Ir para o conteúdo

News

Tela cheia Sugerir um artigo

Política

25 de Fevereiro de 2014, 16:14 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.
Licenciado sob CC (by)

Os "famosos" que não se elegeram em 2014!

6 de Outubro de 2014, 21:45, por Bertoni - 0sem comentários ainda

Dr. Rey da Rede TV, candidato a deputado federal em São Paulo, o cirurgião plástico e apresentador recebeu 21.371 votos e não conseguiu uma vaga. Para se candidatar, ele precisou provar ao TRE-SP que sabia ler e escrever em português.

Léo Aquila, repórter e ex-participante do reality show A Fazenda, da TV Record, se candidatou ao cargo de deputada federal em São Paulo e recebeu 29.695 votos. Em entrevista recente ao Terra, ela falou sobre o preconceito que sofre na política por ser homossexual.

Kid Bengala, candidato a deputado estadual em São Paulo, o ex-ator pornô recebeu 1.106 votos e não conseguiu se eleger.

Myrian Rios, com 16.472 votos, a atriz não conseguiu se reeleger deputada estadual no Rio de Janeiro. Em seu mais recente mandato, ela causou polêmica ao discursar contra os homossexuais. em 2011, quando se declarou contra a PEC 23/2007.

Em seu discurso, Myrian chegou a relacionar os gays com a pedofilia. “Com essa PEC, eu vou ter que manter a babá (ocasionalmente homossexual) na minha casa, cuidando das minhas meninas, e sabe Deus, se ela inclusive não vai cometer a pedofilia com elas. E eu não vou poder fazer nada. Eu não vou poder demiti-la”.

Netinho de Paula, o pagodeiro ficou conhecido não só por sua música, mas também por ter agredido sua ex-mulher. Ainda assim, Netinho conseguiu uma votação expressiva em São Paulo - 82.105 votos -, onde concorreu ao cargo de deputado federal.

Stepan Necerssian, com 24.330 votos, o ator não conseguiu se reeleger deputado federal no Rio de Janeiro. Em 2012, Stepan foi investigado por sua ligação com o empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. O STF, no entanto, mandou arquivar o inquérito, por não encontrar indícios suficientes para continuar a investigação.

Leandro, conhecido por fazer parte do trio KLB, o cantor recebeu 11.279 votos e não conseguiu se eleger deputado estadual em São Paulo.

Ricardo Machi, eterno Cigano Igor, o ator se candidatou a deputado federal no Rio Grande do Sul e recebeu 2.652 votos, que não foram suficientes para o cargo.

A Mulher Pera, funkeira, se candidatou ao cargo de deputada federal em São Paulo, mas recebeu apenas 1.272 votos. 

O cantor Elimar Santos, candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro, o cantor teve 8.811 votos e não conseguiu se eleger para o cargo.

A cantora Sula Miranda, candidata a deputada federal em São Paulo, recebeu 3.795 votos e não conseguiu uma vaga na disputa.

O cantor Frank Aguiar  se candidatou ao cargo de deputado federal em São Paulo, mas os 26.013 votos que recebeu não foram o suficiente.

O humorista, Castrinho, candidato a deputado estadual no Rio de Janeiro, o humorista teve 1.813 votos e não conseguiu se eleger.

Candidato a deputado federal em Goiás, o cantor sertanejo, José Rico - da dupla com Milionário – recebeu 26.086 votos e ficou de fora na disputa.

O ex-jogador de futebol Marcelinho Carioca teve 43.694 votos, mas não conseguiu uma vaga como deputado estadual em São Paulo.

Conhecido por protagonizar o quadro Teste de Fidelidade, o ator Marcos Oliver recebeu apenas 1.517 votos e não conseguiu conquistar o cargo de deputado federal em São Paulo.

O pagodeiro, Waguinho, candidato a deputado federal no Rio de Janeiro, obteve 22.778 votos e não se elegeu.

O cantor Aguinaldo Temóteo, se candidatou a deputado federal no Rio de Janeiro, mas os 18.839 votos não foram suficientes.

O ex-pugilista, Popó, recebeu 23.017 e não conseguiu uma vaga como deputado federal na Bahia.

Jorge Cajuru, apresentador, por pouco não conseguiu se eleger deputado federal em Goiás. Ele obteve 106.291 votos no Estado.

O humorista Marquito, disputou uma vaga como deputado estadual em São Paulo e recebeu 15.703 votos, que não foram suficientes.



André Vieira candidato a Deputado Federal pelo Paraná apoia o Software Livre

26 de Setembro de 2014, 19:04, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

No dia 26 de setembro encontramos na sede estadual do PT em Curitiba o André de Souza Vieira, candidato do PT a Deputado Federal pelo Paraná, para entregar a ele uma camisa da campanha "Pense o Brasil. Use Software Livre." produzida pela Associação Software Livre.Org (ASL.Org) e registrar a assinatura da carta de compromisso com o Software Livre elaborada pela comunidade.

O André é formado em Ciência da Computação na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e atualmente trabalha como analista de sistemas do Tribunal de Justiça do Paraná, portanto é uma pessoa da área de TI e que entende bem essa questão do Software Livre.

Mais detalhes do André Vieira:

Fotos do André Vieira assinando a carta de compromisso com o Software Livre e usando a camiseta:



Marina Silva e a infantilização da Política

10 de Setembro de 2014, 14:07, por Luis Fernando Vitagliano - 0sem comentários ainda

por Luís Fernando Vitagliano*

A tragédia que trouxe ao primeiro plano Marina Silva como protagonista da corrida presidencial de 2014 certamente é um fenômeno inesperado. Mais interessante é que neste momento Marina catalisa e expressa sentimentos antagônicos de toda estirpe e categoria social: entre alguns, ganha ares de messiânica, saiu dos mangues de látex, tornou-se uma política bem sucedida e, por evitar estar no acidente aéreo, tornou-se predestinada a eleger-se como presidente para representar miseráveis e sem esperanças; entre outros expressa o desejo de mudança com sua ‘nova política’, uma terceira via de desenvolvimento sustentável que concilia interesses; também é a expressão de políticas conservadoras que, finalmente, associa-se a esperança de derrubar a presença do PT no governo. Como seria possível uma candidatura capaz de representar uma gama tão vasta e contraditória de aspirações?
 
Em essência, Marina ganha protagonismo justamente por não representar nenhuma das alternativas acima. Não é uma líder messiânica, embora deixe transparecer propositadamente ares de humildade e devoção. Não tem nenhuma proposta consistente para o meio ambiente, tanto que seu ministério foi inexpressão em resultados, além de seu ecocapitalismo ser constantemente questionado por ser confuso e/ou impraticável.  Ao defender a política de austeriade do Banco Central e sua independência, flerta com o mercado financeiro, mas fala em justiça social, distribuição de renda e melhoria para os mais pobres com ajuda do Estado talvez sendo incapaz de cumprir qualquer uma das duas promessas. Ao falar do PT (partido que fazia parte até recentemente) defende que quer governar com Lula – e FHC – o que é inviável em qualquer cenário político.
 
Marina, por tamanhas as contradições sobre o que diz e o que propõe fazer, corre o risco de não ter nada em sério que a sustente. E talvez seja justamente suas inconsistências que a tornem fenômeno eleitoral. Para isso temos que concordar que existe um forte movimento de infantilização da política.
 
O movimento de infantilização da política não é exclusividade da atual campanha eleitoral. Humor, ridicularizações, jingles, frases de efeito, efeitos em áudios e vídeos das propagandas e todas as ações de marketing vêm ganhando protagonismo ante propostas e debates. A política tornou-se terreno fértil do espetáculo. O objetivo das campanhas tem sido busca atrair para o grande publico para o circo de atividades e, independente do debate, conquistar o voto. Assim como no consumo, os políticos tem retirado a ideologia do seu discurso, para vender facilidades a um público cada vez maior. Assim, não importa o que ocorre antes ou depois de uma eleição, não importam as consequências dos atos e as responsabilidades públicas, importa que o voto seja conquistado. Só num mundo como este, onde não se discute decisões, deliberações, ganhos e perdas, vencidos e vencedores, Marinas, Fernandos e Jânios surfam desimpedidamente, na crista da onda criada pelo vácuo do debate.
 
Não existe segredo em política. Também não existem milagres. Políticas tratam de propostas e problemas. Boas políticas públicas resolvem problemas difíceis. Boas políticas são como bons remédios: tem gosto amargo, aparecem com um dano, mas podem gerar bem-estar social. Bons políticos tomam decisões difíceis.
 
A vida adulta ensina a cumprir compromissos. Ainda que sejam duras as obrigações, descobre-se em algum momento que cumpri-las é o melhor caminho para o sucesso. Ter responsabilidade significa muitas vezes optar por caminhos difíceis de trilhar, em alguns casos mais longos, em outros mais penosos. E não se trata de tornar-se conservador para alcançar as boas decisões, porque ser responsável não é sinônimo de ser conservador.
 
Do mesmo modo, o caminho da política não é um caminho fácil. Mas, em democracia, desacreditar no voto e desacreditar na política é o caminho dos irresponsáveis e imaturos. É também eximir-se da decisão. É uma manha como dizer: “se não tem o que eu gosto eu não faço nada". Isso gera um processo de esvaziamento da política que premia aventureiros. Independente de qualquer desgosto com a política, necessariamente teremos políticos que vão deliberar; se a sociedade não acompanha, os oportunistas podem se dar ao luxo de deliberar mau e decidir errado – ou pior: decidir propositadamente em favor pequenos grupos em prejuízo das necessidades públicas.

O movimento é até mais amplo. Boa parte de nossa sociedade – assim como crianças, jovens e adolescentes imaturos – tem evitado decisões difíceis. Jovens não gostam de tomar decisões que resolvem problemas, mas comprometem desejos. Se com pouco dinheiro, por exemplo, uma criança e tentar comprar doces e sorvetes, o vendedor pode força-la a escolher entre um e outro. A simples situação de tomada de decisão paralisa a criança e a faz chorar. Quando não buscam formas controversas de conseguir o que querem, como manhas ou tentativas de mudar as regras, crianças ficam insatisfeitas com resultados parciais para seus desejos momentâneos. Do mesmo modo ainda imaturo, os jovens não gostam de ser contrariados. Não suportam que seus desejos não sejam atendidos. Não gostam, por exemplo, de pagar contas porque os pagamentos inibem seu poder de compra. É normal que durante um período de adaptação os adolescentes sejam irresponsáveis com suas obrigações. Só ganham autonomia os jovens que demonstram ser responsáveis, seja na vida financeira ou na parte afetiva.
 
Não é preciso defender nada de novo para mudar a política. Não há formula mágica como querem os adolescentes para conseguir sorvetes e doces. No Brasil, para fazer um governo marcante, basta aprovar as reformas tributária e política. Basta rever a concentração de patrimônio e fortalecer as agencias de regulação. Basta fazer uma política de austeridade econômica com defesa contra crescimento de inflação e desemprego.

Quando o fenômeno Marina despontou, a avalanche de empolgação obscureceu a dúvida sobre a aplicabilidade da sua proposta de nova política. Não se sabe se é ou não em favor de privatizações, só se sabe que vai rever a partilha do pré-sal. Não é claro se vai manter, reduzir ou ampliar os programas sociais do governo. Sequer esta clara a sua política sobre sustentabilidade. Ao que dizem suas ultimas declarações ela abandonou essa bandeira em favor do voto do agronegócio. Também acenou para políticas de tolerância com leis de igualdade para LGBT, mas as abandonou em favor dos votos evangélicos. Até o presente momento, suas deliberações são unicamente em favor do mercado e do voto de grupos majoritários. Se tomarmos como referencia a única decisão concreta que sugere Marina – a autonomia do Banco Central – seu governo pode abandonar as políticas sociais e de geração de emprego e renda aos mais pobres em favor de crescimento econômico com concentração de renda. O que é não só uma política velha, mas também retrógrada.
 
Marina mira o voto dos mais pobres sabendo que suas propostas fatalmente vão traí-los. Se cada vez que Marina apontar para um lado eleitoral, atirar em outro lado da sociedade, sua candidatura não pode ser levada à sério. Porque não apresenta a consistência de quem fala claro ao eleitor.
 
Enfim, no fundo, a diferença entre a infantilização da política expressa por Tiriricas e por Marinas é que uns nos levam para a comédia, e a outra nos leva para a tragédia.
 
Luís Fernando Vitagliano é cientista político e professor universitário.



Jantar de adesão à campanha Pra Fazer Diferente

4 de Setembro de 2014, 9:28, por Fr3d vázquez - 0sem comentários ainda

Participe do jantar de adesão à campanha Pra Fazer Diferente 65123/


Paulo Dubois 65123 para Deputado Distrital.

 

Às 20h00 no Restaurante Alpinus, no Parque da Cidade, próxima a entrada do Sudoeste.



O Brasil Privatizado: a rapinagem que assolou o país!

1 de Setembro de 2014, 6:52, por Bertoni - 0sem comentários ainda



Notícias

News

Minha rede