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Rio Grande do Sul: Educação em Vertigem

15 de Janeiro de 2020, 10:29 , por Luíz Müller Blog - | No one following this article yet.
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Pelos Alunos e em Defesa da Educação Pública, Assembléia do CPERS decide volta as Aulas, suspendendo a Greve do Movimento que recebe maior apoio da comunidade na história. E escrevo ali “suspensão da Greve”, por que o Movimento deve seguir diante da ameaça que não é sobre salários de professores, mas sobre a continuidade das Escolas Públicas no RS.

Foram mais de 400 Câmaras de Vereadores que aprovaram e encaminharam Moções de Apoio ao Movimento dos Professores.

Da FAMURS-Federação dos Municípios do RS, veio uma Moção de Apoio aprovado pela unanimidade de seus dirigentes Prefeitos.

Milhares de Pequenos e Médios Comércios do Interior afixaram cartazes de Apoio a Luta dos Professores em Defesa da Educação Pública em vitrines e balcões.

Mas Eduardo Leite, não contente em continuar parcelando o Salário dos Professores, como já o fizera o seu antecessor, decidiu não mais pagar os salários, que são aliás, os mais baixos entre todos os Professores Públicos Estaduais de todo o Brasil.

Por que o Tucano Governador quer mais do que “poupar” dinheiro público para poder bancar incentivos fiscais e sonegações dos patrocinadores de sua campanha:

Eduardo Leite diz que professores são só “gasto” e defende privatização da Educação Primária e Básica (Clica no link e lê sobre o tal Woucher da Educação que ele e seus amigos neo liberais e o Ministro Weintraub pretendem implantar e por conseguinte, exterminar as escolas públicas e portanto seus professores, para os quais ele diz que não fará mais concursos, já que “são gasto de 100 anos para o Estado”). Tá no artigo. Clica e lê.

Eduardo Leite não quer humilhar só os professores, mas a toda a sociedade gaúcha, ao fazer seus cupinchas Deputados votarem pelo futuro extermínio da Educação Pública, por que este é o verdadeiro conteúdo do Pacote da Educação de Eduardo Leite.

Não é pelo Salário. Por que ao que tudo indica, ele até topa mexer nos valores em função da Greve dos Professores, o que caracterizaria uma vitória parcial. Mas não!

É pelo Fim da Educação Pública que Eduardo Leite advoga e o Pacote da Educação que ele quer fazer aprovar é um passo decisivo neste sentido.

A Educação no Estado que já teve o melhor ensino do país esta em “Vertigem”.

Vertigem é quando uma pessoa sente que ela ou os objetos à sua volta se encontram em movimento quando na realidade não estão.[1] A sensação assemelha-se a um movimento de rotação ou desequilíbrio.[1][2] As vertigens podem estar associadas a náuseasvómitos, suores e dificuldades em caminhar que geralmente se agravam quando se movimenta a cabeça. A vertigem é a forma mais comum de tonturas.[2] (Da Wikipédia)

SE NO DIA 27 DE JANEIRO OS DEPUTADOS APROVAREM O PACOTE DA EDUCAÇÃO DE EDUARDO LEITE, A VERTIGEM VIRARÁ DOENÇA TERMINAL PARA A EDUCAÇÃO PÚBLICA NO RIO GRANDE DO SUL.

Talvez os candidatos a vereador, asseclas de deputados governistas, não sintam ainda o efeito nas eleições de 2020. Mas com certeza os Deputados, que se dispuserem a ser Asseclas de Eduardo Leite no dia 27, pagarão pelos efeitos colaterais da doença nas eleições de 2022. Neste caso, a continuidade do Movimento, esclarecendo a população, e as urnas eletrônicas poderão ser remédios a remediar os tristes efeitos do conteúdo do Pacote.

Mas por que Remediar, se dá pra prevenir? Uma Grande Mobilização dos Professores e da Sociedade Gaúcha poderá prevenir a doença, eliminando o pacote e seu conteúdo no dia 27 de janeiro na Assembléia.


Fonte: https://luizmuller.com/2020/01/15/rio-grande-do-sul-educacao-em-vertigem/

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