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Sociedade

28 de Fevereiro de 2014, 13:45 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Vestibular: Fazer ou não fazer ? A lógica social

5 de Janeiro de 2015, 18:46, por Rafael Pisani Ribeiro

Esse texto é o primeiro do tema “Escolha de carreira”, escolhido devido ao início de um novo ano e ao ingresso de muitas pessoas a universidade. O objetivo da série de textos, não é dar uma resposta do que e como escolher, mas sim mostrar as variáveis que incidem no processo, dando possibilidades de analisar toda a situação, para então fazer a melhor escolha. Sendo assim. a pergunta, “Fazer ou não vestibular?” é de extrema importância na vida de um jovem, não pelo jovem em si, mas pela marca social que a maioridade traz.

 Em termos do cotidiano, a vida do jovens continua a mesma, mas se altera em grau da lei e cobrança social. Pelo lado da lei, este agora é responsável por seus atos, portanto, pode ser colocado sob o controle dela. Pela cobrança social, um jovem que antes podia ser “livre” e ainda era considerado adolescente, tem a cobrança aumentada consideravelmente, chegando-se em um empasse.

Existe a perspectiva social, legalista e a do desenvolvimento do jovem. Sobre a primeira já foi dito, mas esta influencia a segunda, no sentido de as pessoas ao redor criarem outra imagem, a de que o sujeito já é capaz, deve ser independente. Agora, entra-se no campo das classes sociais. O destino do jovem, independente de seu desenvolvimento, pode já ser dado.

Em classes economicamente inferiores pode ser que na época do vestibular, o jovem já esteja trabalhando, ou seja, cobrado para tal e tudo isso para cumprir necessidades básicas da vida como alimentação e moradia. Já em classes mais abastadas, pode haver possibilidades de o jovem escolher trabalhar ou ir para uma universidade, mas sobre este individuo, talvez exista uma pressão maior para que ele frequente uma universidade.  Nesse sentido, fazer 18 anos representa um passo, a transformação de adolescente para socialmente adulto, e isso pode ser considerado um rito de passagem.

Ir a uma universidade em outras idades possui outros significados, importantes, mas não tanto quanto para os jovens, exceto o tabu de idosos irem para a faculdade, mas isso já é outro tema. Agora pela perspectiva desenvolvimentista.

Há de se salientar os três aspectos do desenvolvimento do jovem segundo Erick Erickson:[1] ideológico, sexual e profissional.  O primeiro, diz respeito à ideologia do jovem e também a escolha ou não religiosa. O segundo sobre a opção sexual. A terceira é o que importa e escolher uma universidade, ou ingressar no mercado de trabalho entra neste tema. Em termos da adolescência, [2]não há um critério cronológico para determinar a fase. Em termos da clínica, usa-se um critério funcional, isto é, aquele que funciona sistematicamente como um adolescente (em qualquer idade) é um adolescente. [3]Mas, socialmente está ligado a questões sócio econômicas, entrada em uma universidade ou casamento.  A Universidade implica em dependência financeira dos pais na maioria das vezes, ou seja, com o foco nos estudos, os jovens passam mais tempo morando na casa dos pais ou responsáveis. Para tornar-se adulto, de fato é preciso ser capaz de assumir as responsabilidades da vida adulta. Como tudo isso se relaciona com a escolha de fazer ou não vestibular?

É preciso que o sujeito esteja consciente da própria situação, isto é, em questão econômica e social. Essas duas questões irão influenciar de forma muito marcante sua escolha, devido ao momento e sua história passada. Depois, mas principalmente é preciso olhar para si, saber se irá ou não a uma universidade, e se caso vá, para qual curso pretende ir. É importante se perguntar quais são seus interesses, onde se enxerga trabalhando e não levar em conta de forma predominante, o aspecto econômico da escolha.

 Primeiro porque em [4]nenhuma profissão uma alta remuneração é garantida. Segundo, a escolha profissional é séria, e em alguns cursos uma formação mal feita pode significar menos uma vida .No entanto, mesmo que inicialmente tenha feito a escolha errada, o caminho pode ser corrigido, porque não necessariamente [5]é para toda vida. O que não vale nesse sentido é ter uma má formação. E terceiro, mesmo que as duas questões anteriores não fossem problema, o caminho até a formação é longo.

Não ter prazer ou não ver sentido algum no que se faz durante esse tempo pode ser extremamente angustiante, podendo fazer o sujeito simplesmente desistir e “perder tempo”, apesar de ter adquirido algum conhecimento.  E principalmente, não é preciso sentir vergonha se não estiver preparado (a) para ir a uma universidade aos 18. Apesar de isso ser cobrado socialmente nem todos devem fazer assim, existe o aspecto individual, cada um a seu tempo. Além de que nem sempre é preciso ir a uma universidade, pode-se viver sem ela muito bem econômica e socialmente. E pior, ingressar em uma universidade sem estar preparado pode ter sérias consequências, portanto é mais saudável esperar se estiver preparado.

Parece que a escolha ou fica em critério da remuneração ou do gosto, mas ambos isolados não funcionam. O melhor nesse sentido é a síntese dos dois, isto é, [6]ganhar dinheiro fazendo o que se gosta. O melhor parece ser tornar seu talento rentável, não só para isso, também para si mesmo. Mas, o que deve influenciar mais na escolha? O sujeito, pois a escolha é dele, e por isso deve arcar com suas consequências.

Lembrem- se de referenciar a fonte caso utilizem algo deste blog. Dúvidas, comentários, complementações? Deixe nos comentários.

Escrito por: Rafael Pisani

 

Referências:

 

Adolescência prolongada:o tempo que não se quer deixar passar; A.R CRUZ-M.M CÂMARA; Disponível em: http://www.educaremrevista.ufpr.br/arquivos_15/camara_cruz.pdf  . Data de acesso: 27 de Dezembro de 2014

A ORIENTAÇAO VOCACIONAL: SUA IMPORTÂNCIA NA DEFINIÇÃO PROFISSIONAL DE ESTUDANTES ADOLESCENTES; A.P.S VIVEIROS-A.R  JUNIOR; Disponível em: http://revistas.ung.br/index.php/educacao/article/view/114/236  . Local de publicação: revista educação, ; 2007, vol. 2, numero 2. Universidade nacional de Guarulhos (UNG);  Data de acesso: 01 de janeiro de 2015

Conflito de gerações nas organizações: um fenômeno social interpretado a partir da teoria de Erik Erikson; B.R.G PEIXOTO; G.L Fusari; R.M CHIUZI; Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/tp/v19n2/v19n2a18.pdf  . Revista de publicação: Temas em Psicologia; 2011, vol. 19, numero 2, páginas 579-590, ISSN 1413-389x;  Data de acesso: 28 de Dezembro de 2014

Disponível em: http://www.sejabixo.com.br/vestibular/como2.asp?id=458  Nube- Núcleo Brasileiro de Estágios / http://www.sejabixo.com.br  . Data de acesso: 27 de Dezembro de 2014

Disponível em: https://www.psicologiamsn.com/2013/05/ganhar-dinheiro-ou-fazer-o-que-se-gosta.html Professor Felipe de Souza/  https://www.psicologiamsn.com . Data de acesso: 27 de Dezembro de 2014

 

 

[1]Fonte dos três aspetctos da identidade: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/tp/v19n2/v19n2a18.pdf Consultar página 7

[2] Fonte até critério funcional: http://www.educaremrevista.ufpr.br/arquivos_15/camara_cruz.pdf Consultar página 2

[3]Fonte até “responsabilidades da vida adulta.”:http://revistas.ung.br/index.php/educacao/article/view/114/236 Consultar página 1

[4]Fonte desta frase: https://www.psicologiamsn.com/2013/05/ganhar-dinheiro-ou-fazer-o-que-se-gosta.html

[5]Fonte desta frase: http://www.sejabixo.com.br/vestibular/como2.asp?id=458

[6]Fonte de “até para si mesmo”: https://www.psicologiamsn.com/2013/05/ganhar-dinheiro-ou-fazer-o-que-se-gosta.html

 



O Negócio é Facebook

28 de Novembro de 2014, 13:36, por Thiago

Disse o Manifestante em Junho 2013 que “O Movimento não deve sair do Facebook porque é mais fácil pegar mulher.”


Isto porque ele está com a galera que ia às ruas achando que ia mudar o Brasil. Um interesse corrompido desde a raíz implodindo a capacidade de transformação real do tal movimento. Mas não foi só isso.. eles estão curtindo um circo com o capitalismo, se dizendo de esquerda!

 

O que será que ele dirá da próxima vez?

Em público aberto é diferente de público fechado, que é diferente de falar com alguém que você não respeita. Mas tudo isso influi na decisão das pessoas sobre o que farão.

 



Saúde da População Negra

7 de Novembro de 2014, 18:09, por João Alberto Farias da Fontoura - 0sem comentários ainda

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) está reunido até esta quinta-feira, 6, em Brasília. A apresentação do balanço de atividades da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), bem como o enfrentamento ao racismo institucional no Sistema Único de Saúde (SUS), foram o destaque da manhã desta quarta-feira, dia 5.

O Ministério da Saúde, em parceria com a Universidade Aberta do SUS (Unasus), por intermédio das Secretarias de Gestão Estratégica e Participativa e Secretaria de Gestão do Trabalho e de Educação na Saúde (SGTES), lançou no dia 22 de outubro o módulo de educação à distância sobre a PNSIPN com especial ênfase às questões referentes ao racismo institucional dentro do Sistema e suas consequências como determinante de saúde.

Homens e mulheres negras e seus descendentes são as maiores vítimas da Doença Falciforme. Segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) de 2012, a taxa de mortalidade por Doença Falciforme no Brasil foi 0,73%%, por cem mil habitantes, enquanto a população branca apresenta um índice consideravelmente menor: 0,08 % por cem mil habitantes. Continue lendo.



Mascarados revela quem são, o que pensam e o que queriam os Black Blocks

29 de Outubro de 2014, 7:40, por Blogoosfero - 0sem comentários ainda

Baderneiros, desocupados, filhinhos de papai, bandidos — estes e outros adjetivos menos elegantes estiveram na ponta da língua de muita gente para definir os adeptos da tática Black Bloc, que, a partir de junho de 2013, invadiram as ruas com suas manifestações violentas e, para alguns, selvagens. Assim foram rotulados os jovens mascarados e vestidos de preto que estilhaçaram as fachadas de vidro de agências bancárias, depredaram e incendiaram lixeiras, destruíram pontos de ônibus e enfrentaram a Polícia Militar com pedradas e até garrafas incendiárias.

Mascarados – a verdadeira história dos adeptos da tática Black Bloc, (336 páginas, R$ 34,90) – publicado pela Geração Editorial é do 12o livro-reportagem da coleção História Agora, a mais polêmica do mercado editorial brasileiro, com obras como A Privataria Tucana, A Outra História do Mensalão, Segredos do Conclave e O Príncipe da Privataria – revela outra realidade, bem mais complexa. Pela visão da pesquisadora, socióloga e professora da Universidade Federal de São Paulo — Unifesp, Esther Solano Gallego, e pelos relatos do jornalista Bruno Paes Manso e dos próprios Black Blocs, e de um coronel da PM agredido pelos mascarados, entrevistados pelo jornalista Willian Novaes, lança-se uma nova luz sobre o assunto.

A verdade é um poliedro, diz a introdução do livro, para definir as diversas maneiras como podem ser vistos os jovens que levaram as autoridades a perder o sono desde o início das manifestações. A professora mostra que por trás da selvageria há uma mensagem — a voz do povo cansado da opressão a que é submetido no dia a dia. Para eles, revela Esther Solano Gallego, a violência do quebra-quebra é apenas jogo de cena se comparado às milhares de mortes, muitas delas tendo policiais como autores, que acontecem todo ano no Brasil — violência estatal que vitima principalmente os jovens das regiões mais afastadas, onde o Poder Público chega somente, ou principalmente, como repressor e nunca, ou raramente, como provedor de bem-estar e desenvolvimento.

Para chegar ao fundo da alma Black Bloc, Esther acompanhou os protestos protagonizados pelo grupo in loco, correndo o risco de ser atingida por bombas ou pedradas. Muitas vezes eram mais de seis horas acompanhando as manifestações. E ali mesmo ela entrevistava os ativistas, procurando entender a mente daqueles jovens e a nova realidade que se apresentava nas ruas de São Paulo e do Brasil.

O aprendizado de Esther foi o mesmo vivido pelo jornalista Bruno Paes Manso, um dos escalados pelo jornal O Estado de S. Paulo para cobrir a onda de protestos violentos. Bruno, enquanto descreve o que viu, revela também o que aprendeu com o Black Bloc. Iniciou a cobertura jornalística com uma visão do movimento e saiu com outra. Se não aprova a tática, pelo menos não a classifica como coisa de vândalo ou desocupado. A narrativa do jornalista mostra como, a cada protesto, sua visão sobre os jovens mascarados foi mudando e como ganharam o seu respeito.

Por fim, uma entrevista com Reynaldo Simões Rossi, coronel da PM, ferido em uma manifestação, e a visão dos próprios Black Blocs, contadas pelo jornalista Willian Novaes, por meio da história dos personagens que protagonizaram um ano de cenas de violência com o único objetivo de serem enxergados pela sociedade e, muito mais que isso, de transmitirem — talvez de uma maneira torta e equivocada — suas reivindicações de maior justiça social e fim das perseguições aos integrantes das camadas mais baixas da sociedade.

Fotógrafos na linha de frente

Como um dos mascarados disse que eles não fazem violência mas sim teatro, a obra é ilustrada com dezenas de imagens espetaculares de vários fotógrafos que estiveram na linha de frente, sem medos e correndo riscos de serem feridos, com a proposta de registrar o momento histórico.

Entre eles estão André Guilherme, Eli Simioni, Filipe Mota, Mídia NINJA, Tarek Mahammed / Fotógrafos Ativistas, Wesley Barba e Wesley Passos Todos cederam os direitos das imagens para a publicação.

Histórias reais — assim se faz o bom jornalismo — mostram o jovem que já se acostumara a enfrentar policiais militares e é retirado de um acampamento pela mãe, como se fosse um menino travesso. Ou de outro, herdeiro de família quatrocentona e empresário bem-sucedido, que acabou aderindo ao movimento quando foi dar uma lição de moral em um dos jovens e ouviu verdades que o comoveram. A carioca que vive pela causa e por isso é perseguida pela Polícia Militar e também pela milícia e que recebeu elogios do cantor Caetano Veloso em artigo publicado no jornal O Globo. Também tem o garoto homossexual da periferia de São Paulo que coordena as redes sociais do grupo, ou o adolescente apelidado de Mini Punk entre os seus pares. Histórias de jovens que dificilmente vão mudar o Brasil com o que chamam de “ação direta”, mas que afinal conseguiram dar um recado às autoridades e trazer para a realidade do cotidiano da classe média a violência de que são vítimas.

Quem são os autores:

BRUNO PAES MANSO, formado em economia (USP) e jornalismo (PUC-SP), trabalhou por dez anos como repórter no jornal O Estado de S. Paulo. Também atuou na revista Veja, Folha da Tarde e Folha de S. Paulo.  

ESTHER SOLANO, doutora em Ciências Sociais pela Universidad Complutense de Madri, é professora de Relações Internacionais da Unifesp.

WILLIAN NOVAES, jornalista, trabalhou nas redações de IstoÉ, Diário de S. Paulo e Diário do Grande ABC. Atualmente é diretor da Geração Editorial.



Efeitos colaterais da repressão na copa

15 de Setembro de 2014, 11:27, por Rafael Pisani Ribeiro - 0sem comentários ainda

 Bem, a copa passou e cumpriu seu papel. Com grande esforço na área da segurança pública tudo deu certo, se bem que nesse caso é melhor chamar de segurança privada. No primeiro texto foi abordada a questão de como o público infantil foi atingido. Esse vai pegar alguns pequenos pontos de eventos que ocorreram durante a copa e mostrar o quanto é estranho eles não serem percebidos. O primeiro, como sempre, tem a ver com manifestações. No entanto, esse será sobre questões despercebidas da repressão. Um terceiro sobre as demais questões. As publicações já voltaram ao normal, essas últimas três semanas foram utilizadas para atualização e melhora do site.

A movimentação nesse sentido foi estranha tanto pelo lado da repressão quanto pelo dos cidadãos, e também dos manifestantes. De fato, não houve grandes manifestações nessa copa, e é importante se perguntar porque. Uma das causas é que a propaganda midiática com tom de vandalismo e perigo aos protestos foi muito grande, fazendo com que só o medo de ir as manifestações já impedisse. Por outro lado, a ação policial também foi diferente. Ao invés de deixar a passeata seguir, ela foi cercada em um único lugar, geralmente no ponto de início e só se saia ou entrava no local com a “proteção” da PM, ainda com justificativas. Todos os pontos de saída e entrada da região eram fechados. Isso não é ferir o direito de ir e vir, além do de se manifestar?

 Foram muitos casos de prisão, e alguns de destaque. Entre eles Fábio Hideki Harano [1], preso arbitrariamente por suspeita de ser líder dos Black block e até agora não foi solto. Vejam bem, acusado de liderança de um grupo que claramente não tem líder nem organização formal. Há também o caso sininho que é acusada de depredação, e a difamação de seu nome a aproxima de terrorista, além do caso da advogada Eloísa Samy, que chegou a pedir asilo no Uruguai. Segunda a Veja  explicar os direitos virou orientação, dar a casa para reunião apoio logístico.[2] Na verdade tanto Sininho [3] quanto Eloísa [4] deixaram seus depoimentos em vídeo e declararam serem presas políticas. Também ocorreram represarias a jornalistas, mas tudo isso era esperado.[5] Ademais, sobre as repressões duas coisas ficam esquecidas.

Uma é que sim, a segurança da copa foi feita. No entanto em contrapartida muitos policiais perderam sua folga sem pagamento de horas extras, e o povo em dia de manifestação adivinha? Teve medo de ir à rua. Não havia cidadãos nas ruas exceto quem iria ver o jogo no campo ou em um bar. Se não acha tão ruim, tudo bem. Imagine-se então numa empresa que vai realizar um mega evento, e por isso ao invés de contratar novos funcionários para cumprir a cota suas folgas são retiradas e/ou seu tempo de trabalho aumentado, sem pagar as horas extras. O que seria isso para você? Só receberam a mais policiais que vieram de outra cidade ou estado, como diária, sendo isso algo justo. Também é fácil achar depoimentos de pessoas que tiveram gravações apagadas de celular ou telefones quebrados. De forma geral, essa “segurança” serviu mais ao privado, principalmente a FIFA do que ao público.

Se desejarem, os depoimentos de Sininho e Eloísa estão em Hyperlink em seus nomes, assim como o site que apóia e conta a história  de Fabio Hideki Harano, deixo, portanto, aqui uma ajuda a eles. Eles não são santos claro, mas antes de criticar tais sujeitos, entenda a história por trás e vá além do que a mídia passa, ou ela vai ganhar de novo (já não ganhou?). É claro que o povo querer assistir a copa influenciou os eventos, no entanto, se isso é segurança pública, prefiro algo menos seguro.

 

Lembrem-se de referenciar a fonte caso utilizem algo deste blog. Dúvidas, comentários, complementações? Deixe nos comentários.

 

Escrito por: Rafael Pisani

 

Referência:

 

Disponível em: http://coletivodar.org/2014/06/conheca-fabio-hideki-harano-o-terrivel-lider-dos-black-blocs-soquenao/  . Coletivodar/ http://coletivodar.org Data de acesso: 02 de Agosto de 2014

 

Disponível em: http://farolconservador.blogspot.com.br/2014/02/inicio-da-repressao-comunista.html . Farolconservador/ http://farolconservador.blogspot.com.br  Data de acesso: 02 de Agosto de 2014

 

Disponível em: http://liberdadeparahideki.org/ Data de acesso: 02 de Agosto de 2014

 

Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/lei-e-ordem/quem-financiava-a-quadrilha-de-sininho/ . Rodrigo Constantino/ http://veja.abril.com.br  Data de acesso: 02 de Agosto de 2014

 

Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=9HcHcCGT_nI

. PosTV/ http://www.youtube.com . Data de acesso: 02 de Agosto de 2014

 

Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=XY-q_AUiMrc

. PosTV / http://www.youtube.com . Data de acesso: 02 de Agosto de 2014

 



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