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Economia

28 de Fevereiro de 2014, 13:41 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

O fim da recessão e o candidato ideal

21 de Setembro de 2017, 16:09, por segundo clichê
 
Carlos Motta
 

Então, segundo as últimas notícias, está tudo resolvido, o mundo é cor-de-rosa e no Brasil está tudo azul:

 
1) O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse, em Nova York, que o Brasil saiu da “pior recessão da história” e que este é o momento de investir no país. “Agora é o momento que a economia vai começar a crescer, mas os preços ainda não refletem essa retomada”, disse. 
 
2) O Banco Central aumentou a projeção para o crescimento da economia neste ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi ajustada de 0,5%, estimativa de junho, para 0,7%, de acordo com o novo Relatório de Inflação. “A revisão positiva reflete, principalmente, o desempenho do PIB no segundo trimestre, superior à mediana das expectativas do mercado”, diz o relatório.
 
3) A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), ficou em 0,11% em setembro. A taxa é inferior ao resultado de agosto deste ano (0,35%) e de setembro de 2016 (0,23%). Esse também foi o menor resultado do IPCA-15.
 
4) O diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Viana de Carvalho, considera que a população já começa a ver sinais de melhora na economia brasileira. Ao apresentar o Relatório Trimestral de Inflação, ele destacou a melhora no poder de compra. “Algo que as pessoas sentem no bolso quando saem para fazer compras no supermercado; elas sentem que o salário está com poder de compra melhor”, disse. Acrescentou que as notícias sobre o mercado de trabalho também são melhores. “O dia a dia vai mostrar essa melhoria da economia permeando a vida das pessoas”, opinou. Ele também citou que o crédito para pessoas físicas já dá sinais de melhora, com redução do spread (diferença entre taxa de captação de dinheiro e a cobrada dos clientes nos empréstimos).
 
Em vista de tantos fatos alvissareiros, é de se supor que, daqui em diante, a popularidade do insigne Dr. Mesóclise vá subir às alturas, e o seu nome seja o escolhido para resolver o problema de sua sucessão à Presidência da República. 
 
Como se sabe, os apoiadores de seu projeto de governo estão se descabelando a cada pesquisa de intenção de voto divulgada, nas quais se consolida a disputa entre o deputado fascista e o ex-presidente trabalhista, nenhum dos dois ao agrado dos ideólogos deste Brasil Novo.
 
Portanto, nada mais normal que os homens de bem se unam numa cruzada cívica e espalhem, desde já, o bordão que certamente vai entusiasmar todo o país: Fica, Temer!


Em palestra magna do Consenge, senador Requião defende soberania nacional

12 de Setembro de 2017, 15:00, por Redação ParanáBlogs

Durante o evento, Requião afirmou que a Reforma Trabalhista, proposta por Temer, significa a precarização absoluta da força de trabalho.

“Soberania, desenvolvimento e o papel do Estado brasileiro” foi o tema da palestra magna do 11º Congresso Nacional de Sindicatos de Engenheiros (Consenge) ministrada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR). Durante o evento, Requião afirmou que a Reforma Trabalhista, proposta por Temer, significa a precarização absoluta da força de trabalho.

O senador ainda destacou que, ao propor tais medidas, o atual governo imaginou que o Brasil receberia investimento norte-americano, com o objetivo de utilizar mão de obra barata. Segundo ele, os formuladores dessa reforma apostaram, também, na ideia de que a oportunidade de trabalho extraordinariamente mal remunerada poderia barrar a possibilidade de revolta das camadas populares. Contudo, o senador acredita que o Brasil viveu um período de conquistas sociais e que os trabalhadores jamais se conformarão com uma regressão para uma posição de colônia.

Tragédia anuncia

“Essa política moribunda da Europa financia o golpe e derrubou um governo eleito pelo voto popular”, disse o senador. Segundo ele, o governo toma decisões referenciadas no documento chamado “Ponte para o Futuro”, elaborado pelo economista gaúcho que escreve no jornal Estado de São Paulo, Marcos Lisboa, e por alguns economistas de bancos ou financiados pela estrutura bancária brasileira. “Nós temos que enfrentar o capital financeiro no Brasil, que tem Meirelles na fazenda”, pontuou.

Requião consenge 2017(Foto: Joka Madruga)

“É uma tragédia anunciada”, enfatizou. De acordo com ele, essas propostas estão de acordo com as considerações do Consenso de Washington e com a teoria da dependência, formulada por Fernando Henrique Cardoso e Enzo Paleta, economista italiano naturalizado argentino. Essa teoria diz que “nós brasileiros não temos empresários capazes e esgotamos nossa capacidade de criação e construção, que nossa engenharia não vale nada e que os nossos trabalhadores são incapazes. E aponta como solução para a retomada do crescimento a dependência absoluta ao comando de empresários capazes de construir os países de primeiro mundo”, explicou.

Celeiro do mundo

Requião também declarou que se essa política prosseguir, o país irá regredir no tempo e se transformar no “celeiro do mundo”. Isso significa que o Brasil será mero fornecedor de commodities, produtos agropecuários ou minerais com baixo custo, para os países desenvolvidos do mundo. “Este cenário interessa fundamentalmente ao bloco norte americano, bem como à China, que se transformou na “fábrica do mundo”, associada à Rússia. Nós passamos a ser objeto de cobiça dessa guerra que não é mais ideológica. É uma guerra geopolítica de potências tentando viabilizar suas economias internas sem se preocupar com o que acontece com o país provedor das matérias primas”, analisou.

Venda territorial

O senador avaliou que a agricultura brasileira possui grande produtividade. “Nós temos uma produtividade igual ou superior à norte-americana. Mas eles querem expandir isso. Expandir como? Com a venda de propriedades agrícolas, de espaços territoriais brasileiros para estrangeiros de qualquer natureza. Dessa forma, nós não estaríamos alavancando a produtividade”, comentou.

Para Requião, essa política avança sobre as reservas naturais da Amazônia, de forma a liberar áreas de proteção ambiental para produção de cobre por mineradoras, principalmente para as canadenses, que são as que se demonstram mais interessadas.

Esse “aumento de produção”, com abertura de espaço e uma tecnologia que já é nossa, com uma injeção maior de recursos financeiros e mecanização nos levará, necessariamente ao desemprego.

“Quando nos transformamos em “celeiro do mundo”, não estamos viabilizando os empregos necessários para conseguirmos uma relativa paz social para sobrevivência dos trabalhadores, das suas famílias e garantia de seus salários”, disse.

Contramão das soluções

Para Requião, a reforma trabalhista e o fim dos investimentos públicos atua na contramão das soluções apontadas pela história de superação de crises econômicas e sociais, como as tomadas nos Estados Unidos, durante a grande recessão com a crise imobiliária da Flórida na década de 30. “Ela foi superada com políticas extremamente claras, por meio de uma aliança entre o capital produtivo e o trabalho. Ao contrário de toda asneira que faz o atual governo do Brasil, a Ford propõe a diminuição da carga horária, ou seja, menos horas e mais gente trabalhando, garantindo por lei o salário mínimo, para viabilizar o poder aquisitivo”, disse.

“O Brasil tem saída. Se nós nos inspirarmos nesse modelo de recuperação de crise, nós saímos da mesma forma e muito rapidamente”, ratifica. O senador acredita que a atual conjuntura é resultado de um projeto do imperialismo que defende seus interesses próprios, “na desgraçada luta pela dominação dos recursos minerais do petróleo e do minério”.

Retomada do crescimento

A recuperação e a valorização da Petrobras são apontadas por Requião como caminho principal para o crescimento e a retomada de desenvolvimento do país. “No Brasil, a Petrobras é a responsável por 70% dos investimentos realizados no país, e são esses os investimentos e a política de compra de sumos nacionais que alavancavam nossa economia”, defende. “A história do mundo é a guerra do petróleo. O petróleo é o sangue mineral que impulsiona as economias. E nós estamos entregando sem conflito, na bandeja”.

Requião avalia que é imprescindível conter o processo de entrega do patrimônio nacional. Neste sentido, foi criada no Congresso Nacional, uma Frente Nacionalista pela Soberania, que conta com 201 deputados e 18 senadores. Uma das propostas da Frente é a realização de um referendo popular, junto às eleições de 2018, “para que o povo diga SIM ou NÃO para essas medidas de entreguismo de terra, de reforma trabalhista, de entrega da Amazônia, de entrega da Petrobras”.

Ele defende, também, mobilização popular. “Com certeza, conseguiremos alguma coisa a partir de mobilizações populares, sindicatos, movimentos populares, presença nas ruas e protestos”.

Texto: Katarine Flor (Senge-RJ) e Marine Moraes (Senge-PE)
Edição: Camila Marins
Foto: Joka Madruga/Fisenge



Três concorrentes brasileiros incomodavam os EUA: Petróleo, Empreiteiras e Carnes

18 de Março de 2017, 14:52, por Luíz Müller Blog

“Três concorrentes brasileiros incomodavam os EUA: Petróleo, Empreiteiras e industria de Embutidos (salsichas, presuntos, linguiças etc)”, diz o jornalista Florestan Fernandes Júnior; “Agora entendo o sentido da frase de Obama quando disse que o Lula era o cara. Era o cara que comandava o país a ser alvejado. Éramos penetras na festa dos ricos. Uma pergunta me intriga: será que todo esse estrago na economia brasileira foi orquestrado lá fora?”

Por Florestan Fernandes Júnior, no perfil que mantém na rede digital de Mark Zuckemberg

Três concorrentes brasileiros incomodavam os EUA: Petróleo, Empreiteiras e industria de Embutidos (salsichas, presuntos, linguiças etc).

Nos últimos anos várias empresas desses setores se transformaram em multinacionais e operavam fortemente na América Latina, Africa, Asia e até nos Estados Unidos.

Desde 2015 essas empresas brasileiras estão sendo varridas do mercado internacional através de investigações por fraudes e corrupção.

De gigantes voltaram a ser anãs.

Agora entendo o sentido da frase de Obama quando disse que o Lula era o cara. Era o cara que comandava o país a ser alvejado. Éramos penetras na festa dos ricos.

Operávamos com a mesma desenvoltura para ganhar licitações como fazem as grandes do mundo: Siemens,  Alstom, Bombardier, etc.

Todas investigadas recentemente, mas preservadas e trabalhando normalmente, inclusive aqui no nosso país em obras como a do metrô.

Uma pergunta me intriga: será que todo esse estrago na economia brasileira foi orquestrado lá fora?



PIB tem queda de 3,6% em 2016

7 de Março de 2017, 10:00, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Em 2016, o PIB - Produto Interno Bruto - sofreu contração de 3,6% em relação a 2015. Já o PIB per capita teve queda de 4,4% em termos reais. Os brasileiros ficaram mais pobres que o Brasil!

Do site do IBGE

Essa queda resultou do recuo de 3,1% do valor adicionado a preços básicos e da contração de 6,4% nos impostos sobre produtos líquidos de subsídios. O resultado do valor adicionado refletiu o desempenho das três atividades que o compõem: agropecuária (-6,6%), indústria (-3,8%) e serviços (-2,7%).

O PIB per capita teve queda de 4,4% em termos reais, alcançando R$ 30.407. O PIB per capita é definido como a divisão do valor corrente do PIB pela população residente no meio do ano.

Pib 2016

O decréscimo da agropecuária em 2016 (-6,6%) decorreu, principalmente, do desempenho da agricultura. Na indústria, o destaque positivo foi o desempenho da atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana, que cresceu 4,7% em relação a 2015. A indústria de transformação teve queda de 5,2% no ano. A construção sofreu contração de 5,2%, enquanto que a extrativa mineral acumulou recuo de 2,9%, influenciada pela queda da extração de minérios ferrosos.

Dentre as atividades que compõem os serviços, transporte, armazenagem e correio sofreu queda de 7,1%, seguida por comércio (-6,3%), outros serviços (-3,1%), serviços de informação (-3,0%) e intermediação financeira e seguros (-2,8%). As atividades imobiliárias variaram positivamente em 0,2%, enquanto que a administração, saúde e educação públicas (-0,1%) ficou praticamente estável em relação ao ano anterior.

Na análise da despesa, pelo terceiro ano seguido houve contração da FBCF (-10,2%). Este recuo é justificado pela queda da produção interna e da importação de bens de capital, sendo influenciado ainda pelo recuo da construção. A despesa de consumo das famílias caiu 4,2% em relação ao ano anterior (quando havia caído 3,9%), explicado pelo deterioração dos indicadores de juros, crédito, emprego e renda ao longo de todo o ano de 2016. A despesa do consumo do governo, por sua vez, caiu 0,6%, ante uma queda de 1,1% em 2015.

Já no setor externo, as exportações de bens e serviços cresceram 1,9%, enquanto que as importações de bens e serviços caíram 10,3%.

PIB atinge R$ 6,3 trilhões em 2016

O Produto Interno Bruto em 2016 totalizou R$ 6.266,9 bilhões. A taxa de investimento no ano de 2016 foi de 16,4% do PIB, abaixo do observado no ano anterior (18,1%).

A taxa de poupança foi de 13,9% em 2016 (ante 14,4% no ano anterior).



Atual status do financiamento coletivo no Brasil

23 de Fevereiro de 2017, 0:00, por Luis Silva

Crowdfunding

O termo crowdfunding pode ser traduzido como financiamento coletivo. Passou a ser um importante conceito no meio digital em 2005, através do site norte-americano Kickstarter. No Brasil, ganhou espaço em 2011 com o surgimento de plataformas nacionais especializadas. Por aqui, é uma interessante forma atual de se obter financiamento colaborativo para projetos com vários objetivos: cultural, social, negócio, tecnológico, pesquisa, saúde, entre outros.

Como iniciar uma campanha de financiamento coletivo

Para iniciar uma campanha de crowdfunding, é necessário realizar cadastro em uma plataforma e seguir o passo a passo do site. Porém, antes disso, é importante ter vários aspectos definidos: valor a ser arrecadado, título do projeto, textos explicativos (com uma boa história), meios de divulgação (redes sociais e vídeos, por exemplo), entre outros.

Também é bom se informar a respeito dos planos oferecidos e porcentagens a serem pagas sobre o dinheiro recebido ou quando a meta não for atingida. Desse modo, eles podem ser do tipo “flexível” ou “tudo ou nada”. No primeiro, é possível receber todo o dinheiro arrecadado, independente do seu valor. No segundo, isso acontece somente se atingir ou ultrapassar a meta; do contrário, o montante é devolvido aos doadores.

Principais plataformas atuais de financiamento coletivo no Brasil

Catarse ‒ foi a primeira do país e é voltada para projetos de teor criativo. Taxa cobrada: 13%.

Kickante ‒ é a maior plataforma de crowdfunding doBrasil, e recebe campanhas de vários segmentos: esporte, artísticos, ativismo e inovação. Taxa cobrada: entre 5,5% e 17,5%.

Vakinha ‒ nasceu com a ideia de fazer vaquinhas digitais para projetos pessoais e depois se estendeu também para financiamentos coletivos. Taxa cobrada: de 2,99% a 6,4%.

Bicharia‒ volta-se para financiamentos de campanhas que ajudam animais carentes. Taxa cobrada: 10%.

Benfeitoria ‒ tem o intuito de receber projetos culturais diversos. Taxa cobrada: entre 1,3% e 4,9%.

Bookstart ‒ criada para financiar projetos de criação e publicação de livros. Taxa cobrada: de 15% a 35%.

Urbe.me –para investidores, o Urbe.me foi criado para aquisição de imóveis. Nele, os investidores são donos de uma parte de um determinado empreendimento, e recebem remuneração de acordo com a receita de aluguel gerada. Leia matéria sobre o Urbe.me no Bolsa Valor.

Existem ainda muitos outros sites de crowdfunding no Brasil, com nichos bem específicos. O mais importante é utilizar os mais conhecidos e adequados para cada campanha. Por isso, fazer uma boa pesquisa antes de colocar o projeto no ar é fundamental.

Já usou alguma plataforma de financiamento coletivo? Conta para gente nos comentários.



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