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Cultura

30 de Agosto de 2016, 13:39 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Se puder me manda uma notícia boa

6 de Outubro de 2018, 16:31, por Desconhecido



Carlos Motta

O "Samba de Orly" foi registrada como uma composição de três autores, Toquinho, Chico Buarque e Vinícius de Moraes, mas, na verdade é só dos dois primeiros. 

Vinícius aparece como autor porque havia pedido para mexer em alguma coisa da letra de Chico. Mexeu: trocou os versos "pela duração/dessa temporada" por "pela omissão/um tanto forçada" - que a censura acabou cortando. Chico avisou a Vinícius do veto, disse a ele que não havia mais tempo para mudanças, porque a gravação da música era iminente, e o poetinha  lhe deu sinal verde para que permanecesse a letra original, com uma condição: a parceria teria de ser mantida.

Lançada há 47 anos , "Samba de Orly" se tornou um clássico da música popular brasileira, por expressar, numa melodia alegre, a desesperança de uma geração que vivia afogada nas trevas da ditadura militar.

Qualquer semelhança com o que pode acontecer no Brasil num futuro muito próximo não é mera coincidência: é o resultado de anos e anos de domínio ideológico de uma elite reacionária, burra e criminosa.

Vai meu irmão
Pega esse avião
Você tem razão
De correr assim
Desse frio
Mas beija
O meu Rio de Janeiro
Antes que um aventureiro
Lance mão

Pede perdão
Pela duração (Pela omissão)*
Dessa temporada (Um tanto forçada)*
Mas não diga nada
Que me viu chorando
E pros da pesada
Diz que eu vou levando
Vê como é que anda
Aquela vida à toa
E se puder me manda
Uma notícia boa 

* verso vetado pela censura



Memória inspira exposição da Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí

28 de Setembro de 2018, 13:48, por Desconhecido


Uma das mais atuantes entidades culturais do país, a Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí (AAPJ), vai inaugurar, dia 3 de outubro, às 19 horas, na Biblioteca Pública Municipal Prof. Nelson Foot (Av. Dr. Cavalcanti, 396, Complexo Argos, Vila Arens, Jundiaí/SP), a exposição "Pelos Rios da Babilônia", que comemora os seus 44 anos de existência.

A associação foi oficialmente fundada em 14 de outubro de 1974, e nasceu da iniciativa de um grupo de artistas da cidade que montou, em 1972, uma mostra de artes no Clube 28 de Setembro. A exposição reuniu artistas recusados pelo 1º Encontro Jundiaiense de Artes, promovido pela prefeitura. Depois da mostra, os artistas continuaram se reunindo, na casa do pintor e gravador Antônio Thyrso Pereira de Souza, até que resolveram fundar uma associação que cuidasse de seus interesses. Thyrso foi o primeiro presidente da entidade.

Nos anos seguintes, a associação promoveu vários salões de arte contemporânea, que tiveram a participação de artistas de todo o país, mostras individuais e cursos de desenho de pintura, inicialmente dados por Issis Martins Roda, que também presidiu a entidade. 

A exposição que vai marcar o 44º aniversário da entidade se estende até o dia 27 de outubro. Ela tem curadoria do seu atual presidente, Marco Antônio Scarelli, e contará com obras dos artistas Alex Roch, Crismontez, Gabriel Mendes, Márcia Piva, Marckos Pamplona, Paulo Gomes, Regina Kalman e Vera Palermo.

"Pelos Rios da Babilônia" é um antigo cântico judeu que vem sendo gravado geração após geração em vários idiomas e estilos musicais. O cântico fala sobre a memória, tema que inspirou a criação das obras que estarão expostas. Segundo a curadoria da mostra, nela os artistas procuraram retratar suas próprias memórias, esclarecendo como a arte entrou em suas vidas, tornando-se uma paixão e até mesmo uma profissão.

Mais sobre a Associação dos Artistas Plásticos de Jundiaí pode ser encontrado em sua página no Facebook: https://www.facebook.com/aapjartesvisuais/



Música estranha? Não, música do século XXI

28 de Setembro de 2018, 13:48, por Desconhecido


Apostando no lema “o ABSTRAI ensemble faz música do século XXI para quem vive no século XXI!”, o grupo carioca de música de câmara lança seu primeiro CD, “Experiência”, com direção do saxofonista, professor e pesquisador Pedro Bittencourt. 

Gravado entre julho de 2017 e junho de 2018 n’A Casa Estudio (Rio de Janeiro), o CD traz com exclusividade obras recentes dos compositores brasileiros Roberto Victorio, Rodrigo Lima, Michelle Agnes, Pauxy Gentil-Nunes, além do português João Pedro Oliveira, do grego Phivos Angelos-Kollias e do francês Didier Marc Garin. Dedicadas ao ABSTRAI ensemble, as peças foram gravadas pela primeira vez pelo grupo. O CD é uma produção independente do ABSTRAI ensemble, disponibilizada em CD físico e nas principais plataformas digitais pelo selo A Casa Estúdio. 

O show de lançamento será nesta sexta-feira, 28 de setembro, às 20 horas, na Sala Cecília Meirelles, no Rio (Rua da Lapa, 47 - Lapa).

O grupo é conhecido por se dedicar ao repertório dos séculos XX e XXI, principalmente em colaborações com compositores vivos (brasileiros e estrangeiros). Além de peças musicais instrumentais e vocais, o grupo utiliza regularmente nos seus concertos e diversas atividades as últimas tecnologias digitais (eletroacústica e música mista). O grupo se dedica também a atividades pedagógicas como oficinas, master-classes, encontros de interpretação musical/composição, além de concertos comentados, contribuindo pela formação de público de música de concerto no Brasil.

O ABSTRAI ensemble tem se apresentado nos principais festivais e salas de concerto brasileiras, além de ter feito uma turnê pelo México. Participou do 55º Festival Villa Lobos (RJ) em 2017, da VI Semana Internacional de Música de Câmara em 2017 na Cidade das Artes (RJ), das Bienais de Música Contemporânea Brasileira em 2013 e 2015 (RJ), do Festival Música Estranha na histórica Sala do Conservatório (SP), da série Partituras do Sesc Pompéia (SP), do Festival de Inverno de Ouro Preto (MG), do Festival de Música de Londrina (PN), do Panorama da Música Contemporânea Brasileira (RJ), do Festival Internacional de Música de Câmara (RJ) das temporadas do CCBB (RJ), da Sala Cecília Meirelles (RJ), do Espaço Guiomar Novaes (RJ), da Cidade das Artes (RJ), do Parque Lage (RJ) e do Instituto Cervantes (RJ). Realizou concertos e participou de programas de rádio no México em 2014 com apoio do Ibermúsicas.

Também apresentou o seu repertório e suas propostas musicais em programas nacionais de TV, como o programa “Partituras” e o “Estúdio Móvel”, ambos da TV Brasil (EBC). O ABSTRAI ensemble pode ser visto como um instrumento não só de difusão de cultura, mas também da sua produção, contribuindo pela diversidade musical.

Serviço

28/9/2018 - sexta-feira - ABSTRAI ensemble lança o CD “Experiência”
Horário: 20 horas
Local: Sala Cecília Meirelles
Endereço:  Rua da Lapa, 47 - Lapa, Rio de Janeiro
Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia-entrada)
Faixa etária: Livre
Telefone:  (21) 2332-9223

Faixas do disco

1. Experiência (2011 rev. 2018) 12:49
Phivos-Angelos Kollias (Grécia, 1982)
voz, flauta (ut, baixo), sax (soprano, barítono), piano, percussão, sons eletrônicos e a percepção ativa
2. Vento Noroeste (2012 rev. 2015)  7:25
Michelle Agnes Magalhães (Brasil, 1979)
violino, cello, clarone
3. Sopro de câmara (2009) 7:54
Rodrigo Lima (Brasil, 1976 - )
flauta, sax alto e clarone
4. Da Caccia X (2016) 6:39
Didier Marc Garin (França, 1963)
viola e sax alto    
5. Trio (2012) 13:09
Pauxy Gentil-Nunes (Brasil, 1963)
sax (soprano, tenor), guitarra e percussão
6. Quatro mundos II (2008) 5:55
Roberto Victorio (Brasil, 1959)
voz, flauta em sol, piano
7. Angel Rock (2011) 10:44
João Pedro Oliveira (Portugal, 1959)
sax barítono, marimba e sons eletrônicos

Ficha técnica

ABSTRAI ensemble
Saxes -  Pedro Bittencourt (1, 3, 4, 5, 7)
Voz - Doriana Mendes (1, 6)
Flautas - Pauxy Gentil-Nunes (1, 6) e Andrea Ernest Dias (3)
Clarineta e clarone - Batista Jr. (2, 3)
Regência e guitarra - Fabio Adour (1, 5)
Violino e viola – Mariana Salles (2, 4)
Violoncelo – Marcus Ribeiro (2)
Piano – Marina Spoladore (1, 6)
Percussão – Daniel Serale (1, 5) e Zeca Lacerda (7)


ABSTRAI ensemble

Saxes e direção — Pedro Bittencourt
Voz – Doriana Mendes
Flautas- Pauxy Gentil-Nunes, Andrea Ernest Dias
Clarineta, clarone – Batista Jr.
Guitarra, violão, regência – Fabio Adour
Violino e viola – Mariana Salles
Violoncelo – Marcus Ribeiro
Piano – Marina Spoladore
Percussão – Zeca Lacerda
Eletrônica – Pauxy Gentil



Exposição Virtual Millôr Fernandes

21 de Setembro de 2018, 12:48, por Desconhecido

Desenhista, tradutor, frasista, dramaturgo, apresentador, poeta, fabulista, humorista e carioca do Leme, da gema. Quem escreve um texto Millôr, geralmente começa assim. E não tem outro jeito porque ele não era apenas um, eram vários.

Conheço a obra do Millôr, originalmente Milton Viola Fernandes, desde pequenininho, quando o meu pai chegou em casa com um exemplar da revista Senhor – uma revista para adultos – e a esqueceu em cima da escrivaninha do seu escritório. Isso no início dos anos 1960, eu menino de calças curtas. Bati os olhos naquele desenho e nunca mais sai do pé dele. Do Millôr.

Pode parecer chavão, mas, “como Millôr não há e nunca houve outro igual”. Era cartunista, humorista, tudo aqui que disse lá acima, mas, nunca soube de alguém como ele em português ou em outra língua qualquer. Nunca soube de alguém que traduzia Shakespeare e, ao mesmo tempo, pensava coisas do tipo “Entre o riso e a lágrima quase sempre há apenas o nariz”.

Sempre acompanhei Millôr através das revistas, dos jornais, dos livros, das exposições, das traduções, da obra gráfica, das raras rodas-vivas em que aparecia na televisão. A última vez que o vi, foi na calçada da Visconde de Pirajá, em Ipanema, saindo da livraria Letras & Expressões com uma revista Economist debaixo do braço.

Pouco depois, caiu doente e, algum tempo depois nos deixou. Desde então, fico aqui pensando com os meus botões, a falta que ele nos faz.

Alberto Villas

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Trecho do livro Mil Tons, o meu Millôr, Alberto Villas, editora e-galáxia. Lá no alto da página 14, em verde, Millôr escreveu o seguinte:


“Bata em sua mulher hoje mesmo – amanhã ela pode estar no poder”.

Não acreditei no que estava vendo, no que estava lendo. Sim, li todo o Millôr daquelas duas páginas, a 14 e a 15. O “haicai” era, mais uma vez, cheio de inspiração:

“O espelho da mudança

Envaidece


A vizinhança”.

Parei num “Livre-Pensar é só pensar”, que dizia o seguinte:

“Mistério Metafísico: Por que será que todas as pessoas de bom senso pensam exatamente como nós?”

Deixei a Veja aberta ali em cima da escrivaninha, puxei minha máquina de escrever portátil Hermes Baby creme, com teclado adaptado para o português do Brasil, coloquei um papel de seda verde e comecei a escrever uma carta para a redação.


Fiz um verdadeiro tratado sobre o feminismo. Sabia que estava me
expondo, pensando bem, desnecessariamente. Contei que lavava a roupa, enxaguava e passava. Arrumava a casa, lavava a louça, trocava a fralda da minha filha, esterilizava os brinquedinhos dos meus filhos, dividia todos os trabalhos da casa com a minha companheira.

Comecei a carta falando do voto feminino, falei de Beth Friedman, do segundo sexo de Simone de Beauvoir, dos sutiãs queimados nas praças públicas e, finalmente, cheguei ao ponto.

Millôr, o meu Millôr, não poderia escrever uma coisa dessas, nem por brincadeira. Levei a sério aquela história.

Terminei a carta, coloquei dentro de um envelope e, naquela tarde mesmo, fui até o correio da Rue du Borrego e despachei minha ira, todo o meu veneno, dentro de um envelope vermelho e azul escrito par avion.

Em dezembro, o meu protesto foi publicado na revista Veja, em quatro linhas na página de cartas dos leitores: 

Millôr Fernandes publicou, em Veja número 567, o seguinte: “Bata em sua mulher hoje mesmo – amanhã ela pode estar no poder. Gostaria de saber onde está a graça”. Alberto Villas, Paris, França.

Millôr, em cinco tiradas.
A fotografia é a mentira verdadeira.

O pior não é morrer. É não poder espantar as moscas

Há males que vem pra pior

A invenção do Alka-Seltzer foi uma tempestade em copo d’água

A fotografia é a mentira verdadeira

Se os animais falassem não seria conosco que iam bater papo

Serviço:

Millôr: obra gráfica

Curadoria: Cássio Loredano, Julia Kovensky e Paulo Roberto Pires

Abertura: 18 de setembro, 18h

Visitação: de 19 de setembro a 27 de janeiro

Galeria 1

IMS Paulista

Avenida Paulista, 2424

São Paulo

Tel.: 11 2842-9120

imspaulista@ims.com.br

O post Exposição Virtual Millôr Fernandes apareceu primeiro em Nocaute.



Polícia reprime manifestação de apoio ao Museu Nacional

3 de Setembro de 2018, 13:59, por Desconhecido

Imagens aéreas mostraram policiais lançando bombas de gás e usando cassetetes para afastar algumas dezenas de pessoas que tentavam entrar pelos portões do local, que foi isolado pela polícia

Por Redação, com Reuters – do Rio de Janeiro

Policiais usaram bombas de gás para afastar dezenfas de pessoas que se reuniram no entorno do Museu Nacional nesta segunda-feira para manifestar apoio à instituição após um incêndio devastador da noite de domingo que atingiu o emblemático prédio na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Policiais em frente ao Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro

Imagens aéreas transmitidas ao vivo pela emissora GloboNews mostraram policiais lançando bombas de gás e usando cassetetes para afastar algumas dezenas de pessoas que tentavam entrar pelos portões do local, que foi isolado pela polícia.

Após o incêndio de domingo, a fachada amarela do Museu Nacional, que já serviu como Palácio Imperial, permanecia de pé na manhã desta segunda-feira, mas suas grandes janelas revelavam corredores queimados e vigas de madeira carbonizadas em um interior sem teto.

De vez em quando, bombeiros saíam do prédio com um vaso ou pintura que conseguiram resgatar após o incêndio de domingo, cuja causa ainda não foi determinada por autoridades.

Pesquisadores, estudantes e outros funcionários do museu, onde 20 milhões de itens foram provavelmente destruídos, se reuniam em pequenos grupos do lado de fora do prédio se consolando e limpando lágrimas.

O vice-diretor do museu, Luiz Duarte, disse à emissora GloboNews que a instituição vinha sendo negligenciada por sucessivos governos federais e que o financiamento de R$ 21,6 milhões anunciado em junho incluía, ironicamente, um plano para instalar equipamentos modernos de proteção contra incêndios.

O comandante do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Roberto Robadey, disse a repórteres nesta segunda-feira que os dois hidrantes localizados do lado de fora do prédio estavam secos. Isso forçou bombeiros a utilizarem água de um lago próximo para abastecer os caminhões, mas as chamas consumiram o prédio rápido demais.

– Em um mundo ideal, nós teríamos muitas coisas que não temos aqui: sprinkler dentro da edificação – disse Robaday, acrescentando que o Corpo de Bombeiros irá avaliar sua resposta ao incêndio e tomar medidas se necessário. “Ontem foi um dos dias mais tristes da minha carreira”.

Renato Rodriguez Cabral, professor de geologia e paleontologia do Museu Nacional, disse que o declínio do museu não aconteceu de um dia para o outro.

– Isso não é de hoje. É uma tragédia anunciada desde 1892 quando o museu veio para cá – disse Cabral enquanto abraçava alunos e colegas de trabalho. “Sucessivos governos republicanos nunca deram dinheiro, nunca investiram em infraestrutura”.

Cabral disse que o prédio recebeu novas fiações há 15 anos, mas que claramente não havia um plano suficiente para proteger o museu de um incêndio, acrescentando: “Os bombeiros praticamente assistiram ao incêndio”.

– Para a história e ciência brasileiras, isso é uma tragédia completa – disse. “Não tem como recuperar o que perdemos”.

Menos recursos

O museu, ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ao Ministério da Educação, foi fundado em 1818. Seu acervo contava com diversas coleções importantes, incluindo artefatos egípcios e o fóssil humano mais antigo encontrado no Brasil.

De 2013 para cá os recursos destinados ao local caíram significativamente, embora tenham oscilado ano a ano, segundo levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados.

De janeiro a agosto de 2018, foram pagos apenas R$ 98.115 à instituição, sendo R$ 46.235 via UFRJ, para funcionamento do museu, e outros R$ 51.880 pelo Ministério da Cultura, para concessão de bolsas de estudo. No total, a cifra corresponde a 15 %  da verba de 2017.

De acordo com o levantamento da Câmara, o total de recursos recebido pelo museu foi de R$ 979.952 em 2013 e de R$ 941.064 em 2014, com forte recuo em 2015, quando passou a R$ 638.267. Em 2016 houve alguma recuperação, para R$ 841.167, valor que novamente voltou a cair no ano passado, para R$ 643.568 pagos.

A destruição do prédio, onde imperadores já viveram, foi uma perda “incalculável para o Brasil”, disse o presidente de facto, Michel Temer em publicação no Twitter. “Foram perdidos 200 anos de trabalho, pesquisa e conhecimento”.

O Palácio do Planalto não respondeu de imediato a pedidos por comentário sobre as alegações de negligência.



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