O bolsonarista Deputado Gerônimo Goergen deve estar feliz. A pregação do ódio e das mentiras contra o PT esta surtindo efeito. O Brasil vende cada vez menos para o exterior. O desemprego que já campeia solto tende a aumentar. Acabo de ver a matéria da Zero Hora que reproduzo a seguir. Nela o tal Deputado se mostra preocupado e disposto a “encaminhar documento” ao Ministério da Agricultura. Deveria fazer o mea culpa por ajudar a detonar a democracia no Golpe de 2016 e de ajudar a espalhar as mentiras forjadas por Bolsonaro, Moro e sua trupe de vendilhões da pátria. Segue a matéria da Gaucha/ZH:
Parlamentar reúne relatos para um documento que será entregue à ministra da Agricultura
O setor de couros diz estar enfrentando “sérios problemas” com a questão das queimadas na Amazônia. A mensagem foi enviada ao deputado federal gaúcho Jerônimo Goergen (PP-RS) pelo presidente do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil, José Fernando Bello. A entidade relata que várias marcas de atuação global suspenderam a compra de produtos brasileiros, até mesmo insumos. Chegou a citar a Timberland, tradicional marca norte-americana de roupas e calçados de aventura.
Jerônimo Goergen em Live de Jair Bolsonaro dizendo que é preciso “liberar o produtor” para que possa gerar mais emprego. Então tah! (Comentário do Blogueiro)
Jerônimo Goergen enfatiza, no entanto, que o problema, no caso do couro, se estende aos frigoríficos. A venda do produto para a indústria calçadista é uma fonte de renda e a retaliação preocupa. O deputado informou para a coluna Acerto de Contas que está agora compilando relatos para entregar para a ministra da Agricultura. Tereza Cristina estará no Rio Grande do Sul na próxima quinta-feira (28) para participar da Expointer. Além do caso relatado pelos curtumes ao deputado, a coluna Acerto de Contas tem ouvido o temor de empresários de outros setores da economia brasileira. Há o receio de impacto nas negociações comerciais globais da imagem e postura do Brasil em relação à onda de incêndios que atinge a Amazônia há mais de uma semana. Não é uma atitude esperada só dos Estados Unidos.