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Instituto do Japão vai ao Banco do Brasil buscar informações sobre uso de software livre

Luglio 25, 2014 11:49 , by Unknown - 0no comments yet | No one following this article yet.
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Representantes do FISC, órgão que estabelece diretrizes e normas de segurança no Japão, estiveram por aqui para pesquisar as iniciativas do BB na área.

Por Ana Luísa Cruz do Banco do Brasil.

 A TI do Banco do Brasil é referência no mercado e essa fama já chegou ao Japão. Tanto que, no início do mês, uma delegação da Terra do Sol Nascente esteve na Ditec para saber mais sobre o uso de software livre nos ambientes do BB. Os visitantes eram representantes do FISC (Center for Financial Industry Information Systems), organização que realiza pesquisas e emite recomendações referentes a sistemas de informação tanto para instituições financeiras japonesas quanto de outros países.

O objetivo do FISC é elaborar um relatório sobre as tendências e diretrizes do mercado. A adoção de Linux e LibreOffice em larga escala pelo BB chamou a atenção do Departamento de Pesquisas do órgão. Após contatos com a agência Gotanda e com a Getin Tóquio, os pesquisadores finalmente chegaram ao Brasil para entender um pouco mais sobre essa iniciativa.

A história do BB com o software livre começou há mais de dez anos. Hoje, contamos com soluções não proprietárias tanto no ambiente de processamento central quanto nos de automação bancária e de escritório.

Histórico do uso de software livre no BB

Para se ter uma ideia, as plataformas livres representam 93% dos sistemas operacionais utilizados nas estações de nossas agências. Apenas no ambiente de automação bancária, contamos com 7 mil servidores, 110 mil estações de trabalho e 44 mil TAAs utilizando softwares livres. Além do sistema operacional Linux, adotado em desktops, servidores e mainframes, o BB ainda faz uso de outros aplicativos e soluções livres, como Firefox, LibreOffice, 7zip, Gimp, LimeSurvey, MediaWiki e Joomla. Para completar, a Ditec adota software livre também no desenvolvimento de aplicações de negócio e suporte empresarial.

“A adoção de soluções não proprietárias foi vantajosa devido a características próprias do Banco, como o processamento centralizado e a inexistência de aplicativos comerciais nos ambientes distribuídos da automação de agências”, explica Jeovânio, da Gecin. “Dessa forma, a transição foi relativamente suave, pois não partimos de soluções privadas. Soubemos aproveitar muito bem a estratégia de software livre, adequando-a às necessidades do BB”, completa.

Tudo isso gerou uma economia de mais de R$ 120 milhões apenas nos últimos cinco anos. E para não restar dúvidas sobre as vantagens do software livre, essas aplicações nos proporcionam independência tecnológica e agilidade na implementação de soluções, além, claro, de fama internacional!

Para saber quais soluções de software livre estão homologadas para uso no BB, clique Portal do Software Público e saiba mais sobre o uso dessas soluções.


Source: http://softwarelivre.org/portal/noticias/instituto-do-japao-vai-ao-banco-do-brasil-buscar-informacoes-sobre-uso-de-software-livre

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