A cidadania não foi com minha cara
Hoje faz exatamente 317 dias que o postinho de saúde do meu bairro agendou consulta com oftalmologista para mim. Pediram um número de telefone para me avisarem quando chegasse o dia em que eu visitaria o médico no seu consultório.
Depois de alguns meses eu ter escrito sobre esse assunto aqui, dirigi-me, na semana passada, ao mesmo local em que solicitei o serviço de atendimento ao público, pois queria saber mais ou menos quanto tempo faltava para chegar a minha vez. Pra minha surpresa, depois de dizer-me que tinha uns dezoito na minha frente – se tivesse sorte de haver alguma desistência, talvez dali 15 dias chegaria a minha vez -, a atendente solicitou-me o número do CPF (segundo ela, agora é preciso isso) e o número do telefone, novamente.
Desde que me mudei pra Zona Sete, há mais de quatro anos, vou àquela unidade de saúde sempre que preciso, e meus dados que estão lá são os mesmos. Ora, porque solicitar outra vez o telefone pra meu contato?
Não tenho nada contra os funcionários que estão lá prestando um ótimo serviço, por sinal. O problema parece recair na gestão do posto. Coisas esquisitas andaram acontecendo. Ano passado, quando pedi para ser atendido por outro clínico geral, foram procurar minha ficha e... nada, nadica de nada. Tiveram que fazer uma nova. E meu histórico de consultas, como fica? Cadê a cidadania que o prefeito diz ser o eixo do crescimento de Maringá? Se ela passou lá em casa, não foi com minha cara, pois estou esperando seu retorno faz tempo.
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Postado por Marcos "Maranhão" emd 20 de março de 2008, ás 14:46h






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