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Economia

28 de Fevereiro de 2014, 13:41 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

A inflação faz a festa no Brasil Novo

10 de Agosto de 2016, 0:00, por carlos motta

O Brasil Novo do Dr. Mesóclise e seu bando não está conseguindo domar a inflação, uma das críticas mais frequentes feitas ao governo Dilma. 

Ao contrário, a política recessiva do ministro da Fazenda vai dando os resultados previstos por todos - menos pelos gênios da equipe econômica, ou financeira, como queiram.

Em julho, o IPCA, ou seja, o índice oficial de inflação, registrou alta de 0,52% nos preços, acima da taxa de 0,35% de junho em 0,17 ponto percentual. 

Com esse resultado, o acumulado no ano foi para 4,96%. Considerando os últimos 12 meses, o índice situa-se em 8,74%, pouco abaixo dos 8,84% relativos aos 12 meses imediatamente anteriores. 

Em julho de 2015, o IPCA registrou 0,62%.

Com alta de 8,79% no ano, os preços dos alimentos subiram 1,32% e foram os responsáveis pela alta do IPCA de junho para julho, exercendo 0,34 ponto percentual de impacto. 

Qualquer pessoa que costuma fazer compras em supermercados observa isso: os alimentos e bebidas estão escandalosamente caros.

Com 65% de participação no IPCA do mês, o grupo alimentação e bebidas registrou a mais elevada variação para os meses de julho desde 2000, quando a alta atingiu 1,78%. Na região metropolitana de Vitória, os preços chegaram a subir 2,06%, seguida por Goiânia, com 1,85% e Belo Horizonte, com 1,61%.

Em julho, a liderança no ranking das principais contribuições individuais, com 0,19 ponto percentual, foi para o leite, cujos preços aumentaram incríveis 17,58%. Em quatro das treze regiões pesquisadas, o litro do leite chegou a apresentar alta superior a 20%: Belo Horizonte (23,02%), Rio de Janeiro (22,47%), Brasília (21,76%) e Vitória (21,76%).

O feijão-carioca veio na segunda colocação, com alta de 32,42% e impacto de 0,13 ponto percentual. Em Curitiba e São Paulo, o preço do quilo chegou a subir 45,20% e 43,98%, respectivamente. O feijão-preto também subiu, passando a custar, em média, 41,59% a mais, enquanto o mulatinho ficou 18,89% mais caro e o fradinho, 14,72%.

Além dos expressivos aumentos dos feijões, o arroz também se destaca, com preços elevados em 4,68% na média, atingindo 8,27% em Goiânia, 7,49% em Fortaleza e 6,84% em Belém. Com isto, o feijão com arroz, prato típico da mesa do brasileiro, passou a custar bem mais, assim como outros produtos mostrados na tabela abaixo:


Como se vê, não vai ser fácil convencer as pessoas de que de agora em diante elas viverão num paraíso de leite e mel abundante - e barato. (Carlos Motta)



IGP-DI acelera em maio

7 de Junho de 2016, 10:34, por Jornal Correio do Brasil

A alta do IGP-DI em maio foi influenciada pelos preços ao produtor e ao consumidor

Por Redação, com ABr – de Brasília:

Os preços medidos pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) fecharam em todo o país com forte aceleração em maio, ficando em 1,13%, resultado que chega a ser 0,77 ponto percentual em relação a alta de abril, que foi de 0, 36%.

IGP-DI

Com o resultado de maio, a taxa acumulada ao longo do ano é de 4,32%, de acordo com a FGV

Os dados relativos ao IGP-DI foram divulgados, nesta terça-feira, pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Em maio de 2015, a variação foi de 0,4%. Com o resultado de maio, a taxa acumulada ao longo do ano é de 4,32%, enquanto o indicador anualizado (últimos 12 meses) acumulou alta de 11,26%, frente a igual período imediatamente anterior.

Segundo dados divulgados pela FGV, a alta do IGP-DI em maio foi influenciada pelos preços ao produtor e ao consumidor. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou, em maio, variação de 1,49%, contra 0,29% de abril. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,64% em maio, contra 0,49% de abril.

Elevação

Das oito classes de despesas componentes do IPA, quatro apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. O índice relativo a Bens Finais apresentou variação de 0,18%, com forte pressão dos preços do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de uma deflação (inflação negativa) de -0,77% para 0,31%.

O item Bens Intermediários apresentou taxa de variação de 1,08%, contra deflação de -0,60%, no mês anterior e o segmento Matérias-Primas Brutas, que em abril fechou em alta de 1,77%, em maio saltou para 3,58%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,64% em maio, ante 0,49% em abril. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A contribuição de maior magnitude para o avanço da taxa do IPC partiu do grupo Habitação (-0,29% para 0,77%).

A única exceção ficou com os preços da construção civil. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em maio, taxa de variação de 0,08%, resultado bem abaixo de 0,55% de abril.

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Tabela do PIS 2016

28 de Maio de 2016, 0:00, por Claudio

O PIS é um dos benefícios trabalhistas mais aguardados do ano, devido à crise econômica do país, algumas mudanças aconteceram e por isso, muitos trabalhadores estão com dúvidas se vão ou não receber o benefício. Mas fique tranquilo, o PIS 2016 será pago, mas sofreu algumas mudanças que vamos entender a seguir.

Algumas regras continuam a mesma, como a que para receber o PIS 2016, o trabalhador precisa estar cadastrado no PIS por pelo menos cinco anos, além disso, é preciso ter trabalhado de carteira assinada por pelo menos 30 dias no ano anterior. Outro requisito é não ter recebido mais que 2 salários mínimos por mês no ano anterior, além disso, o trabalhador precisa estar com os dados cadastrados e atualizados no RAIS.

Tabela do PIS 2016

A tabela do PIS 2016 é divulgada oficialmente pela Caixa Econômica Federal, essa tabela contêm o calendário do PIS 2016, contendo as datas de pagamento do benefício, as datas de pagamento do PIS 2016 são estipuladas com base na data de nascimento do trabalhador.

Como Receber PIS 2016

Existem 3 maneiras de receber o PIS 2016, a primeira é possuir o cartão cidadão com senha cadastrada e ir até um caixa de autoatendimento, casas lotéricas ou agência da Caixa e sacar o benefício utilizando o cartão e senha.

A segunda maneira é ir até uma agência da Caixa com o número do PIS e seus documentos de identificação e solicitar o saque do PIS.

Outra maneira é quando o trabalhador possui uma conta corrente ou poupança na Caixa Econômica, dessa forma, o benefício é creditado na conta automaticamente.

Como Consultar Saldo do PIS

Vale lembrar que antes de ir a uma agência receber o PIS, é recomendado que você faça uma consulta saldo do PIS 2016 online, assim você fica sabendo que seu benefício está liberado para saque, mesmo antes de sair de casa.

Vale ressaltar que empregadas domésticas e outras classes de trabalhadores que prestam serviço para pessoa física não tem direito ao PIS, pois o empregador doméstico não possui meios para oficializar e cadastrar a empregada doméstica no RAIS.

Se você ainda tem dúvidas sobre a Tabela do PIS 2016, valores dos benefícios, calendário de pagamento do PIS 2016, basta acessar o site da Caixa ou ir até a agência mais próxima de você.



Los 62 más ricos poseen tanto como medio mundo (+ Infografías)

19 de Janeiro de 2016, 16:55, por David Díaz Ríos

El mexicano Carlos Slim (izq) y el estadounidense Bill Gates, dueños de las dos fortunas más grandes del mundo.

El mexicano Carlos Slim (der.) y el estadounidense Bill Gates, dueños de las dos fortunas más grandes del mundo...

Según un informe de la Organización No Gubernamental Oxfam, publicado antes de la reunión anual del Foro Económico Mundial en Davos, en Suiza, la riqueza de los 62 mayores millonarios ha crecido un 44 por ciento desde 2010mientras que la de los tres mil 500 millones más pobres ha caído un 41 por ciento. Los ricos lo son cada vez y aumenta la escasez de los pobres.

En tanto, 14 millones de personas se enfrentan al hambre en el sur de África debido a la sequía que se ha exacerbado por el patrón climático de El Niño.

La riqueza de los 62 mayores millonarios ha crecido un 44 por ciento desde 2010, mientras que la de los 3.500 millones más pobres ha caído un 41 por ciento, dijo la Organización No Gubernamental Oxfam, en un informe publicado antes de la reunión anual del Foro Económico Mundial en Davos, en Suiza.

Casi la mitad de los grandes ricos son estadounidenses, otros 17 son europeos y el resto proviene de países como China, Brasil, México, Japón y Arabia Saudí.

“La preocupación de los líderes mundiales sobre la creciente desigualdad todavía no se ha materializado en medidas concretas para contrarrestarla. El mundo es mucho más desigual, y la tendencia ascendente de la desigualdad se está acelerando”, dijo la directora ejecutiva de Oxfam, Winnie Byanima, en el comunicado que acompañó el informe.

“No podemos seguir permitiendo que cientos de millones de personas padezcan hambre mientras que las élites económicas absorben los recursos que podrían ayudar a estas personas a salir de esa situación”, añadió.

Unos 7,6 billones de dólares de patrimonios de personas están en paraísos fiscales fuera de los países de origen y si pagaran impuestos a la renta se generarían 190.000 millones de dólares más para los gobiernos cada año, estimó Gabriel Zucman, profesor asistente de la Universidad de California, Berkeley.

Hasta un 30 por ciento de todo el patrimonio financiero de África está en el extranjero, lo que cuesta unos 14.000 millones de dólares en pérdidas de ingresos tributarios cada año, dijo Oxfam, que citó el trabajo de Zucman, en su informe Una economía al servicio del un por ciento.

“Las empresas multinacionales y las élites económicas juegan con unas normas distintas al resto, y rehúsan pagar los impuestos necesarios para que la sociedad funcione adecuadamente. El hecho de que 188 de las 201 mayores empresas estén presentes en al menos un paraíso fiscal es un indicador de que es hora de actuar”, dijo Byanima.

Y por otra parte…

Hambre en África1

14 millones de personas se enfrentan al hambre en el sur de África.

En torno a 14 millones de personas se enfrentan al hambre en el sur de África debido a la sequía que se ha exacerbado por el patrón climático de El Niño, dijo el lunes el Programa Mundial de Alimentos de Naciones Unidas (WFP, en sus siglas en ingles).

El país más afectado es Malaui, donde 2,8 millones de personas o el 16 por ciento de la población pasa hambre, seguida de Madagascar donde casi 1,9 millones de personas están en situación de riesgo.

“Con las escasas lluvias en muchas zonas y con la posibilidad de plantar cereales cerrándose o casi cerradas en muchos países, las perspectivas son alarmantes”, dijo el proyecto WFP de la ONU.

(Con información de Reuters)

 

Los 10 más ricos del mundo

 

Los 20 más ricos del mundoGastos de los ricos

 

http://www.cubadebate.cu/noticias/2016/01/18/los-62-mas-ricos-posee...

http://auto-hermes.ning.com/profiles/blogs/los-62-m-s-ricos-poseen-tanto-como-medio-mundo-infograf-as



A crise econômica é essencialmente política

15 de Dezembro de 2015, 15:44, por Daniel Miranda Soares - 0sem comentários ainda

      A previsão dos analistas de mercado para a economia brasileira em 2015 seria de uma recessão em torno de 0,7% a 1,3% de queda no PIB; em condições normais sem considerar aspectos políticos. As coisas complicaram a partir do resultado das eleições de 2014, em que a oposição não aceitou o resultado das urnas e criou um tremendo impasse político a partir daí. O governo também não soube se proteger e perdeu várias batalhas, principalmente a presidência da Câmara dos Deputados que passou a ditar uma pauta bomba, exacerbando despesas públicas. Os rugidos negativistas da mídia encontraram o parceiro ideal numa oposição obcecada em derrubar Dilma a qualquer preço. A birra da oposição se perpetua e contamina o cenário político e dos meios de comunicação que passam a gerar e exagerar um clima de pessimismo na economia, diminuindo expectativas de investimentos. Para complicar a Operação Lava Jato que investiga corrupção na Petrobrás e sua cadeia produtiva, atinge as maiores corporações brasileiras ligados ao setor:  "Não podemos ignorar o fato de as empresas investigadas não poderem mais operar negócios, terem acesso ao crédito e às licitações. A verdade é que a cadeia de petróleo e gás sofreu um imenso impacto", disse o diretor do Ipea, André Calixtre. Só neste setor há uma queda de 5% no nível de investimentos do país. Segundo a BBC, “os impactos diretos e indiretos da operação poderiam ser de R$142,6 bilhões em 2015 – algo em torno de 2,5% do PIB”. Portanto uma recessão de coisa de 1% negativo pode chegar a menos 3,5;4%. Ou seja a crise política multiplica por 4 a crise econômica. Haveria uma forma de enfrentar a corrupção no mundo do petróleo sem o custo devastador que se apresentou? Muito provavelmente. Moro não pegou uma calculadora ou tudo foi intencional para provocar a recessão?


      Para Marcio Pochmann, ex-presidente da Fundação Perseu Abramo, houve uma opção pela recessão. Para ele, a crise econômica foi construída por uma crise política que se estabeleceu em função do resultado eleitoral. “Nós tivemos um impasse político e tem a ver com a forma como o governo se organizou a partir desse resultado eleitoral. Houve um erro na sucessão no Legislativo que acabou provocando o acirramento dentro da base do governo.  Então, isso resultou num impasse. E essa crise política contaminou a economia. Não aconteceu nada de substancial que justificasse termos uma piora na situação econômica, portanto, no meu modo de ver, é de natureza política.”....  Segundo Pochmann, “ao abandonar a trajetória da política econômica anterior, aceitando o diagnóstico da oposição e passando a governar com o programa dos perdedores, o Brasil terminou por confirmar posteriormente o vaticínio neoliberal. Não há saídas positivas sem a retomada do crescimento econômico, desprendendo-se radicalmente da dominância financeira.”  Para este economista, isso nunca aconteceu nos anos 2000, pelo contrário....se havia piora no quadro internacional, o Brasil negava essa piora e estimulava o crescimento econômico enfrentando o desemprego e a pobreza. Agora há uma outra orientação.


       Para Wilson Cano, professor do Instituto de Economia da Unicamp, estamos em crise há 35 anos: década de 80 - crise da dívida externa e fragilização do Estado; anos 90 - abertura comercial e instauração do neoliberalismo, privatização e valorização cambial que acabou com a indústria nacional. O pior é que não foram só os governos “liberais” que fizeram isso - os governos do PT deram continuidade à dominância financeira neoliberal, a despeito de suas progressistas políticas sociais e de uma nova postura na política externa.  Para este economista a predominância do capital financeiro nas relações econômicas internacionais e a política neoliberal ampliam-se a partir dos anos 80...O capital financeiro passa a dominar o capital produtivo. O capitalismo, com sua predominância financeira, nunca foi tão voraz e irracional, nunca criou tantos miseráveis como hoje, e nunca alimentou e realimentou tantas guerras como nos últimos 30 anos! Soltaram a fera, com a desregulamentação do sistema financeiro, agora, que se cuidem todos…Hoje o mundo trabalha para pagar juros ao capital financeiro internacional em todos os países capitalistas e não é à toa que as dívidas públicas e privadas cresceram exponencialmente e quem ganha é o capital rentista especulativo. Os governos estão cortando gastos com benefícios sociais e educação na Europa para sobrar dinheiro para pagar o capital rentista. No Brasil, as razões da ingovernabilidade são causadas por um orçamento em que os juros da dívida perfazem a metade do orçamento federal e 95% do deficit público.  

     Ainda segundo Márcio Pochmann, a dominância financeira é o maior entrave para o crescimento do país. Enquanto 99% da população tenderão a conviver com a redução nominal do PIB estimada em 745,3 bilhões de reais em 2015, por conta da recessão econômica, o 1% mais rico receberá como ganho financeiro 548 bilhões de reais adicionais devido à alta dos juros. A altíssima taxa de juros (30 meses seguidos de elevação da taxa Selic) inviabiliza o crescimento econômico e eleva o custo do setor produtivo. Dessa forma, a dominância financeira gera recessão econômica e mais inflação. O único ensaio desenvolvimentista que houve nos últimos 20 anos foi durante o segundo mandato do governo Lula (2006-10) quando houve queda brusca dos ganhos financeiros. Nos outros períodos os ganhos financeiros foram sempre maiores que os retornos produtivos:  entre 2011 e 2015, a taxa de retorno das atividades produtivas decresceu 89,7%, em média, o ganho financeiro subiu 39,8% no mesmo período. Com a atual taxa básica de juros praticada insistentemente pelo Banco Central, dificilmente a atividade produtiva obterá retorno positivo, capaz de competir com a dominância financeira.

(artigo publicado originalmente no Diário Popular, dia 15/12/2015, contracapa).....http://issuu.com/jornaldiariopopular/docs/15_12_2015_00_21_03/1?e=4106722/31980345.

Daniel Miranda Soares é economista, ex-professor de Economia com mestrado pela UFV.



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