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Trabalhadores

30 de Agosto de 2016, 14:06 , por Blogoosfero - | No one following this article yet.

Com arrocho salarial de 11%, servidores estaduais acampam no Centro Cívico

12 de Junho de 2018, 7:43, por Desconhecido

Começou hoje, 11, a vigília em frente ao Palácio Iguaçu para exigir do governo a reposição salarial, que é de lei. Diversos sindicatos que representam os servidores estaduais estão se dispondo a permanecer na Praça do Massacre até que a governadora se decida.

No final de semana, o governo chamou às pressas uma reunião com os sindicatos do Fórum das Entidades Sindicais – Fes. Mais uma vez, o Fórum demonstrou que o governo tem dinheiro e pode pagar sim o que a lei permite, que é 2,76%, embora a dívida seja de 11,53%. A assessoria econômica do Fes também provou que o Estado não está descumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal. Que mesmo pagando a data-base, a projeção é que o Estado gaste 46% da receita em pessoal. O limite é de 46,55%.

Esse percentual de 2,76 é referente à inflação dos últimos doze meses. É pouco? É. Mas não acumula pra frente, diz uma sindicalista.

Os dirigentes do Fórum também exigiram que os projetos de lei que preveem a reposição salarial de outros poderes fossem retirados de pauta. Pelo menos até chegar a proposta de reposição para as/os servidoras/es do Poder Executivo.

A pressão foi tamanha que, já no início da tarde, o presidente da Assembleia Legislativa retirou da pauta esses projetos – Legislativo, Tribunal de Justiça, TCE, MP e Defensoria Pública. Segundo Traiano, a tramitação fica suspensa até a próxima segunda-feira, 18.

LDO – O governo ainda tem uma enorme dívida com o funcionalismo. E são 11, 53% que o ex-governador Beto Richa ignorou e deixou de pagar. Na reunião, ficou o compromisso de colocar na LDO para que as/os funcionárias/os do Poder Executivo possam recuperar o que foi perdido.

Texto: Lea Okseanberg/SindSaúde-PR

Foto: Tiago Somma/APP-Sindicato



Servidores da Cohab entram em greve por atraso de salário

11 de Junho de 2018, 13:20, por Desconhecido

Desde junho de 2017, o pagamento ocorreu em dia apenas em dois meses. A greve é por tempo indeterminado, até que os vencimentos sejam quitados

Servidores da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab) entram em greve a partir das 8h desta segunda-feira (11), para cobrar o pagamento de salários atrasados. Desde junho de 2017, o pagamento ocorreu em dia apenas em dois meses.

A previsão legal é de que os salários devem ser depositados no último dia útil de cada mês. No entanto, a média de atraso tem sido de 10 dias. No caso dos vencimentos referentes a maio, não foram pagos até agora.

A decisão da greve foi tomada em assembleia geral dos funcionários, na última sexta-feira (8). Os trabalhadores pretendem seguir paralisação até que os salários sejam pagos. A mobilização é resultado da ação conjunta de quatro sindicatos

Edilene Pires da Silva Andreiu, Engenheira Civil da Cohab e diretora do Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR), diz que os atrasos refletem a postura da prefeitura com a política de habitação popular. “É um desrespeito com os trabalhadores, e também com a população, por refletir a precarização de uma área primordial para a promoção do direito à moradia para a população”. Atualmente, há 51 mil pessoas inscritas na fila da Cohab, pelo acesso à casa própria.

Na avaliação dos sindicatos que representam os funcionários, a prefeitura se exime da responsabilidade com os salários, mesmo sendo detentora de 99% das ações da Companhia.

A Companhia é responsável pela construção de cerca de 700 empreendimentos habitacionais populares, em 40 dos 75 bairros de Curitiba. No total, ao longo de 53 anos de criação do órgão, 139 mil habitações foram construídas.

Fonte: Senge PR



Principe da Privataria, Senador Açai pego no propinoduto

8 de Junho de 2018, 13:51, por Desconhecido

O propinoduto dos tucanos, tudo indica, não será mais possível nem a globo camuflar, explode pena de tucano pra tudo quanto é lado.

Estranhamente, a denuncia vem da VeJaMente, e, para supresa geral a imprensa de esgôto tacou-lhe tinta no principe da privataria - FHC. Até a Globo brutus! hmmmmm como diria Dalton, muito estranho.

Dos duendes do capitão américa até Gilmar Mendes, todos indistintamente, são sabedores que os tucanos são propineiros e corruptos. Alias, segundo o Congresso em Foco, o PSDB lidera o ranking do partido mais corrupto do Brasil (chora aspasianos golpistas). Mas sempre foram ungidos pela justissa, pela midia. Mau exemplo do tal Paulo Preto metido até a medula como operador de propina dos tucanos, no entanto, o STF via Gilmar Mendes e Carmen Lucifer os protegem. Eduardo Azeredo (ex-presidene do Serpro) na era FHC, até o presente momento é o único tucano preso fora da curva politica, mas se comenta nos corredores palacianos que não será por muito tempo.

O propinoduto tucano não há mais como ocultar feito carniça putrefada rejeitada até ´pelos urubus do ver-o-peso. Mas, FHC não está sozinho nessa empreitada sórdida, ganhou a companhia do senador açaí - Fernando Flexa Ribeiro (PSDB/Pa).

Qjuem é Flexa Ribeiro, um empresário dissimulado, sórdido, cinico e operador dos recursos ocultos dos tucanos no Pará. Ele praticamente faliu a empresa que era sócio - Engeplan. Foi na Engeplan que as campanhas tucanas se produziam os esquemas eleitorais dos tucanos com o então empresário Flexa Ribeiro guindado ao posto de operador mor, que abastecia o galpão com cestas básicas, recursos financeiros para compra de votos para os tuanos (e seus aliados: PPS, PSB, DEM, PTB, PSD, SD, PR, PP) em Belém e no Estado do Pará.

Se os tucanos sempre tiveram Paulo Preto em Sampa, os tucanos no Pará tem Flexa Ribeiro super especializado em operar recuros escusos em campanhas eleitorais dos tucanos.

No link abaixo o espelho reluzente de quando Flexa Ribeiro foi preso na operação pororoca e de tabela vc ganha também conteúdo do outro senador golpista e corrupto Jader Barbalho.

https://bit.ly/2M641QJ

Mas, se essa justissa do Brasil fosse justiça de verdade, Flexa Ribeiro jamais teria assumido a vaga ao senado. Tudo indica que em outubro (se os golpistas deixarem as eleições ocorrerem), Flexa Ribeiro estará fora do senado, quanto as suas oprações de mãos sujas não há previsão.



Felino PPSista cala por FHC

7 de Junho de 2018, 13:49, por Desconhecido

 

 

Felinoppsista

LEIA AQUI O POST NO FCEBOOK

https://www.facebook.com/antoniocarlos.melodasilva

 



Remendos em roupa rasgada

24 de Maio de 2018, 10:59, por Desconhecido

A cada dia se confirma que a lei trabalhista celerada cria insegurança jurídica e, ao excitar o patronato levando-o a “atirar pela vontade de matar”, também cria insegurança social e econômica

Por João Guilherme Vargas Netto – de São Paulo:

Em um ano eleitoral, a insistência do presidente da República e de seus acólitos em relacionarem como positiva a aprovação da lei, cria também, como é evidente, uma enorme insegurança política para seus defensores que pretendem ser eleitos (ou reeleitos) em outubro.

A cada dia se confirma que a lei trabalhista celerada cria insegurança jurídica

Até mesmo as tentativas de remendos nela realçam que o tecido está puído e a roupa rasgada. A nota do ministério do Trabalho sobre a validade temporal da lei para todos os contratos (não apenas para os posteriores à sua vigência) confirma o dito acima.

O leguleio ministerial (que vergonha!) ecoando as posições da AGU escancara a insegurança. A medida provisória, um remendo que legalizava a vigência temporal plena da lei, é dita agora; quando caducou, como uma mera declaração de intenções “apenas a título de esclarecimento”.

A medida provisória não era para valer, como perceberam tardiamente os ilustres senadores e; tendo caducado, explicitou as confusões da lei.

TST

Que são também desmascaradas pelos votos da comissão de juízes do TST; que invalidam a vigência temporal plena da lei para os pagamentos à Justiça do Trabalho.

Ao resistir à aplicação da lei – nas negociações coletivas, nas empresas, na Justiça do Trabalho e em seus materiais de comunicação; o movimento sindical deve fazer finca-pé na insegurança criada por ela; reforçando suas iniciativas em todos os terrenos de luta.

Negociações

Que há ânimo e ambiente para tanto inúmeros fatos o têm demonstrado: as sucessivas vitórias jurídicas dos sindicatos; a greve vitoriosa dos professores do ensino privado de Belo Horizonte, a mobilização para exigir negociações e respeito às conquistas dos professores do ensino privado de São Paulo e a greve; que se alastra na construção civil de São Paulo, também por negociações e respeito às conquistas.

A lei celerada não passa disto, uma lei que cria insegurança política; social, econômica e jurídica e que não pode prevalecer. Ao resistir a ela o movimento sindical procura também; desde já, estabelecer alianças capazes de garantir, no voto de outubro; um conjunto de deputados e senadores favoráveis à sua revogação ou a mudanças; que não sejam apenas remendos em roupa rasgada.

João Guilherme Vargas Netto, é consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores em São Paulo.

O post Remendos em roupa rasgada apareceu primeiro em Jornal Correio do Brasil.



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