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Sociedade

28 de Fevereiro de 2014, 13:45 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Será culpa dos lúmpens?

17 de Fevereiro de 2019, 23:00, por Desconhecido

São Paulo, Moóca, sábado, 15:30h, em frente a um popular restaurante do bairro paulistano, três motoboys e um senhor de classe média debatem acaloradamente se a rádio JovenPan é do José Serra ou não.

Lumpens do gueto de varsóvia

O senhor se declara ouvinte da rádio e defende Serra.

Os motoboys afirmam que a rádio protege tucano e que a prisão de Lula é perseguição.

Os saintes do restaurante passam a prestar atenção no debate.

Um dos motoboys defende a liberdade do ex-presidente dizendo que sua prisão é perseguição dado que não prendem e nem prenderão Serra, Aécio, Maia, Temer, Gedel e outros.

Seu colega corrobora e aumenta a lista, enquanto o terceiro motoboy fica na sua, meio que em cima do muro, fazendo piadas.

O senhor desanda a defender as privatizações e o estado mínimo, coerente para um ouvinte e admirador do Villa.

Os motoboys defendem o Estado, os direitos trabalhistas, a liberdade dos cidadãos. Os saintes se juntam a conversa e se posicionam ao lado do motoboys, num verdadeiro 5 contra um. O senhorzinho então se levanta e com isso sobe o tom da voz também para contestar os lúmpens estatizantes, portanto, corruptos.

Os motoboys mantiveram o nível e se sentiram mais fortes ao contar com o apoio dos saintes.

O senhorzinho perdeu a compostura e desandou a repetir os chavões próprios dos midiotas eleitores de Bozo, enquanto os motoboys buscavam argumentar racionalmente.

Os saintes se despediram e finalmente seguiram o seu caminho, perguntando-se se realmente foram os lúmpens, que formam a classe social realmente excluída, aquela que estaria não só à margem, mas abaixo da pirâmide social, destituída não apenas dos meios de produção, mas também de consciência política, sendo facilmente utilizada como massa de manobra, os que votaram no bozo e elegeram o maior desastre da história eleitoral brasileira?

Pela conversa relatada acima, parece que não foram os lúmpens os culpados pelo que está a ocorrer no Brasil.

Ou será que no Brasil o lúmpen é de classe média???



Tragédia de Brumadinho: uma série de maus exemplos

31 de Janeiro de 2019, 22:23, por Desconhecido

Seria possível chegar a um dos dois grandes aeroportos de BH em poucas horas. A capital mineira fica a 40 minutos de carro de Brumadinho.

 

Por Alfredo Herkenhoff – do Rio de Janeiro

Quando o barro ferrífero da maximização dos lucros desceu era pouco mais de meio-dia de sexta-feira passada.

Militares de Israel posam para foto ao pousar no Brasil para missão de resgate em BrumadinhoMilitares de Israel posam para foto ao pousar no Brasil para missão de resgate em Brumadinho

Todo mundo logo avisou ao chefe da Vale que havia centenas de soterrados no restaurante cheio para o almoço e havia muita gente também ali na sede administrativa da empresa, atingida em segundos pela tsunami ambiental. O cara nomeado por Aecio Neves sabia um minuto depois da desgraceira que havia centenas de mortos. E escondeu este número.

Bombeiros entraram valorosamente em ação. Policiais e voluntários se puseram a procurar corpos e sobreviventes. Gratidão a todos para sempre…

Brumadinho

Mas parece que foi um crime adicional a direção da Vale não telefonar para Hamilton Mourão e dizer: “As Forças Armadas precisam usar todas as suas aeronaves – das Três Armas – para uma situação de guerra, de desastre; levar agora, às pressas, soldados e bombeiros de todas os Estados, principalmente daqueles com mais experiência em catástrofes, como Santa Catarina daqueles dias de Blumenau, e Rio com aqueles deslizamentos de morros e a mega tromba d’água de Friburgo” etc.

Seria possível chegar a um dos dois grandes aeroportos de BH em poucas horas. A capital mineira fica a 40 minutos de carro de Brumadinho, esta pequena cidade fica a uns cinco minutinhos de helicópteros partindo de Belo Horizonte…

Mas nada. A notícia da barragem foi dentro do possível abafada e ainda ajudou a abafar o escândalo da dinastia Bolsonaro com Queiroz e as milícias.

Sincronia

Os bombeiros de Minas e os poucos de outros Estados foram espetaculares, mas ficaram sobrecarregados. Há muitas cenas em que estavam extenuados e atolados na lama quase movediça.

Por causa da política, da má política, o Brasil não usou prontamente todos os recursos militares e humanos de que dispunha para entrar em operação ainda na tarde de sexta-feira. Faltou sincronia. Talvez tenha faltado ética. Talvez tenha havido excesso de política.

O avião de Israel com cento e tantos soldados só aterrissou em BH no fim do domingo, mais de 50 horas depois do rompimento da barragem. Os israelenses só começaram a operar na lama na segunda-feira, quase 72 horas depois do desastre. Mas antes, muitas fotos da tropa diante do Boeing de Israel recém-aterrissado.

Cartão postal

Que não saiba a mão esquerda o que faz a direita. A Biblia, o Corão e o Talmud devem coincidir, milenarmente, contra o marketing da ajuda ou caridade… A foto dos 130 militares diante do aparelho mais parecia foto de comemoração, foto de marketing, quase futebolística de país campeão. Veja na foto aí que há soldados sentados e até deitados na pista do aeroporto.

Cartão postal, souvenir de uma viagem aos trópicos? Israel é terra seca, não há ambiente propício para geração de expertise em operação de lama de enchentes como as de Friburgo, Rio e Blumenau.

A propaganda de que os militares israelenses seriam mais eficientes do que os brasileiros na lama arrebentou com a imagem do Exército Brasileiro.

Desídia

Foi um erro, houve falha, talvez desídia. Talvez haja coisa pior nessa ajuda com marketing e com ausência de uma presença mais avassaladora das Forças Armadas. Sim, que toda ajuda é bem-vinda. E agradeçamos aos israelenses que conheceram a lama pela primeira vez. Aliás, há uma cena em que um soldado israelense atolado é socorrido por bombeiros mineiros.

Talvez haja coisa pior nesse angu encaroçado porque o governador Wilson Witzel e um dos garotos de Jair estiveram em Israel neste mês de janeiro para negociar compra de equipamentos de controle de multidões.

E a barragem com rachaduras – duas pessoas falaram disso – se arreganhou repentinamente no almoço de uma sexta-feira sem sirene, dias depois de os sauditas anunciarem que não mais comprariam carnes brasileiras por causa do lero lero da dinastia Bolsonaro falando em Jerusalém como capital. E os sauditas e a Liga Árabe também se irritaram com aquela viagem a Israel de Wilson com um dos três filhos do capitão reformado.

Humanidade

By the way, salvo engano, Jair era tenente quando dançou por indisciplina. Naquele tempo, quando um militar era reformado ganhava uma promoção automática na patente.

Talvez o general Mourão tenha falhado em não atropelar o tenente-capitão e acionar todos os recursos humanos espetaculares das Três Forças. Talvez, se fizesse isso, seria visto pela família dinástica como um virtual vice homem-forte de fato. Um dia saberemos…

Os israelenses estão decolando hoje, agora, de volta para casa. Acho que não há aeroporto em Jerusalém. Mas como o país é pequeno, tem mais ou menos a metade da área do Estado do Espirito Santo ou do Estado do Rio, os valorosos militares judeus devem aterrissar no aeroporto Ben Gurion, que fica no meio do caminho entre a capital Tel Aviv e Jerusalém.

Damares

E encerro com uma guinada: Jerusalém devia ser a sede da ONU e capital de um lado de Israel e do outro lado, a capital do Estado Palestino. Um mundo assim pacificado e tolerante seria vantajoso para toda a humanidade, na linha do hindu Mahatma Gandhi: Toda religião merece respeito desde que respeite todas as demais.

Mas Bolsonaro e seus 01, 02, 03, Olavo e seus ministro Ernesto e o olavateiro da Colômbia não querem. Eles só aceitam duas religiões: a de Israel e a de neo pentecostais brasileiros: Yes, nós temos bananas, Damares pra dar e vender.

Alfredo Herkenhoff é jornalista.



Em carta de Ano Novo, Lula convoca os brasileiros à resistência

1 de Janeiro de 2019, 15:45, por Correio do Brasil

“Dois mil e dezenove será um ano de muita resistência e muita luta, para impedir que o nosso povo seja ainda mais castigado do que já foi”, disse Lula.

 

Por Redação, com Ansa – de Curitiba

 

Em mensagem divulgada nesta terça-feira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril em Curitiba, disse que 2019, ano em que Jair Bolsonaro toma posse como o mandatário do Brasil, será um período de resistência e muita luta.

Luiz Inácio Lula da Silva escreve carta aos brasileiros

“Eles podem prender uma pessoa, como fizeram comigo, mas não podem encarcerar nossas ideias, muito menos impedir o futuro.

Dois mil e dezenove será um ano de muita resistência e muita luta, para impedir que o nosso povo seja ainda mais castigado do que já foi. O Brasil precisa mudar, sim, mas mudar para melhor”, declarou.

Direitos sociais

A mensagem de ano novo foi escrita por Lula direto de sua cela e foi revelada no site do PT poucas horas antes da cerimônia de posse de Bolsonaro, que acontece nesta tarde em Brasília.

No texto, o petista, que foi condenado a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, recomendou que todos os seus apoiadores não baixem a cabeça para o novo governo.

“Não vamos baixar a cabeça nem deixar que tirem nossa alegria de viver e de batalhar por dias melhores. Nós sempre tivemos coragem de lutar e tempos coragem de recomeçar”, afirmou.

O ex-presidente ainda apontou vários exemplos do que considera como retrocesso nos direitos sociais e na situação econômica do país.

Novo caminho

“Os últimos anos foram muitos difíceis para o povo brasileiro, e é nisso que penso todos os dias. A fome voltou ao nosso país, o desemprego está rondando milhões de lares, os direitos dos trabalhadores estão sendo rasgados, as políticas sociais que protegem o povo estão sendo destruídas, a economia patina”, diz.

Lula afirma que um país com mais direitos só é possível quando a plena democracia e os direitos à livre organização, à expressão e à manifestação são garantidos. Além disso, desejou que este novo ano a população brasileira consiga trilhar um novo caminho sem fome e pobreza, com saúde, educação e emprego digno para todos. Por fim, ele citou o compositor Chico Buarque.

“Como diz a canção do grande Chico Buarque: ‘Amanhã vai ser outro dia”, concluiu.



Placa mercosul: como a placa atual do seu carro ficará no novo padrão

21 de Dezembro de 2018, 10:34, por Desconhecido

As novas placas para os países do Mercosul começaram a ser implantadas em vários estados do Brasil.

Placa mercosul1

A troca das placas para os veículos já emplacados será de maneira gradual.

Inicialmente as placas mercosul serão usadas em veículos novos, automóveis que tiveram a placa danificada, tiveram que mudar de proprietário, estado ou município.

Também poderá ser feita a troca voluntariamente, basta pagar as taxas atuais.

A grande diferença está na sequência alfanumérica, além do visual. O atual sistema com três letras e quatro números (AAA-0000) passa a ser com três letras, um número, uma letra e dois números (AAA0A00).

As letras usadas em sua placa atual não mudarão. Somente o segundo número será trocado por uma letra, de acordo com a tabela abaixo:

Segundo número da placa atual  Letra correspondente na nova placa
0 A
1 B
2 C
3 D
4 E
5 F
6 G
7 H
8 I
9 J

Desta forma, uma placa atual com os caracteres, por exemplo, BAN 6978 passará a ser BAN 6J78

A cor de fundo, que nos modelos anteriores identificava o tipo de uso do veículo, nas novas placas será sempre branca. Agora o que passa a identificar o tipo de uso do veículo é a cor das letras e números.

Placa mercosul2

Embora o desenho das novas placas obedeça à uma padronização, a numeração das mesmas continuará diferente nos cinco países que compõem o Mercosul, sendo que Argentina, Brasil, Paraguai e Venezuela adotam 3 números e 4 letras (em ordens distintas) e Uruguai 3 letras e 4 números.




Decisão de Marco Aurelio sobre liberdade de Lula levanta divergências no STF

20 de Dezembro de 2018, 21:38, por Desconhecido

No meio militar, Mello gerou um maremoto. O alto comando das Forças Armadas se reuniu, em caráter de urgência, na noite passada, para avaliar a decisão do ministro. Na ativa, o general Paulo Chagas confirmou a pressão que os militares exercem sobre o STF.

 

Por Redação – de Brasília

A decisão do ministro Marco Aurelio Mello, de libertar os presos com algum grau de recurso, na noite passada, gerou uma onda de críticas e elogios à sua conduta. Junto ao governo eleito, a reação foi se aproxima do ódio. E, nas redes sociais, a hashtag #UmCaboUmSoldado esteve entre as principais citações no Twitter. O termo alude, diretamente, à frase de Eduardo Bolsonaro, de que para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF), basta um soldado e um cabo.

O ministro Marco Aurelio Mello teve sua liminar cassada em tempo recordeO ministro Marco Aurelio Mello teve sua liminar cassada em tempo recorde

Após determinar a soltura dos presos em segunda instância, que poderia beneficiar, diretamente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril, a divergência explodiu nas redes sociais. Os cinco principais tópicos sobre o tema eram #LulaLivre, #STFVergonhaNacional, #IntervençãoNoSTF, #UmCaboUmSoldado e #CaboESoldado.”

No meio militar, Mello gerou um maremoto. O alto comando das Forças Armadas se reuniu, em caráter de urgência, na noite passada, para avaliar a decisão do ministro. Na ativa, o general Paulo Chagas confirmou a pressão que os militares exercem sobre o STF. Ele postou em seu Twitter mensagem direcionada a Marco Aurélio Mello, em que sugere sua cassação.

“A atitude unilateral contrária a uma decisão colegiada é uma demonstração de indisciplina intelectual e de escárnio ao STF e à sociedade brasileira. Marco Aurélio Mello merece cassação!”, escreveu o general.

Falta de coesão

A publicação foi ao ar às 16h15, mas às 16h40 o general reafirmou a pressão sobre os magistrados da Corte Suprema:

“Dias Toffoli tem a melhor oportunidade da vida dele para justificar a sua nomeação para a mais alta corte da magistratura brasileira, mesmo sem ter tido mérito para integrar a sua primeira instância”, acrescentou.

As fraturas internas no colegiado judicial mais alto do país também ficaram à mostra, a 10 dias da posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). Um dos ministros, que não foi identificado por sua declaração a um dos diários conservadores paulistanos, disse que entendia a frustração de Mello com a ausência de resposta definitiva do STF para a questão; mas lamentou a exibição da falta de coesão na Corte. Outro, sem ter o nome revelado, disse que o presidente do STF, ministro Dias Tóffoli, acertou ao reverter a medida.

— Era o melhor a fazer — afirmou.

Tutela militar

O PT, por sua vez, classifica o episódio como um “verdadeiro motim judicial”. Segundo o partido, “não há precedentes, na tradição brasileira, de uma perseguição tão cruel a um líder politico reconhecido internacionalmente”.

“O Brasil se encontra diante de um verdadeiro motim judicial, com um claro viés político-partidário. Temos hoje dois sistemas judiciais: um que existe para garantir os direitos – e até para se omitir – diante de corruptos, corruptores e amigos do poder, e outro que existe para negar os direitos de Lula, atuando como verdadeiros carrascos do maior líder político e popular do país”, afirma a nota oficial da legenda.

No documento, o PT afirma que o episódio aponta para “tutela inconstitucional das Forças Armadas sobre a mais alta corte de Justiça”. Também foi lembrada as pressões do comandante do Exército, general Villas Bôas, na véspera do julgamento que negou habeas corpus a Lula em abril.

Desobediência

“Temos hoje dois sistemas judiciais: um que existe para garantir os direitos – e até para se omitir – diante de corruptos, corruptores e amigos do poder, e outro que existe para negar os direitos de Lula, atuando como verdadeiros carrascos do maior líder político e popular do país”, diz o documento assinado pela executiva.

O partido criticou, ainda, a atuação da Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, que “rebelou-se” contra a decisão de Marco Aurélio e agiu especificamente para prejudicar o ex-presidente Lula, quando a medida não se restringia apenas a ele. A nota também aponta “flagrante desobediência” juíza de execuções Penais de Curitiba, Caroline Lebbos, que em vez de cumprir a decisão, pediu posicionamento ao MPF de Dodge.



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