Estação digital Candeias leva inclusão digital a mais de cinco anos a comunidade na Bahia
March 10, 2013 21:00 - no comments yetA sustentabilidade da estação digital Candeias deve-se a suas constantes parcerias e aos cursos e atividades oferecidos no espaço de inclusão digital, inaugurado em 2006, na cidade de Candeias, na Bahia.
A estação digital, que no ano de 2010, ficou fechada durante três meses, pois mudou-se para um espaço maior, para poder atender a crescente demanda da população que procurava o local, oferece cursos Informática Básica e Avançada, Eletrônica Digital, Linguagem de Programação, acesso gratuito a internet (que só no ano de 2010 totalizou mais de 3 mil acessos), palestras, atividades, oficinas, entre outras ações em parceria com instituições da cidade e região.
A estação digital já sediou diversos cursos e oficinas em parceria com a Secretaria de Educação (curso de Informática Básica para funcionários e técnicos), Ministério da Educação ( onde foi ministrado um curso à distância para servidores do MEC no município), Ouvidoria da Anvisa, Prefeitura de Candeias e Movimento Popular de Saúde (estação foi sediou a oficina de Vigilância Sanitária e Controle Social, com a participação de feirantes e representante da câmara de vereadores), entre outro eventos.
Por: Ana Carolina Silva
11/03/2013
Projeto induz os jovens a debater a cidadania através da fotografia
March 7, 2013 21:00 - no comments yet
A Fundação Potiguar FM Cidadania 98.7 e Estação Digital Mossoró, ambas localizadas no Rio Grande do Norte, apresentaram no dia 07 de março, no auditório do SEBRAE, em Mossoró, o álbum de fotos da oficina de fotografia Retratada Cidadania do Projeto a Voz do Futuro, que conta com o patrocínio do Programa Petrobrás Desenvolvimento e Cidadania. O álbum conta com 17 fotos de paisagens naturais e prédios que contam a história de Mossoró que foram feitas por crianças e adolescentes participantes do Projeto, sob a coordenação do fotógrafo Teotônio Roque. A solenidade de apresentação do álbum contou com a participação de representantes da Petrobras, SEBRAE e Comdica,
Membro da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, Teotônio Roque destacou que a oficina não tem o intuído de formar fotógrafos, mas de discutir cidadania.
Para o gerente do SEBRAE em Mossoró, João Vidal, a iniciativa permite que crianças e adolescentes tenham uma visão do mundo a partir da fotografia.
A presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica), Mirna aparecida, ressaltou que o projeto é uma oportunidade de inclusão social. “A Fundação Potiguar está cuidando do presente e preparando o futuro dessas crianças”, destacou.
O Gerente da Petrobras em Mossoró, Adelbaldo de Oliveira, disse que é motivo de orgulho para a empresa participar da parceria com a Fundação Potiguar. “A Petrobras acredita nas crianças e adolescentes e desenvolve diversas atividades em todo o RN, construindo o futuro e gerando oportunidades”, salientou.

Projeto ofereceu oficinas de rádio e fotografia. Agora as inscrições estão abertas para o curso de vídeo
O presidente da Fundação Potiguar, Nelson Gregório, reforçou que a partir da oficina as crianças começam a enxergar a realidade à sua volta. “São crianças que moram numa área de risco e que precisam de iniciativas como esta para se manterem ocupadas e distantes das drogas e da prostituição”, destacou.
A aluna Aparecida Lucena disse que se sente privilegiada por participar da oficina e agradeceu a todos por acreditarem que existe potencial nos jovens das comunidades carentes.
Vagas abertas
O Projeto a Voz do Futuro está com vagas abertas para a oficina de edição de vídeo a ser realizada de 12 a 15 de março. Atualmente, estão sendo realizadas, até o dia 8 de março, as oficinas de fotografia e rádio.
Informações
http://www.fundacaopotiguar.org/
http://www.radio98mossoro.com.br/
https://www.facebook.com/fundacao.potiguar
http://www.facebook.com/pages/R%C3%A1dio-987
Estação Digital Espaço Virtual realiza campanha de documentação de trabalhadoras rurais
March 6, 2013 21:00 - no comments yetAconteceu no dia 05 de março, na Estação Digital Espaço Virtual da comunidade de Córrego, em Apodi, no Rio Grande do Norte, a campanha de documentação das trabalhadoras rurais, realizada pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) em parceria com o Projeto Dom Hélder Câmara (PDHC), Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Apodi, Cooperativa Potiguar de Apicultura de Desenvolvimento Rural Sustentável (COOPAPI), Associação de Mini Produtores de Córrego e Sítios Reunidos (AMPC), Grupo de Jovens São Pedro (GRUJOSP), Projeto MIDEP (Modelo de Inclusão Digital para Empreendimentos Produtivos) da Fundação Banco do Brasil e Estação Digital Espaço Virtual.
A ação denominada de Onda de Mutirão teve objetivo emitir documentos civis gratuitos para as mulheres trabalhadoras rurais, seus familiares e para a comunidade em geral. Durante os mutirões, as pessoas poderão obter Carteira de Trabalho, Cadastro de Pessoa Física (CPF), inscrição no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), segunda via das Certidões de Nascimento e Casamento, todos gratuitamente. As fotos 3X4 também são gratuitas.
O agricultor Francisco Oliveira de Sousa (Chico Macaé) agradeceu a presença da equipe e disse que há tempo precisava renovar seu CPF e ainda não tinha tido tempo suficiente para buscar este serviço.
Estiveram presentes o coordenador do Projeto MIDEP Apodi, Caubí Torres e o educador social Antonio Geracino dando apoio a equipe nos trabalhos do dia.
Fonte: http://estacaoapodi.blogspot.com.br/2013/03/campanha-de-documentacao-mda_6.html
Fundação Potiguar convida para entrega de certificados dos cursos de Fotografia e Vídeo
March 6, 2013 21:00 - no comments yetA Fundação Potiguar convida a comunidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte para a certificação das turmas do curso de Fotografia e Vídeo, ministrados na própria Fundação, por meio do projeto A Voz do Futuro. A entidade também é responsável pela Estação Digital Cidadania.
Associação Rádio Comunitária Campestre FM é destaque na Revista ARede
March 5, 2013 21:00 - no comments yetA Associação Rádio Comunitária Campestre FM, que também é Estação Digital Campestre, localizada na divisa entre Alagoas e Pernambuco, é um dos destaques da edição deste mês da Revista ARede. Confira a reportagem na íntegra e as páginas em PDF:
O canal das emoções
Uma rádio de alto-falantes se transforma em polo cultural e de formação de jovens no interior de Alagoas
Rafael Bravo Bucco
ARede nº 88 – jan/fev de 2013
A VIDA DOS jovens da cidade de Campestre (AL) ganhou mais emoção há 14 anos, quando uma rádio comunitária obteve licença para funcionar na faixa dos 87,9 MHz. Além de levar entretenimento à comunidade, a emissora se tornou um núcleo de capacitação e produção cultural que atrai principalmente a moçada da região. Fundada pelo radialista e historiador Buarque Júnior, começou na década de 1990, com alto-falantes espalhados pelas ruas e praças.
Hoje, a Associação Rádio Comunitária Campestre FM é mais do que uma estação com 25 watts de potência. Quando os locutores anunciam: “Campestre FM, o canal das emoções”, eles estão sintetizando muitas atividades que mexem com a vida das pessoas. Ponto de cultura, telecentro, gráfica rápida, produtora de áudio e vídeo, centro de recuperação de computadores – tudo se concentra na sede da associação. Ali, Júnior passa os dias arquitetando projetos para jovens em situação de risco ou matriculados no ensino público. Ele e sua equipe buscam apoios que permitam ações em benefício da comunidade local.
Entre os parceiros que já aderiram à proposta, estão Fundação Banco do Brasil, Oi Futuro, Petrobras, Ministério do Desenvolvimento Agrário (por meio do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), Ministério da Cultura (Cultura Viva), para citar alguns. Nos programas, os adolescentes não ficam só na teoria. Botam a mão na massa! Ou melhor, nos microfones, nas mesas de som, nos computadores, após passar por oficinas nas quais aprendem os segredos de profissões como pauteiro, repórter, cinegrafista, locutor, sonoplasta, roteirista.
Foram mais de dez capacitações de educomunicação realizadas pela associação até hoje: Replicadores (1 e 2), Replicadores na TV (1, 2 e 3), Estação Digital, Cultura (1 e 2), Cremicro, Ondas da Rádio, Cyberela, Produtora Video/Audio, Guardiões do Vale do Jacuípe. Em todas as atividades, os jovens são preparados para lidar com ferramentas de tecnologia e comunicação para produzir conteúdo e refletir sobre suas realidades e sobre as políticas públicas referentes às questões da vida cotidiana.
Contra enchentes
Um bom exemplo é o mais recente programa da Associação: Guardiões do Vale do Jacuípe. Jovens de Campestre e de outras quatro cidades (Colônica Leopoldina e Jacuípe, em Alagoas, Xexéu e Água Preta, em Pernambuco) vão a comunidades afetadas pelas enchentes do rio Jacuípe registrar as condições de vida da população. Ali, fazem entrevistas em áudio e vídeo, produzem matérias para a rádio e publicam videorreportagens nas redes sociais (Facebook, Youtube, Twitter). Júnior espera que esse material possa ser usado no futuro para a criação de mini documentários.
“A formação envolve 50 jovens que aprendem a fotografar, filmar e produzir as reportagens. Eles captam informações com o Ibama, com a defesa civil e outros órgãos especializados. Uma das propostas é informar sobre riscos de enchentes, muito comuns. Também acompanham as questões ambientais, observando se há queimadas ou mortandade de peixes. Uma prévia do material será apresentado em abril, em um seminário sobre o Vale do Jacuípe, que terá representantes de governo”, conta o idealizador da Campestre FM.
O Guardiões do Vale do Jacuípe teve início em setembro de 2012 e deve ser concluído em novembro deste ano. Faz parte do Projeto Novos Brasis, patrocinado pelo Instituto Oi Futuro. “Já pedimos replicação para mais 15 meses”, observa Júnior, que espera, caso obtenha prorrogação do apoio, lançar um livro digital e impresso. Ele sonha com a possibilidade de multiplicar o conhecimento.
Se for extendido, os jovens da primeira fase podem dar continuidade e repassar o que aprenderam a uma nova turma, formada por estudantes de comunidades situadas em bacias hidrográficas de outros rios da região, como Manguaba, Una e Camaragibe. A resposta ao pedido de continuidade de projeto, informa o Instituto, virá até o final de março.
O funcionamento do Guardiões é simples. Representantes da Associação, no caso o próprio Buarque Júnior, e alguns dos jovens que atuam na rádio comunitária, na produtora de áudio e vídeo e na gráfica rápida, foram a escolas públicas convidar alunos do segundo e terceiro anos do ensino médio a participar do programa. Assim que reuniram o número necessário de interessados, profissionais de rádio e TV, meteorologia, psicologia, engenharia ministraram oficinas na sede da Associação. Os jovens das cidades vizinhas foram a Campestre, onde tiveram três dias de oficinas. Até hoje passam por capacitações, caso outros profissionais topem encontrá-los para novas conversas.
“Fizemos o encontrão e agora segmentamos, indo com grupos de jovens aos lugares. Estamos levando o socorro, a prevenção e a cidadania. Vamos vasculhar toda a comunidade ribeirinha, para que tenhamos um grande resultado em novembro”, diz Júnior. Na bagagem, a moçada leva câmeras, microfones e computadores. Depois das visitas a regiões mais atingidas pelas enchentes, ou a pontos estratégicos, como a nascente do rio Jacuípe, os grupos de cada cidade ganham autonomia para cobrir os eventos relacionados às cheias. Enviam pelo Facebook boletins meteorológicos, alertando para riscos de enchentes quando o tempo piora, e escrevem matérias ao menos uma vez por mês sobre as condições locais.
Joana Gleyze da Silva, 16, aluna do 3º ano do ensino médio em Colônia Leopoldina é uma dos quatro jovens da cidade que participam do Guardiões. “Quando eles não estão por aqui, tudo o que for notícia a gente manda por Facebook ou celular. A gente pensa nas pautas, se junta e vai fazer as matérias. Mandamos fotos e textos. Como aqui é onde fica a nascente do rio, a gente avisa se houve chuva, pois isso impacta as próximas cidades do Vale”, explica. Filmagens, mesmo, Joana só faz quando o pessoal de Campestre vai à sua cidade para encontros. “Faço entrevista, redação e tiro fotos”, conta. O próximo passo, diz, vai ser marcar uma reunião com a prefeita de Colônia e pedir que a cidade ganhe também uma rádio comunitária como a de Campestre. “Informação sempre é bom, se pudermos levar o máximo de informação precisa e verídica, é o mais fácil para alertar a comunidade”, diz a jovem, que vai fazer faculdade de direito em Maceió.
Articulação como segredo
O crescimento da Associação está alicerçado, em grande parte, na capacidade de articulação e de captação de parcerias. A primeira iniciativa de inclusão foi digital. Em 2005, Júnior procurou a Fundação Banco do Brasil (FBB) e conseguiu uma Estação Digital, com 11 computadores rodando Linux (Ubuntu). Em 2010, o telecentro passou por uma revitalização, com atualização de equipamentos promovida pela FBB.
Desde então, novos projetos surgiram ano a ano. Em 2011, Júnior e os jovens entraram para o mundo do audiovisual e criaram uma produtora (ver quadro na página 42). “Eles fazem alguns milagres”, comenta Paulo Nishi, assessor na gerência de educação e tecnologia inclusiva da FBB. “Conseguiram sustentabilidade, articulando outros parceiros. Estão sensíveis a novas ideias, o que é importante, e sempre estão propondo algo novo. Acertam nas parcerias e articulações, na empatia com a comunidade, que participa e se mobiliza, e na gestão da organização, feita com boa comunicação”, resume Nishi.
No Oi Futuro, a Associação de Campestre é um caso de sucesso. O instituto patrocinou três programas de múltiplas fases em cinco anos de parceria, pelo Programa Novos Brasis – que seleciona projetos em todo o país e os apoia por 15 meses – e pelo Fundo da Infância e Adolescência – que repassa verbas para prefeituras aplicarem em programas para a juventude.
Nesse tempo, foram 850 jovens capacitados a produzir conteúdo audiovisual. “Desses, pelo menos 50 foram inseridos no mercado de trabalho. Outro impacto positivo é a formação dos multiplicadores”, comenta Rafael Olivo, diretor de programas e projetos do Oi Futuro. E completa: “Esses projetos têm a chancela do conselho municipal da criança e do adolescente. Um projeto que é pensado para a realidade de Campestre, em linha com o plano decenal para as crianças e adolescentes daquela região”.
www.campestrefmnet.com.br
www.youtube.com/campestrefmnet
http://on.fb.me/V8GtxW
Profissionalismo
Além da rádio comunitária e do telecentro, na Associação também funciona a produtora Cparte, tocada pelos jovens sob orientação de Júnior. Com os equipamentos da produtora (que tem computadores com softwares licenciados, de edição de imagens e vídeos, e ilha de edição) eles botam em prática o Replicadores na TV, projeto que ensina 25 jovens de 12 a 17 anos a produzir conteúdos em vídeo, principalmente reportagens.
“Ano passado, eles fizeram a cobertura da 9ª Conferencia Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, que aconteceu em Brasília (DF). Foi um sucesso no empoderamento infantojuvenil”, lembra Júnior. Os enviados especiais de Campestre fizeram um blog, trabalharam com agências nacionais, e sua atuação foi noticiada até na TV Cultura, de São Paulo. “Alguns jovens fizeram coberturas para outros veículos. Uma menina cobriu para uma agência da Amazônia”, conta Júnior.
A cobertura foi feita em parceria com a Viração Educomunicação, que levou Mariana Buarque, 16, filha de Júnior, ao evento. Como já trabalhava na rádio, quando desembarcou em Brasília, foi direto cobrir o evento usando o rádio como mídia. “Fiz podcast durante toda a conferência”, conta. Em sua experiência em Campestre, sempre teve que se desdobrar para conseguir fazer programas como ensinado nas capacitações. “Ele [Jr.] exige profissionalismo para que a gente se prepare para o mercado de trabalho que vai enfrentar”, conta.
Atualmente, o Replicadores pretende produzir mini-documentários sobre cidadania e ambiente. Os jovens farão tudo: produção, execução, edição, finalização e publicação em mídias sociais e em canais da TV pública. Um vídeo sobre bullying já pode ser conferido no Youtube. Tudo isso é feito com um acesso limitado à internet. A Associação é servida de um link do Gesac desde 2004, com velocidade de apenas 256 kbps. Apesar da baixa velocidade, os jovens conseguem subir os vídeos, no Youtube. Mas haja paciência… “São 30 máquinas dividindo os 256 kbps”, comenta Júnior. Para driblar as dificuldades, a moçada espera para postar vídeos depois das dez da noite. Dá para entender porque é grande, em Campestre, a torcida para chegar logo a banda larga.
Fonte: http://www.arede.inf.br/edicao-n-88-jan-fev-2012/5346-cultura-o-canal-das-emocoes



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