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Atual status do financiamento coletivo no Brasil

23 de Fevereiro de 2017, 0:00 , por Luis Silva - | No one following this article yet.
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Crowdfunding

O termo crowdfunding pode ser traduzido como financiamento coletivo. Passou a ser um importante conceito no meio digital em 2005, através do site norte-americano Kickstarter. No Brasil, ganhou espaço em 2011 com o surgimento de plataformas nacionais especializadas. Por aqui, é uma interessante forma atual de se obter financiamento colaborativo para projetos com vários objetivos: cultural, social, negócio, tecnológico, pesquisa, saúde, entre outros.

Como iniciar uma campanha de financiamento coletivo

Para iniciar uma campanha de crowdfunding, é necessário realizar cadastro em uma plataforma e seguir o passo a passo do site. Porém, antes disso, é importante ter vários aspectos definidos: valor a ser arrecadado, título do projeto, textos explicativos (com uma boa história), meios de divulgação (redes sociais e vídeos, por exemplo), entre outros.

Também é bom se informar a respeito dos planos oferecidos e porcentagens a serem pagas sobre o dinheiro recebido ou quando a meta não for atingida. Desse modo, eles podem ser do tipo “flexível” ou “tudo ou nada”. No primeiro, é possível receber todo o dinheiro arrecadado, independente do seu valor. No segundo, isso acontece somente se atingir ou ultrapassar a meta; do contrário, o montante é devolvido aos doadores.

Principais plataformas atuais de financiamento coletivo no Brasil

Catarse ‒ foi a primeira do país e é voltada para projetos de teor criativo. Taxa cobrada: 13%.

Kickante ‒ é a maior plataforma de crowdfunding doBrasil, e recebe campanhas de vários segmentos: esporte, artísticos, ativismo e inovação. Taxa cobrada: entre 5,5% e 17,5%.

Vakinha ‒ nasceu com a ideia de fazer vaquinhas digitais para projetos pessoais e depois se estendeu também para financiamentos coletivos. Taxa cobrada: de 2,99% a 6,4%.

Bicharia‒ volta-se para financiamentos de campanhas que ajudam animais carentes. Taxa cobrada: 10%.

Benfeitoria ‒ tem o intuito de receber projetos culturais diversos. Taxa cobrada: entre 1,3% e 4,9%.

Bookstart ‒ criada para financiar projetos de criação e publicação de livros. Taxa cobrada: de 15% a 35%.

Urbe.me –para investidores, o Urbe.me foi criado para aquisição de imóveis. Nele, os investidores são donos de uma parte de um determinado empreendimento, e recebem remuneração de acordo com a receita de aluguel gerada. Leia matéria sobre o Urbe.me no Bolsa Valor.

Existem ainda muitos outros sites de crowdfunding no Brasil, com nichos bem específicos. O mais importante é utilizar os mais conhecidos e adequados para cada campanha. Por isso, fazer uma boa pesquisa antes de colocar o projeto no ar é fundamental.

Já usou alguma plataforma de financiamento coletivo? Conta para gente nos comentários.


Fonte: Luis Silva

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