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Economia

28 de Fevereiro de 2014, 13:41 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

10 mil famílias vão morar na rua e isso vira uma notícia boa no Jornal Nacional

22 de Agosto de 2018, 10:05, por Desconhecido

É o milagre da televisão Brasileira. Entre 2015 e 2017, período do golpe parlamentar de 2016, a Caixa Econômica Federal, banco público, aumentou em 150% o número de imóveis que pôs a leilão. São imóveis retirados de famílias que não conseguiram pagar as prestações. Em 2015, ainda no governo Dilma Rousseff (PT), eram 4 mil […]



Brasil, país de banqueiros, bancadas e bancarrotas

11 de Agosto de 2018, 8:15, por Desconhecido

Na minuta contratual há cláusulas em letras microscópicas impondo tantas exigências e, examinadas todas, alguma sempre faltará, detalhe que não escapa dos olhos magistrais da imensa maioria dos juízes e seus exércitos de assessores. Isso é a soma dos nossos dias e a síntese de nossa tragédia social.

 

Por Maria Fernanda Arruda – de Brasília

 

Brasil atual, país de banqueiros, bancadas, bancarrotas, bi isso, bi aquilo, burrices, blindagens, bandidos palacianos, isso só com a letra ‘b’. Acrescentemos um pouco mais: Você acaso caiu no conto da carta de crédito imobiliário do Bradesco? É pior que ser emboscado pelo Leatherface, o facínora do Massacre da Serra Elétrica.

Maria Fernanda Arruda escreve para o Correio do BrasilMaria Fernanda Arruda escreve para o Correio do Brasil

Adquirir e pagar, nada complicado, só sorrisos. Acessar os recursos comprados nem Kafka imaginaria tanto. Você vai àquele difícil personagem do atendimento pessoal, atravessa portas giratórias sob os olhos vigilantes dos seguranças, apresenta comprovantes, alguém os confere e sempre, sempre, falta algum documento, um carimbo, até selagem de anel dos reis da Dinamarca nalgum canto de algum envelope.

Enquanto isso, vão empurrando, acuando, humilhando. Cansado, crente nesse judiciário oligárquico, você contrata um advogado, aciona o banco. As decisões, misericórdia, com aquelas raríssimas exceções recorríveis ad infinitum, ainda vão condená-lo a pagar honorários de sucumbência. Banco tem sempre razão.

Raquetadas

Na minuta contratual há cláusulas em letras microscópicas impondo tantas exigências e, examinadas todas, alguma sempre faltará, detalhe que não escapa dos olhos magistrais da imensa maioria dos juízes e seus exércitos de assessores. Isso é a soma dos nossos dias e a síntese de nossa tragédia social.

E de nada adiantam os procons da vida, as ouvidores, os SACs automatizados que o transformam em bolinhas de ping-pong. Você virá suco de raquetadas.

Quer adquirir um imóvel?

Reze um milhão de Padre-Nossos, um bilhão de Aves-Marias, pague dízimos ao Emir, aquele da Universal, faça uma apostinha na Mega que, se o Cunha não ganhar, você enfim poderá ser um feliz ganhador.

Maria Fernanda Arruda é escritora e colunista do Correio do Brasil.



Gasômetro explode na Usiminas e assusta os moradores vizinhos

10 de Agosto de 2018, 16:58, por Desconhecido

De acordo com imagens e relatos de moradores nas redes sociais, a explosão ocorreu em algum momento durante o dia. As imagens mostram fumaça escura e pessoas apressadas reclamando do odor de gás

Por Redação, com ABr – de Brasília

Uma forte explosão assustou os moradores de Ipatinga, na região do Vale do Aço, em Minas Gerais – a 220 quilômetros de Belo Horizonte. Em nota divulgada pela assessoria de comunicação, a empresa confirmou a ocorrência de uma explosão em um gasômetro da Usina de Ipatinga, em Minas Gerais. Não há informações sobre feridos nem mortos, segundo a empresa.

Explosão em gasômetro da Usiminas assusta moradores de Ipatinga

O Corpo de Bombeiros esteve na região. A área em torno da usina foi evacuada, residências, escolas e comércio. Uma equipe de brigadistas esteve na usina para fiscalizar se houve vazamento de gás. Por precaução, a canalização de gás foi bloqueada.

De acordo com imagens e relatos de moradores nas redes sociais, a explosão ocorreu em algum momento durante o dia. As imagens mostram fumaça escura e pessoas apressadas reclamando do odor de gás. A Usiminas não forneceu detalhes sobre o acidente.

A Usiminas tem forte atuação no setor siderúrgico, produzindo e comercializando planos laminados a frio e a quente, bobinas, placas e revestidos. É destaque no setor na América Latina. A sede administrativa é em Belo Horizonte.



Ford e o sistema financeiro, 1922

1 de Agosto de 2018, 8:29, por Blogoosfero



Família Civita deixa o comando do Grupo Abril

20 de Julho de 2018, 16:09, por Desconhecido

A Abril afirmou que o grupo “está iniciando uma nova fase de seu processo de reestruturação operacional” e Giancarlo Civita “volta à sua função de membro permanente do Conselho Editorial, junto a Victor Civita Neto”, seu irmão.

O Grupo Abril – editor, entre outras, da revista Veja – anunciou nesta quinta-feira (19) que a família Civita deixará o comando da empresa. O novo presidente-executivo (CEO) será Marcos Haaland, diretor executivo da norte-americana Alvarez & Marsal e especialista em empresas em estado falimentar.

Família Civita deixa o comando do Grupo Abril

Marcos Haaland, o novo capo da Abril: zero experiência no mundo editorial, mas especialista em socorrer empresas em estado falimentar.

A empresa de consultoria, que tem sede nos Estados Unidos e atua em outros 23 países, pretende recuperar a Abril de uma grave crise financeira. Em 2017, o grupo teve prejuízo de R$ 331 milhões, após resultado negativo de R$ 137 milhões em 2016.

Em nota a consultoria afirmou: “A Alvarez & Marsal assumiu a gestão do grupo Abril nesta quinta, para dar continuidade ao processo de reestruturação operacional da companhia e, principalmente, aos negócios do grupo”. E acrescentou que Haaland tem “ampla experiência em projetos de melhoria de desempenho de empresas”.

No currículo de Haaland não há qualquer menção de trabalho ligado ao setor de Comunicação. Antes de se tornar CEO da Abril, ele atuou em projetos de reestruturação de empresas do agronegócio, alimento, óleo e gás. Atualmente Haaland é membro de um conselho de empresas de alimentos e rações.

Assim, Giancarlo Civita, presidente executivo, e Victor Civita Neto, presidente do conselho editorial, deixam o comando da empresa mas ficam como membros permanentes do conselho editorial. A família “continua no controle da empresa com sua posição acionária inalterada”, afirma Victor Civita Neto em e-mail enviado aos funcionários do grupo.

Família Civita deixa o comando do Grupo Abril

Victor “Titi” e o irmão Guancarlo Civita, agora rainhas da Inglaterra.

Aos seus funcionários a Abril afirmou que o grupo “está iniciando uma nova fase de seu processo de reestruturação operacional” e Giancarlo Civita “volta à sua função de membro permanente do Conselho Editorial, junto a Victor Civita Neto”, seu irmão.

Há tempos a Abril vinha atravessando graves dificuldades financeiras e buscava recursos para tapar os buracos sucessivos nos balanços da empresa.

Graças a uma emenda substitutiva de 1997, de autoria do então deputado Aloysio Nunes (PSDB-SP), a Constituição Federal passou a permitir que o capital estrangeiro pudesse ter, com direito a voto, até 30% do controle de jornais, revistas, rádios e televisões.

Até então a Constituição proibia expressamente a participação de capitais estrangeiros – fossem de origem física ou jurídica – em empresas de comunicação brasileiras.

A primeira beneficiária do arranjo foi a editora Abril, gigante jornalística concessionária de rádio e TV, que à época já se encontrava com a corda no pescoço. Com a brecha aberta pela emenda de Aloysio, a Abril vendeu 30% de seu capital à multinacional sul-africana Naspers, empresa ultraconservadora que foi um dos esteios do apartheid racista na África do Sul.

Há alguns anos, o Grupo Abril vem tentando reestruturar o seu negócio. Em 2015, os Civita fizeram um aporte de R$ 450 milhões para reorganizar a dívida do grupo. O pagamento foi feito pela Abrilpar (holding familiar que administra e controla outras companhias) em novembro do mesmo ano. Logo em seguida, em fevereiro, a holding já havia vendido a participação e o controle da então Abril Educação para a Thunnus Participações, da gestora Tarpon, por R$ 1,3 bilhão.

Leia também: Editora Abril, do brilho dos anos 70 ao esgoto de Veja, por Luis Nassif

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