Ir para o conteúdo

News

Tela cheia Sugerir um artigo

Trabalhadores

30 de Agosto de 2016, 14:06 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Pesquisa mostra adesão maciça dos caminhoneiros à greve geral

7 de Junho de 2019, 17:55, por Desconhecido

A pesquisa sobre a presença dos caminhoneiros na greve geral foi realizada entre os dias 2 e 18 de maio, com 648 motoristas, sendo 6 mulheres.

 

Por Redação, com RBA – de São Paulo

 

Estudo realizado junto aos caminhoneiros, pela Fundação Perseu Abramo (FPA) junto com a Rede Nacional de Pesquisadores Associados (RNPA), mediu o comprometimento da categoria com o movimento de paralisação chamado para dia 14 de junho. De acordo com o levantamento, 70% dos condutores vão aderir à Greve Geral.

No ano passado, a greve dos caminhoneiros, transformada em locaute, paralisou a economia do paísNo ano passado, a greve dos caminhoneiros, transformada em locaute, paralisou a economia do país

A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 18 de maio, com 648 motoristas, sendo 6 mulheres. Do total de entrevistas, 49,7% foram com condutores de empresas, 42,6% autônomos, 4,7% cooperativados e 3% empregadores.

Paralisação

Na última terça-feira, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), que representa 700 mil caminhoneiros associados aos sindicatos filiados à entidade, aprovou a adesão à Greve Geral. A Associação Brasileira dos Caminhoneiros divulgou, em seu site, uma campanha de consulta à categoria para decidir sobre a adesão, ou não, ao movimento que pretende paralisar o país no dia 14 de junho.

Wanderley Dedeco, uma das lideranças forjadas nos grupos de Whatsapp, aplicativo de conversa online onde se orquestrou a paralisação da categoria, em maio de 2018, criticou a CNTTL e disse que é contrário ao movimento de greve.

— Não haverá paralisação, isso é coisa de gente irresponsável no meio de uma negociação que o governo tem cumprido sua parte, esse anúncio é coisa de pessoas que são contra o crescimento do Brasil e do presidente, mas garanto não haverá paralisação — afirmou Dedeco.

A pesquisa

A FPA também perguntou aos caminhoneiros se eles são a favor de uma nova paralisação da categoria, como aconteceu em maio de 2018. Se declararam contrários 20%. Outros 71% são a favor e 9% não souberam opinar.

Para 34,6% dos caminhoneiros, o governo de Jair Bolsonaro é ótimo ou bom. Outros 33,9% consideram ruim ou péssimo.

Os condutores também responderam sobre os meios que utilizam para se informar a respeito de assuntos do interesse da categoria. O Whatsapp é a plataforma eleita por 35,8% dos motoristas e, para 17,2%, é a TV.

Bancários

Ainda nesta sexta-feira, mais duas categorias decidiram participar da Greve Geral. A decisão foi tomada de forma unânime nas assembleias das categorias, realizadas em Porto Alegre.

Os municipários garantem que serviços urgência, emergência e essenciais terão um número mínimo de servidores trabalhando no dia para atender a população. Nos próximos dias prefeitura será comunicada da decisão e a categoria será convocada para participar das manifestações.

Porém, o Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) diz que não tem atividades programadas e que seguirá as decisões de centrais sindicais e movimentos sociais.

Aposentadorias

Já por parte dos bancários uma nova reunião está agendada para o dia 13 de junho na qual será definida como será a participação na Greve Geral. Nos próximos dias o Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região (SindBancários) irá comunicar as instituições financeiras, tanto públicas quanto privadas. Dessa forma eles esperam evitar qualquer punição a quem aderir ao movimento.

A Greve Geral é um protesto contra a reforma da previdência proposta pelo governo do presidente Jair Bolsonaro, e na região metropolitana já conta com a adesão dos metroviários.

Entre as críticas ao texto enviado à Câmara dos Deputados está o aumento nas idades mínimas para aposentadoria, além da previsão de mudança no sistema que passaria de solidariedade para capitalização.



Vídeo desvenda Desreforma da Previdência

7 de Junho de 2019, 17:54, por Desconhecido

https://auditoriacidada.org.br/video/video-explica-porque-a-reforma-da-previdencia-nao-combate-privilegios/

 

Vídeo compartilhado do espaço virtual dívida cidadã. Muito bem elaborado que detona com as Fakenews dos feitores PauloGuedes e Bolsonaro que representam no Brasil o governo americano TRUMPista.

Assista, compartilhe e se aproprie do conteúdo que desnuda a farsa do que estão chamando de Reforma da Previdência.

 



Desemprego vai à maior taxa desde maio do ano passado

30 de Abril de 2019, 20:14, por Desconhecido

A taxa de desemprego brasileira chegou a 12,7% no período, na terceira alta consecutiva e a maior do ano, ante 12,4% nos três meses até fevereiro e 11,6% no quarto trimestre. O resultado informado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra, entretanto, recuo em relação aos 13,1% registrados no mesmo período de 2018.

Por Redação – do Rio de Janeiro

 

O desemprego no Brasil voltou a aumentar no primeiro trimestre e atingiu a maior taxa desde maio do ano passado, com o total de desempregados chegando a quase 13,4 milhões e número recorde de desalentados, em um cenário de fragilidade do crescimento econômico.

Guedes conversou com Rodrigo Maia, na tentativa de colocar panos quentes na crise com BolsonaroA política econômica do governo, chefiada por Paulo Guedes, tem gerado um número cada vez maior de desempregados

A taxa de desemprego brasileira chegou a 12,7% no período, na terceira alta consecutiva e a maior do ano, ante 12,4% nos três meses até fevereiro e 11,6% no quarto trimestre. O resultado informado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra, entretanto, recuo em relação aos 13,1% registrados no mesmo período de 2018, e ficou abaixo da expectativa em pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters com economistas, de uma taxa de 12,8%.

Cenário

Ainda assim, é o mais alto desde os três meses encerrados em maio do ano passado, quando ficou no mesmo patamar.

— Nenhum setor teve contratação significativa no primeiro trimestre deste ano. Esse é o retrato do mercado de trabalho em 2019. A expectativa de uma melhora no mercado de trabalho que havia para 2019 não se confirma diante do cenário econômico — disse o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo.

Em meio a dispensas ainda sazonais e aumento da procura por emprego, o país tinha no trimestre até março 13,387 milhões de desempregados, ante 13,098 milhões nos três meses até fevereiro e 12,152 milhões no quarto trimestre de 2018. Nos três meses até março de 2018 eram 13,634 milhões de desempregados.

Desalentados

Na outra ponta, o total de pessoas ocupadas caiu a 91,863 milhões, de 92,127 milhões entre dezembro e fevereiro e 92,736 milhões no quarto trimestre.

Nesse cenário, o número de desalentados, ou a quantidade de trabalhadores que desistiram de procurar uma vaga, foi ao recorde de 4,843 milhões no primeiro trimestre, de 4,663 milhões no trimestre anterior.

— O número de desalentados é o maior da série. Esse é um retrato de um mercado de trabalho brasileiro frágil. Significa dizer que os desempregados poderiam ser de quase 18 milhões se essas pessoas estivessem pressionando o mercado a procura de uma vaga — completou Azeredo.

Fraqueza

O emprego com carteira assinada continua fraco, com 32,918 milhões de pessoas no primeiro trimestre deste ano, queda de 0,1% sobre o período anterior e alta de apenas 0,2% sobre o primeiro trimestre do ano passado.

Ao mesmo tempo, o número de pessoas sem carteira assinada no setor privado entre janeiro e março caiu 3,2% na comparação com o quarto trimestre, mas subiu 4,4% sobre o mesmo período do ano passado, a 11,124 milhões.

Em relação ao rendimento médio do trabalhador, este chegou a R$ 2.291 no primeiro trimestre, contra R$ 2.276 no quarto trimestre e 2.259 reais no mesmo período de 2018. Em março, o Brasil registrou fechamento líquido de 43.196 vagas formais de emprego, num resultado negativo que contrariou expectativas e foi puxado pela fraqueza no comércio, segundo dados do Ministério da Economia.

O mercado de trabalho brasileiro vem refletindo diretamente a dificuldade que a economia vem apresentando de avançar, destacadamente o setor industrial. A mais recente pesquisa Focus realizada pelo Banco Central junto a uma centena de economistas mostra que a expectativa de crescimento econômico é de 1,70% em 2019, indo a 2,5% em 2020.



DIEESE lança índice para medir condição do trabalho

29 de Abril de 2019, 21:09, por Desconhecido

O mundo do trabalho está em revolução. Muitas transformações em curso. São as novas tecnologias, formas de contratação, novos ajustes nas jornadas de trabalho, revisões na proteção laboral, terceirização, salários variáveis e, muitas vezes, arrochados, entre outros.

Ict abr2019

Por Clemente Ganz Lúcio 1

Flexibilidade para as empresas fazerem tudo o que quiserem, enquanto os trabalhadores vão sendo confinados em um mundo inseguro e precário.

O enfrentamento desse novo cenário demanda capacidade de luta para que esses processos sejam revertidos e acabem trazendo qualidade de vida, bem-estar coletivo e boas condições de trabalho. Olhando para o futuro, parece missão quase impossível. Olhando para a história, missão civilizatória que os trabalhadores enfrentaram com criatividade e força, a ponto de mudar o rumo da situação. É por isso que, diante de todas as dificuldades atuais, é preciso continuar a empreender a luta! É preciso também intensificá-la, modificá-la, criar táticas diferentes.

É com essa perspectiva histórica e rumo ao futuro que o DIEESE criou e agora lança um novo instrumento para avaliar a qualidade das condições do trabalho no Brasil. Trata-se de um “termômetro” que busca medir a “temperatura” das condições de trabalho, ou seja, indicar se a qualidade das condições do trabalho está melhorando ou piorando.

O ICT é um indicador sintético, composto, de maneira ponderada, por três dimensões: ICT-Inserção Ocupacional, ICT-Desocupação e ICT-Rendimento. O ICT varia entre 0 e 1. Mais próximo de 1 indica melhores condições de trabalho ou que as condições estão melhorando, isso se os índices que se sucedem ao longo do tempo tenderem a se aproximar de 1. De outro modo, se os resultados tenderem para 0, indicam uma situação pior ou tendência de piora da qualidade das condições do trabalho.

Entre 2012 e o primeiro trimestre de 2014, a série do ICT-DIEESE elevou-se de forma intensa e passou de 0,48 para 0,70. Nos trimestres seguintes de 2014, o Índice quase não variou e, a partir de 2015, já sob os efeitos da crise econômica, o ICT-DIEESE passou a diminuir de forma contínua até o início de 2018 e desde então, pouco mudou. No último trimestre de 2018, ficou em 0,36.

O ICT refletiu o movimento de deterioração das condições do trabalho entre 2015 e 2017, puxado pela elevação do desemprego, da informalidade e pelo arrocho dos rendimentos. Em 2018, o desemprego parou de crescer, estacionado em altos patamares. A informalidade e as ocupações desprotegidas predominaram no movimento observado no mundo do trabalho, em 2018, e indicam uma situação parada em patamares de alta gravidade. No final do ano, há “um soluço” de melhora, revertido no começo de 2019, como mostram os dados. Leves oscilações das condições do trabalho, devido à sazonalidade do final do ano, ocorrem em um contexto que não evidencia nenhum sinal de alento. A situação é crítica e deve permanecer assim em 2019, conforme indica a dinâmica da atividade econômica do país. Infelizmente.

Novas pesquisas, estudos e indicadores observando as condições do trabalho serão produzidos pelo DIEESE. Com o ICT, a entidade dá início à produção técnica para olhar esse mundo do trabalho em mudança e produzir conhecimento que municie a atuação dos trabalhadores e a intervenção do movimento sindical.

 1 Diretor técnico do DIEESE.



Aumento no preço do diesel mobiliza caminhoneiros para nova greve

19 de Abril de 2019, 9:58, por Desconhecido

Líderes do movimento dos caminhoneiros alertam para mobilização nos próximos dias, em todos os Estados do país.

 

Por Redação – de São Paulo

 

O aumento no preço do diesel em R$ 0,10 por litro, anunciado na na noite passada, foi recebido como um sinal do governo aos caminhoneiros, que prometem uma reação pesada, nos próximos dias. Embora tenha editado um pacote de medidas, a ala mais radical dos motoristas se mobiliza, enquanto uma parcela prefere aguardar, antes de paralisar as estradas brasileiras.

No ano passado, a greve dos caminhoneiros, transformada em locaute, paralisou a economia do paísNo ano passado, a greve dos caminhoneiros, transformada em locaute, paralisou a economia do país

Para o caminhoneiro Wanderlei Alves, o Dedeco, um dos principais líderes da categoria, não há out alternativa senão paralisar o setor.

— O governo pagou para ver. Agora só estamos vendo a data, mas será em menos de dez dias — disse, a jornalistas.

Piso mínimo

Dedeco acrescenta que a conta não fecha. O preço do frete continua igual, enquanto os custos sobem. Para quem gasta 10 mil litros de diesel por mês, o aumento significa um prejuízo de R$ 1 mil.

— O governo insiste em tratar do setor com quem não tem caminhão — critica o caminhoneiro.

Em mensagem enviada ao ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o caminhoneiro Josué Rodrigues, um dos líderes na Região Norte, também ameaça nova greve para o mês que vem caso o preço do combustível não seja congelado e o tabelamento do frete permaneça sem efeito.

— Se não fizer valer o piso mínimo do frete, nós vamos parar, não tem jeito. Se não agir antes do dia 21 de maio vai ter uma paralisação sangrenta, pode ter certeza — acrescentou.

‘Deixa disso’

Há representantes, porém, que preferem jogar água fria na fervura. Estes desaconselham uma nova paralisação, tendo em vista a precariedade financeira do segmento.

— Está todo mundo quebrado — afirma Bruno Tagliari, um dos líderes no sul do país. No caso dele, se parar de trabalhar, não conseguirá pagar suas despesas fixas, de R$ 6 mil por mês.

Apesar da frustração, também há boa vontade por parte por parte dos caminhoneiros em dar mais tempo para o novo governo, afirma Ivar Luiz Schmidt, um dos líderes do Comando Nacional do Transporte (CNT) no Nordeste. A maioria votou em Jair Bolsonaro para presidente, “mas paciência tem limite”, avisam os caminhoneiros nas redes sociais.

Dentro dos grupos de WhatsApp, as medidas dos últimos dias são vistas como resultado da fragilidade da categoria, que não se valoriza. A insatisfação quanto à representatividade da categoria, em Brasília, no entanto, é um ponto que incomoda a todos.

Representações

Também favorável a manter a desmobilização da categoria, o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Cargas de Volta Redonda e Região Sul Fluminense (Sinditac-VR), Francisco Wild, o reajuste do diesel poderá ser compensado com aumento do piso do frete.

— Tem que ser assim, está na lei, e o gatilho vai resolver. Antes, o combustível aumentava e o piso só era reajustado muito tempo depois – afirmou, logo após o anúncio da Petrobras. Wild garantiu que os motoristas autônomos de sua região não têm intenção de parar.

Segundo Alves, porém, as representações que atuam, hoje, em Brasília junto ao governo federal não têm controle sobre caminhoneiros de todo o país.

— Há de 20 a 30 lideranças espalhadas por todos os Estados se comunicando em articulação. Eles podem dizer com todas as letras que não vamos parar, mas nós vamos, se nada for feito — ponderou.

Retrocesso

Em uma análise sobre o movimento, o decano dos jornalistas brasileiros, Helio Fernandes — fundador do diário Tribuna da Imprensa — escreveu, sob o título: “O desgoverno Bolsonaro apavorado com caminhoneiros”, que há grande chance de haver uma nova paralisação:

“Eles pararam o país inteiro no ano passado, tomaram consciência da sua força, ameaçam repetir a façanha. Só que agora tomaram a iniciativa, falam em greve total da categoria.

“Em vez de repressão, o desgoverno (Bolsonaro) tenta conversar, oferece uma porção de vantagens. Como supostamente ainda tem 4 anos de governo,(desgoverno) Bolsonaro poderia inscrever seu nome na Era da modernidade.

“Acabando com o retrocesso e a lentidão.Trocando o caminhão pela ferrovia, como acontece na maioria dos países. Em 4 anos poderia renovar 30 ou 40%, (menos os 100 dias de inoperância, incompetência e imprudência) do sistema arcaico e ultrapassado. Mas progresso, nada a ver com o passado, presente e futuro, do eterno capitão”, conclui.



Notícias

News

Minha rede