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Sociedade

28 de Fevereiro de 2014, 13:45 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Manifestações contra golpe no Brasil continuam na quinta-feira

14 de Novembro de 2016, 13:48, por Jornal Correio do Brasil

As manifestações também denunciam o Projeto de Lei 4567/16, que tira a exclusividade da exploração do Pré-Sal da Petrobras

 

Por Redação – de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro

 

As manifestações contra o golpe de Estado, em curso no país, voltarão a mobilizar trabalhadores e estudantes. Os protestos estendem-se à Proposta de Emenda à Constituição 55 (que tramitou na Câmara como PEC 241). As marchas populares ocorreram em ao menos 15 Estados e também no Distrito Federal, na última sexta-feira.

Manifestações visam a influenciar votação no Senado, que deve seguir pela madrugada

Manifestações visam a influenciar votação no Senado da PEC 55

Foram registrados protestos no Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás e Minas Gerais. Também ocorreram no Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. Cidades em Santa Catarina e São Paulo, além do Distrito Federal, também se somaram às manifestações.

Soberania nacional

Os manifestantes também denunciam o Projeto de Lei 4567/16, que tira a exclusividade da exploração do Pré-Sal da Petrobras. A matéria segue, agora, à sanção presidencial. Em diversos Estados do país os petroleiros reforçaram o Dia Nacional de Paralisações e Greves, que mobilizou mais de uma dezena de  trabalhadores no território nacional na sexta-feira.

— As lutas dos petroleiros sempre se entrelaçaram com a defesa da soberania nacional. E não será um governo ilegítimo que nos intimidará. As paralisações desta sexta-feira, acompanhando a agenda nacional, são mais uma demonstração disso — afirmou Divanilton Pereira. Ele é dirigente da CTB, petroleiro e secretário da pasta de relações internacionais da central.

Na próxima quinta-feira, haverá a retomada das negociações com a Petrobras sobre o Termo Aditivo do Acordo Coletivo de Trabalho. A última proposta da empresa foi rejeitada por 95% dos trabalhadores reunidos em assembleias pelo Brasil. 

De norte a sul

No Rio Grande do Norte, houve paralisação de 24 horas na unidade operacional do Polo de Guamaré, da refinaria Clara Camarão, e também na unidade terrestre do Alto do Rodrigues. Na liderança do movimento, o Sindicato dos Petroleiros do RN, filiado à CTB e presidido por José Araújo.

No Amazonas, o ato ocorreu em frente à Refinaria de Manaus, e reuniu cerca de 400 pessoas. Houve atraso de duas horas na entrada para o turno da manhã. No Paraná, houve um atraso e paralisação das 6h às 8h30 da manhã, na REPAR e na FAFEN-PR. A manifestação foi do conjunto Sindipetro PR/SC, Sindiquímica PR, e Sindmont.

No norte fluminense, petroleiros, estudantes e trabalhadores rurais sem terra realizaram protesto na rodovia Amaral Peixoto, em Macaé, próximo à base do Parque de Tubos, da Petrobrás. A estrada foi interditada nos dois sentidos por volta das 6h. Os militantes incendiaram pneus, ergueram faixas e fazem discursos sobre as pautas do movimento, contra o corte de direitos, o desmonte da Petrobrás e a entrega do Pré Sal.

Dia de manifestações

Na Bahia, a mobilização começou cedo nas rodovias, com paralisações e protestos na BR 324 (6 pontos), BR 101 (7 pontos), BR 242 (3 pontos), BR 030 (2 pontos), BA 093 Industrial (9 pontos), BA 001 (1 ponto), BA 142 (5 pontos) e BA 407 (3 pontos). Em Salvador, os trabalhadores e representantes de movimentos sociais se concentraram, às 7h, em frente ao shopping da Bahia, no Iguatemi, onde também se manifestaram.

Nos sindicatos unificados de São Paulo, ocorreu atraso na Replan, reunindo cerca de 700 trabalhadores, próprios e terceirizados. Na Recap, localizada em Mauá, também houve atraso de três horas. No terminal São Caetano do Sul, a adesão foi de mais de 90% dos funcionários e terceirizados, em luta por uma proposta digna de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), e pela preservação da empresa.

Os demais sindicatos filiados à FUP, Sindipetro Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará/Piauí, Rio Grande do Sul e Pernambuco/Paraíba também participaram da sexta-feira de luta, com expressivas manifestações. Toda a categoria em defesa da Petrobrás, no combate ao golpe de Estado, ao congelamento de investimentos sociais, dentre outras bandeiras.

Vias interditadas

Em São Paulo, as rodovias Anchieta, Anhanguera, Dutra, Régis Bittencourt e dos Bandeirantes foram bloqueadas no início da manhã. Também foram interditadas a Ponte João Dias, na zona sul da capital paulista, e a Estrada de Itapecerica.

Em Guarulhos, na Grande São Paulo, as empresas de ônibus paralisaram suas operações. Assim como os motoristas de ônibus da região de Sorocaba. Os motoristas também aderiram à paralisação em Salvador, na Bahia. Os bancários baianos também fizeram parte da mobilização, assim com professores municipais e estaduais. Manifestantes também fecharam o acesso ao polo de Camaçari, na região metropolitana de Salvador. No Rio Grande do Sul, professores das redes pública e privada também pretendiam integrar as mobilizações.

Em Minas Gerais, entidades estudantis, sindicatos e servidores realizaram ato em Belo Horizonte, se concentrando na Praça Sete. No Pará, o ato teve a participação de alunos e professores das redes públicas e de universidades, sindicato de bancários, associações quilombolas, MST, grupos negros, LGBT e feministas. A manifestação foi até o Tribunal de Justiça do Estado.

Bombas de gás

A PEC 55 estabelece um teto no orçamento da União para os gastos públicos, atrelado ao aumento da inflação do ano anterior, durante 20 anos.

— Estamos organizando essa greve geral em razão do retrocesso que está sendo imposto pelo governo federal, representado pela PEC 55, que congela os investimentos em educação, saúde e áreas sociais. Essa e várias outras questões que estão sendo conduzidas pelo governo que são um retrocesso para a classe trabalhadora — afirmou Rodrigo Rodrigues, secretário-geral da CUT do Distrito Federal.

No Centro do Rio, milhares de manifestantes marcharam contra as proposta do governo Temer. A passeata saiu da Igreja da Candelária, seguiu pela Avenida Rio Branco e tomou o rumo da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Ao fim do ato, o disparo de um rojão provocou uma reação violenta da PM, que tentou perseguir os manifestantes. Lançaram bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral. A resposta foi mais rojões e pedras contra os policiais.

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Mentira puxa mentira e o cérebro se adapta, diz estudo

28 de Outubro de 2016, 11:02, por Jornal Correio do Brasil

Estudo comprova pela primeira vez que o comportamento desonesto cresce se for repetido. Quanto mais se mente, mais fácil fica e, consequentemente, menor é a resistência do cérebro

Por Redação, com DW – de Londres:

Uma mentira puxa a outra. E quem mente uma vez, tende a mentir cada vez mais. Esta é a conclusão a que chegaram neurologistas da Universidade College London (UCL) no estudo chamado O cérebro se adapta à desonestidade.

Estudo comprova pela primeira vez que o comportamento desonesto cresce se for repetido

Estudo comprova pela primeira vez que o comportamento desonesto cresce se for repetido

No experimento, os voluntários foram incitados a mentir repetidamente. E, dependendo da gravidade da mentira, eles eram recompensados financeiramente. O resultado surpreendeu até os próprios pesquisadores.

– O estudo é a primeira evidência empírica de que o comportamento desonesto cresce se ele for repetido – afirma Neil Garret, neurologista do Departamento de Psicologia Experimental da UCL.

O experimento

No experimento, 80 pessoas visualizaram fotografias de copos preenchidos com diferentes quantidades de moedas de um centavo. Em seguida, os voluntários foram orientados por um computador a aconselhar um parceiro (um ator, desconhecido dos voluntários), que tinha visto os mesmos copos em imagens desfocadas, sobre quanto dinheiro os copos continham.

No primeiro experimento, os participantes foram recompensados pela honestidade. “Eles foram informados de que, quanto mais precisa fosse a avaliação do parceiro, ambos, voluntário e parceiro receberiam mais dinheiro”, explicou Garret.

Num segundo experimento, um dolo proposital foi recompensado com lucros para ambos. E, num terceiro, explicou-se aos participantes de que a mentira prejudicaria somente o parceiro.

– As pessoas mentiram mais quando ambos podiam tirar proveito – disse a cientista Tali Sharot, coautora do estudo. “Se a situação beneficia apenas a si próprio, mas prejudica outra pessoa, mente-se menos.”

Quando indagado se existem mentiras boas e mentiras ruins, Garret disse: “Pode-se afirmar que mentiras sempre são piores quando prejudicam a pessoa ludibriada.

Descobrimos que as pessoas mentem mais se as duas pessoas podem tirar proveito da mentira, em contraste com a situação em que a mentira vai custar algo ao enganado. Mas o observado crescimento foi o mesmo em ambos os cenários.”

Os participantes diferiram bastante no grau de desvio da verdade e na taxa em que sua desonestidade aumentou. Mas a maioria dos participantes tinha em comum o fato de que caíram num padrão de mentiras – e eles aumentaram a intensidade de suas lorotas ao longo do tempo.

Reação do cérebro

Durante os experimentos, mais de um quarto dos voluntários foram observados por meio de imagens de ressonância magnética. A parte do cérebro que controla as emoções – as amígdalas – reagia fortemente quando os indivíduos tinham mentido.

Assim foi, ao menos, no início. Quanto mais atrevidas eram as mentiras, menos as amígdalas demonstravam alguma reação, um processo que os cientistas chamam de “adaptação emocional”.

– Na primeira vez em que trapaceia na declaração do imposto de renda, por exemplo, uma pessoa deve se sentir mal – disse Sharot. “Mas quando volta a fraudar, ela já se adequou. Há menos reações negativas que possam restringir seus atos.”

– Seja na infidelidade, no doping no esporte, na manipulação de dados científicos ou fraude financeira – os charlatões nos lembram que os pequenos atos de desonestidade têm aumentado continuamente ao longo do tempo – salientou Sharot. “E, de repente, pessoas chegam ao ponto de cometer crimes grandes.”

Ou seja, quanto mais se mente, mais hábil a pessoa se torna na propagação de mentiras. Este parece ser um resultado claro do estudo científico. E, portanto, também uma justificativa do porquê de não se confiar mais em alguém que uma vez mentiu.

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A dona do restaurante, o desprezo pelos pobres e a culpa da Dilma

27 de Outubro de 2016, 0:00, por carlos motta

 

A garçonete que usualmente me atende no restaurante onde almoço com mais frequência aqui em Serra Negra avisa que está na sua última semana de trabalho.


- O que houve? - pergunto.


- É que aqui pagam muito mal e a dona não quer nem me registrar. Disse que o movimento caiu - ela responde.


A garçonete fabrica pães caseiros e já começou a construir uma padaria/mercadinho num terreno que possui no bairro onde mora.


Continuamos a conversa. 


- Se o movimento está mais fraco agora, imagine só daqui a alguns meses, com essa recessão toda no país. Tem muita gente desempregada e mais gente vai perder o emprego - digo.


- Mas parece que ela [a dona do restaurante] não liga para os pobres. Outro dia, feriado na cidade, quando vêm muitos turistas, ela mandou colocar salsicha e batata no cardápio, dizendo que é disso que as crianças gostam. E para os adultos, perguntamos? Aí ela respondeu que eles eram pobres, que não tinha problema servir salsicha e batata.


Disse a ela que infelizmente muitos empresários pensam assim, justamente eles que nunca ganharam tanto como na última década, principalmente por causa desses "pobres" que detestam.


E perguntei:


- E o que eles fizeram com o dinheiro, investiram no seu negócio?


- Claro que não, seu Carlos. Ficaram viajando, postando fotos no Facebook. Agora estão com medo de ir à falência.


Terminamos a conversa.


Não sem antes a garçonete me dizer que, para a dona do restaurante a culpa pela queda do movimento era da Dilma.


Bingo!


(Carlos Motta)



Estudante tem morte suspeita em escola ocupada de Curitiba

24 de Outubro de 2016, 17:41, por Jornal Correio do Brasil

De acordo com a instituição, a morte ocorreu por volta das 16h. O rapaz, de 16 anos, era aluno da escola ocupada. O colégio é um dos mais de 800 que estão ocupados no Estado

 

Por Redação – de Curitiba

 

Um adolescente foi encontrado morto na tarde desta quarta-feira, no Colégio Estadual Santa Felicidade, em Curitiba. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná (SESP/PR).

Estudantes protestam contra a PEC da Morte, em escolas ocupadas por todo o país

Estudantes protestam contra a PEC da Morte, em escolas ocupadas por todo o país

De acordo com a instituição, a morte ocorreu por volta das 16h. O rapaz, de 16 anos, era aluno da escola ocupada. O colégio é um dos mais de 800 que estão ocupados no Estado. Equipes da Polícia Civil e Científica estão no local para colher informações. “A secretaria trata a questão com prioridade, para esclarecer o mais rápido possível o que ocorreu”, informou a assessoria de imprensa.

O Correio do Brasil procurou os estudantes por meio da página no Facebook Ocupa Paraná. Eles relataram o envio de representantes até o local para obter informações. “Não há nenhuma informação concreta sobre a motivação dessa morte e também nenhuma informação repassada aos mais de dez advogados do movimento, que estão proibidos de entrar no local para dar suporte aos outros estudantes da ocupação, que estão lá dentro com a Polícia Civil”, diz publicação, na página.

Os estudantes nas escolas ocupadas no Paraná e em outros Estados do Brasil protestam contra a Medida Provisória do Novo Ensino Médio e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que estabelece um limite de gastos ao governo federal pelos próximos 20 anos.

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PEC da Miséria: Proposta de Emenda Constitucional 241

10 de Outubro de 2016, 9:48, por Blogoosfero - 0sem comentários ainda

Pec da miséria



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