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Trabalhadores

30 de Agosto de 2016, 14:06 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Sair do Digital e Ocupar as Ruas

5 de Dezembro de 2017, 14:15, por Fr3d vázquez

Mememobilizanacional 05122017 contrareformaprevi O processo de Golpe e de desmonte da Soberania brasileira e da Cidadania está a pleno curso desde o processo, denominado, “Mensalão”.

O mais eminente ataque aos Direitos d@s trabalhador@s brasileir@s é a Reforma da Previdência promovida pelo Governo golpista, e usurpador, conduzido por Michel Temer.

Diante dessa conjuntura, a direção do Comitê do PCdoB Brasília orienta a tod@ sua miltância, @s filiad@s e aliad@s a participarem, permanentemente e ativamente, das mobilizações e ocupações de espaços públicos para lutar contra a Reforma e demais ataques a Democracia brasileira.

Convocamos assim para a participação no Ato de hoje, 05/12, às 18h no Museu da República, chamado pelas Centrais Sindicais

A CUT fará panfletagem às 16h na Rodoviária do Plano Piloto.

Hoje dia 5 de Dezembro, em Brasília, tomemos as ruas!

 

Comissão Política

PCdoB-Brasília



OIT: desemprego entre jovens brasileiros deve atingir 30% em 2017, maior taxa desde 1991

21 de Novembro de 2017, 18:35, por ONU Brasil
Desemprego entre jovens no Brasil tem maior taxa em 27 anos, diz OIT. Foto: EBC

Desemprego entre jovens no Brasil tem maior taxa em 27 anos, diz OIT. Foto: EBC

A região da América Latina e Caribe deve registrar o maior aumento das taxas de desemprego entre jovens no mundo, segundo relatório divulgado na segunda-feira (20) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A taxa de desemprego jovem latino-americana e caribenha deve subir quase 1 ponto percentual entre 2016 e 2017, para 19,6%, maior nível desde 2004 e bem acima do índice de 14,5% registrado em 2013. Isso significa que mais 500 mil jovens ficarão desempregados na região este ano.

Em 2018, a previsão é de que a taxa de desemprego juvenil nos países latino-americanos e caribenhos permaneça estável.

As perspectivas regionais para este ano estão sendo negativamente afetadas pelo fraco desempenho econômico do Brasil, onde a taxa de desemprego entre jovens deve atingir 30%, o maior índice desde 1991, segundo o documento “Tendências Globais de Emprego para a Juventude 2017”.

O desempenho ruim no Brasil será apenas parcialmente compensado pela expectativa de queda das taxas de desemprego juvenil na Argentina e no México, de acordo com a OIT.

Os índices brasileiros e latino-americanos de desemprego entre jovens estão acima das taxas globais. Enquanto em 2016 a taxa global de desemprego juvenil ficou estável em 13%, a expectativa é que ela aumente levemente para 13,1% este ano.

Clique aqui para acessar o relatório completo.



A evacuação do trabalho

17 de Outubro de 2017, 8:20, por Jornal Correio do Brasil

Refletindo sobre a inacreditável ausência do tema sindical no simpósio internacional da USP sobre os 100 anos da revolução russa constato que tal desprezo é uma deformação presente nas produções acadêmicas aqui no Brasil e no mundo

Por João Guilherme Vargas Netto – de São Paulo:

A categoria “trabalho” foi evacuada no dia-a-dia do pensamento neoliberal hegemônico, seja nas pesquisas acadêmicas, seja na cobertura midiática, seja na literatura e nas artes e, sobretudo, no mundo econômico. O trabalho perdeu a centralidade nas teorias correntes e na ideologia dominante.

A categoria “trabalho” foi evacuada no dia-a-dia do pensamento neoliberal hegemônico

Uma consequência disso é o abandono dos sindicatos como entidades fundamentais no arranjo societário capitalista. O pensamento hegemônico culturalista e individualista despreza a ação coletiva dos sindicatos; organizações históricas de resistência dos trabalhadores.

Há muitas razões justificativas de tal alienação. Mas seus efeitos convergem para uma visão deformada da vida em sociedade ofuscando o papel dos trabalhadores e de suas organizações. O descaso com os sindicatos, sua subestimação e até mesmo o ódio a eles é a contrapartida do abandono do trabalho; principalmente do trabalho industrial, como categoria estruturante de pensamento pós-moderno.

A força dos trabalhadores

Em 2007, John Womack Jr editou em espanhol pelo Fundo de Cultura Econômica do México o seu importante livro sobre a posição estratégica; e a força dos trabalhadores. Ao descrever nele as formas de fazer a história dos trabalhadores, Womack registra que “os historiadores acadêmicos se interessam agora em quase qualquer coisa que não seja o trabalho industrial”.

Para demonstrar isto recorre às aquisições da biblioteca da universidade de Harvard nos últimos dez anos; mais de duas vezes sobre gênero que sobre trabalho, 18 vezes mais sobre sexo que sobre trabalho industrial; e um terço mais sobre pornografia que sobre trabalho industrial.

Provocadoramente afirma que “resulta absurdo que careça de interesse estudar a história da atividade necessária; para que ocorra qualquer outra história humana. É histórica e materialmente interessante; o fato de que a espécie se extinguiria muito mais rapidamente sem trabalho do que sem copulação”.

João Guilherme Vargas Netto, é consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores em São Paulo

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O desprezo da 'intelectualidade' brazuka pelos sindicatos

10 de Outubro de 2017, 8:58, por Jornal Correio do Brasil

No que nos diz respeito lamento que a maratonística comemoração do centenário da revolução russa preparada pelo Departamento de História da USP e realizada de 3 a 6 de outubro com suas 95 (se contei direito) mesas temáticas não tenha abordado nelas o papel dos sindicatos. O prospecto que descreve os eventos nem mesmo registra a palavra sindicato

Por João Guilherme Vargas Netto – de São Paulo:

A realidade sindical da Rússia pré-revolucionária e o decisivo papel dos sindicatos de trabalhadores nas revoluções (de fevereiro e outubro de 1917), na vitória na guerra civil e contra as intervenções estrangeiras, na construção do socialismo e na batalha da produção passaram ao largo na caleidoscópica diversidade dos temas tratados. Discutiu-se acidamente um pouco de tudo e mais alguma coisa, mas não se tratou das violentas lutas políticas sobre o papel dos sindicatos, organizações básicas dos trabalhadores, ao lado do partido comunista, dos sovietes (conselhos) e do Exército Vermelho.

A realidade sindical da Rússia pré-revolucionária e o decisivo papel dos sindicatos de trabalhadores nas revoluções (de fevereiro e outubro de 1917)

Feitas essas críticas por quem trabalha há muitos anos com o movimento sindical brasileiro, e reconhece a sua importância; quero registrar o meu elogio ao evento e ao empenho do professor Osvaldo Coggiola e seus colaboradores.

Os que frequentaram o campus de estudos sociais da USP nesses dias puderam constatar o clima de feira de ideias, ideias de esquerda; que animou as muitas salas lotadas, quase em sessão contínua e os debates acalorados.

Ambiente acadêmico

Acredito que no mundo inteiro (e principalmente na Rússia de hoje) não houve; em ambiente acadêmico ou fora dele, comemoração semelhante e com tal magnitude. A USP, a maior universidade da América Latina, pode disputar um registro no livro Guiness de recordes…

Em uma escala bem menor algumas entidades do movimento sindical brasileiro comemoraram também o centenário da revolução. Registro o debate que houve no sindicato dos eletricitários; a palestra (promovida pela editora Boitempo) no sindicato dos engenheiros e a mesa de discussão no Sinpro-SP.

É a história revolucionária sendo analisada e apropriada no terreno dos sindicatos, que ficaram ausentes da programação da USP.

 João Guilherme Vargas Netto, é consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores em São Paulo.

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Capitalismo selvagem

22 de Setembro de 2017, 8:41, por Jornal Correio do Brasil

O Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte abriu uma ação pública contra a empresa Guararapes para responsabilizá-la quanto aos direitos trabalhistas dos empregados das facções de costura (microempresas subcontratadas para montagem das roupas) depois de realizar inspeções que analisaram as condições de trabalho, os salários e o conteúdo dos contratos das facções

Por João Guilherme Vargas Netto – de São Paulo:

A Guararapes (o maior grupo empresarial do ramo têxtil e de confecções de roupas da América Latina, com sede em Natal e proprietário da rede de lojas Riachuelo e do shopping Midway) subcontrata microempresas que fazem a montagem das roupas, terceirizando, portanto, seus trabalhadores (passou, no Rio Grande do Norte de 10 mil empregados para 7 mil) e sobrecarregando as microempresas aderentes que não conseguem negociar preços e prazos e são submetidas às determinações da Guararapes e ao fornecimento, por ela, de peças para confecção.

Capitalismo selvagem

A ação do MPT se dá depois de centenas de ações individuais de empregados demitidos pelas facções que cobram verbas rescisórias não pagas e que alegam a corresponsabilidade da Guararapes.

O pedido de indenização por danos morais coletivos tem o valor de R$ 38 milhões; e corresponde, segundo os procuradores do trabalho, a parte do lucro obtido com o trabalho nas terceirizadas.

Em nota publicada o MPT esclarece que sua ação não é contra as pequenas empresas; elas mesmas exploradas pelo grupo Guararapes (o que é o quadro geral no grande polo de confecções nordestino); e submetidas às suas escorchantes determinações.

Guararapes

O presidente do grupo Guararapes, Flávio Azevedo, utilizou as redes sociais para contestar a ação ameaçando abandonar o Rio Grande do Norte; e transferir para a Paraíba ou o Ceará suas confecções; como já vem fazendo no Paraguai e na China.

Em apoio à empresa tem se destacado como um propagandista diligente o famigerado deputado federal tucano Rogério Marinho; relator da lei da deforma trabalhista; que com seu estilo espalhafatoso percorre o estado aterrorizando os microempresários; e os trabalhadores e trombeteando as vantagens da lei que fez aprovar na Câmara.

MPT

A ação do MPT escancara no Nordeste uma situação típica do capitalismo selvagem, descrita quase palavra por palavra no Capital de Marx; cuja primeira edição é de 1867. A selvageria secular terá sua atualização legal com a lei trabalhista e a lei de terceirização transformadas em normas gerais.

O MPT merece apoio do movimento sindical que deve também escrachar o deputado em sua cruzada terrorista de algoz dos trabalhadores.

 

João Guilherme Vargas Netto, é  consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores em São Paulo.

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