferramentas de software desenvolvidas fora do Brasil. Hoje, uma parte considerável destes profissionais são gestores de TI em diversas empresas públicas e privadas, e isso explica o principal motivo da resistência que encontramos no nosso dia a dia ao Software Livre dentro das organizações: a zona de conforto é grande e a inércia gerada por ela é muito difícil de ser quebrada.

É evidente que este modelo interessa às grandes empresas multinacionais de software, e confesso que hoje chego a achar graça das explicações dadas a eles sobre "o modelo". Sempre que questionadas publicamente sobre este tema, vemos as empresas se defendendo com o argumento de que geram milhares de empregos diretos e indiretos no Brasil, e que fazem "transferência de tecnologia" à indústria local, principalmente através de seus parceiros e de projetos junto à universidades.

O que vemos na prática é que a imensa maioria dos empregos diretos criados por estas empresas estão focados na área comercial e nas metas de curto prazo, e que os empregos "técnicos" costumam se concentrar em seus parceiros e solution providers, que evidentemente não têm acesso às informações detalhadas, e muito menos ao código fonte, dos produtos que "suportam" no mercado. A segurança e confiança por obscuridade é o que impera nesta seara.

Quando olhamos o trabalho feito por elas junto às universidades, vemos novamente que o foco é sim formar cada vez mais usuários avançados de seus produtos, e conseguir com isso firmar a dependência tecnológica desde na base da cadeia alimentar na indústria de TI. É muito fácil comprovar isso quando vemos "versões educacionais" dos softwares comercializados por estas empresas serem distribuídos com água dentro das universidades. Encerrou o curso e tem um software completo desenvolvido: ótimo" vamos lhe enviar a fatura em 3, 2, 1"

É importante lembrar que este modus operandi não é exclusividade de uma única empresa, mas é de fato a prática de mercado de todas as multinacionais de TI (das mais fechadas e perseguidas por todos até a "mais aberta" e idolatrada pela maioria).

Foi num cenário de total colonização tecnológica como o ilustrado acima que o Software Livre cresceu no Brasil, principalmente durante os últimos 10 anos. Eu atribuo este crescimento à vontade gigantesca de conhecer tecnologia de verdade que alguns profissionais de TI no Brasil tinham, mas conforme o movimento foi crescendo, tenho a impressão de que estes profissionais cada vez mais são raros de se encontrar e o que vemos de fato hoje, é a busca pela substituição pura e simples de um software proprietário por um equivalente livre (e não quero entrar aqui na discussão filosófica por trás disso).

Considero que seja fundamental termos no Brasil uma comunidade tão militante e ativa na publicidade e no suporte às soluções de software livre, mas infelizmente isso não é suficiente, pois deixamos de ser colonizados digitais e somos hoje extrativistas digitais.

Não exagero em dizer que hoje o Brasil tem em números absolutos a maior comunidade de usuários de Software Livre do mundo, e olha que a TI ainda não chegou a tantos lares assim no Brasil, portanto temos ainda muito a crescer. O que me deixa muito chateado é constatar que ao mesmo tempo, temos uma comunidade de desenvolvedores de software livre quase inexistente (eu mesmo conto nos dedos das mãos os desenvolvedores de "código fonte" em projetos de software livre que conheço). A dita "comunidade" é a primeira a se manifestar e apontar defeitos nos muitos projetos que "participam", mas na hora de enviar contribuições realmente significativas quase ninguém aparece.

É por isso que afirmo que vivemos hoje o extrativismo digital: encontramos uma fonte aparentemente inesgotável de recursos e estamos usando e abusando dela, sem nos preocupar com a sua manutenção. Isso pode até nos dar uma sensação de liberdade e controle do próprio nariz bem confortável, mas não nos levará a lugar algum e pior do que isso, quando a fonte se esgotar (e sim, ela pode se esgotar um dia), voltaremos à nossa vidinha de colonizados, e seremos novamente saudosistas de uma "era de ouro", tal como nossos amigos mais velhos hoje se lembram da reserva de mercado.

O que quero com este artigo é forçar uma reflexão dentro da nossa comunidade, pois é evidente que software livre não nasce em árvores, e existem pessoas trabalhando muito escrevendo código fonte por trás dos softwares livres que utilizamos no dia a dia.

Devo reconhecer porém, que somos muito ágeis e experientes em traduzir estes softwares para nosso idioma, mas todos devem concordar comigo que isso é o mínimo do mínimo que podemos fazer. Lembre-se de que teremos alcançado o sucesso pleno quando a tradução for problema dos outros !

Não consigo me contentar com isso e por isso peço a todos que façam uma séria reflexão: Quando foi a última vez que você contribuiu de verdade com um projeto de Software Livre ?

Rodando o mundo palestrando em eventos de software livre, esta é a diferença primordial que vejo entre outros países e o Brasil. Na maioria dos países, a meritocracia funciona de verdade e o reconhecimento vem na base de muito, mas muito código fonte contribuído para os projetos. Como já contei a diversos amigos, em muitos países fora do Brasil, para que você possa "tomar uma cerveja" com os líderes dos projetos de software livre, você provavelmente já trabalhou bastante construindo e depurando código com eles.

Acho que é parte da cultura latina ser expansivo, mas não podemos deixar que nossa ânsia por fazer amigos acabe os deixando desviar tanto assim do nosso objetivo comum: Desenvolver de fato softwares livres que supram as necessidades de nosso mercado, que nos permitam dominar a tecnologia e que paguem nossas contas no final do mês.

Quando analisamos a cadeia de valor na indústria de software livre no Brasil hoje, vemos que diversos nós da cadeia são remunerados, mas que ainda não encontramos uma forma concreta de remunerar de verdade o principal nó: O desenvolvedor.

É muito fácil cair no discurso de que "quem implementa, treina e suporta também desenvolve", mas na prática vemos o oposto disso.

O que me consola é que este problema não é exclusividade nossa, e nos últimos meses tenho visto diversos projetos de software livre desenvolvidos internacionalmente passar por sérias dificuldades por conta do mesmo problema.

Voltando ao Brasil, conheço ao menos um software livre desenvolvido aqui no Brasil e que é utilizado no país todo, além de ser suportado por centenas de empresas, mas que tem como desenvolvedores ativos apenas duas pessoas, sendo que uma delas (e talvez o desenvolvedor chave), não seja de forma alguma remunerado. Não vou dizer o nome do software aqui para não ser deselegante com as pessoas envolvidas em seu ecossistema, mas garanto que pela descrição acima você já deve ter identificado alguns softwares como potenciais candidatos.

Em uma recente discussão que tive com um dos pioneiros do Open Source mundial, ele me dizia que o modelo de subscrição nunca foi de fato compreendido pelo mercado, e concordo com ele que este modelo é o mínimo que podemos ter para garantir a manutenção dos projetos e de seus desenvolvedores. É mesmo uma pena ver que muita gente afirmar sem vergonha alguma que "subscrição é licença disfarçada", e aqui incluo inúmeros colegas do movimento do software livre. Sinto lhes informar que não, não é, mas concordo que é muito fácil pensar assim quando seu contracheque chega no final de todo mês.

Indo mais a fundo no problema, fico extremamente chateado em ver a falta de consciência de inúmeros gestores de empresas públicas e privadas que economizam centenas de milhões de reais por ano em licenças de software, mas que não investem sequer um centavo no desenvolvimento e manutenção de projetos de software livre que utilizam no seu dia a dia.

Um exemplo gritante do que afirmo acima é o Libre Office (antigo OpenOffice ou BrOffice no Brasil), que possui atualmente centenas de milhares de cópias sendo utilizadas no país todo, economizando rios de dinheiro, e que têm no Brasil uma comunidade de "desenvolvedores de verdade" quase irrisória. O que me deixa muito mais chateado com isso, é que estes poucos heróis nacionais quase sempre levam uma vida de privações em prol da coletividade e tudo o que recebem de volta são tapinhas nas costas e nos últimos tempos ainda tem que aceitar calados, críticas injustas vindas de todas as partes. Não vou nem comentar aqui sobre a vida que levam os que decidem trabalhar com o desenvolvimento de padrões, mas posso afirmar que invejamos a vida dos desenvolvedores de software livre no Brasil.

Não quero que este seja um artigo de lamentações, e por isso eu gostaria de deixar algumas sugestões para que possamos de fato aproveitar esta oportunidade que temos nas mãos e mudar de uma vez por toda a história da TI no nosso Brasil. Muitas das sugestões vão parecer óbvias e genéricas, mas acredite, nunca foram de fato implementadas:

Empresas que utilizam softwares livres deveriam ter desenvolvedores trabalhando no desenvolvimento destas soluções ou se não puderem ter estes desenvolvedores, que exijam que as empresas que lhes prestam serviços de suporte e treinamento em software livre tenham desenvolvedores ativos nos projetos, e que comprovem suas contribuições periodicamente. Esta prestação de contas aliás deveria ser pública.

Universidades poderiam deixar de usar exemplos genéricos e trabalhos "inventados pelos professores" nas disciplinas de desenvolvimento de software e ter como meta a cada semestre otimizar um trecho de código fonte existente ou implementar uma melhoria ou nova funcionalidade em um software livre existente. O mesmo vale para outras disciplinas como marketing e design. Uma simples mudança da atitude como esta daria aos envolvidos uma experiência prática no mundo real com projetos concretos, ao mesmo tempo que lhes permitiria alcançar os mesmos objetivos didáticos (já imaginou onde chegaríamos com isso?).

Já temos diversas leis, decretos e instruções normativas no Brasil recomendando ou determinando a utilização de Software Livre e de Padrões Abertos em diversas esferas governamentais, mas infelizmente os órgãos de controle e fiscalização parecem desconhecê-las. Não consigo avaliar quem é o culpado por isso, mas sei que nós como sociedade temos o dever de cobrá-los, e talvez esteja aí a grande missão de todos os membros da comunidade que não podem contribuir de forma técnica com os projetos de software livre.

Muita gente não tem conhecimento técnico para escrever código fonte e contribuir com os projetos, mas lembre-se que um software livre de sucesso não vive só de código fonte e por isso mesmo sempre existe algo não relacionado a código fonte que precisa ser feito. Se envolva de verdade com a comunidade de desenvolvedores dos softwares que você usa e por favor, contribua de forma concreta com seu desenvolvimento. Ajudar de verdade é atender a necessidade do outro e não a sua própria necessidade. A diferença entre o voluntariado e o voluntarismo é gigantesca, mas muito difícil de ser compreendida.

Não acredito em contos de fadas e também não acredito que um dia uma empresa estrangeira vai decidir do dia para a noite que o Brasil é a bola da vez para concentrar aqui o seu desenvolvimento de software. Temos que conquistar isso, temos que fazê-lo do nosso jeito e temos sim potencial para reconstruir de verdade nossa indústria nacional de software e Tecnologia da Informação. O que não podemos fazer é ficar aqui sentados esperando o milagre acontecer, imaginando que estamos no caminho certo. Pequenas correções de rota podem sim nos levar a algum lugar completamente diferente e melhor do que o nosso destino atual.

Caso você ou sua empresa queira contribuir com um projeto de software livre e não saiba como, me coloco à disposição para ajudar e orientar.

Peço que reflitam sobre o seu papel na solução do problema aqui apresentado. Temos um elefante na sala e só não ver quem não quer.

Aguardo ansiosamente os comentários e espero que possamos abrir este debate tão necessário nos dias de hoje.

Publicado originalmente no Blog Trezentos
Reproduzido com permissão do autor em 6 dejunho de 2011: http://www.dicas-l.com.br/arquivo/software_livre_nao_nasce_em_arvores_do_colonialismo_ao_extrativismo_digital.php#.WRHjSTe1u03

[Fred] E neste BLog-Rede, tomei a liberdade de reproduzí-lo por reconhecimento ao autor e, como integrante da coordenação do Blogoosfero.cc, entender a importância deste debate.

 



Assalto aos direitos trabalhistas é lenha na fogueira da Greve Geral

26 de Abril de 2017, 23:13, por Fr3d vázquez

O PL 6787/16, que assalta os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, do ilegítimo governo Temer e sob o comando do soldado tucano, deputado relator Rogério Marinho, acaba de ser aprovado, por 296 votos favoráveis e 177 contrários, numa noite tumultuada por disputas regimentais e atropelada pelo rebanho entreguista de Temer. A matéria segue agora para o Senado Federal.

A Reforma Trabalhista, aprovada na Câmara, retira qualquer segurança jurídica da classe trabalhadora, com a instituição da prevalência do negociado sobre o legislado, que representa a supressão dos direitos fundamentais consagrados na CLT.

O substitutivo aprovado dificulta o acesso dos trabalhadores e trabalhadoras à Justiça do trabalho, além de propor a cobrança de “pedágio” para que os empregados se utilizem de reclamatórias trabalhistas, através do pagamento de custas judiciais.

Com o trabalho intermitente, os trabalhadores e trabalhadoras deixam de ter uma jornada de trabalho preestabelecida e passam a ficar à disposição das empresas, para trabalhar e receber por algumas horas, ou dias e receber salários correspondentes apenas ao período em que for convocado pela empresa.

O que acaba de ser aprovado, representa a retirada de direitos e a precarização das relações de trabalho. O fim da Contribuição Sindical, visa desidratar a representação dos trabalhadores e trabalhadoras, inviabilizando as lutas das entidades sindicais, em defesa dos seus representados.

Trata-se de um gigantesco ataque ao povo brasileiro, mas também será uma injeção de ânimo e muito mais lenha na fogueira da greve geral da próxima sexta-feira (28 de abril), quando milhões de brasileiros e brasileiras cruzarão os braços.

É dever de todo o povo brasileiro conhecer e denunciar o nome de todos os parlamentares que roubaram os direitos trabalhistas, votando a favor do PL 6787 e contra a classe trabalhadora. O povo brasileiro dará resposta nas ruas. Greve Geral!

De Brasília, Sônia Corrêa - Portal CTB
Ilustração: Latuff para o Sul 21

FONTE: http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/32352-assalto-aos-direitos-trabalhistas-e-lenha-na-fogueira-da-greve-geral



Veja quem meteu a mão nos teus, nos nossos, Direitos Trabalhistas

26 de Abril de 2017, 23:00, por Fr3d vázquez

Veja a nominata d@s parlamentares que em nome do Golpe, usando o eufemismo de modernindade, meteu a mão nos Direitos Trabalhistas das trabalhadoras e dos trabalhadores.

 

55a. LEGISLATURA
TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA
SESSÃO EXTRAORDINÁRIA Nº 094 - 26/04/2017

Abertura da sessão: 26/04/2017 17:24
Encerramento da sessão: 26/04/2017 22:31

Proposição: PL Nº 6787/2016 - SUBEMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL - Nominal Eletrônica

Início da votação: 26/04/2017 21:56
Encerramento da votação: 26/04/2017 22:29

Presidiram a Votação:
Rodrigo Maia
Beto Mansur

Resultado da votação

Sim: 296
Não: 177
Total da Votação: 473
Art. 17: 1
Total Quorum: 474

 

 
 

Presidente da Casa em exercício: 
Rodrigo Maia - DEM /RJ

Presidiram a Sessão: 
Rodrigo Maia - 17:24
Beto Mansur - 20:04
Rodrigo Maia - 20:16
Beto Mansur - 21:58
Rodrigo Maia - 21:59

Orientação
PpPtnPTdoB: Sim
PMDB: Sim
PT: Não
PSDB: Sim
PR: Sim
PSD: Sim
PSB: Não
DEM: Sim
PtbProsPsl: Sim
PRB: Sim
PDT: Não
Solidaried: Não
PCdoB: Não
PSC: Sim
PPS: Sim
PHS: Liberado
PSOL: Não
PV: Sim
Repr.REDE: Não
Repr.PEN: Sim
Repr.PMB: Não
Minoria: Não
Maioria: Sim
GOV.: Sim

Parlamentar UF Voto
DEM
Abel Mesquita Jr. RR Sim
Alberto Fraga DF Sim
Alexandre Leite SP Sim
Carlos Melles MG Sim
Claudio Cajado BA Sim
Efraim Filho PB Sim
Eli Corrêa Filho SP Sim
Elmar Nascimento BA Sim
Felipe Maia RN Sim
Francisco Floriano RJ Sim
Hélio Leite PA Sim
Jorge Tadeu Mudalen SP Sim
José Carlos Aleluia BA Sim
Juscelino Filho MA Sim
Mandetta MS Sim
Marcelo Aguiar SP Sim
Marcos Rogério RO Sim
Marcos Soares RJ Sim
Mendonça Filho PE Sim
Misael Varella MG Sim
Missionário José Olimpio SP Sim
Norma Ayub ES Sim
Onyx Lorenzoni RS Sim
Osmar Bertoldi PR Sim
Pauderney Avelino AM Sim
Paulo Azi BA Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende TO Sim
Rodrigo Maia RJ Art. 17
Sóstenes Cavalcante RJ Sim
Vaidon Oliveira CE Sim
Total DEM: 30   
PCdoB
Alice Portugal BA Não
Chico Lopes CE Não
Davidson Magalhães BA Não
Jandira Feghali RJ Não
Jô Moraes MG Não
Luciana Santos PE Não
Orlando Silva SP Não
Professora Marcivania AP Não
Rubens Pereira Júnior MA Não
Total PCdoB: 9   
PDT
Afonso Motta RS Não
André Figueiredo CE Não
Assis do Couto PR Não
Carlos Eduardo Cadoca PE Sim
Dagoberto Nogueira MS Não
Deoclides Macedo MA Não
Félix Mendonça Júnior BA Não
Flávia Morais GO Não
Hissa Abrahão AM Não
Leônidas Cristino CE Não
Pompeo de Mattos RS Não
Ronaldo Lessa AL Não
Sergio Vidigal ES Não
Subtenente Gonzaga MG Não
Weverton Rocha MA Não
Wolney Queiroz PE Não
Total PDT: 16   
PEN
Erivelton Santana BA Sim
Junior Marreca MA Sim
Walney Rocha RJ Não
Total PEN: 3   
PHS
Carlos Andrade RR Não
Dr. Jorge Silva ES Não
Givaldo Carimbão AL Não
Marcelo Aro MG Sim
Marcelo Matos RJ Sim
Pastor Eurico PE Não
Total PHS: 6   
PMB
Weliton Prado MG Não
Total PMB: 1   
PMDB
Alberto Filho MA Sim
Alceu Moreira RS Sim
Alexandre Serfiotis RJ Sim
Altineu Côrtes RJ Sim
André Amaral PB Sim
Aníbal Gomes CE Sim
Baleia Rossi SP Sim
Cabuçu Borges AP Sim
Carlos Bezerra MT Sim
Carlos Marun MS Sim
Celso Jacob RJ Sim
Celso Maldaner SC Sim
Celso Pansera RJ Não
Cícero Almeida AL Não
Daniel Vilela GO Sim
Darcísio Perondi RS Sim
Elcione Barbalho PA Sim
Fábio Ramalho MG Sim
Flaviano Melo AC Sim
Hildo Rocha MA Sim
Hugo Motta PB Sim
Jarbas Vasconcelos PE Sim
Jéssica Sales AC Sim
João Arruda PR Sim
João Marcelo Souza MA Sim
Jones Martins RS Sim
José Fogaça RS Não
José Priante PA Sim
Josi Nunes TO Sim
Kaio Maniçoba PE Sim
Laura Carneiro RJ Sim
Lelo Coimbra ES Sim
Leonardo Quintão MG Sim
Lucio Mosquini RO Sim
Lucio Vieira Lima BA Sim
Marcelo Castro PI Sim
Marinha Raupp RO Sim
Mauro Lopes MG Sim
Mauro Mariani SC Sim
Mauro Pereira RS Sim
Moses Rodrigues CE Sim
Newton Cardoso Jr MG Sim
Pedro Chaves GO Sim
Pedro Paulo RJ Sim
Rocha Loures PR Sim
Rodrigo Pacheco MG Sim
Rogério Peninha Mendonça SC Sim
Ronaldo Benedet SC Sim
Saraiva Felipe MG Sim
Sergio Souza PR Sim
Sergio Zveiter RJ Sim
Simone Morgado PA Não
Soraya Santos RJ Sim
Valdir Colatto SC Sim
Valtenir Pereira MT Sim
Veneziano Vital do Rêgo PB Não
Vitor Valim CE Não
Wilson Beserra RJ Sim
Zé Augusto Nalin RJ Não
Total PMDB: 59   
PP
Adail Carneiro CE Sim
Afonso Hamm RS Não
Aguinaldo Ribeiro PB Sim
André Abdon AP Sim
André Fufuca MA Sim
Arthur Lira AL Sim
Beto Rosado RN Sim
Beto Salame PA Não
Cacá Leão BA Sim
Conceição Sampaio AM Não
Covatti Filho RS Sim
Dilceu Sperafico PR Sim
Dimas Fabiano MG Não
Eduardo da Fonte PE Não
Esperidião Amin SC Não
Ezequiel Fonseca MT Sim
Fausto Pinato SP Sim
Fernando Monteiro PE Sim
Franklin Lima MG Sim
Hiran Gonçalves RR Sim
Iracema Portella PI Sim
Jerônimo Goergen RS Sim
Jorge Boeira SC Não
Julio Lopes RJ Sim
Lázaro Botelho TO Sim
Luis Carlos Heinze RS Sim
Luiz Fernando Faria MG Sim
Maia Filho PI Sim
Marcus Vicente ES Sim
Mário Negromonte Jr. BA Sim
Nelson Meurer PR Sim
Paulo Maluf SP Sim
Renato Andrade MG Não
Renato Molling RS Sim
Renzo Braz MG Sim
Ricardo Izar SP Sim
Roberto Balestra GO Sim
Roberto Britto BA Sim
Ronaldo Carletto BA Sim
Rôney Nemer DF Não
Simão Sessim RJ Sim
Toninho Pinheiro MG Sim
Waldir Maranhão MA Sim
Total PP: 43   
PPS
Alex Manente SP Sim
Arnaldo Jordy PA Não
Arthur Oliveira Maia BA Sim
Carmen Zanotto SC Não
Eliziane Gama MA Não
Luzia Ferreira MG Sim
Marcos Abrão GO Sim
Pollyana Gama SP Sim
Rubens Bueno PR Sim
Total PPS: 9   
PR
Adelson Barreto SE Não
Aelton Freitas MG Sim
Alfredo Nascimento AM Sim
Bilac Pinto MG Sim
Brunny MG Sim
Cabo Sabino CE Não
Cajar Nardes RS Sim
Capitão Augusto SP Sim
Christiane de Souza Yared PR Não
Delegado Edson Moreira MG Sim
Delegado Waldir GO Não
Edio Lopes RR Sim
Giacobo PR Sim
Gorete Pereira CE Sim
João Carlos Bacelar BA Sim
Jorginho Mello SC Sim
José Carlos Araújo BA Sim
José Rocha BA Sim
Laerte Bessa DF Sim
Lúcio Vale PA Sim
Luiz Cláudio RO Sim
Luiz Nishimori PR Sim
Magda Mofatto GO Sim
Marcelo Álvaro Antônio MG Não
Marcelo Delaroli RJ Sim
Marcio Alvino SP Sim
Miguel Lombardi SP Sim
Milton Monti SP Sim
Paulo Feijó RJ Sim
Remídio Monai RR Sim
Silas Freire PI Sim
Tiririca SP Não
Vicentinho Júnior TO Sim
Vinicius Gurgel AP Sim
Zenaide Maia RN Não
Total PR: 35   
PRB
Alan Rick AC Sim
Antonio Bulhões SP Sim
Beto Mansur SP Sim
Carlos Gomes RS Sim
Celso Russomanno SP Sim
César Halum TO Sim
Cleber Verde MA Sim
Dejorge Patrício RJ Não
Jony Marcos SE Não
Lincoln Portela MG Não
Lindomar Garçon RO Sim
Marcelo Squassoni SP Sim
Márcio Marinho BA Sim
Pastor Luciano Braga BA Sim
Roberto Alves SP Sim
Ronaldo Martins CE Não
Rosangela Gomes RJ Sim
Silas Câmara AM Sim
Vinicius Carvalho SP Sim
Total PRB: 19   
PROS
Eros Biondini MG Não
Felipe Bornier RJ Não
Odorico Monteiro CE Não
Ronaldo Fonseca DF Não
Toninho Wandscheer PR Sim
Total PROS: 5   
PRP
Nivaldo Albuquerque AL Sim
Total PRP: 1   
PSB
Átila Lira PI Sim
Bebeto BA Não
Danilo Cabral PE Não
Danilo Forte CE Sim
Fabio Garcia MT Sim
Fernando Coelho Filho PE Sim
Flavinho SP Não
Gonzaga Patriota PE Não
Heitor Schuch RS Não
Heráclito Fortes PI Sim
Janete Capiberibe AP Não
JHC AL Não
João Fernando Coutinho PE Sim
José Reinaldo MA Sim
Jose Stédile RS Não
Júlio Delgado MG Não
Keiko Ota SP Não
Leopoldo Meyer PR Não
Luana Costa MA Não
Luciano Ducci PR Não
Luiz Lauro Filho SP Sim
Maria Helena RR Sim
Marinaldo Rosendo PE Sim
Paulo Foletto ES Sim
Rafael Motta RN Não
Rodrigo Martins PI Sim
Tadeu Alencar PE Não
Tenente Lúcio MG Sim
Tereza Cristina MS Sim
Valadares Filho SE Não
Total PSB: 30   
PSC
Andre Moura SE Sim
Arolde de Oliveira RJ Sim
Eduardo Bolsonaro SP Sim
Gilberto Nascimento SP Sim
Irmão Lazaro BA Não
Jair Bolsonaro RJ Sim
Júlia Marinho PA Não
Pr. Marco Feliciano SP Sim
Professor Victório Galli MT Sim
Takayama PR Sim
Total PSC: 10   
PSD
André de Paula PE Sim
Antonio Brito BA Não
Átila Lins AM Sim
Danrlei de Deus Hinterholz RS Sim
Delegado Éder Mauro PA Sim
Domingos Neto CE Sim
Edmar Arruda PR Sim
Evandro Roman PR Sim
Expedito Netto RO Não
Fábio Faria RN Sim
Fábio Mitidieri SE Não
Goulart SP Sim
Herculano Passos SP Sim
Heuler Cruvinel GO Sim
Irajá Abreu TO Sim
Jaime Martins MG Sim
Jefferson Campos SP Sim
João Paulo Kleinübing SC Sim
João Rodrigues SC Sim
Joaquim Passarinho PA Sim
José Nunes BA Não
Júlio Cesar PI Sim
Marcos Montes MG Sim
Marcos Reategui AP Sim
Paulo Magalhães BA Sim
Raquel Muniz MG Sim
Reinhold Stephanes PR Sim
Rogério Rosso DF Sim
Rômulo Gouveia PB Sim
Sandro Alex PR Sim
Stefano Aguiar MG Não
Thiago Peixoto GO Sim
Victor Mendes MA Sim
Walter Ihoshi SP Sim
Total PSD: 34   
PSDB
Adérmis Marini SP Sim
Arthur Virgílio Bisneto AM Sim
Betinho Gomes PE Sim
Bruna Furlan SP Sim
Bruno Araújo PE Sim
Caio Narcio MG Sim
Carlos Sampaio SP Sim
Célio Silveira GO Sim
Daniel Coelho PE Sim
Domingos Sávio MG Sim
Eduardo Barbosa MG Sim
Eduardo Cury SP Sim
Elizeu Dionizio MS Sim
Fábio Sousa GO Sim
Geovania de Sá SC Não
Geraldo Resende MS Sim
Giuseppe Vecci GO Sim
Izalci Lucas DF Sim
Izaque Silva SP Sim
João Paulo Papa SP Sim
Jutahy Junior BA Sim
Lobbe Neto SP Sim
Luiz Carlos Hauly PR Sim
Mara Gabrilli SP Sim
Marco Tebaldi SC Sim
Marcus Pestana MG Sim
Mariana Carvalho RO Sim
Miguel Haddad SP Sim
Nelson Padovani PR Sim
Nilson Leitão MT Sim
Nilson Pinto PA Sim
Otavio Leite RJ Sim
Paulo Abi-Ackel MG Sim
Pedro Cunha Lima PB Sim
Pedro Vilela AL Sim
Raimundo Gomes de Matos CE Sim
Ricardo Tripoli SP Sim
Rodrigo de Castro MG Sim
Rogério Marinho RN Sim
Shéridan RR Sim
Silvio Torres SP Sim
Vanderlei Macris SP Sim
Vitor Lippi SP Sim
Yeda Crusius RS Sim
Total PSDB: 44   
PSL
Alfredo Kaefer PR Sim
Dâmina Pereira MG Não
Total PSL: 2   
PSOL
Chico Alencar RJ Não
Edmilson Rodrigues PA Não
Glauber Braga RJ Não
Ivan Valente SP Não
Jean Wyllys RJ Não
Luiza Erundina SP Não
Total PSOL: 6   
PT
Adelmo Carneiro Leão MG Não
Afonso Florence BA Não
Ana Perugini SP Não
Andres Sanchez SP Não
Angelim AC Não
Arlindo Chinaglia SP Não
Assis Carvalho PI Não
Benedita da Silva RJ Não
Beto Faro PA Não
Bohn Gass RS Não
Caetano BA Não
Carlos Zarattini SP Não
Chico D´Angelo RJ Não
Décio Lima SC Não
Enio Verri PR Não
Erika Kokay DF Não
Givaldo Vieira ES Não
Helder Salomão ES Não
Henrique Fontana RS Não
João Daniel SE Não
Jorge Solla BA Não
José Airton Cirilo CE Não
José Guimarães CE Não
José Mentor SP Não
Leo de Brito AC Não
Leonardo Monteiro MG Não
Luiz Couto PB Não
Luiz Sérgio RJ Não
Luizianne Lins CE Não
Marco Maia RS Não
Marcon RS Não
Margarida Salomão MG Não
Maria do Rosário RS Não
Nelson Pellegrino BA Não
Nilto Tatto SP Não
Padre João MG Não
Patrus Ananias MG Não
Paulão AL Não
Paulo Pimenta RS Não
Paulo Teixeira SP Não
Pedro Uczai SC Não
Pepe Vargas RS Não
Reginaldo Lopes MG Não
Robinson Almeida BA Não
Rubens Otoni GO Não
Ságuas Moraes MT Não
Valmir Assunção BA Não
Valmir Prascidelli SP Não
Vander Loubet MS Não
Vicente Candido SP Não
Vicentinho SP Não
Wadih Damous RJ Não
Waldenor Pereira BA Não
Zé Carlos MA Não
Zé Geraldo PA Não
Zeca do Pt MS Não
Total PT: 56   
PTB
Adalberto Cavalcanti PE Sim
Alex Canziani PR Sim
Arnaldo Faria de Sá SP Não
Benito Gama BA Sim
Cristiane Brasil RJ Sim
Deley RJ Não
Jorge Côrte Real PE Sim
Josué Bengtson PA Sim
Jovair Arantes GO Sim
Nelson Marquezelli SP Sim
Nilton Capixaba RO Sim
Paes Landim PI Sim
Pedro Fernandes MA Sim
Ronaldo Nogueira RS Sim
Sabino Castelo Branco AM Não
Sérgio Moraes RS Não
Wilson Filho PB Sim
Total PTB: 17   
PTdoB
Cabo Daciolo RJ Não
Luis Tibé MG Sim
Rosinha da Adefal AL Não
Silvio Costa PE Não
Total PTdoB: 4   
PTN
Ademir Camilo MG Não
Alexandre Baldy GO Sim
Aluisio Mendes MA Sim
Antônio Jácome RN Não
Bacelar BA Não
Carlos Henrique Gaguim TO Sim
Dr. Sinval Malheiros SP Não
Francisco Chapadinha PA Sim
Jozi Araújo AP Sim
Luiz Carlos Ramos RJ Não
Renata Abreu SP Sim
Ricardo Teobaldo PE Sim
Total PTN: 12   
PV
Antonio Carlos Mendes Thame SP Sim
Evair Vieira de Melo ES Sim
Evandro Gussi SP Sim
Leandre PR Sim
Roberto de Lucena SP Não
Uldurico Junior BA Não
Total PV: 6   
REDE
Alessandro Molon RJ Não
Aliel Machado PR Não
João Derly RS Não
Miro Teixeira RJ Não
Total REDE: 4   
Solidaried
Augusto Carvalho DF Não
Augusto Coutinho PE Sim
Aureo RJ Não
Benjamin Maranhão PB Sim
Carlos Manato ES Não
Delegado Francischini PR Não
Laercio Oliveira SE Sim
Laudivio Carvalho MG Não
Lucas Vergilio GO Sim
Major Olimpio SP Não
Paulo Pereira da Silva SP Não
Wladimir Costa PA Sim
Zé Silva MG Não
Total Solidaried: 13   


CENIN - Coordenação do Sistema Eletrônico de Votação

fonte: detalhes da sessão - http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/plenario/votacao/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/votacao/default.asp?datDia=26/4/2017&numSessao=94

tabela de votação - http://www.camara.leg.br/internet/votacao/mostraVotacao.asp?ideVotacao=7492&numLegislatura=55&codCasa=1&numSessaoLegislativa=3&indTipoSessaoLegislativa=O&numSessao=94&indTipoSessao=E&tipo=partido

e Leia mais: http://portalctb.org.br/site/noticias/brasil/32352-assalto-aos-direitos-trabalhistas-e-lenha-na-fogueira-da-greve-geral

 



Assista: COVARDEMENTE Deputados Golpistas IMPLODEM Direitos Trabalhistas

26 de Abril de 2017, 21:35, por Fr3d vázquez

Assista: COVARDEMENTE Deputados Golpistas IMPLODEM Direitos Trabalhistas

Sem assumir sua responsabilidade histórica, por covardia, deputad@s golpistas votam para rasgar a CLT, Destroem os Direitos Trabalhistas, anonimamente.

ASSISTA AO VIVO AGORA!!!!

 

 http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/tv/aoVivo.html

 

 


Enquanto a Cidade silencia a Roça se levanta

15 de Outubro de 2016, 13:53, por Fr3d vázquez - 0sem comentários ainda

Toporedes saraunourubu 29102016
 

"Enquanto a Cidade silencia a Roça se levanta"

Coletivo de artistas e produtores culturais e digitais realizam no último sábado de cada mês encontros para celebrar a Cultura e estabelecer vínculos de Re-Existência em Brasília.
 
Sediado no Galpão Nós no Bambú, no Córrego do Urubu - próxima a antena de TV Digital, o mote do Sarau é uma referência clara à necessidade de toda sociedade ter espaços de elaboração, reflexão e construção de referências culturais.
 
Recentemente recebemos a notícia de que o Bar do Pardim, espaço de encontro de artistas e produtores culturais do DF na 405 norte, foi fechado por motivo, segundo informações, por queixas de vizinhos baseados na famigerada Lei do Silêncio e de um encontro de jovens que realizaram uma feijoada no local dias antes.
 
Esse movimento inviabilizou a realização do encontro Jiló na Guela - encontro de cineclubistas, assim como de muitos outros espaços e encontros.
 
O que não faltam nos últimos tempos são notícias de ataques a Vida cultural de Brasília, não apenas no Plano Piloto, baseados em uma lei que está em revisão pois ela não condiz copm normas internacionais de medição de ruído e sua aferição é feita de forma equivocada na maioria das vezes.
 
O coletivo #SarauNoUrubu acredita na importância da Cultura como elemento construtor da identidade de um povo, e Brasília (o Quadrado todo) é muito nova para ser impedida de construir sua identidade.
 
Por isso acreditamos, e celebramos, na Re-Existência de nossa gente criativa e amorosa para semearmos e colhermos nossa identidade candanga. Brasília é muito jovem para sofrer ataques às suas manifestações culturais e ser silenciada.
 
Brasília não dá mais conta de viver bucolicamente do serviço público, é um organismo vivo que cresce, com uma juventude pulsante e ansiosa de inovação, cultura e realização. É na Cultura Popular, candanga, que vão beber.
 
Neste dia 29 de Out. vamos nos entrelaçar uma vez mais e celebrar a Vida que pulsa em nossos corpos e almas.
 
Você está CONVIDAD@!
 
Veja e CURTA nossa progrmação:
 
Convite saraunourubu pb 29102016
=> Zé do Pife e as Juvelinas
=> Thais Kuri e Juliana Victória - Dança Contemporânea
=> Clara Lenzi - Aéreo/Gota
=> Albert Carneiro - Açougueiro Jack/Corda Indiana
=> Lívia - Bola de contato
=> Adeilton Lima - Poesia
=> Gui Campos - Curta Rosinha
=> Ricardo caldeira _ Pintura ao vivo
=> Marcelo Calil - Exposição Fotográfica
=> PALCO ABERTO
=> FOGUEIRA
=> Kelly Cristina Alves - Danças Populares e Circulares
 
 



Estupraram Roxxin e Agamben!

27 de Setembro de 2016, 22:18, por Fr3d vázquez - 0sem comentários ainda

Desde  o Conversa Afiada, que reproduziu desde o Viomundo, reproduzo, eu também, estupenda análise de Katarina Peixoto em seu Facebook:


 

Ontem dediquei algumas horas a ler decisões de juízes, desembargadores e ministros. Adoeci um pouco mais e espero conseguir fazer algo de positivo com o chorume que li.

Enunciados falsos podem fazer sentido. E nada há de trivial nisso. Um dos Diálogos platônicos de maturidade, O Sofista, é dedicado ao estatuto lógico dos enunciados falsos e sobre o passado (ou, mais precisamente, sobre o que não é). Desde O Sofista, avançamos na literatura secundária mas, como todo problema filosófico nos exige, não há uma solução para o estado do problema e, vale dizer, não deve haver. A filosofia não existe para resolver os problemas do verdadeiro e do falso, do que existe e do que não existe, mas para nos ajudar e entender e a descrever a natureza e o escopo desses problemas, inclusive na vida cotidiana. Inclusive frente ao poder político e ao direito.

Fui dormir com uma pergunta na cabeça: se um juiz ou desembargador brasileiro prescrever uma receita de ovo frito e, com base nela, autorizar a que se enjaule um cidadão antipático à opinião do Jornal Nacional e da Revista Veja, por que razão ele não estaria autorizado a fazê-lo?

Existe interpretação e há teorias da interpretação, as chamadas hermenêuticas. Existem distinções de método. Essas coisas não anulam e nunca anularão a ruptura entre o verdadeiro e o falso e, se o fizerem, nem são interpretação, nem hermenêutica, mas pilantragem, quando não, crime, caso envolvam violação documental e ideológica, tipificadas no código penal, ou o uso mal intencionado e vil de enunciados textuais, a fim de cometer atos sem amparo legal.

Há três casos de falsificação documental que extrapolam em muito a complacência estamental da hermenêutica jurídica e que dão a ver a seriedade dessa questão, acima.

Por ocasião da Ação 470, o caso do mensalão, um ministro do STF arregimentou e violou o sentido de uma doutrina, para produzir sua acusação. A chamada doutrina do "domínio do fato", inventada e utilizada como mera arregimentação, é, em termos estritos, uma falsificação do que Roxxin produziu. Na sua versão brasileira, o que ocorreu foi mais grave, em termos lógicos e penais, do que uma dublagem: a arregimentação serviu para se inventar uma teoria penal da responsabilidade objetiva que não visa a, como manda a filosofia penal moderna e o direito penal brasileiro e a teoria do domínio do fato, segundo Roxxin, buscar a pessoa ou as pessoas de direito que cometeram o crime (com base na identificação particular, subjetiva, no encadeamento de responsabilidade diante de crimes de magnitude e escopo coletivo), mas a atribuir à peculiar noção de objetividade ali exposta, uma totalidade adhoc tal que configure um crime coletivo, por associação qua associação. É como o crime cometido por um cnpj, uma aberração semântica, jurídica, penal, processual penal, judicial e real.

Que uma mídia familiar oligárquica, sonegadora e vinculada a regimes de exceção e deles advogada permanente faça isso, não surpreende. Que isso entre para a jurisprudência brasileira é uma violação de sentido naquilo que define o que se passou a chamar de condições de sentido de um enunciado: as condições para que ele seja dito verdadeiro ou falso.

Ainda assim, essa arregimentação, na medida exata em que não passa disso, pode fazer algum sentido, como falsidade. O acusador sofista, aposentado após a prestação de seu serviço, ao menos se retirou de cena. Com pouca repercussão e nenhum acolhimento conceitual entre os bacharéis superassalariados, o próprio Roxxin disse sua teoria havia sido falsificada, quando em visita ao Brasil, num seminário, após ter se tornado célebre (infelizmente, não por ter sido predado).

Outra falsificação grotesca, também de escopo nocivo e corrosivo da vida institucional do país, foi cometida pelo juiz moro. Ele conseguiu transmutar a descrição, feita por Vannuci, o cientista político italiano, no célebre "O Fracasso da Operação Mãos Limpas", segundo a qual a operação teria produzido uma "deslegitimação da política", em prescrição. Num artigo cometido em revista especializada, cita o Vannuci para defender, vejam só o desvio além da hermenêutica: operações de combate à corrupção deveriam promover a deslegitimação da política.

Dizer que algo produziu a deslegitimação da política não é, por critério algum, dizer que algo deve produzir a deslegitimação da política. Pior: identificar ambos os enunciados ao citá-los como idênticos é falsificar o enunciado original.
A terceira falsificação escandalosa que autoriza a gravidade da questão acima, a respeito do ovo frito, foi cometida há muito pouco tempo, por desembargador federal, prontamente apoiada por uma maioria de falsificadores ou complacentes com a falsificação.

A propósito da análise de representação contra as violações, como tais reconhecidas pelo próprio TRF4, do juiz sergio moro, da Lei Orgânica da Magistratura, que veda o expediente delinquente de grampear advogados e violar a relação entre esses e seus clientes, os senhores desembargadores não somente arregimentaram um filósofo, como o fizeram por segunda mão, via Apud, de texto, inacreditavelmente, cometido por um ex-ministro do STF. O ex-ministro comete a inversão completa e falsificadora do sentido de "exceção jurídica" analisado pelo filósofo italiano Giorgio Agamben. Eros Grau preda o que diz Agamben e os senhores do TRF4, sem timidez nem respeito ao texto do Agamben, aliás com boa tradução para a língua portuguesa, e para a vergonha e a explicitação de um grau periculoso de indigência intelectual e jurídica que assola e ameaça as instituições do país, julgam válida a falsificação do sentido de "exceção jurídica" e usam uma falsificação para assegurar outra.

Trata-se de uma falsificação de segunda ordem, para escândalo de qualquer pessoa letrada. Essa falsificação é grave e nos leva a muitas questões, igualmente graves: se e quantos outros casos há, de falsificações gritantes de teorias, arregimentadas por juízes que não respondem pelo que fazem, não prestam contas a ninguém e, por isso, mandam para a cadeia e inviabilizam a vida de quem for?

Enganam-se os que pensam que isso vai parar ou que isso é só contra o PT e seus dirigentes. Essa ingenuidade não tem o menor cabimento, quando juízes não se envergonham de falsificar teorias, prender sem provas e dizendo que a falta de provas é motivo para prender.

Pode ser analfabetismo funcional, pode ser ignorância, pode ser miséria intelectual carregada do câncer atávico, residual, da cultura bacharelesca, de colônia escravagista. Há muitas hipóteses que exigem o acompanhamento judicioso do que juízes dizem que usam como fundamento de suas decisões e o que procuradores e promotores usam para fundamentar suas denúncias. Fico pensando se alguém que denega a existência pregressa dos dinossauros ou o legado epistêmico do darwinismo pode saber em que consiste uma relação de causalidade, de inferência e de probabilidade. Custo a crer, mas eu sou só uma doutora em filosofia, que se graduou em direito numa das melhores escolas do país, caracterizada, exatamente, por nos prevenir das metástases antilegalistas. Quanto a isso, sou grata.

Descrever algo é uma das coisas mais difíceis e também requer compromissos semânticos explícitos. Quando eu digo: "a teoria do domínio do fato é o modo de fritar ovos", estou dizendo que essa teoria, não uma outra, é o modo, não nenhum outro, de fritar ovos.

Se esse não é o modo de fritar ovos, incorro em falsidade, isto é, enuncio algo falso, mesmo que possa fazer tanto sentido como um ou o modo x de fritar ovos.

Mas uma criança em idade escolar, antes da reforma do ensino médio imposta pelo subletrado da força de usurpação do MEC, pode distinguir sem problema algum entre "o modo de fritar ovos" e "o modo como se deve fritar ovos". Uma criança saberá que essas frases e seus enunciados não são idênticos e que, portanto, identificá-las é errado.

De que natureza é esse erro? Um das coisas mais graves, além do fato melancólico e estarrecedor de que juízes podem mandar enjaular pessoas com base em falsificações feitas por eles mesmos, ou que podem autorizar um outro juiz a fazê-lo, com base em outras falsificações, feitas e cometidas em publicações sem filtro intelectual minimamente alfabetizado, é que esses servidores públicos recebem salários elevados sem que, para tanto, seja requerido mais do que a graduação em direito e, podemos inferir muito tranquilamente, concursos públicos com baixa exigência intelectual e cultural.

Eles não dão aulas em dois ou três expedientes, após doutorado e mestrado, recebendo bolsas simbólicas que mal compram livros e pagam passagens de ônibus. Eles não são obrigados a ler e escrever em mais de um idioma. Não são julgados por pares e pelos que dependem de seu trabalho, para se formarem. Eles não respondem a ninguém e vivem num estado orçamentário e burocrático cujo nível de accountability é irredutivelmente separado do que se passa na vida fiscal, orçamentária e institucional, do país.

Proposições falsas podem fazer sentido, mas não ciência. Proposições falsas e verdadeiras não podem e não devem ser transportadas, sem filtros como os das prerrogativas fundacionais do estado de direito e dos direitos fundamentais, para o âmbito judicial. Proposições falsas não podem é mandar ninguém preso e nem fundamentar o enjaulamento de pessoas.

E aí o problema lógico ganha um contorno mais grave: ele serve ao delito, ao crime, ao arbítrio.

Agora respondam: por que um juiz brasileiro não pode enviar alguém para a cadeia ou autorizar a delinquência de um par, com base na receita de ovo frito?

Espero em breve ter isso mais organizado (estudo o Roxxin, no momento, e espero publicar este texto, se ele ficar mais bem trabalhado). Uma das vantagens de ter perdido tantas coisas e de viver o direito como algo nada trivial, é poder, sem medo de punição além das que já recebi e receberei, chamar atenção para isto: o golpe em curso, no Brasil, não é parlamentar. E quem pensa em termos democráticos e defende a democracia precisa voltar os olhos e a inteligência para esses setores de opacidade, predação e violação de direitos, que contaminam e inviabilizam a economia, a vida institucional e as relações de representação, no país.



Golpistas não elegem prefeitos! e nem se elegem

11 de Maio de 2016, 0:46, por Fr3d vázquez - 0sem comentários ainda

Carta @s Senador@s,

Ontem (10/5) acordei com notícias de que manifestantes bloquearam rodovias em 16 estados e no Distrito Federal e também em vias importantes das duas maiores cidades do país – Rio de Janeiro e São Paulo.

Isso demonstra claramente que a população está insatisfeita com o Golpe travestido de "impeachMENTE", travestido de jurídico com ares de legalidade. E está insatisfeita porque não acredita mais nas histórias da carochinha que a Globo conta e é repetida pelos papagaios de auditório nos demais veículos empresariais.

Não perceberam que o PIG (Partido da Imprensa Golpistas) não pauta mais @s brasileir@s como pautava antes? Para que povo vocês legislam?

Mesmo parte da população, cuja cultura é o buzinasso (por que só andam de carro) e o panelaço para não ter que ouvir o contraditório - igual criança mimada e birrenta, após a aprovação criminosa de impeachMENTE no domingo 17 de abril não saiu eufórica e nem ficou uma semana comemorando, pois caiu a ficha do baixo nível do clero e dos que virão a assumir o governo. A começar por Eduardo Cunha, deputado recém afastado da Câmara pelo STF, seguindo pelo vice conspirador Michel Temer e continuando pelos seus proto-ministros, também golpistas e entreguistas da Soberania brasileira.

Está claro para a população que este grupo (de golpístas) irá promover o maior desmonte das políticas públicas de inclusão e transformação social jamais vividas no Brasil. Políticas que permitiram a el@s, que nunca tiveram nada, entrar nas Universidades, conquistar seus Direitos sociais, ter comida na mesa, casa ṕrópria para morar dignamente e a possiblildade de não apenas sonhar, mas participar ativamente da construção de um futuro promissor para seus filhos e filhas, para o Brasil que também lhes pertence.

Se @s brasileir@s sempre fomos conhecidos como um povo cordial e passivo, essa história tende a mudar. Continuaremos cordiais, mas passivos não mais. A juventude estudada e organizada está aí para gritar em nossas caras os desmandos com a Democracia que vocês devem cuidar.

Além das manifestações de rua, que parece não preocupar aos golpistas, teremos eleições.

As eleições para prefeito estão aí.

Em Outubro tod@s @s brasileir@s, menos aqui no Distrito Federal, irão às urnas eleger @s prefeit@s e vereador@s que irão cuidar (no modelo democrático que vivemos) de suas cidades e das políticas que garantirão os Direitos fundamentais pelos próximos 4 anos. Se tem um tipo de pessoa que brasileir@ não gosta é de traíra, de traidor, de Golpista.

E todo e toda candidat@ a prefeit@ e vereador@ que esteja alinhado, identificado ou envolvido com @s Golpistas não receberá voto de confiança, não será eleito, pois com a internet a população saberá quem lhe roubou o voto que elegeu a presidenta Dilma. Sabemos que quem vota pelo impechMENTE e faz juras eternas de amor, irá trair na primeira esquina, e ainda roubará o voto. Usurpará nossa cidadania.

Se não tiveram vergonha na cara de roubar mais de 54 milhões de votos para homeagear suas filhas, esposas e interesses pessoais em cadeia nacional de Rádio e TV, o que dirá dos votos municipais?

Por isso senhor@s Senador@s, ao proferirem seus votos no plenário do Congresso neste dia 11 de maio lembrem-se de que lado estão e que TRAIDORES DA DEMOCRACIA (Golpistas) NÃO ELEGEM, E NEM SE ELEGEM.

E se contarem com a repressão para se manterem no poder, vejam as fotos das ocupações de ontem: a população já está nas ruas e cansada de ser usada, pois como diz o PHA, o pau vai comer (metaforicamente).

E a História não os esquecerá.

Fred Vázquez



Jairo Mendonça e o Pentagrama da Vida

15 de Abril de 2016, 10:05, por Fr3d vázquez - 0sem comentários ainda

Jairo Mendonça, poeta e músico tocantinese, conta com aopio de simpatizantes da arte e da cultura para levar adiante seu novo projeto: Pentagrama da Vida.

Projeto autoral é resultado de anos de trabalho e participação em festivais pelo Brasil afora.

Como resultado desa história de canto e poesia, Jairo morador do Gama, convida-nos a contribuir com a realização deste projeto.

Faça parte do Pentagrama da Vida.

Contribua com o financiamento coletivo e escolha qual recompensa você quer ter. Ou faça contato com Jairo pela página no Facebook e saiba com contribuir.

 

Acesse o link abaixo e veja as recompensas disponíveis

http://www.kickante.com.br/campanhas/pentagrama-da-vida

 

 



Enquanto Cunha comanda O Golpe, Rollemberg golpeia a Cultura

13 de Abril de 2016, 19:04, por Fr3d vázquez

No meio desta batalha em defesa da Democracia, me deparo hoje, navegando nas redes sociais, com mais uma pataquada do Governo do Distrito Federal.

Desde que iniciou sua gestão, eleito com pouquinho mais de 55% dos votos, o governador Rollemberg tem conduzido de forma errante as políticas para a cultura e para a ocupação dos espaços públicos.

Iniciando sua gestão cultural com o "saqueio" do FAC, que por lei deve ser obrigatoriamente aplicado para o financiamento da Cultura, e até hoje não totalmente pago aos artistas e produtores culturais contemplados, passando pelo fechamento de espaços comerciais e culturais, ancorando suas covardia em assumir os desafios  a antiquada Lei do Silêncio, chega-me agora a nota do Irlan Rezende, articulador e promotor do Samba do Banquinho, que vai parar de promover o encontro. Mais cômodo que a sociedade pague pela omissão do governador do que o mesmo assumir algum protagonismo e responsabilidade como chefe do executivo local.

Sambadobanquinhocancelado

 

O Samba do Banquinho é (ou era) um encontro de amigos, que acontece há 3 anos, e que surgiu espôntaneamente e foi se tornando em uma roda de celebração do Samba, da amizade, de cidadania e convívio saudável e criativo, no Parque da Cidade - estacionamento 10.

Sempre que participei, bastava chegar com meu Cajon, sentar na roda e aprender a tocar samba. Sem taxas, sem publicidade, sem custo ou cobrança ou venda nenhuma, foi, e será, sempre uma referência de festividade comunitária. e isso valia para tod@s alí.

Pois bem, o GDF decidiu que as pessoas não podem se reunir e celebrar a vida, só se pagarem N taxas, assumirem caráter comercial e atenderem a sanha do ECAD. Aqui pergunto: será que o GDF e seus pré-postos tem alguma parceria com o ECAD? Pois a mesma coisa aconteceu com os blocos alternativos de carnaval, que não vivem disso e nem comercializam. Será que se eu cantar na rua, ou no ônibus terei que pagar o ECAD?

E pensar que o mininu rollemberg convidou duas figuras, que teóricamente, são da vanguarda da cultura e do turismo no DF: Jaime Recena e Guilherme Reis, para fazer uma gestão moderna da cidade.

Pois bem, é com grande pesar, e pensando em como ajudar a reverter essa estúpida decisão do governo de Brasília, e seus prepostos, que posto aqui a mensagem do cidadão Irlan:

https://www.facebook.com/irlancarioca/posts/990451247704113

É COM PROFUNDA TRISTEZA QUE COMUNICO QUE O SAMBA DO BANQUINHO ESTÁ SUSPENSO PROVISORIAMENTE.
NÃO ACONTECERÁ ATÉ REGULARIZARMOS TODAS AS EXIGÊNCIAS FEITAS PELO GDF E QUE MUITAS EXIGEM RESPONSABILIDADES A TERCEIROS E QUE RECAEM SOBRE A MINHA PESSOA COMO RESPONSÁVEL PELO EVENTO, FORA AS TAXAS QUE TERÃO QUE SER PAGAS TODOS OS MESES COM ECAD E OCUPAÇÃO DA ÁREA PÚBLICA.
COM AS REGRAS IMPLANTADAS E QUE JÁ EXISTIAM, MAS NÃO ERAM COBRADAS, TEM ALGUMAS DE GRANDE RESPONSABILIDADE COMO A PRESENÇA DE MENORES NO EVENTO, A VENDA DE BEBIDAS ALCOÓLICAS A MENORES, QUE NEM VENDEMOS, MAS SOMOS OS RESPONSÁVEIS, A DEPREDAÇÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO, NÃO OBSTRUIR AS ÁREAS DE ACESSO, TAIS COMO PASSEIO PÚBLICO, SEGURANÇA, SEM FALAR NA RENOVAÇÃO MENSAL DE TODA A DOCUMENTAÇÃO QUE É UMA VIA CRUCIS.
EM FUNÇÃO DESSA RESPONSABILIDADE TODA QUE RECAI SOBRE MIM, AVALIAREI MELHOR E FUTURAMENTE DECIDIREI SOBRE A REALIZAÇÃO OU NÃO DO EVENTO.
PEÇO DESCULPAS A TODOS. MAS NÃO POSSO ASSUMIR RISCOS SOZINHO, JÁ QUE É O MEU NOME QUE ESTARÁ NA DOCUMENTAÇÃO.
TUDO COMEÇOU DE FORMA DESPRETENSIOSA, SE TORNOU UM GRANDE EVENTO E NO MOMENTO NÃO SEI O FUTURO.
PEÇO A TODOS COMPREENSÃO E TEMPO PARA PENSAR MELHOR.
OBRIGADO E ATÉ BREVE SE DEUS QUISER.
Irlan Rezende