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Ultracentrífugas nucleares: A tecnologia 100% brasileira que Supera a de grandes potências mundiais

7 de Janeiro de 2026, 18:05 , por Luíz Müller Blog - | No one following this article yet.
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Em um mundo dominado por superpotências nucleares, o Brasil emerge como um gigante silencioso. O país integra um clube exclusivo de nações que controlam o ciclo completo do combustível nuclear, mas com um trunfo único: uma tecnologia revolucionária desenvolvida em segredo pela Marinha, as ultracentrífugas por levitação magnética.

Essa inovação, 100% nacional, supera métodos caros e complexos usados por Rússia e França, garantindo eficiência e independência. Poucos sabem, mas essa saga começou décadas atrás, driblando embargos internacionais e provando a genialidade brasileira.

No coração dessa história está o Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, verdadeiro herói da indústria nuclear brasileira.

Nascido em 1939, engenheiro naval, mecânico e nuclear, Othon liderou o Programa Nuclear da Marinha de 1979 a 1994. Sob sua visão estratégica, o Brasil criou o “programa nuclear paralelo”, um esforço sigiloso para dominar o enriquecimento de urânio.

Enquanto o mundo dependia de tecnologias estrangeiras, Othon e sua equipe desenvolveram ultracentrífugas com rolamentos magnéticos, mais eficientes e econômicas.

Essa máquina, que o mundo não queria que construíssemos, permitiu ao Brasil enriquecer urânio em escala industrial, abastecendo usinas como Angra e pavimentando o caminho para o submarino nuclear.

Esta tecnologia permitiria também ao Brasil ter a Bomba Nuclear, o que é claro não esta no horizonte da Nação pacífica e pacifista que é o Brasil.

O caminho não foi fácil. Durante a Guerra Fria, potências como os Estados Unidos impuseram bloqueios tecnológicos, temendo a ascensão de nações emergentes.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e os EUA pressionaram por inspeções em instalações como Resende (fábrica da INB) e Aramar (Centro Tecnológico da Marinha), alegando “transparência”, mas na verdade buscando desvendar nossos segredos industriais. Othon, com firmeza patriótica, resistiu, garantindo a soberania.

Sua liderança evitou dependência externa, protegendo o Brasil de sanções e espionagem.

Como presidente da Eletronuclear (2001-2015), Othon impulsionou Angra 2 e 3, elevando a energia nuclear a 3% da matriz brasileira.

Ele é o pai do Prosub, culminando no SN Álvaro Alberto, lançado em 2023 – um submarino nuclear com propulsão nacional, símbolo de defesa autônoma. Condecorado e respeitado mundialmente, Othon enfrentou perseguições judiciais na Lava Jato, mas sua absolvição recente (2025) reforça sua integridade.

Ele não é apenas um cientista; é um visionário que transformou criatividade em poder soberano.

Essa tecnologia garante independência energética e militar, provando que, na corrida atômica, o Brasil venceu com inovação, não força bruta.

Graças a heróis como Othon, o futuro nuclear do país brilha radiante. O mundo pode invejar, mas não copiar.


Fonte: https://luizmuller.com/2026/01/07/ultracentrifugas-nucleares-a-tecnologia-100-brasileira-que-supera-a-de-grandes-potencias-mundiais/

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