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February 13, 2017 17:35 , by Blogoosfero - | No one following this article yet.

Com ingressos esgotados em menos de uma hora, Liniker faz show extra em Campinas nesta sexta-feira

May 6, 2025 13:56, by Carta Campinas

(foto reprodução) A cantora Liniker apresenta o show da turnê “Caju”, de seu novo disco, em Campinas, no espaço Multi Arena. Com ingressos esgotados em menos de uma hora para o show de sábado (10), foi aberta uma apresentação extra na sexta-feira (9). O álbum “Caju” chegou às plataformas de áudio em agosto do ano […]



Evento na Unicamp debate desafios e oportunidades na revisão da regulamentação da cannabis medicinal

May 6, 2025 11:59, by Carta Campinas

(foto unsplash)

A Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Unicamp, em parceria com o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP), realiza o evento híbrido “Cannabis & Regulamentação Brasil” na próxima quinta-feira (8), reunindo especialistas, acadêmicos e profissionais da saúde para discutir os avanços e desafios na regulamentação de produtos à base de cannabis para uso medicinal no Brasil.

A programação será aberta às 9h, com a participação de Marcelo Polacow Bisson, presidente do CRF-SP; Margarete Akemi Kishi, coordenadora do Comitê de Cannabis Medicinal do CRF-SP; Jörg Kobarg, diretor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unicamp; Priscila Mazzola, livre-docente e pesquisadora da Unicamp e Gustavo Pires, secretário geral do Conselho Federal de Farmácia (CFF). O evento segue até as 17h e, ao final, será elaborado um documento a ser enviado para a Anvisa. Haverá transmissão on-line dos debates, até as 12h30.

Os participantes abordarão temas como a revisão da Resolução da Diretoria Colegiada – RDC 327/2019 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os avanços na pesquisa clínica, os desafios na produção e distribuição dos produtos, e as perspectivas futuras para a regulamentação da cannabis no Brasil.

A RDC 327/2019, em vigor desde 2020, estabelece as diretrizes para a regulamentação de produtos à base de cannabis para uso medicinal no Brasil. Recentemente, a Anvisa iniciou o processo de revisão dessa norma, com o objetivo de atualizar as regulamentações às novas evidências científicas e às necessidades do mercado. Entre as propostas em discussão estão o ajuste no limite de THC, novas formas de administração, requisitos de controle de qualidade e rastreabilidade:

A consulta pública para a revisão da RDC 327/2019 está aberta até 3 de junho de 2025, permitindo que profissionais da saúde, pesquisadores e a sociedade em geral contribuam para o aprimoramento da regulamentação.

Serviço

Data: 8/5
Horário: 9h às 17h
Local: Unicamp, no prédio da Diretoria Geral da Administração (DGA)
Endereço: Praça das Bandeiras, 45, Cidade Universitária, Campinas-SP
Inscrições: gratuita, pelo link https://ecat.crfsp.org.br (farmacêuticos) e pelo e-mail campinas@crfsp.org.br (acadêmicos de farmácia e outros profissionais)
Formato: evento híbrido, com certificado para participação presencial e transmissão ao vivo até as 12h30 no YouTube

Programação completa: Cannabis & Regulamentação Brasil: Desafios e Oportunidades na Revisão da RDC 327



Anelo comemora seus 25 anos com apresentações musicais gratuitas no Campo Grande

May 6, 2025 10:25, by Carta Campinas

(foto levi macedo – divulgação)

O Anelo, organização sem fins lucrativos que oferece aulas de música gratuitamente no distrito do Campo Grande, periferia de Campinas, comemora os seus 25 anos com uma programação gratuita neste mês. As apresentações serão realizadas aos sábados e contam com a participação de alunos e grupos musicais do instituto, como a Orquestra Anelo e o grupo Pretas&Pretos.

Atualmente, o Anelo reúne 1,2 mil alunos. Além desse atendimento direto com o ensino de música, uma das essências da organização é promover apresentações musicais para a comunidade. “E não teria melhor maneira de
comemorar este marco se não convidar a comunidade a prestigiar a música que é feita no Anelo há 25 anos”, diz Luccas Soares, fundador do Anelo e coordenador geral do instituto.

Fundado em 10 de maio de 2000, o Instituto Anelo é um projeto intergeracional que já impactou, ao longo de 25 anos de atividades, mais de 12 mil pessoas em seus projetos. Alguns deles tornaram-se músicos profissionais e professores, inclusive dando aulas na própria instituição.

O Anelo trabalha com os seguintes projetos: Brincando com os Sons (de
musicalização infantil), Instrumentos Diversos, Orquestrais e Canto (ensino de instrumentos de cordas, teclas, sopros e percussão, além de canto coral) e Prática de Banda (música em grupo).

Serviço

Data: todos os sábados de maio
Local: sede do Instituto Anelo
Endereço: Rua Vicente de Marchi, 718, Jardim Florence, Campinas-SP
Ingressos: entrada gratuita

Programação

10/5
9h30 -Prática de Banda Pop Nacional
10h15 – Michel Leme

17/5
9h – Prática de Banda Instrumental
10h – Prática de Banda Mundo
11h – Prática de Banda Pop&Groove

24/5
9h – Prática de Banda Mulheres
9h45 – Grupo das Mulheres
11h – David Sue e Soldado Azul

31/5
9h – Pretas&Pretos
10h15 – Combo Anelo
11h30 -Orquestra Anelo
12h30 – Jam Session
13h30 – Coral Infantil
14h – Coral Juvenil
14h30 – Coral Adulto



Sem extrema direita no poder, Brasil sobe 47 posições em ranking de liberdade de imprensa

May 5, 2025 14:47, by Carta Campinas(imagem reprodução)

O Brasil deu um salto de 47 posições no Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa da Repórteres Sem Fronteiras (RSF), organização não governamental e sem fins lucrativos. A comparação é entre a posição de 2025, quando país ficou na 63º posição, e a de 2022. Segundo os pesquisadores, há um clima menos hostil ao jornalismo depois da “era Bolsonaro”.

O estudo define liberdade de imprensa como “a possibilidade efetiva de jornalistas, como indivíduos e como coletivos, selecionarem, produzirem e divulgarem informações de interesse público, independentemente de ingerências políticas, econômicas, legais e sociais, e sem ameaça à sua segurança física e mental”.

Os números brasileiros, porém, estão entre as poucas melhoras nesse indicador de 2025. Seis em cada dez países caíram no ranking. Pela primeira vez na história do levantamento, as condições para o jornalismo são consideradas “ruins” em metade dos países do mundo e “satisfatórias” em menos de um em cada quatro.

A pontuação média de todos os países avaliados ficou abaixo de 55 pontos, o que qualifica a situação da liberdade de imprensa no mundo como “difícil”. Segundo a RSF, o ranking é um índice que mede as condições para o livre exercício do jornalismo em 180 países do mundo.

O índice tem cinco indicadores: político, social, econômico, marco legal e segurança. Com base na pontuação de cada um, é definida a pontuação geral por país. O indicador econômico foi o que mais pesou em 2025. O que significa falar em concentração da propriedade dos meios de comunicação, pressão de anunciantes ou financiadores, ausência, restrição ou atribuição opaca de auxílios públicos.

Segundo a RSF, os meios de comunicação estão divididos entre a garantia da própria independência e a luta pela sobrevivência econômica.

“Garantir um espaço de meios de comunicação pluralistas, livres e independentes exige condições financeiras estáveis e transparentes. Sem independência econômica, não há imprensa livre. Quando um meio de comunicação está economicamente enfraquecido, ele é arrastado pela corrida por audiência, em detrimento da qualidade, e pode se tornar presa fácil de oligarcas ou de tomadores de decisão pública que o exploram”, diz Anne Bocandé, diretora editorial do RSF.

“A independência financeira é uma condição vital para assegurar uma informação livre, confiável e voltada para o interesse público”.

Outros dados
Alguns países merecem destaque na pesquisa. Caso da Argentina, que ocupa a 87ª posição entre os 180 países. Segundo a pesquisa, há retrocessos pelas tendências autoritárias do governo do presidente Javier Milei, que estigmatizou jornalistas, desmantelou a mídia pública e utilizou a publicidade estatal como instrumento de pressão política. O país perdeu 47 posições em dois anos.

O Peru (130º) também foi um lugar em que pesquisadores identificaram que a liberdade de imprensa entrou em colapso, 53 posições a menos desde 2022. Os motivos apontados são assédio judicial, campanhas de desinformação e crescente pressão sobre a mídia independente.

Os Estados Unidos (57º) são marcados pelo segundo mandato de Donald Trump, que, segundo o levantamento, politizou instituições, reduziu o apoio à mídia independente e marginalizou jornalistas. No país, a confiança na mídia está em queda, os repórteres têm enfrentado hostilidade e muitos jornais locais estão desaparecendo. Trump também encerrou o financiamento federal da Agência dos Estados Unidos para a Mídia Global (USAGM).

As regiões do Oriente Médio e Norte da África são consideradas as mais perigosas para os jornalistas no mundo. Destaque, segundo a RSF, para o massacre do jornalismo em Gaza pelo exército israelense. A situação de todos os países nessas regiões é considerada “difícil” ou “muito grave”, com exceção do Catar (79º).

Big Techs
A RSF pontua o papel das big techs nos problemas atuais. Diz que a economia de mídia é minada pelo domínio do GAFAM (Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft) na distribuição de informações. O que significa falar em plataformas não regulamentadas, que capturam receitas de publicidade que sustentavam o jornalismo.

Os números de 2024 mostram que o gasto total com publicidade nas redes sociais alcançou US$ 247,3 bilhões, aumento de 14% em relação a 2023. A RSF aponta que elas também contribuem para a proliferação de conteúdos manipulados ou enganosos, tornando piores os fenômenos de desinformação.

Outro ponto de preocupação é a concentração de propriedade, que ameaça diretamente o pluralismo de imprensa. Em 46 países, a propriedade dos meios de comunicação está altamente concentrada — ou mesmo totalmente nas mãos do Estado —, segundo a análise dos dados do ranking. (Da Agência Brasil)



Período marcado pelo governo Bolsonaro aumentou o número de jovens analfabetos

May 5, 2025 13:11, by Carta Campinas(foto rovena rosa – ag brasil)

Três em cada dez brasileiros com idade entre 15 e 64 anos ou não sabem ler e escrever ou sabem muito pouco a ponto de não conseguir compreender pequenas frases ou identificar números de telefones ou preços. São os chamados analfabetos funcionais. Esse grupo corresponde a 29% da população, o mesmo percentual de 2018.

Os dados são do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado nesta segunda-feira (5), e acendem um alerta sobre a necessidade e importância de políticas públicas voltadas para reduzir essa desigualdade entre a população.

O Inaf traz ainda outro dado preocupante da pesquisa que compreendeu basicamente o período do governo Bolsonaro (PL). Entre os jovens, o analfabetismo funcional aumentou. Enquanto em 2018, 14% dos jovens de 15 a 29 anos estavam na condição de analfabetos funcionais, em 2024, esse índice subiu para 16%. Segundo os pesquisadores responsáveis pelo estudo, o aumento pode ter ocorrido por causa da pandemia, período em que as escolas fecharam e muitos jovens ficaram sem aulas. É também preciso lembrar a falta de ação e de projetos do governo de extrema direita de Bolsonaro diante da pandemia e no pós-pandemia.

O indicador classifica as pessoas conforme o nível de alfabetismo com base em um teste aplicado a uma amostra representativa da população. Os níveis mais baixos, analfabeto e rudimentar, correspondem juntos ao analfabetismo funcional. O nível elementar é, sozinho, o alfabetismo elementar e, os níveis mais elevados, que são o intermediário e o proficiente correspondem ao alfabetismo consolidado.

Seguindo a classificação, a maior parcela da população, 36%, está no nível elementar, o que significa que compreende textos de extensão média, realizando pequenas interferências e resolve problemas envolvendo operações matemáticas básicas como soma, subtração, divisão e multiplicação.

Outras 35% estão no patamar do alfabetismo consolidado, mas apenas 10% de toda a população brasileira estão no topo, no nível proficiente.

Limitação grave
Segundo o coordenador da área de educação de jovens e adultos da Ação Educativa, uma das organizações responsáveis pelo indicador, Roberto Catelli, não ter domínio da leitura e escrita gera uma série de dificuldades e é “uma limitação muito grave”. Ele defende que são necessárias políticas públicas para garantir maior igualdade entre a população.

“Um resultado melhor só pode ser alcançado com políticas públicas significativas no campo da educação e não só da educação, também na redução das desigualdades e nas condições de vida da população. Porque a gente vê que quando essa população continua nesse lugar, ela permanece numa exclusão que vai se mantendo e se reproduzindo ao longo dos anos”.

A pesquisa mostra ainda que mesmo entre as pessoas que estão trabalhando, a alfabetização é um problema: 27% dos trabalhadores do país são analfabetos funcionais, 34% atingem o nível elementar de alfabetismo e 40% têm níveis consolidados de alfabetismo.

Até mesmo entre aqueles com alto nível de escolaridade, com ensino superior ou mais, 12% são analfabetos funcionais. Outros 61% estão na outra ponta, no nível consolidado de alfabetização.

Desigualdades
Há também diferenças e desigualdades entre diferentes grupos da população. Entre os brancos, 28% são analfabetos funcionais e 41% estão no grupo de alfabetismo consolidado. Já entre a população negra, essas porcentagens são, respectivamente, 30% e 31%. Entre os amarelos e indígenas, 47% são analfabetos funcionais e a menor porcentagem, 19%, tem uma alfabetização consolidada.

Segundo a coordenadora do Observatório Fundação Itaú, Esmeralda Macana, entidade parceira na pesquisa, é preciso garantir educação de qualidade a toda a população para reverter esse quadro que considera preocupante. Ela defende ainda o aumento do ritmo e da abrangência das políticas públicas e ações:

“A gente vai precisar melhorar o ritmo de como estão acontecendo as coisas porque estamos já em um ambiente muito mais acelerado, em meio a tecnologias, à inteligência artificial”, diz. “E aumentar a qualidade. Precisamos garantir que as crianças, os jovens, os adolescentes que estão ainda, inclusive, no ensino fundamental, possam ter o aprendizado adequado para a sua idade e tudo aquilo que é esperado dentro da educação básica”, acrescenta.

Indicador
O Inaf voltou a ser realizado depois de seis anos de interrupção. Esta edição contou com a participação de 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, que realizaram os testes entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025, em todas as regiões do país, para mapear as habilidades de leitura, escrita e matemática dos brasileiros. A margem de erro estimada varia entre dois e três pontos percentuais, a depender da faixa etária analisada, considerando um intervalo de confiança estimado de 95%.

Este ano, pela primeira vez, o Inaf traz dados sobre o alfabetismo no contexto digital para compreender como as transformações tecnológicas interferem no cotidiano.

O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social. A edição de 2024 é correalizada pela Fundação Itaú em parceria com a ⁠Fundação Roberto Marinho, ⁠Instituto Unibanco, Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). (Com informações da Agência Brasil)