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Febbraio 28, 2014 13:45 , by Blogoosfero - | No one following this article yet.

Pesquisa mostra que os brasileiros deixaram de acreditar na Presidência da República

Agosto 10, 2018 16:58, by Unknown

O Ministério Público, instituição que também integra o índice desde 2016, mantém a 11ª posição, com 49 pontos (eram 54 em 2017). O Poder Judiciário/Justiça aparece em 12º lugar com 43 pontos, queda de 5 pontos em relação ao ano passado.

 

Por Redação, com ACS – de São Paulo

 

A Presidência da República é a instituição que s brasileiros menos acreditam, enquanto o Corpo de Bombeiros permanece na liderança da pesquisa divulgada nesta sexta-feira pela área de Inteligência do Ibope. Ao longo da última década, no entanto, todas as instituições brasileiras perderam a confiança da população.

Fonte: Ibope InteligênciaFonte: Ibope Inteligência

Em 10 anos, nunca foi tão baixa a confiança do brasileiro nas 20 instituições pesquisadas pelo IBOPE Inteligência no Índice de Confiança Social (ICS). O Palácio do Planalto, em uma escala de 0 a 100, atinge apenas 13 pontos, índice nunca registrado por nenhuma instituição. O marcador de Confiança Social, neste ano, fica em 48 pontos, quatro pontos abaixo do ano passado (52), o que o torna o índice mais baixo de toda a série histórica.

O seu auge foi em 2010, logo após o término do segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando alcançou 69 pontos. Os partidos políticos, com 16 pontos, amargam a segunda colocação no ranking, ficando com metade da confiança alcançada em 2010 (33 pontos).

Contribui para a diminuição do índice o fato de todas as instituições terem apresentado redução de confiança, situação diferente do ano passado, quando a queda da confiança nas instituições políticas foi compensada pelo crescimento na confiança das igrejas, polícia, bancos, meios de comunicação e escolas públicas.

Credibilidade

Os ‘soldados do fogo’ permanecem no topo do ranking pelo 10º ano seguido; entretanto, registra decréscimo de quatro pontos na confiança da população, passando de 86 em 2017 para 82 pontos neste ano. O mesmo movimento ocorre com as igrejas que mantêm a segunda colocação, mas recuam de 72 para 66 pontos, voltando ao patamar de 2013 e 2014.

Na terceira posição, aparece a Polícia Federal, presente no ICS desde 2016 e que registra retração de cinco pontos na confiança em relação ao ano passado (de 70 em 2017 para 65 em 2018). Na sequência, estão Forças Armadas (62 pontos), Escolas Públicas (57) e Polícia (53), que assume a quinta colocação dos Meios de Comunicação (51), que perdem uma posição e vão para o sexto lugar.

O Ministério Público, instituição que também integra o índice desde 2016, mantém a 11ª posição, com 49 pontos (eram 54 em 2017). O Poder Judiciário/Justiça aparece em 12º lugar com 43 pontos, queda de 5 pontos em relação ao ano passado.

Sociedade

Outra medida do ICS é a confiança da população nas pessoas e na sociedade em geral. Neste ano, a confiança nas pessoas da família oscila negativamente em relação a 2017, passando de 85 para 82 pontos. Amigos, vizinhos e brasileiros de um modo geral permanecem estáveis na confiança, com 65 pontos (66 no ano passado).

Realizado desde 2009, sempre no mês de julho, o Índice de Confiança Social (ICS) é medido em uma escala que vai de 0 a 100, sendo 100 o índice máximo de confiança. A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 23 de julho, com 2.002 pessoas a partir de 16 anos, em 142 municípios do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

O IBOPE Inteligência é “uma empresa dedicada ao conhecimento do comportamento das pessoas e de todas as suas relações: familiar, social, política, de consumo e de utilização de serviços”, segundo a auto-descrição.



Paraná: meia tonelada de cocaína é encontrada em ônibus com religiosos

Agosto 5, 2018 18:15, by Unknown

A droga foi encontrada durante a fiscalização da PRF. Ela estava em um fundo falso do veículo, localizada debaixo do assoalho próximo ao sanitário do ônibus

Por Redação, com ABr – de Brasília

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Receita Federal apreenderam na madrugada deste sábado 519,2 quilos de cocaína e 57,5 quilos de crack em Cascavel, na região oeste do Paraná.

A cocaína estava em um fundo falso do veículo, localizada debaixo do assoalho próximo ao sanitário do ônibus

As drogas estavam em um ônibus de turismo que partiu de Foz do Iguaçu (PR) transportando 22 passageiros para uma convenção religiosa em Florianópolis, em Santa Catarina. A placa do ônibus fretado é de Presidente Prudente, interior de São Paulo.

A droga foi encontrada durante a fiscalização da PRF. Ela estava em um fundo falso do veículo, localizada debaixo do assoalho próximo ao sanitário do ônibus.

Segundo a PRF, o motorista e os passageiros foram conduzidos para a Delegacia da Polícia Federal em Cascavel, para onde também foi levada a droga apreendida.



O que fazer enquanto a morte não chega?

Giugno 26, 2018 10:11, by Hemerson Baptista - 0no comments yet

Economia solidaria A pergunta é impactante ao passo que convida à reflexão daqueles que estamos sem esperança.

A política tal como a vivenciamos atualmente está escravizada pelo poder financeiro.

Justamente a política, esta ciência que deveria nortear os humanoides a bem viver em sociedade.

Por isso a inquietude dos ativistas é um alento a rebater o sentimento depressivo exposto na pergunta título.

Que tipo de ação seria mais eficaz para eliminar injustiças sociais?

O poder financeiro, da propriedade privada e da renda altamente concentradas, impede que haja uma economia saudável do ponto de vista humano.

Talvez um caminho promissor seja o cooperativismo, a economia solidária.

Dessa forma se buscaria quebrar os paradigmas do capitalismo que subjuga a política para manter a economia favorável somente ao topo da pirâmide social.



Na contramão das rodovias

Giugno 2, 2018 9:20, by Unknown

Uma das dificuldades enfrentadas atualmente pelos sindicatos verticalizados é a falta de sustentação organizada na base de cada local de trabalho.

 

Por Maria Fernanda Arruda – do Rio de Janeiro

 

Os caminhoneiros rejeitam a representação sindical existente; aliás, na área de transporte de cargas e passageiros, os dirigentes das entidades sindicais costumeiramente convocam paralisações conluiados com o patronato quando estes demandam aumento do valor das tarifas e dos preços dos fretes.

Maria Fernanda Arruda

Maria Fernanda Arruda é colunista do Correio do Brasil, sempre às sextas-feiras

Há exceções, mas insuficientes para moldar forças capazes de romper o cerco dos rumos ditados pelas regras. Este painel reduz a representatividade da imensa maioria das direções ao burocratismo imposto pela vinculação e submissão ao Estado a que se sujeitam como se tivessem sido nomeadas para um subtipo de autarquia.

Isto não aconselha o simplismo de abandonar o que existe e é real para, na contramão, cair na armadilha das organizações paralelas, experiência levada a cabo com efeitos desastrosos em tempos não muito distantes; é ao contrário um campo a ser disputado e um espaço a ser ocupado pelos que realmente são leais aos trabalhadores.

Delinquentes

Uma das dificuldades enfrentadas atualmente pelos sindicatos verticalizados é a falta de sustentação organizada na base de cada local de trabalho e a ausência de práticas em que a representatividade seja submetida ao controle direto e democrático dos representados. Somam-se a isso outros fatores:

1) – a subordinação da pauta de reivindicações dos trabalhadores aos ditames das resinas impregnadas nas esteiras de governabilidades, talvez a causa maior da perda de credibilidade das direções, inclusive as mais leais aos trabalhadores, quando ousam convocar atos de avanço nas conquistas ou resistência no campo dos direitos e interesses de classe;

2) – Ingrediente inseparável da democracia, a exposição das feridas e das fraturas conduz à sintetização, solução insubstituível por receitas lenientes e meramente protelatórias ou internações nos remédios delinquentes das conciliações. A composição de conflitos é a síntese própria de um sistema democrático de relações entre camadas sociais colidentes.

Compor conflitos é afastá-los das areias movediças da irracionalidade para as seguras margens das soluções duradouras; conciliar é dissimular, usar o disfarce do espelho d´agua para encobrir violações e desregramentos abaixo das superfícies do avesso, não é, portanto, uma ação digna de um Estado que se proclama Democrático e de Direito.

Pântanos

3) – o abandono material das propostas de combate à exploração da força de trabalho e contra a opressão da inexistência de garantia de emprego. , As propostas de conciliação de conflitos inerentes a relações contraditórias subtraem dos trabalhadores as possibilidades de construção de uma sociedade mais justa, mais humana, menos desigual e inteiramente solidária.

Os sonhos, como as paixões, são materiais a ser despertados dos redutos da intimidade para a configuração de um novo modo de viver. Ingrediente inseparável da democracia, a exposição das feridas e das fraturas permite sintetizá-las em sintonia com os elementos inseparáveis as necessidades insubstituíveis por receitas meramente protelatórias ou internações nos pântanos dos remédios delinquentes das conciliações.

Maria Fernanda Arruda é escritora e colunista do Correio do Brasil.

O post Na contramão das rodovias apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



Corte para subsidiar o diesel dos caminhoneiros pesa na saúde e educação

Giugno 1, 2018 9:54, by Unknown

Para subsidiar o diesel, serão canceladas dotações primárias de R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 2,2 bilhões em reserva para capitalização de empresas públicas e R$ 1,2 bilhão reais em despesas discricionárias, incluindo em áreas com saúde e educação.

 

Por Redação – de Brasília

 

A área econômica do governo anunciou, nesta quinta-feira, a redução de benefícios tributários para setores como saúde e educação. Cortou, ainda, incentivos aos exportadores, empresas de refrigerantes e indústria petroquímica; para cobrir a perda de receita de R$ 4,01 bilhões neste ano. As perdas são decorrentes da decisão de diminuir impostos sobre o diesel; para encerrar a paralisação dos caminhoneiros.

O subsídio ao diesel dos caminhoneiros vai sair da saúde e da educação

O subsídio ao diesel dos caminhoneiros vai sair da saúde e da educação

Também serão canceladas dotações primárias de R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 2,2 bilhões em reserva para capitalização de empresas públicas e R$ 1,2 bilhão em despesas discricionárias, incluindo em áreas com saúde e educação.

As medidas anunciadas pelo governo compensarão integralmente a diminuição de PIS/Cofins sobre o diesel, que representará perda de R$ 2,76 bilhões em 2018, e a eliminação da Cide sobre o combustível, que frustrará a arrecadação em outros R$ 1,25 bilhão neste ano.

A maior parte da cobertura virá da redução da alíquota do programa de benefícios a exportadores Reintegra para 0,1 por cento, ante 2 por cento, o que renderá aos cofres públicos 2,27 bilhões de reais em 2018, de acordo com a Receita Federal.

IPI zero

O Reintegra devolve parte do faturamento de exportações de bens manufaturados como compensação por impostos indiretos cobrados na cadeia de produtos industrializados. A diminuição da alíquota vai encarecer a estrutura tributária para os exportadores.

Dentre as outras medidas compensatórias, o governo também anunciou uma mudança na cobrança de IPI para concentrados de bebidas, que irá, na prática, encarecer a compra do insumo fabricado na Zona Franca de Manaus por empresas de refrigerantes como a Coca-Cola e a Ambev. Por essa via, o governo prevê R$ 740 milhões em 2018.

Na Zona Franca o IPI é zero. Mas as companhias, que compram o xarope para o refrigerante; cobram o crédito tributário sobre a alíquota incidente sobre o produto fabricado em outras regiões do país.

O governo também anunciou a revogação do Regime Especial da Indústria Química (Reiq). Esperava, por conseguinte, outros R$ 170 milhões neste ano. Com a investida, portanto, haverá a extinção do benefício de crédito presumido de PIS/Cofins e PIS/Cofins-Importação relativos a produtos destinados à indústria petroquímica; segundo a Receita.

Setores desonerados

Em relação à reoneração da folha de pagamento; que o governo já apontava como crucial para cobrir a perda com redução de impostos sobre o diesel, a Receita indicou a expectativa de levantar R$ 830 milhões; em 2018.

Secretário da Receita Federal, Jorge Rachid esclareceu em coletiva de imprensa, contudo, que a sanção pelo presidente de facto, Michel Temer,do projeto aprovado pelo Congresso Nacional trouxe o veto à manutenção do benefício para alguns setores. Justamente aqueles que haviam sido incluídos pelos parlamentares.

O projeto que saiu do Congresso previa que 28 setores poderiam continuar desonerados. Agora, Rachid pontuou que 17 setores permanecerão na desoneração até 31 de dezembro de 2020. Incluindo, portanto, os setores de transporte de passageiros; construção civil, empresas de comunicação, call center; calçados, indústria têxtil, confecções; proteína animal, couro, tecnologia da informação; transporte rodoviário de cargas, máquinas e equipamentos; e fabricação de veículos e de carrocerias.

Rachid afirmou ainda que as medidas somadas representarão um impacto positivo de cerca de 16,2 bilhões de reais no ano que vem.

Cancelamento

Nesta semana, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, já havia dito que o governo iria trabalhar com a redução de incentivos fiscais para compensar queda de impostos sobre diesel. A proposta, por conseguinte, visava encerrar a greve dos caminhoneiros.

No domingo, o presidente Michel Temer anunciou redução do preço do diesel em R$ 0,46 por litro do combustível até o fim do ano; entre outras medidas. O objetivo foi atender a reivindicações da categoria; numa tentativa de encerrar a paralisação.

Desses R$ 0,46, portanto, R$ 0,16 virão da redução dos impostos sobre o diesel; sendo cobertos pelas medidas detalhadas nesta quinta-feira. Os outros R$ 0,30 serão bancados até o final do ano pela União; via subvenção de R$ 9,5 bilhões.

Limite possível

O ministério do Planejamento informou que, para cobrir a subvenção, serão usados R$ 5,7 bilhões que sobravam no Orçamento em relação à meta de déficit primário; de R$ 159 bilhões para o governo central.

No último relatório de receitas e despesas; outros R$ 471,4 milhões também foram indicados como recursos excedentes em relação à meta. Mas haviam sido indicados para uso pela União pois seu direcionamento ainda respeitaria a regra do teto de gastos; com as despesas batendo no limite possível para o ano.

Despesas

Agora, contudo, esse montante também será utilizado para ajudar a cobrir a subvenção. Para completar esse esforço, serão ainda canceladas dotações primárias de R$ 3,4 bilhões, sendo R$ 2,2 bilhões em reserva para capitalização de empresas públicas e R$ 1,2 bilhão em despesas discricionárias, incluindo em áreas com saúde e educação.

— Esse cancelamento (de despesas discricionárias) vai se dar na parcela dos recursos que estavam contingenciados; de modo que não teremos que solicitar aos ministérios neste momento um novo contingenciamento — afirmou o secretário-executivo do ministério do Planejamento, Gleisson Rubin.

Segundo Rubin, o cancelamento alcançou todos os órgãos; feito da maneira “mais pulverizada possível pra trazer o menor impacto possível” às respectivas pastas.

O post Corte para subsidiar o diesel dos caminhoneiros pesa na saúde e educação apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



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