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Luiz Muller Blog

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Presidentes do Senado e do STF “autorizaram” Bolsonaro a intervir na Venezuela diz Jornal

23 de Fevereiro de 2019, 10:29 , por Luíz Müller Blog - | No one following this article yet.
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Os civís no controle das instituições apoiam colocam o Brasil a beira da Guerra com a Venezuela. O STF mancomunado interresses internacionais possibilitou o golpe contra Dilma. A consequencia foi a entrega de boa parte do Petróleo Brasileiro, incluindo o Pré Sal, as multinacionais petroleiras americanas a preço de banana. E pior, ainda lhes deram isenções fiscais de R$ 1 trilhão em dez anos para explorar o Pré Sal que já era nosso e da Petrobras. Entregue o Petróleo brasileiro, Trump quer também o Petróleo Venezuelano, mas o povo e as Forças Armadas Venzuelanas, diferente das daqui, não estão dispostos a entregar a nação e suas riquezas ao capital financeiro e ao império americano. Pra tomar as riquezas da Venezuela, só com invasão. E aí inventaram a tal “intervenção ou “ajuda humanitária”, que é na verdade abrir um corredor pra que os americanos possam entrar militarmente lá e destruir a nação. A matéria da Coluna Painel dá conta que há divergências no palácio, mas ao mesmo tempo da conta de que os generais contiuam servindo de capachos aos interesses do corrupto e laranjeiro capitão Bolsonaro. Já Toffoli esta bem afinado com os intereses imperiais e do capital financeiro desde o Golpe. É impossível imaginar quanto este sujeito esta levando para entregar a nação deste jeito, e pior, virtar a casaca do jeito que virou, já que um dia foi inclusive petista, pelo que dizem. É um traidor dos que o acolheram no inicio de sua carreira e um traidor da nação, como dá pra ver por sua posição de jogar o Brasil em uma Guerra onde só o Brasil tem a perder. Já Alcolumbre é Presidente do Senado. Espero que esta informação pública de que ele resolveu apoiar a intentona intervencionista, sirva para que os Senadores Democratas o chamem as falas. Um Presidente de um poder legislativo, representativo e proporcional, não pode tomar uma decisão grave destas assim “no mais”. Segue a Coluna Painel da Folha na íntegra:

Guarda compartilhada Jair Bolsonaro dividiu com chefes dos outros dois Poderes a deliberação sobre o envio de ajuda humanitária à Venezuela. Ele chamou reunião dizendo que queria apresentar o quadro no país vizinho aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, da Câmara, Rodrigo Maia, e do STF, Dias Toffoli, ao lado de um grupo seleto de ministros. Durante a conversa, pediu que cada um se posicionasse. Não houve consenso. Maia e militares do Planalto foram contra. Os demais endossaram a iniciativa.

Prólogo A reunião antecedeu o anúncio da decisão do governo de enviar mantimentos e remédios aos venezuelanos em meio à ofensiva da oposição –com apoio dos americanos– para derrubar o ditador Nicolás Maduro.

Avisado está Os generais Santos Cruz (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (GSI) teriam ponderado que o Brasil poderia emitir sinais equivocados ao se envolver na crise na Venezuela num momento em que a disputa política lá chega perto do auge.

Avisado está 2 Eles ainda alertaram que o país poderia estar sendo usado como isca para fomentar conflito e dar margem a uma intervenção militar dos EUA.

Palavra de honra Bolsonaro, então, teria garantido aos presentes que não autorizaria o ingresso de tropas americanas na Venezuela por meio do território brasileiro. Opinaram pela ajuda humanitária os ministros da Defesa e das Relações Exteriores, além de Toffoli e Alcolumbre (DEM-AP).

Pago para ver Ala do governo ligada ao chanceler Ernesto Araújo acredita que Maduro não deve investir com força contra venezuelanos ou brasileiros. “São só provocações. A Venezuela não tem condição de levar isso adiante”, avalia um integrante desse grupo.

Pago para ver 2 Ex-ministros da Defesa também dizem que a Venezuela não tem interesse em provocar conflito intenso na fronteira. Ao menos duas pessoas morreram em embate nesta sexta (22).

Fim da fila De volta a Brasília após o recolhimento que sucedeu sua derrota na disputa pela presidência do Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) tem dito que, como a hierarquia por números está em alta, ele é o senador o 081.

Colar os cacos Integrantes de partidos de oposição, como PT e PC do B, trabalham para reunificar a atuação da esquerda no Congresso, em especial na Câmara.

Colar os cacos 2 Um grupo de petistas espera que, no dia 28, o bloco formado por PDT, Solidariedade, Podemos, PC do B, Pros, Avante e DC seja desfeito e, a partir daí, a união de PDT, PC do B, PSB e PSOL torne-se novamente possível.

Água e óleo A articulação, no entanto, é vista com descrença por uma ala da sigla de Lula, que prevê divergência na estratégia a ser adotada diante da reforma da Previdência. O PDT tem pregado o que chama de oposição propositiva.

Santo de casa… O projeto do governo para as novas regras de aposentadorianão tem apoio unânime nem no PSL. A bancada conta com um grupo de servidores –como delegados e policiais– que já estuda emendas para diminuir a idade mínima e o tempo de transição para carreiras da segurança pública.

… não faz milagre Deputados do partido de Bolsonaro também admitem estarem sentindo, desde já, a pressão por parte de algumas categorias, como professores, por alterações na reforma –os recados chegam especialmente por meio das redes sociais.

Vida real Até aliados da deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP)admitem que, hoje, são praticamente nulas as chances de ela vencer a disputa pela presidência da Assembleia de SP. O favorito, avaliam, é mesmo Cauê Macris (PSDB-SP).

De olho A GM sinalizou ao governo de São Paulo que teria interesse em comprar a planta de caminhões da Ford que está sendo fechada em São Bernardo do Campo.

TIROTEIO

O ministro assinou atestado de culpa e de hipócrita ao pedir foro. Cada dia que ele fica governo reduz as chances da reforma

Do deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), sobre Marcelo Álvaro Antônio, a quem o parlamentar se refere como o ‘ministro das laranjas’


Fonte: https://luizmuller.com/2019/02/23/presidentes-do-senado-e-do-stf-autorizaram-bolsonaro-a-intervir-na-venezuela-diz-jornal/

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