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Economia

28 de Fevereiro de 2014, 13:41 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Importância da classificação dos gastos nas Finanças Pessoais

25 de Novembro de 2016, 0:00, por LEANDRO VALLE RACHADEL

 

Finanças pessoais

 

Todos possuímos sonhos que gostaríamos de realizar, viagens, carro do ano, casa de praia, sair do aluguel, entre outros. Contudo, para a grande parte das pessoas, o dinheiro parece nunca sobrar. Estamos constantemente vivenciando o sentimento de falta, que o mesmo foge através de nossos dedos e assim, nos impedindo de juntar um montante para concretizar os nossos desejos. Um dos motivos para estes sentimentos ocorrerem está na falta de organização pessoal, no tocante das Finanças pessoais. As pessoas não se organizam e criam planilhas de controle para saberem o quanto estão ganhando e gastando, com isso, nesta falta de controle, gera um caos financeiro. Para começarmos a entender e solucionar este problema, devemos ter um conhecimento maior da natureza de nossos gastos e como classificá-los, assim mantendo um controle maior sobre nosso orçamento mensal.

 

Partiremos para um estudo um pouco mais aprofundado sobre o que aperta nosso orçamento: as despesas (ou gastos). Elas possuem basicamente três classificações: fixas, semifixas e variáveis. Os gastos fixos são aqueles que ocorrem todos os meses e seus valores não sofrem alteração, por exemplo, prestação de um imóvel ou carro. Ela terá sempre o mesmo valor enquanto estiver vigente. Os de natureza semifixa ocorrem com a mesma frequência, contudo os seus valores podem sofrer variação. Um exemplo clássico é a energia elétrica, você sabe que irá pagar todo o mês o boleto, mas de acordo com o seu consumo este valor pode variar. Por fim, os gastos variáveis. São aqueles de natureza extraordinária, que podem ocorrer em um mês e depois simplesmente não ocorrerem mais, por isso não possuem frequência e nem valor definido. Se você quer melhorar suas finanças pessoais, comece refletindo sobre a natureza de seus gastos e classificando-os nas opções apresentadas.

Dica: classifiquem os gastos com diversão, tais como ida a barzinhos, cerveja com amigos e afins, como gastos semifixos, pois com certeza todos os meses vocês irão e devem se divertir. Gastos variáveis deixem mais para presentes de aniversário e multas de trânsito, por exemplo, que possuem ocorrências mais escassas.


Leandro Rachadel
Assessor Financeiro - LMR Promotora
https://www.lmrpromotora.com.br



Taxa de juros segue em alta e crescimento declina para 2017

14 de Novembro de 2016, 15:09, por Jornal Correio do Brasil

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma das riquezas produzidas pelo país) este ano passou pela sexta piora seguida, ao ser ajustada de 3,31% para 3,37%, com juros em alta

 

Por Redação, com Reuters – de Brasília

 

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram levemente as projeções para a inflação. Mas pioraram, significativamente, as expectativas para a economia brasileira. De acordo com a pesquisa Focus, divulgada às segundas-feiras pelo BC, a projeção para a inflação para este ano, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 6,88% para 6,84%. Para 2017, a estimativa passou de 4,94% para 4,93%.

O secretário-executivo do Bacen, Marcio Barreira de Ayrosa Moreira, integra o comitê do Copom

O secretário-executivo do Bacen, Marcio Barreira de Ayrosa Moreira, integra o comitê do Copom. O colegiado decide a taxa de juros oficial do país (Selic)

A projeção para 2017 está cada vez mais próxima do centro da meta de inflação (4,5%) que deve ser perseguida pelo BC. O limite máximo da meta no próximo ano é 6%. Para este ano, a estimativa fica longe do centro da meta (4,5%) e ultrapassa o teto (6,5%).

Economia

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma das riquezas produzidas pelo país) este ano passou pela sexta piora seguida. Foi ajustada de 3,31% para 3,37%.

Para 2017, a expectativa de crescimento foi reduzida pela quarta vez seguida, ao passar de 1,20% para 1,13%.
 Com retração econômica e inflação menor, as instituições financeiras esperam que a Selic encerre 2016 em 13,75% ao ano. A estimativa anterior era 13,50% ao ano. Atualmente, a Selic está em 14% ao ano.

Para as instituições financeiras, ao final de 2017 a Selic estará em 10,75% ao ano, expectativa mantida nesse patamar há duas semanas seguidas. A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia.

Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços. Os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

Dólar em alta

A projeção do mercado financeiro para o dólar ao final deste ano subiu de R$ 3,20 para R$ 3,22. Para o fim de 2017, a estimativa passou de R$ 3,39 para R$ 3,40. Após a eleição de Donald Trump para presidência dos Estados Unidos, na última semana, o dólar tem subido e a bolsa de valores está em queda.

Para a atividade econômica, as projeções pioraram para 2016, com queda de 3,37%, sobre 3,31%, do Produto Interno Bruto (PIB). A expansão prevista para 2017 agora chegou a 1,13%, sobre 1,20%.

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Dólar sobe 4,73% em um só dia e vai a R$ 3,361

10 de Novembro de 2016, 17:32, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Especuladores estão rindo a toa.

Exame brasil a venda

Quem brinca com o dólar no mercado financeiro teve a chance de embolsar um ganho de 4,73% somente no dia de hoje. Esta é a maior alta diária da moeda americana em relação ao real em 8 anos.

A última vez que o dólar deu um salto diário especulativo foi em 22 de outubro de 2008, durante a crise dos papéis podres norteamericanos. Naquele dia a moeda norteamericana valorizou-se 6,39% em relação do real. Ou seja, os especuladores ganharam em um só dia o que o pobre investidor na poupança leva um ano para ganhar.

Entre os motivos que levaram a alta do dólar estão a esquizofrenia. Sim ela mesma, que levou Temer e Trump aos governos de Brasil e EUA. Agora os tais mercados estão com medo acerca do futuro político do golpista Temer, assim como com o futuro da economia mundial com a eleição do Pato Donald Trump.

Um grande ausente nas operações de cambio nesta quinta-feira, 10/11/2016, foi o Banco Central.

Parece que os golpistas ligaram o foda-se para que o real despenque. Desta forma o valor em dólar dos ativos brasileiros (Pré-Sal, Petrobras, Caixa, Banco do Brasil, Sistema de Saúde, Educação, Empresas Industriais e Comerciais, etc) cai brutalmente, ficando mais baratos para os especuladores estrangeiros. O que aliás, já desejava a turma de Revista Exame em fevereiro de 2016...



Preços do varejo aumentam e aprofundam crise no fim de ano

8 de Novembro de 2016, 14:27, por Jornal Correio do Brasil

Ainda assim, o resultado ficou abaixo da expectativa de alta de 0,24%, segundo a mediana das projeções. Os dados mostram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) subiu 0,04% no período após queda de 0,03% em setembro

 

Por Redação – de São Paulo

 

A alta dos preços no varejo acelerou e o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 0,13% em outubro. O movimento ocorre, após avanço de apenas 0,03% em setembro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

varejo

As vendas do varejo estão aquém do previsto para o fim do ano

Ainda assim, o resultado ficou abaixo da expectativa em pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters. A taxa de varejo foi prevista com alta de 0,24%, segundo a mediana das projeções. Os dados mostram que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) subiu 0,04% no período após queda de 0,03% em setembro. O índice responde por 60% do IGP-DI.

Contas do varejo

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI), por sua vez, apresentou avanço de 0,34%. Acelerou, ante 0,07% em setembro. O IPC-DI mede a evolução dos preços às famílias com renda entre um e 33 salários mínimos mensais. Corresponde a 30% do IGP-DI.

A maior contribuição para o resultado do IPC-DI partiu do grupo Transportes, com avanço de 0,80% em outubro ante queda de 0,11% no mês anterior, com destaque para a gasolina. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI) desacelerou a alta a 0,21%, ante 0,33%. O índice representa 10% do IGP-DI.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

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Investimentos recuam e inflação sobe para piorar realidade econômica

4 de Novembro de 2016, 16:03, por Jornal Correio do Brasil

Este é o terceiro recuo mensal consecutivo do indicador de investimentos. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a FBCF atingiu patamar 10,6% inferior a setembro de 2015, nos dados sem ajuste sazonal

 

Por Redação – de Brasília

 

Os investimentos recuaram pelo terceiro mês consecutivo segundo novo indicador, lançado nesta sexta-feira, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) – que é um termômetro dos investimentos – aponta contração de 2,2% em setembro em relação a agosto de 2016, na série com ajuste sazonal.

Brasil

O comércio, investimento e crescimento da renda permanecem muito fracos, disse o IPEA

Este é o terceiro recuo mensal consecutivo do indicador de investimentos. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a FBCF atingiu patamar 10,6% inferior a setembro de 2015, nos dados sem ajuste sazonal. No terceiro trimestre deste ano, comparado com o mesmo período do ano passado, o investimento registrou uma redução de 9,9%. Na comparação entre o terceiro e o segundo trimestre de 2016, o recuou ficou em 3,9%, de acordo com os dados com ajuste sazonal.

Mau desempenho

“O recuo dos investimentos no terceiro trimestre reforça a expectativa de uma recuperação lenta da economia brasileira”, afirmou o técnico de planejamento e pesquisa do Ipea, Leonardo Mello de Carvalho, em nota. Segundo ele, a queda entre setembro e agosto foi novamente resultado do mau desempenho de seus dois componentes.

O primeiro deles, que apresentou queda de 1,7%, é o consumo aparente de máquinas e equipamentos (Came) – que é uma estimativa dos investimentos em máquinas e equipamentos e corresponde à produção industrial doméstica acrescida das importações e diminuída das exportações.

O segundo indicador, da construção civil, retraiu 2,3% pelo quarto mês consecutivo frente ao período anterior, ainda na comparação com ajuste sazonal. Contra o mesmo mês do ano anterior, ambos os componentes da FBCF apresentaram retração, com quedas de 10,6% e 13,1%, respectivamente.

Dessazonalização

Segundo o Ipea, entre os componentes do Came, a produção doméstica de bens de capital recuou pelo terceiro mês consecutivo, contraindo 5,1% em setembro, na comparação dessazonalizada.

Outro importante fator que ajuda a explicar as quedas nas comparações mensal e trimestral, também na série com ajuste sazonal, é o comportamento do volume de importações de bens de capital. Enquanto a queda entre setembro e agosto foi de 3,4%, a redução verificada no terceiro trimestre atingiu 20,1%.

Inflação em alta

Para se somar ao quadro negativo da economia brasileira, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo voltou a subir em outubro. Apresentou alta de 0,27% no mês após recuar 0,14% em setembro, de acordo com os dados divulgados nesta sexta-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

A leitura ficou praticamente em linha com a expectativa em pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters de alta de 0,3%, na mediana das projeções. Em outubro, a maior pressão foi exercida pelos preços de Despesas Pessoais, com 0,1175 ponto percentual e avanço de 0,86%, sobre queda de 0,34% em setembro.

Também pesou com força o avanço de 0,71% dos Transportes, o que representou um peso de 0,1045 ponto, depois de o grupo ter apresentado avanço de 0,24% no mês anterior. O IPC-Fipe mede as variações quadrissemanais dos preços às famílias paulistanas com renda mensal entre 1 e 10 salários mínimos.

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