Considerado um dos documentos fundadores do feminismo, o livro, de Mary Wollstonecraft, denuncia a exclusão das mulheres do acesso a direitos básicos no século 18, especialmente à educação formal. Escrito em um período histórico marcado pelas transformações que o capitalismo industrial traria para o mundo, o texto discute a condição da mulher na sociedade inglesa de então, dialogando com filósofos como Rousseau. Libertária, Mary Wollstonecraft fez de sua própria vida uma defesa da emancipação feminina: envolveu-se na Revolução Francesa e foi uma precursora do amor livre. Extremamente revolucionário para a época, Reivindicação dos direitos da mulher foi traduzido para vários idiomas, se tornou uma referência teórica para as precursoras do feminismo contemporâneo, como Simone de Beauvoir, e uma leitura essencial para as discussões de gênero. O livro “resulta tanto de uma trajetória de lutas militantes de Mary como de seus enfrentamentos contra a moral sexista e conservadora da época", diz Maria Lygia Quartim de Moraes, que assina o prefácio.
Núcleo Piratininga de Comunicação
Novidades
- Clique aqui e leia a cartilha do 8 de Março produzida pelo NPC
- Clique aqui e leia a cartilha do 8 de Março produzida pelo NPC
- Acompanhe a caminhada do NPC no mês de março
- Acompanhe a caminhada do NPC no mês de março
- Mais de 500 fazem o Curso sobre mídias sociais e IA do NPC e Rosa Luxemburgo
- Mais de 500 fazem o Curso sobre mídias sociais e IA do NPC e Rosa Luxemburgo
- Mídia no Brasil: importância da regulamentação das redes sociais
- Mídia no Brasil: importância da regulamentação das redes sociais
- Condenação dos mandantes da morte de Marielle Franco renova esperanças na democracia, afirma deputada
- Condenação dos mandantes da morte de Marielle Franco renova esperanças na democracia, afirma deputada








